8 de abril del 2001
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COLÔMBIA: Proteção botânica

Santafé de Bogotá - A Universidade Autônoma do Ocidente obteve na Colômbia o aval das autoridades ambientais para a construção de um jardim botânico em Cáli, onde serão conservadas espécies em risco de extinção e ministrados cursos acadêmicos.

Entre as espécies que serão protegidas no novo jardim botânico da cidade estão o mogno, o azulito, nativo da região, a orquídea Cyrtopodium escassa na floresta seca tropical, e o lírio caucano, também nativo do ocidente colombiano.

O projeto de conservação de espécies botânicas serão levados adiante com apoio de instituições acadêmicas, estatais e de empresas privadas.

 
 

CUBA: Fauna peculiar

Havana - Espécies da fauna cubana evoluem para o gigantismo ou o raquitismo, de acordo com pesquisas recentes. O veterinário Fernando Hernández observou que o isolamento insular cria condições climáticas e de hábitat especiais e, por isso, algumas espécies evoluem de maneira peculiar.

É o caso do almiquí, que, depois de alcançar 70/80 centímetros de altura, é um gigante entre os mamíferos comedores de insetos. No outro extremo está o zunzuncito, endêmico de Cuba, um pássaro famoso por suas cores brilhantes e também porque em seu rápido vôo pode-se ver que seu tamanho não passa de sete centímetros.

 
 

EQUADOR: Galápagos conscientiza

Quito - A campanha de informação sobre Galápagos realizada no Equador, depois do vazamento de combustível nessas ilhas, demonstrou uma ampla predisposição popular para a conservação do meio ambiente. Voluntários de várias universidades e da Cruz Vermelha instalaram postos de informação, em Quito e Guayaquil, na costa do Pacífico, para alertar a população sobre os perigos que ameaçavam Galápagos, arquipélago localizado a mil quilômetros de terra firme.

A mobilização "demonstrou a existência de uma predisposição de importantes setores equatorianos para a conservação do patrimônio natural", disse Ricardo Moreno, diretor-executivo da ONG Fundação Natura, promotora da campanha.

 
 

ARGENTINA: Pinheiros versus diversidade

Buenos Aires - A implantação de árvores exóticas é mais prejudicial para a biodiversidade da Patagônia argentina do que a passagem do gado e, inclusive, um incêndio, alertou Estela Raffaele, do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas.

Raffaele referiu-se ao aumento da plantação de pinheiros nas proximidades da cidade de San Martín de Los Andes, perto do Chile, que acontece em substituição à araucária, árvore nativa da região cordilheira.

Além disso, a sombra dos pinheiros impede o crescimento de arbustos menores e a queda de suas folhas forma uma espessa camada sobre a terra impedindo a germinação de sementes e outras plantas. O caso será discutido por empresários florestais, legisladores e pesquisadores da Argentina e do Chile no Primeiro Encontro Binacional de Ecologia, que acontece este mês.



* Fonte: Inter Press Service.


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