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Elemento Vital

A água é vida. Uma verdade tão básica que é um lugar comum. A preocupação com a escassez desse "elemento vital" também é muito popular: segundo uma crença muito difundida nos dias de hoje, será o detonador das guerras do futuro.

Essas preocupações também inundam a Internet. Não é uma casualidade, naturalmente: já sabemos que a vida começou na água, que a água cobre as três quartas partes do planeta e que 80% de nossos corpos são, simplesmente, água.

No entanto, o problema da água doce, que em inglês se denomina de freshwater, é perfeitamente fácil de entender: 97,5% da água deste planeta é salgada e as três quartas partes dos 2,5% restantes estão congeladas nos pólos. O que resta é apenas 0,01% do recurso.

Ainda assim, daria a impressão de que é suficiente para abastecer uma população bem grande. Entretanto, a verdade é que não está bem distribuída no mundo e que em muitos lugares encontra-se ameaçada por problemas de contaminação, desperdício e até de infra-estrutura, como acontece com as represas que afetam as bacias dos grandes rios.

A perspectiva de uma escassez de água gera uma mobilização mundial, que tem como eixo a Organização das Nações Unidas. Durante a primeira Cúpula da Terra, de 1992, realizada no Rio de Janeiro, a água doce ocupou todo um capítulo do programa de ação conhecido como Agenda 21, no ano passado houve o Dia Mundial da Água e, atualmente, está sendo preparado um informe global sobre a disponibilidade deste recurso.

Terramérica: Água (em espanhol)
PNUMA: Água doce - Recursos - Agenda 21 (em inglês)
UNESCO: Dia Mundial da Água (em espanhol e inglês)
Agenda 21: capítulo 18 sobre a água doce (em espanhol)
Portalagua.com: O homem e a água
A Terra: um planeta de água
Breve história da água
World Resources Institute: Água doce (em espanhol)
Comissão da ONU para o desenvolvimento sustentável: a água (em inglês)
Água doce e biodiversidade. Site do PNUMA e do World Conservation Monitoring Center - WCMC (em inglês)
Os maiores rios do mundo: PNUMA-WCMC (em inglês)
Avaliação dos recursos de água: relatório ao Secretário Geral da ONU (em inglês)
24 agências da ONU preparam o Informe Mundial sobre a Água (em inglês)

Um cultivo prodigioso

O milho é plantado e colhido em todas as superfícies aptas para a agricultura neste planeta. Mas, não foi sempre assim: até 500 anos seu uso estava restrito ao que agora conhecemos como América, do Chile até o Canadá. Sua popularidade começou quando os primeiros europeus descobriram sua existência: os exploradores falavam de "um tipo de grão" que chamavam de milho, de bom sabor quando cozido, seco e como farinha". Tudo parece indicar que o cultivo dessa planta da família das gramíneas começou a ser praticado onde hoje ficam o México e a América Central há milhares de anos. Os vestígios mais antigos de sua produção encontrados nessa região têm cerca de sete mil anos. E, dali provém também a palavra milho, "sustento da vida".

Sua presença foi fundamental para a dieta e mesmo para a cultura de antigas civilizações americanas. Na América é conhecido por diferentes nomes: milho, choclo, jojoto, corn, maíz, elote. Deve-se notar que existem tipos diferentes de milho, como o dentado, o duro, o macio ou farinhoso, o doce e o pipoca. Além de suas virtudes como alimento (onde demonstra uma incrível capacidade para transformar-se em farinha, flocos, pastas, etc.), o milho tem reservadas outras surpresas: tem uso como ingrediente básico para processos industriais. Está na raiz de produtos como amido, azeite e proteínas, bebidas alcoólicas, edulcorantes alimentícios e combustível.

Dada sua importância para a humanidade, na Internet as referências ao milho são infinitas. Surgem centenas das mais diversas culturas e numerosos sites para explicar seu uso, ou informar sobre sua natureza. E, quem combina essa palavra com o termo transgênico num buscador da Internet entrará num debate desta época: se é bom ou mau produzir milho geneticamente modificado, cujas conseqüências para o ser humano ainda são um mistério.

FAO: O milho na nutrição humana (espanhol)
Recursos sobre o milho (inglês)
Cooperação para o genoma do milho (inglês)
Trabalho sobre "El Maíz" (espanhol)
O milho e a origem de civilizações (espanhol)
CornCam: veja crescer o milho (inglês)
Guia para o cultivo de milho (espanhol)

Os escaravelhos, vida de coleópteros

Os escaravelhos habitam todo o planeta. Têm uma coisa em comum: as asas endurecidas que lhes dão um ar encouraçado. Fora isso, trata-se de uma das famílias mais diversas que existem. Mas, isso sim, todos compartilham um nome "legal": são da ordem coleóptera.

"Os escaravelhos são da ordem com o maior número de espécies, não só na classe dos insetos, mas em todo o reino animal (animalia). Pelo menos, a quarta parte de todas as espécies de animais de nosso planeta são escaravelhos", informa um site da web de São Petesburgo.

Desde a antigüidade os escaravelhos fazem parte da cultura humana, que os estuda e os copia para forjar mitos, enfeites e, inclusive, velhas fábulas. Esopo já os utilizava como motivo de seus contos.

Alguns são famosos por suas cores incandescentes, outros pela extraordinária vivacidade dos desenhos que enfeitam suas asas. Alguns por sua força, e outros por sua capacidade para sobreviver, às vezes anos, nas condições mais adversas.

Em outro site da Internet afirma-se que há entre 140 e 173 espécies diferentes. A diversidade nota-se, por exemplo, no tamanho: há os de 25 milímetros e aqueles com mais de dez centímetros.

Sua onipresença no planeta não poderia deixar de estar presente na Internet, onde os escaravelhos protagonizam jogos digitais, ou, simplesmente, são motivo principal de insuspeitos diretórios:

Beetles and coleopterists (em russo e inglês)
Portal coleóptera (em inglês)
Tipos de escaravelhos (em espanhol)
Fábula de Esopo: A Águia e o Escaravelho (em espanhol)
Site com jogos, 3D, etc
Ordem Coleóptera, info e fotos (em inglês)
Fotos de escaravelhos
Diretório de sites
Coleóptera na The Bug Page (em inglês)


 

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Catarata de la unión. Crédito Mauricio Ramos
Crédito: Mauricio Ramos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Milho do Estado de Michoacán, no México.
Milho do Estado de Michoacán, no México. Crédito: Claudio Contreras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vida de coleópteros