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Anfíbios com rabo
As salamandras costumam ser confundidas
com lagartixas, sua silhueta sinuosa tende a evocar
um réptil. Mas não se deixe enganar: são parte dessa
inquietante e numerosa família de seres com uma "vida
dupla", na água e na terra, daí vem a palavra grega
anfíbios.
Há cerca de 300 variedades de salamandras, mas todas
estão definidas pelo nome de sua ordem: caudata,
"com rabo". Seu estudo faz parte da herpetologia,
que se ocupa de répteis e anfíbios, e sua classificação
científica registra a existência de dez famílias distintas.
A Internet não está imune ao
encanto das salamandras, cuja pele tem fabulosos desenhos
da natureza: há inúmeros diretórios
com links para um cibermundo habitado por diversas
variedades: as "tigre", "sirénidas" ou a comum, Salamandra
salamandra, conhecida em inglês como "newt". Também
há muita informação sobre outro ser misterioso que
tende a confundir-se com uma salamandra: o axolotl.
O motivo desta dedicação ciberespacial?
Além das fronteiras da ciência, muitos membros da
ordem caudata são utilizados como mascotes. As salamandras
exercem fascinação por suas cores, formas diferentes
e pela incrível velocidade com que se alimentam. Mas,
também, fazem parte da história deste planeta. Assegura-se
que são descendentes dos primeiros vertebrados a sair
da água quando a vida estava em formação. E os fósseis
mais antigos da ordem caudata remontam a 150 milhões
de anos. Em plena era jurássica…
Caudata:
classificação da salamandra (em espanhol)
Salamandra
comum (em espanhol)
Newts
e salamandras (em inglês)
Salamandras
no Yahoo!
Fotos
de salamandras (em inglês)
North
American Herpethology (em inglês)
Links
de sites sobre salamandras
Como
se alimentam as salamandras (em inglês)
O
axolotl (em espanhol)
O
que é um anfíbio (em espanhol)
Elemento
Vital
A água é vida. Uma verdade tão
básica que é um lugar comum. A preocupação com a escassez
desse "elemento vital" também é muito popular: segundo
uma crença muito difundida nos dias de hoje, será
o detonador das guerras do futuro.
Essas preocupações também inundam
a Internet. Não é uma casualidade, naturalmente: já
sabemos que a vida começou na água, que a água cobre
as três quartas partes do planeta
e que 80% de nossos
corpos são, simplesmente, água.
No entanto, o problema da água
doce, que em inglês se denomina de freshwater, é perfeitamente
fácil de entender: 97,5% da água deste planeta é salgada
e as três quartas partes dos 2,5% restantes estão
congeladas nos pólos. O que resta é apenas 0,01% do
recurso.
Ainda assim, daria a impressão
de que é suficiente para abastecer uma população bem
grande. Entretanto, a verdade é que não está bem distribuída
no mundo e que em muitos lugares encontra-se ameaçada
por problemas de contaminação, desperdício e até de
infra-estrutura, como acontece com as represas que
afetam as bacias dos grandes
rios.
A perspectiva de uma escassez
de água gera uma mobilização mundial, que tem como
eixo a Organização
das Nações Unidas. Durante a primeira Cúpula da
Terra, de 1992, realizada no Rio de Janeiro, a água
doce ocupou todo um capítulo do programa de ação conhecido
como Agenda
21, no ano passado houve o Dia
Mundial da Água e, atualmente, está sendo preparado
um informe
global sobre a disponibilidade deste recurso.
Terramérica:
Água (em espanhol)
PNUMA:
Água doce - Recursos - Agenda 21 (em inglês)
UNESCO:
Dia Mundial da Água (em espanhol e inglês)
Agenda
21: capítulo 18 sobre a água doce (em espanhol)
Portalagua.com:
O homem e a água
A
Terra: um planeta de água
Breve
história da água
World
Resources Institute: Água doce (em espanhol)
Comissão
da ONU para o desenvolvimento sustentável: a água
(em inglês)
Água
doce e biodiversidade. Site do PNUMA e do World Conservation
Monitoring Center - WCMC (em inglês)
Os
maiores rios do mundo: PNUMA-WCMC (em inglês)
Avaliação
dos recursos de água: relatório ao Secretário Geral
da ONU (em inglês)
24
agências da ONU preparam o Informe Mundial sobre a
Água (em inglês)
Um
cultivo prodigioso
O milho é plantado e colhido
em todas as superfícies aptas para a agricultura neste
planeta. Mas, não foi sempre assim: até 500 anos seu
uso estava restrito ao que agora conhecemos como América,
do Chile até o Canadá. Sua popularidade começou quando
os primeiros europeus descobriram sua existência:
os exploradores falavam de "um tipo de grão" que chamavam
de milho, de bom sabor quando cozido, seco e como
farinha". Tudo parece indicar que o cultivo dessa
planta da família das gramíneas começou a ser
praticado onde hoje ficam o México e a América Central
há milhares de anos. Os vestígios mais antigos de
sua produção encontrados nessa região têm cerca de
sete mil anos. E, dali provém também a palavra milho,
"sustento da vida".
Sua presença foi fundamental
para a dieta e mesmo para a cultura de antigas civilizações
americanas. Na América é conhecido por diferentes
nomes: milho, choclo, jojoto, corn, maíz, elote. Deve-se
notar que existem tipos diferentes de milho, como
o dentado, o duro, o macio ou farinhoso, o doce e
o pipoca. Além de suas virtudes como alimento (onde
demonstra uma incrível capacidade para transformar-se
em farinha, flocos, pastas, etc.), o milho tem reservadas
outras surpresas: tem uso como ingrediente básico
para processos industriais. Está na raiz de produtos
como amido, azeite e proteínas, bebidas alcoólicas,
edulcorantes alimentícios e combustível.
Dada sua importância para a humanidade,
na Internet as referências ao milho são infinitas.
Surgem centenas das mais diversas culturas e numerosos
sites para explicar seu uso, ou informar sobre
sua natureza. E, quem combina essa palavra com o termo
transgênico num buscador da Internet entrará num debate
desta época: se é bom ou mau produzir milho geneticamente
modificado, cujas conseqüências para o ser humano
ainda são um mistério.
FAO:
O milho na nutrição humana (espanhol)
Recursos
sobre o milho (inglês)
Cooperação
para o genoma do milho (inglês)
Trabalho
sobre "El Maíz" (espanhol)
O
milho e a origem de civilizações (espanhol)
CornCam:
veja crescer o milho (inglês)
Guia
para o cultivo de milho (espanhol)
Os
escaravelhos, vida de coleópteros
Os escaravelhos habitam todo
o planeta. Têm uma coisa em comum: as asas endurecidas
que lhes dão um ar encouraçado. Fora isso, trata-se
de uma das famílias mais diversas
que existem. Mas, isso sim, todos compartilham um
nome "legal": são da ordem coleóptera.
"Os escaravelhos são da ordem
com o maior número de espécies, não só na classe dos
insetos, mas em todo o reino animal (animalia). Pelo
menos, a quarta parte de todas as espécies de animais
de nosso planeta são escaravelhos", informa um site
da web de São
Petesburgo.
Desde a antigüidade os escaravelhos
fazem parte da cultura humana, que os estuda e os
copia para forjar mitos, enfeites e, inclusive, velhas
fábulas. Esopo
já os utilizava como motivo de seus contos.
Alguns são famosos por suas cores
incandescentes, outros pela extraordinária
vivacidade dos desenhos que enfeitam suas asas.
Alguns por sua força, e outros por sua capacidade
para sobreviver, às vezes anos, nas condições mais
adversas.
Em outro site da Internet afirma-se
que há entre 140 e 173 espécies diferentes. A diversidade
nota-se, por exemplo, no tamanho: há os de 25 milímetros
e aqueles com mais de dez centímetros.
Sua onipresença no planeta não
poderia deixar de estar presente na Internet, onde
os escaravelhos protagonizam jogos
digitais, ou, simplesmente, são motivo principal
de insuspeitos diretórios:
Beetles
and coleopterists (em russo e inglês)
Portal
coleóptera (em inglês)
Tipos
de escaravelhos (em espanhol)
Fábula
de Esopo: A Águia e o Escaravelho (em espanhol)
Site
com jogos, 3D, etc
Ordem
Coleóptera, info e fotos (em inglês)
Fotos
de escaravelhos
Diretório
de sites
Coleóptera
na The Bug Page (em inglês)
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