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COLÔMBIA: Proteção botânica
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Santafé de Bogotá - A Universidade
Autônoma do Ocidente obteve na Colômbia o aval das
autoridades ambientais para a construção de um jardim
botânico em Cáli, onde serão conservadas espécies
em risco de extinção e ministrados cursos acadêmicos.
Entre as espécies que serão protegidas
no novo jardim botânico da cidade estão o mogno, o
azulito, nativo da região, a orquídea Cyrtopodium
escassa na floresta seca tropical, e o lírio caucano,
também nativo do ocidente colombiano.
O projeto de conservação de espécies
botânicas serão levados adiante com apoio de instituições
acadêmicas, estatais e de empresas privadas.
Havana - Espécies da fauna cubana
evoluem para o gigantismo ou o raquitismo, de acordo
com pesquisas recentes. O veterinário Fernando Hernández
observou que o isolamento insular cria condições climáticas
e de hábitat especiais e, por isso, algumas espécies
evoluem de maneira peculiar.
É o caso do almiquí, que, depois
de alcançar 70/80 centímetros de altura, é um gigante
entre os mamíferos comedores de insetos. No outro
extremo está o zunzuncito, endêmico de Cuba, um pássaro
famoso por suas cores brilhantes e também porque em
seu rápido vôo pode-se ver que seu tamanho não passa
de sete centímetros.
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EQUADOR: Galápagos conscientiza
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Quito - A campanha de informação
sobre Galápagos realizada no Equador, depois do vazamento
de combustível nessas ilhas, demonstrou uma ampla
predisposição popular para a conservação do meio ambiente.
Voluntários de várias universidades e da Cruz Vermelha
instalaram postos de informação, em Quito e Guayaquil,
na costa do Pacífico, para alertar a população sobre
os perigos que ameaçavam Galápagos, arquipélago localizado
a mil quilômetros de terra firme.
A mobilização "demonstrou a
existência de uma predisposição de importantes setores
equatorianos para a conservação do patrimônio natural",
disse Ricardo Moreno, diretor-executivo da ONG Fundação
Natura, promotora da campanha.
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ARGENTINA: Pinheiros versus
diversidade
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Buenos Aires - A implantação
de árvores exóticas é mais prejudicial para a biodiversidade
da Patagônia argentina do que a passagem do gado e,
inclusive, um incêndio, alertou Estela Raffaele, do
Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas.
Raffaele referiu-se ao aumento
da plantação de pinheiros nas proximidades da cidade
de San Martín de Los Andes, perto do Chile, que acontece
em substituição à araucária, árvore nativa da região
cordilheira.
Além disso, a sombra dos pinheiros
impede o crescimento de arbustos menores e a queda
de suas folhas forma uma espessa camada sobre a terra
impedindo a germinação de sementes e outras plantas.
O caso será discutido por empresários florestais,
legisladores e pesquisadores da Argentina e do Chile
no Primeiro Encontro Binacional de Ecologia, que acontece
este mês.
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