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Lima - O governo interino do Peru pretende aumentar
a captação de investimentos para a mineração, mas,
sem afetar o meio ambiente, afirmou o vice-ministro
de Minas, Humberto Montes.
Os projetos de investimento
nessa área devem adaptar-se às normas do Programa
de Adequação e Manejo Ambiental, cujo cumprimento
é controlado pelas autoridades e empresas privadas
de auditoria. O principal problema ambiental gerado
pela mineração é o destino das partículas de mineral,
antes depositadas próximo dos rios.
A maioria das empresas
segue as normas de controle, mas, "ainda há alguns
passivos ambientais em vários pontos do país, que
tentamos remediar", disse Montes.
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COSTA
RICA: Recursos para florestas
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San José - O Fundo de Financiamento Florestal, do
governo, dedicará nos próximos dez anos US$ 55 milhões
para o manejo e a recuperação de áreas de floresta
da Costa Rica.
O
investimento será feito graças a créditos, doações
e o pagamento de serviços ambientais gestionados pelo
Ministério do Meio Ambiente e pelo setor florestal
privado, segundo fontes oficiais informaram ao Terramérica.
As
florestas cobrem 69% dos 51100 quilômetros quadrados
do país.
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VENEZUELA:
Proteção reforçada
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Caracas - A Guarda Nacional
da Venezuela reforçará seu serviço de proteção ambiental,
com medições físicas para investigar responsabilidades
em fatos ilícitos que, sem meios adequados não podem
ser comprovados.
Apesar de no último ano
e meio a Guarda Nacional ter registrado 2843 ocorrências
em matéria ambiental, apenas um caso chegou aos tribunais,
pois, nos demais não foi possível provar a responsabilidade
do acusado. Um investimento de US$ 1,22 milhão servirá
para a aquisição de instrumentos de detecção e quantificação
de ações diretas ou indiretas contra o meio ambiente
e os recursos naturais.
A chamada Guarda Ambiental
avaliará várias unidades temáticas: qualidade ambiental,
recursos pesqueiros e florestais, fauna silvestre
e aquática, saúde animal e vegetal e proteção mineral.
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BRASIL:
Criação de tartarugas
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Rio de Janeiro - O Brasil já tem 81 criadouros de
tartarugas amazônicas reconhecidos pela autoridade
ambiental nacional, que produzem carne para restaurantes
expressamente autorizados.
Trata-se
do resultado de um programa de combate à caça e ao
comércio ilegais de tartarugas amazônicas, coordenado
pelo Centro Nacional de Quelônios da Amazônia. O centro,
que distribuiu aos criadores cerca de 700 mil tartarugas,
promove a capacitação de moradores da Amazônia para
o manejo dos animais em seu hábitat natural.
Uma
alimentação adequada permite alcançar o peso certo
para a matança em alguns anos, contrariando a idéia
comum de que as tartarugas são de crescimento muito
demorado para a criação comercial.
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