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O outro mundo
Os
oceanos e mares representam um mistério sem fim. Suas
águas ocupam a maior parte do planeta e representam
99%
de todo o espaço habitável por seres vivos, vale dizer,
animais e plantas, num mundo que ironicamente conhecemos
como Terra. Uma terra onde as praias representam a
fronteira com um outro mundo, medianamente conhecido,
em cujas profundidades explorações, tão desafiantes
como a do espaço exterior, buscam explicações e oportunidades.
A ciência garante que a vida surgiu primeiro nos oceanos,
e alguns visionários consideram que ali está a chave
para o futuro da humanidade. Para começar, como fonte
de recursos. Os oceanos costumam estar associados
à imensidão, devido às suas dimensões e à extraordinária
biodiversidade que abrigam suas águas salgadas, e,
entretanto, estão ameaçados: seus principais inimigos
são a poluição e a superexploração a partir da superfície
terrestre.
A
relação de nossa civilização com os oceanos está marcada
por sua inegável presença em nossas vidas, origem
de numerosas atividades humanas e, por certo, de muitas
culturas, vocabulários, travessias. E, agora, também
pelas iniciativas para defender
a qualidade de seu meio ambiente. O planeta, segundo
a geografia humana, tem três oceanos com nome próprio
e cerca de 18
mares, com uma vocação regional mais definida.
"O mar une as nações, em lugar de dividi-las", assegura
o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas
para o Meio Ambiente, Klaus Topfer, ao referir-se
à necessidade de atuar
coordenadamente para evitar sua degradação.
Quem desejar navegar através dos oceanos, a partir
da Internet, terá a oportunidade de descobrir um mundo
repleto de websites.
A fascinação e a urgência para evitar a perda desta
fonte de vida tem conquistado o ciberespaço:
Ocean
Planet, Smithsonian Institute (em inglês)
Comissão
Oceanográfica Intergovernamental, Unesco (em inglês)
Ano
Internacional do Oceano, 1998 (em inglês)
Mares
regionais, Pnuma (en inglês)
Programa
Mundial de Ação para a Proteção do Meio Marinho -
Pnuma (em espanhol)
Mare
Nostrum (em espanhol)
Glossário
(em espanhol)
Diretório
do Oceano (en inglês)
O
oceano a partir do espaço (em inglês)
Oceanic,
Ocean Information Center (em inglês)
Ocean
Pilot (diretório), Unesco (em inglês)
Tsunami
(em inglês)
Sobe
a temperatura
Quando tentamos imaginar o "efeito
estufa" podemos pensar nisto: uma camada de gases
que envolvem a atmosfera e prende a energia emitida
pelo planeta. Trata-se de um fenômeno natural, mas
durante os últimos anos, ficou evidente uma nova realidade:
aumentou além do normal, resultado da atividade humana.
A emissão dos gases que causam o efeito estufa pode
ser atribuída a incêndios casuais ou erupções vulcânicas.
Nos últimos anos uma fonte fundamental tem sido os
processos de combustão de nossa civilização, entre
os quais se destacam os associados à queima de hidrocarbonetos,
seja em fábricas ou em automóveis.
O problema de um efeito estufa
anormal é que gera uma mudança
climática no planeta, neste caso um aquecimento.
Os cientistas prevêem variações que parecem mínimas,
de uns poucos graus centígrados, mas que podem prejudicar
severamente os ecossistemas. Este fenômeno causou
alarme mundial. Os países do mundo foram convocados
a participar ativamente em uma Convenção
Marco sobre Mudança Climática patrocinada pelas Nações
Unidas, e assinar o Protocolo
de Kyoto, documento que conclama à ação para se
tentar compensar o efeito estufa e suas conseqüências.
As nações industrializadas, maiores
consumidoras de energia, foram convocadas a tomar
a dianteira no controle das emissões
dos gases que causam o efeito estufa. O diretor-executivo
do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
(Pnuma), Klaus Topfer, disse que "a ameaça mais profunda
que a humanidade enfrenta neste momento é a perspectiva
de que nossas atividades econômicas produzam um aquecimento
global". Algumas das conseqüências previstas pelos
cientistas são o derretimento das geleiras, aumento
do nível dos mares e, inclusive, o desaparecimento
ou migração de espécies. E esses sintomas já estão
se manifestando.
Terramérica:
a mudança climática (espanhol)
A
quê se dá o nome de mudança climática (espanhol)
Mapa
da emissão de gases que causam o efeito estufa
Efeito
estufa e mudança climática - Unep.net (inglês)
Convenção
sobre Mudança Climática - site oficial (inglês)
Protocolo
de Kyoto (espanhol)
Sobre
mudança climática (espanhol)
O
que é o efeito estufa? (espanhol)
O
gado também contribui (espanhol)
Uma
família numerosa
Os insetos são os seres vivos
mais abundantes neste planeta. Há cerca de dois milhões
de espécies conhecidas, e estão por toda parte, em
climas quentes e frios, no solo e no ar… e, agora,
também no ciberespaço. Sua origem remonta ao início
das coisas, há mais de 300 milhões de anos de distância,
antes dos dinossauros e, naturalmente, que muitíssimo
antes dos humanos. Segundo uma crença muito difundida
e estudada, serão capazes de sobrevier aos humanos
se algum dia mudarem as condições biológicas da Terra.
Existem muitos seres de pequeno
tamanho frequentemente agrupados na categoria coloquial
de "bichos", mas, não todos são insetos. Há uma forma
de identificar os insetos sem deixar dúvidas: têm
seis patas, ao contrário de primos como as aranhas,
que possuem oito patas. Os insetos são estudados por
uma ciência denominada entomologia, e sua abundância
e variedade produz numerosos campos de pesquisa e,
inclusive, gerou um vocabulário especial.
Em seu pequeno mundo são capazes
de realizar proezas de força e velocidade. Em tempos
de alta tecnologia, o interesse pelos insetos, sua
estrutura e conduta não cessa. Só que, até agora,
há mais meios para entendê-los, inclusive em terceira
dimensão! E, naturalmente, há numerosos sites na Internet
que reúnem cibernautas, colecionadores especializados
além de entomólogos da pura cepa:
Portal
de insetos (inglês)
Origem
e classificação dos insetos (espanhol)
Glossário
entomológico (espanhol)
EntomoWeb
(espanhol)
Os
insetos batem recordes (inglês)
Site
sobre insetos no Yahoo! (inglês)
Para
conhecer os insetos (inglês)
Insetos
em 3D (inglês)
O
que é um inseto? (espanhol)
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