4 de marzo del 2001
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Uma família numerosa

Os insetos são os seres vivos mais abundantes neste planeta. Há cerca de dois milhões de espécies conhecidas, e estão por toda parte, em climas quentes e frios, no solo e no ar… e, agora, também no ciberespaço. Sua origem remonta ao início das coisas, há mais de 300 milhões de anos de distância, antes dos dinossauros e, naturalmente, que muitíssimo antes dos humanos. Segundo uma crença muito difundida e estudada, serão capazes de sobrevier aos humanos se algum dia mudarem as condições biológicas da Terra.

Existem muitos seres de pequeno tamanho frequentemente agrupados na categoria coloquial de "bichos", mas, não todos são insetos. Há uma forma de identificar os insetos sem deixar dúvidas: têm seis patas, ao contrário de primos como as aranhas, que possuem oito patas. Os insetos são estudados por uma ciência denominada entomologia, e sua abundância e variedade produz numerosos campos de pesquisa e, inclusive, gerou um vocabulário especial.

Em seu pequeno mundo são capazes de realizar proezas de força e velocidade. Em tempos de alta tecnologia, o interesse pelos insetos, sua estrutura e conduta não cessa. Só que, até agora, há mais meios para entendê-los, inclusive em terceira dimensão! E, naturalmente, há numerosos sites na Internet que reúnem cibernautas, colecionadores especializados além de entomólogos da pura cepa:

Portal de insetos (inglês)
Origem e classificação dos insetos (espanhol)
Glossário entomológico (espanhol)
EntomoWeb (espanhol)
Os insetos batem recordes (inglês)
Site sobre insetos no Yahoo! (inglês)
Para conhecer os insetos (inglês)
Insetos em 3D (inglês)
O que é um inseto? (espanhol)


Fumaça e neblina

O smog faz parte da civilização: a palavra é muito conhecida em muitos idiomas e quase sempre se pronuncia com acerto para descrever um problema vinculado ao desenvolvimento: o da poluição urbana. A palavra reúne dois conceitos, os de "smoke" e "fog", que em português se traduz sem ambigüidades como "fumaça" e "neblina". Nos países de língua espanhola às vezes usa-se uma adaptação da palavra "esmog", e há inclusive quem considere necessário copiar a fórmula para gerar um termo próprio: "neblumo".

O smog cai sobre as cidades com maiores problemas de poluição na forma de uma bruma opaca, geralmente meio escura. A história do século XX registra episódios nos quais se faz noite em pleno dia. Em Londres, houve momentos nos quais os ônibus deviam circular com faróis acesos, pois o Sol estava escondido pela mistura de fumaça e neblina, que também era mortal. Na capital inglesa acumulou-se uma triste marca, pois misturas letais do smog mataram 600 pessoas em 1948, cerca de três mil em 1952, mais mil em 1956 e 750 em 1962.

O smog é uma mistura química de gases. Os óxidos de nitrogênio (NOx), compostos voláteis orgânicos (VOC), dióxido de sulfureto, aerossóis ácidos e gases, bem como partículas de matéria, formam parte desta bruma. Os gases provêm das indústrias, dos automóveis e inclusive das casas, devido aos processos de combustão. A reação destes compostos com a luz solar produz o chamado smog fotoquímico, cuja característica principal é a presença do ozônio no nível da terra, um composto que pode causar numerosos problemas de saúde.

A busca do smog na Internet pode ser feita pelos seguintes sites:

Você sabia? O que é o smog, no Terramérica (espanhol)
O que é o smog? (inglês)
A poluição ambiental é o preço do desenvolvimento? Banco Mundial (espanhol)
A poluição urbana (espanhol)
Definição de neblumo (espanhol)
The Columbia Encyclopedia (inglês)
Cronologia da história ambiental (inglês)
Os problemas do ozônio (inglês)
Smog e saúde (inglês)

Couraças marinhas

Desde a época dos dinossauros, ou mesmo antes, os oceanos deste planeta abrigam as tartarugas marinhas. No entanto, toda sua longa história não é suficiente para evitar o perigo de extinção, e seus nomes costumam aparecer em todas as "listas vermelhas" de espécies ameaçadas. No início do século XXI existem oito espécies de tartaruga marinha que habitam em diversos lugares do mundo. São répteis quelônios, herdeiros de tartarugas terrestres que em algum remoto momento da história natural escolheram habitar os oceanos.

As crias das tartarugas são diminutas, mas, com o tempo, algumas espécies podem alcançar um tamanho considerável: até dois metros de comprimento e 500 quilos de peso. Todas nascem nas praias, onde as mães colocam até uma centena de ovos, e depois se desenvolvem nas águas. As tartarugas marinhas são vulneráveis aos depredadores naturais, mas, seus maiores problemas de subsistência são ocasionados pelos humanos. Para começar, o estilo de vida dos humanos alterou as condições em numerosas praias de desova e poluiu as águas. Além disso, elas também devem lidar com seres humanos que as depredam por sua carne, seus ovos, suas couraças ou, por acidente, quando ficam presas nas redes de pesca.

Essa vulnerabilidade determinou que a luta para conservá-las seja emblemática. Na Internet já há numerosos sites dedicados às tartarugas marinhas. Fora da rede há uma grande quantidade de iniciativas para protegê-las, inclusive uma Convenção Interamericana sobre a Proteção e Conservação destas espécies. Os perigos que enfrentam são apontados pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) em sua lista vermelha. As oito espécies estão protegidas pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres (CITES). Nos dois sites pode-se buscar pela palavra "tartaruga", ou seu equivalente em inglês "tortuga".

Para navegar na Internet em busca das tartarugas também podem ser visitados os seguintes sites:

Portal europeu das tartarugas marinhas (em inglês)
Portal das tartarugas marinhas - Projeto Tamar (em português, espanhol e inglês)
Portal das tartarugas marinhas do Caribe. (em inglês)
As tartarugas marinhas (em espanhol)
Texto da Convenção Interamericana para a Proteção e Conservação das Tartarugas Marinhas (em espanhol, segundo publicação do governo da Costa Rica)
Diretório de sites 1
Diretório de sites 2
Selos com tartarugas marinhas



 

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Crédito: Mauricio Ramos
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Crédito: Mauricio Ramos
 
Crédito: Mauricio Ramos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Tortuga golfina de Oaxaca, México
  Tortuga golfina de Oaxaca, México