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Sustento da humanidade
A agricultura é tida como a chave
para entender o início das civilizações. Tudo começou
nesse momento misterioso e imenso que conhecemos como
pré-história, quando nossos distantes antepassados
conseguiram domesticar as primeiras espécies vegetais.
Isto
teria ocorrido há cerca de 14 mil anos.
O surgimento da agricultura teve
um impacto evidente: pela primeira vez, era possível
influir na disponibilidade dos alimentos. As conseqüências
desta descoberta foram estremecedoras: apareceram
as primeiras aldeias, os colhedores nômades transformaram-se
em camponeses sedentários.
A atividade agrícola foi predominante
para as economias por milhares de anos antes da revolução
industrial. Sua importância não diminui nem mesmo
com o surgimento de fábricas nem com a proclamada
chegada de uma era digital. Depois de tudo, trata-se
de produzir alimentos. E sem alimentos a vida não
é possível. Na Internet registra-se um intenso tráfego
de informação sobre temas relacionados com a agricultura,
o que se reflete na existência de portais
e buscadores.
A Internet é cenário de discussões
sobre as novas fronteiras da agricultura: o impacto
da biotecnologia, a discussão sobre os cultivos transgênicos,
os problemas de erosão dos solos, a promoção da agricultura
urbana. E, naturalmente, a necessidade de praticar
uma agricultura mais ecológica.
A agricultura ecológica, sustentável,
orgânica ou de conservação
tem a ver com o bom uso dos solos. Busca-se evitar
sua degradação, para garantir que as gerações futuras
também possam usá-los.
Um bom lugar para iniciar as
navegações é a Organização
das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO), que criou um megaportal na Internet. A
FAO delineou um desafio: apesar dos avanços na agricultura,
no mundo existem 800 milhões de pessoas que sofrem
a falta de alimentos.
FAO:
página inicial (em espanhol, inglês, francês)
FAO:
agricultura de conservação (em espanhol)
Breve
história da agricultura (em português)
História
da agricultura nos EUA (em espanhol)
Portal
agrodigital.com (em espanhol)
Yahoo!:
diretório de agricultura (em inglês)
Agrisurf,
buscador especializado
Agroportal,
buscador (em português)
O
que é a agricultura ecológica? (em espanhol)
Agrohispana
(em espanhol)
Anfíbios
com rabo
As salamandras costumam ser confundidas
com lagartixas, sua silhueta sinuosa tende a evocar
um réptil. Mas não se deixe enganar: são parte dessa
inquietante e numerosa família de seres com uma "vida
dupla", na água e na terra, daí vem a palavra grega
anfíbios.
Há cerca de 300 variedades de salamandras, mas todas
estão definidas pelo nome de sua ordem: caudata,
"com rabo". Seu estudo faz parte da herpetologia,
que se ocupa de répteis e anfíbios, e sua classificação
científica registra a existência de dez famílias distintas.
A Internet não está imune ao
encanto das salamandras, cuja pele tem fabulosos desenhos
da natureza: há inúmeros diretórios
com links para um cibermundo habitado por diversas
variedades: as "tigre", "sirénidas" ou a comum, Salamandra
salamandra, conhecida em inglês como "newt". Também
há muita informação sobre outro ser misterioso que
tende a confundir-se com uma salamandra: o axolotl.
O motivo desta dedicação ciberespacial?
Além das fronteiras da ciência, muitos membros da
ordem caudata são utilizados como mascotes. As salamandras
exercem fascinação por suas cores, formas diferentes
e pela incrível velocidade com que se alimentam. Mas,
também, fazem parte da história deste planeta. Assegura-se
que são descendentes dos primeiros vertebrados a sair
da água quando a vida estava em formação. E os fósseis
mais antigos da ordem caudata remontam a 150 milhões
de anos. Em plena era jurássica…
Caudata:
classificação da salamandra (em espanhol)
Salamandra
comum (em espanhol)
Newts
e salamandras (em inglês)
Salamandras
no Yahoo!
Fotos
de salamandras (em inglês)
North
American Herpethology (em inglês)
Links
de sites sobre salamandras
Como
se alimentam as salamandras (em inglês)
O
axolotl (em espanhol)
O
que é um anfíbio (em espanhol)
Elemento
Vital
A água é vida. Uma verdade tão
básica que é um lugar comum. A preocupação com a escassez
desse "elemento vital" também é muito popular: segundo
uma crença muito difundida nos dias de hoje, será
o detonador das guerras do futuro.
Essas preocupações também inundam
a Internet. Não é uma casualidade, naturalmente: já
sabemos que a vida começou na água, que a água cobre
as três quartas partes do planeta
e que 80% de nossos
corpos são, simplesmente, água.
No entanto, o problema da água
doce, que em inglês se denomina de freshwater, é perfeitamente
fácil de entender: 97,5% da água deste planeta é salgada
e as três quartas partes dos 2,5% restantes estão
congeladas nos pólos. O que resta é apenas 0,01% do
recurso.
Ainda assim, daria a impressão
de que é suficiente para abastecer uma população bem
grande. Entretanto, a verdade é que não está bem distribuída
no mundo e que em muitos lugares encontra-se ameaçada
por problemas de contaminação, desperdício e até de
infra-estrutura, como acontece com as represas que
afetam as bacias dos grandes
rios.
A perspectiva de uma escassez
de água gera uma mobilização mundial, que tem como
eixo a Organização
das Nações Unidas. Durante a primeira Cúpula da
Terra, de 1992, realizada no Rio de Janeiro, a água
doce ocupou todo um capítulo do programa de ação conhecido
como Agenda
21, no ano passado houve o Dia
Mundial da Água e, atualmente, está sendo preparado
um informe
global sobre a disponibilidade deste recurso.
Terramérica:
Água (em espanhol)
PNUMA:
Água doce - Recursos - Agenda 21 (em inglês)
UNESCO:
Dia Mundial da Água (em espanhol e inglês)
Agenda
21: capítulo 18 sobre a água doce (em espanhol)
Portalagua.com:
O homem e a água
A
Terra: um planeta de água
Breve
história da água
World
Resources Institute: Água doce (em espanhol)
Comissão
da ONU para o desenvolvimento sustentável: a água
(em inglês)
Água
doce e biodiversidade. Site do PNUMA e do World Conservation
Monitoring Center - WCMC (em inglês)
Os
maiores rios do mundo: PNUMA-WCMC (em inglês)
Avaliação
dos recursos de água: relatório ao Secretário Geral
da ONU (em inglês)
24
agências da ONU preparam o Informe Mundial sobre a
Água (em inglês)
Um
cultivo prodigioso
O milho é plantado e colhido
em todas as superfícies aptas para a agricultura neste
planeta. Mas, não foi sempre assim: até 500 anos seu
uso estava restrito ao que agora conhecemos como América,
do Chile até o Canadá. Sua popularidade começou quando
os primeiros europeus descobriram sua existência:
os exploradores falavam de "um tipo de grão" que chamavam
de milho, de bom sabor quando cozido, seco e como
farinha". Tudo parece indicar que o cultivo dessa
planta da família das gramíneas começou a ser
praticado onde hoje ficam o México e a América Central
há milhares de anos. Os vestígios mais antigos de
sua produção encontrados nessa região têm cerca de
sete mil anos. E, dali provém também a palavra milho,
"sustento da vida".
Sua presença foi fundamental
para a dieta e mesmo para a cultura de antigas civilizações
americanas. Na América é conhecido por diferentes
nomes: milho, choclo, jojoto, corn, maíz, elote. Deve-se
notar que existem tipos diferentes de milho, como
o dentado, o duro, o macio ou farinhoso, o doce e
o pipoca. Além de suas virtudes como alimento (onde
demonstra uma incrível capacidade para transformar-se
em farinha, flocos, pastas, etc.), o milho tem reservadas
outras surpresas: tem uso como ingrediente básico
para processos industriais. Está na raiz de produtos
como amido, azeite e proteínas, bebidas alcoólicas,
edulcorantes alimentícios e combustível.
Dada sua importância para a humanidade,
na Internet as referências ao milho são infinitas.
Surgem centenas das mais diversas culturas e numerosos
sites para explicar seu uso, ou informar sobre
sua natureza. E, quem combina essa palavra com o termo
transgênico num buscador da Internet entrará num debate
desta época: se é bom ou mau produzir milho geneticamente
modificado, cujas conseqüências para o ser humano
ainda são um mistério.
FAO:
O milho na nutrição humana (espanhol)
Recursos
sobre o milho (inglês)
Cooperação
para o genoma do milho (inglês)
Trabalho
sobre "El Maíz" (espanhol)
O
milho e a origem de civilizações (espanhol)
CornCam:
veja crescer o milho (inglês)
Guia
para o cultivo de milho (espanhol)
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