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Santafé
de Bogotá - O segundo "Dia sem Carro", realizado no
dia 1º de fevereiro, reduziu a poluição do ar na capital
colombiana e permitiu aos motoristas de carros particulares
redescobrirem a cidade. Os veículos foram substituídos
pelo serviço público de transporte e cerca de 1,3
milhão de bicicletas. A melhoria mais notável foi
na emissão de monóxido de carbono, que baixou 71%
em relação a outros dias, segundo o Departamento Técnico-Administrativo
do Meio Ambiente (DAMA) da prefeitura de Bogotá. Além
disso, o ruído diminuiu 1,3%.
Nairóbi - O aquecimento
global pode custar mais de US$ 300 bilhões por ano,
a menos que sejam realizados esforços urgentes para
frear as emissões de gases que causam o efeito estufa,
segundo um relatório apresentado na capital do Quênia.
Preparado por importantes empresas seguradoras, que
fazem parte da iniciativa de serviços financeiros
do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
(PNUMA), o relatório assinala que as perdas serão
causadas, sobretudo, por ciclones tropicais freqüentes,
erosão provocada pelo aumento do nível do mar e danos
aos lençóis aqüíferos e às reservas pesqueiras e agrícolas.
"O tempo para agir é agora", disse Klaus Toepfer,
diretor-executivo do PNUMA, ao tomar conhecimento
do documento, apresentado na véspera da reunião do
Foro de Ministros de Meio Ambiente de todo o mundo,
encerrado no dia 9 de fevereiro.
Buenos Aires - A Justiça argentina
ordenou esta semana ao governo de Buenos Aires e à
empresa Metrovías que suspendam a extensão de uma
linha de trem subterrâneo, até que seja reduzido o
ruído provocado pelo seu funcionamento. O juiz Juan
Cataldo acatou um recurso apresentado por um cidadão,
que teve apoio legal e técnico da não-governamental
Fundação Ambiente e Recursos Naturais. A fundação
indicou que o ruído da linha D do metrô da capital
argentina, cujo trajeto se pretende ampliar, chega,
em média, a 97 decibéis, com picos de 140. Ruído acima
de 80 decibéis causa danos ao ouvido humano, segundo
a Organização Mundial da Saúde.
Havana - Cuba terá este ano sua
primeira usina de reciclagem de lixo plástico, como
parte de uma política oficial para reduzir a poluição
ambiental e promover a chamada produção limpa. Funcionários
do Ministério de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente
informaram que a instalação da usina está em andamento.
O programa nacional de reciclagem inclui o uso das
águas residuais da indústria açucareira para a fertilização
de cultivos de cana; instalação de moedores (despulpadoras)
ecológicos de café e a utilização do farelo na alimentação
do gado.
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