1 de abril del 2001
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Os escaravelhos, vida de coleópteros

Os escaravelhos habitam todo o planeta. Têm uma coisa em comum: as asas endurecidas que lhes dão um ar encouraçado. Fora isso, trata-se de uma das famílias mais diversas que existem. Mas, isso sim, todos compartilham um nome "legal": são da ordem coleóptera.

"Os escaravelhos são da ordem com o maior número de espécies, não só na classe dos insetos, mas em todo o reino animal (animalia). Pelo menos, a quarta parte de todas as espécies de animais de nosso planeta são escaravelhos", informa um site da web de São Petesburgo.

Desde a antigüidade os escaravelhos fazem parte da cultura humana, que os estuda e os copia para forjar mitos, enfeites e, inclusive, velhas fábulas. Esopo já os utilizava como motivo de seus contos.

Alguns são famosos por suas cores incandescentes, outros pela extraordinária vivacidade dos desenhos que enfeitam suas asas. Alguns por sua força, e outros por sua capacidade para sobreviver, às vezes anos, nas condições mais adversas.

Em outro site da Internet afirma-se que há entre 140 e 173 espécies diferentes. A diversidade nota-se, por exemplo, no tamanho: há os de 25 milímetros e aqueles com mais de dez centímetros.

Sua onipresença no planeta não poderia deixar de estar presente na Internet, onde os escaravelhos protagonizam jogos digitais, ou, simplesmente, são motivo principal de insuspeitos diretórios:

Beetles and coleopterists (em russo e inglês)
Portal coleóptera (em inglês)
Tipos de escaravelhos (em espanhol)
Fábula de Esopo: A Águia e o Escaravelho (em espanhol)
Site com jogos, 3D, etc
Ordem Coleóptera, info e fotos (em inglês)
Fotos de escaravelhos
Diretório de sites
Coleóptera na The Bug Page (em inglês)

Mamíferos encouraçados

Aqueles que desejam encontrá-los na Internet poderão fazê-lo com muitos nomes: tatu, tatu-bola, mulita, quirquincho, armadillo. Todos descrevem, em diferentes países e regiões, um dos habitantes mais estranhos da América: um mamífero encouraçado. Do ponto de vista científico têm outra denominação: fazem parte da ordem Endentata e da família Dasypodidae. Existem umas 20 espécies distintas de tatu, que habitam em diferentes latitudes e, inclusive, têm hábitos distintos, embora todos compartilhem como característica fundamental a carapaça.

Os tatus apareceram há cerca de 50 milhões de anos no território da América do Sul. Há numerosos restos fósseis que evidenciam sua presença, e a de antigos parentes já extintos, como o gliptodonte. Sua curiosa aparência encantou os primeiros europeus que os viram, mas sua existência na época já nutria o conhecimento dos povos indígenas. Sua presença é escorregadia. Entretanto, é fácil detectá-lo em nossa cultura: em contos e lendas de lugares como Peru, México e Bolívia. A carapaça do tatu foi utilizada para fabricar o charango, um instrumento de cordas originário da Bolívia. E, em algumas regiões, esta espécie é considerada comestível.

Atualmente, é possível encontrar tatus desde o Sul do Chile até a parte meridional dos Estados Unidos. Sua presença na América do Norte data de meados do século passado, e em alguns lugares, como no Texas, são tão abundantes que muitos os consideram uma praga. Porém, em outras regiões, há espécies de tatu que enfrentam o perigo de extinção, seja por depredação ou pela destruição de seu habitat. É o que acontece, por exemplo, com o tatu-canastra.

Portal tatu Online (em inglês)
O mundo científico dos tatus (em inglês)
Tatus segundo a enciclopédia (em espanhol)
Sobre o tatu na Argentina (em espanhol)
Biologia do Tatu (em português)
Invasão de tatus nos Estados Unidos (em inglês)
Tatus no Texas (em inglês)
Breve lenda sobre o tatu mexicano (em espanhol)
Lenda boliviana (em espanhol)
Lenda peruana (em espanhol)
O tatu na gastronomia (em espanhol)
Tatu cozido (em espanhol)
Tatu-canastra (em português)
Origem do tatu (em espanhol)
Zoo Virtual (em português)

O outro mundo

Os oceanos e mares representam um mistério sem fim. Suas águas ocupam a maior parte do planeta e representam 99% de todo o espaço habitável por seres vivos, vale dizer, animais e plantas, num mundo que ironicamente conhecemos como Terra. Uma terra onde as praias representam a fronteira com um outro mundo, medianamente conhecido, em cujas profundidades explorações, tão desafiantes como a do espaço exterior, buscam explicações e oportunidades. A ciência garante que a vida surgiu primeiro nos oceanos, e alguns visionários consideram que ali está a chave para o futuro da humanidade. Para começar, como fonte de recursos. Os oceanos costumam estar associados à imensidão, devido às suas dimensões e à extraordinária biodiversidade que abrigam suas águas salgadas, e, entretanto, estão ameaçados: seus principais inimigos são a poluição e a superexploração a partir da superfície terrestre.

A relação de nossa civilização com os oceanos está marcada por sua inegável presença em nossas vidas, origem de numerosas atividades humanas e, por certo, de muitas culturas, vocabulários, travessias. E, agora, também pelas iniciativas para defender a qualidade de seu meio ambiente. O planeta, segundo a geografia humana, tem três oceanos com nome próprio e cerca de 18 mares, com uma vocação regional mais definida. "O mar une as nações, em lugar de dividi-las", assegura o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Klaus Topfer, ao referir-se à necessidade de atuar coordenadamente para evitar sua degradação.

Quem desejar navegar através dos oceanos, a partir da Internet, terá a oportunidade de descobrir um mundo repleto de websites. A fascinação e a urgência para evitar a perda desta fonte de vida tem conquistado o ciberespaço:

Ocean Planet, Smithsonian Institute (em inglês)
Comissão Oceanográfica Intergovernamental, Unesco (em inglês)
Ano Internacional do Oceano, 1998 (em inglês)
Mares regionais, Pnuma (en inglês)
Programa Mundial de Ação para a Proteção do Meio Marinho - Pnuma (em espanhol)
Mare Nostrum (em espanhol)
Glossário (em espanhol)
Diretório do Oceano (en inglês)
O oceano a partir do espaço (em inglês)
Oceanic, Ocean Information Center (em inglês)
Ocean Pilot (diretório), Unesco (em inglês)
Tsunami (em inglês)

 




 

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Vida de coleópteros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Venda de tatu em Tixkokob, Yucatan, México

Venda de tatu em Tixkokob, Yucatan, México

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peixe no Mar do Caribe, Cancún.

Peixe no Mar do Caribe, Cancún. Crédito: Claudio Contreras