Caracas - O Ministério do Meio Ambiente da Venezuela
desenvolve uma nova usina de tratamento de lixo urbano
que, uma vez encerrada sua vida útil, será fechada
para dar lugar a uma área verde.
O
objetivo da obra, que será feita no estado de Aragua,
é reduzir o impacto ambiental dos tradicionais aterros
sanitários. O lixo será compactado em celas com 20
anos de vida útil e capacidade para processar 1.400
toneladas de lixo por dia. Cumprido esse prazo, o
lixo acumulado será a base física de um espaço de
recreação.
Ambientalistas
argumentam que a instalação da usina causará contaminação
do ar devido à emissão de gases e partículas, e opõem-se
ao projeto.
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Discussão
sobre redução de normas
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San José - A Frente Ecologista
Nacional (Fecon), uma das principais organizações
conservacionistas da Costa Rica, advertiu que o governo
pretende reduzir requisitos ambientais para a autorização
de projetos empresariais.
A Fecon expressou ao Terramérica
sua posição contrária a uma iniciativa da Secretaria
Técnica Nacional Ambiental para eliminar estudos de
impacto ambiental exigidos de empresas de processamento
de alimentos e de refinação de combustíveis. Também
elimina-se as Regências Ambientais, entidades fiscalizadoras
do cumprimento de compromissos ecológicos.
A nova regulamentação "põe em risco
o meio ambiente deste país", afirma a Fecon. Funcionários
do governo defendem a redução das exigências afirmando
que, em alguns casos, trata-se de travas burocráticas
que impedem os investimentos.
Lima.-
Os gafanhotos que arrasam vegetação e cultivos em
Cajamarca e Lambayeque, dois departamentos da serra
Norte do Peru, serão utilizados como alimentos de
aves e gado, segundo projeto do Ministério da Agricultura.
"Se
não se pode acabar com essa praga com inseticidas,
nem com 250 soldados providos de lança-chamas, faremos
com que os camponeses os comam", disse Pedro Morales,
funcionário do ministério. O projeto consiste em instalar
três pequenos moinhos nos vales assolados pela praga
para produzir farinha de gafanhoto, com alto valor
nutritivo.
"Camponeses
adultos e crianças vão capturar os gafanhotos e os
moinhos os comprarão. "Os insetos serão secos em fornos
e depois moídos", disse Morales.
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Reservatórios
de água contra a mortalidade
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Rio
de Janeiro - Um milhão de reservatórios para armazenar
água da chuva serão construídos no nordeste do Brasil
nos próximos cinco anos.
O
objetivo é garantir água limpa para beber e cozinhar
a cerca de cinco milhões de pessoas, a metade da população
rural do semi-árido nordestino, a fim de reduzir a
mortalidade infantil na região, a mais alta do país,
causada em grande parte por diarréias. O programa,
inaugurado no dia 23 de novembro pelo ministro do
Meio Ambiente, José Sarney Filho, tem participação
do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef)
e de organizações não-governamentais.
Um
sistema simples, criado pela própria população local,
recolhe em cisternas esféricas a água que cai dos
telhados. Cada reservatório custa cerca de US$ 250.
*Fonte: Inter Press Service.
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