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Sobe a temperatura
Quando tentamos imaginar o "efeito
estufa" podemos pensar nisto: uma camada de gases
que envolvem a atmosfera e prende a energia emitida
pelo planeta. Trata-se de um fenômeno natural, mas
durante os últimos anos, ficou evidente uma nova realidade:
aumentou além do normal, resultado da atividade humana.
A emissão dos gases que causam o efeito estufa pode
ser atribuída a incêndios casuais ou erupções vulcânicas.
Nos últimos anos uma fonte fundamental tem sido os
processos de combustão de nossa civilização, entre
os quais se destacam os associados à queima de hidrocarbonetos,
seja em fábricas ou em automóveis.
O problema de um efeito estufa
anormal é que gera uma mudança
climática no planeta, neste caso um aquecimento.
Os cientistas prevêem variações que parecem mínimas,
de uns poucos graus centígrados, mas que podem prejudicar
severamente os ecossistemas. Este fenômeno causou
alarme mundial. Os países do mundo foram convocados
a participar ativamente em uma Convenção
Marco sobre Mudança Climática patrocinada pelas Nações
Unidas, e assinar o Protocolo
de Kyoto, documento que conclama à ação para se
tentar compensar o efeito estufa e suas conseqüências.
As nações industrializadas, maiores
consumidoras de energia, foram convocadas a tomar
a dianteira no controle das emissões
dos gases que causam o efeito estufa. O diretor-executivo
do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
(Pnuma), Klaus Topfer, disse que "a ameaça mais profunda
que a humanidade enfrenta neste momento é a perspectiva
de que nossas atividades econômicas produzam um aquecimento
global". Algumas das conseqüências previstas pelos
cientistas são o derretimento das geleiras, aumento
do nível dos mares e, inclusive, o desaparecimento
ou migração de espécies. E esses sintomas já estão
se manifestando.
Terramérica:
a mudança climática (espanhol)
A
quê se dá o nome de mudança climática (espanhol)
Mapa
da emissão de gases que causam o efeito estufa
Efeito
estufa e mudança climática - Unep.net (inglês)
Convenção
sobre Mudança Climática - site oficial (inglês)
Protocolo
de Kyoto (espanhol)
Sobre
mudança climática (espanhol)
O
que é o efeito estufa? (espanhol)
O
gado também contribui (espanhol)
Uma
família numerosa
Os insetos são os seres vivos
mais abundantes neste planeta. Há cerca de dois milhões
de espécies conhecidas, e estão por toda parte, em
climas quentes e frios, no solo e no ar… e, agora,
também no ciberespaço. Sua origem remonta ao início
das coisas, há mais de 300 milhões de anos de distância,
antes dos dinossauros e, naturalmente, que muitíssimo
antes dos humanos. Segundo uma crença muito difundida
e estudada, serão capazes de sobrevier aos humanos
se algum dia mudarem as condições biológicas da Terra.
Existem muitos seres de pequeno
tamanho frequentemente agrupados na categoria coloquial
de "bichos", mas, não todos são insetos. Há uma forma
de identificar os insetos sem deixar dúvidas: têm
seis patas, ao contrário de primos como as aranhas,
que possuem oito patas. Os insetos são estudados por
uma ciência denominada entomologia, e sua abundância
e variedade produz numerosos campos de pesquisa e,
inclusive, gerou um vocabulário especial.
Em seu pequeno mundo são capazes
de realizar proezas de força e velocidade. Em tempos
de alta tecnologia, o interesse pelos insetos, sua
estrutura e conduta não cessa. Só que, até agora,
há mais meios para entendê-los, inclusive em terceira
dimensão! E, naturalmente, há numerosos sites na Internet
que reúnem cibernautas, colecionadores especializados
além de entomólogos da pura cepa:
Portal
de insetos (inglês)
Origem
e classificação dos insetos (espanhol)
Glossário
entomológico (espanhol)
EntomoWeb
(espanhol)
Os
insetos batem recordes (inglês)
Site
sobre insetos no Yahoo! (inglês)
Para
conhecer os insetos (inglês)
Insetos
em 3D (inglês)
O
que é um inseto? (espanhol)
Fumaça
e neblina
O smog faz parte da civilização:
a palavra é muito conhecida em muitos idiomas e quase
sempre se pronuncia com acerto para descrever um problema
vinculado ao desenvolvimento: o da poluição urbana.
A palavra reúne dois conceitos, os de "smoke" e "fog",
que em português se traduz sem ambigüidades como "fumaça"
e "neblina". Nos países de língua espanhola às vezes
usa-se uma adaptação da palavra "esmog", e há inclusive
quem considere necessário copiar a fórmula para gerar
um termo próprio: "neblumo".
O smog cai sobre as cidades
com maiores problemas de poluição na forma de uma
bruma opaca, geralmente meio escura. A história do
século XX registra episódios nos quais se faz noite
em pleno dia. Em Londres, houve momentos nos quais
os ônibus deviam circular com faróis acesos, pois
o Sol estava escondido pela mistura de fumaça e neblina,
que também era mortal. Na capital inglesa acumulou-se
uma triste marca, pois misturas letais do smog mataram
600 pessoas em 1948, cerca de três mil em 1952, mais
mil em 1956 e 750 em 1962.
O smog é uma mistura química
de gases. Os óxidos de nitrogênio (NOx), compostos
voláteis orgânicos (VOC), dióxido de sulfureto, aerossóis
ácidos e gases, bem como partículas de matéria, formam
parte desta bruma. Os gases provêm das indústrias,
dos automóveis e inclusive das casas, devido aos processos
de combustão. A reação destes compostos com a luz
solar produz o chamado smog fotoquímico, cuja característica
principal é a presença do ozônio no nível da terra,
um composto que pode causar numerosos problemas de
saúde.
A busca do smog na Internet pode
ser feita pelos seguintes sites:
Você
sabia? O que é o smog, no Terramérica (espanhol)
O
que é o smog? (inglês)
A
poluição ambiental é o preço do desenvolvimento? Banco
Mundial (espanhol)
A
poluição urbana (espanhol)
Definição
de neblumo (espanhol)
The
Columbia Encyclopedia (inglês)
Cronologia
da história ambiental (inglês)
Os
problemas do ozônio (inglês)
Smog
e saúde (inglês)
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