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BRASIL: Festival de cinema
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Curitiba - Cerca de US$ 110 mil em prêmios serão distribuídos no terceiro Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), que acontecerá de 13 a 17 de junho em Goiás Velho, no centro do País. Participarão 17 produções brasileiras e 18 estrangeiras, selecionadas entre 360 obras de 50 países.
O jurado premiará produções de longa, curta e média duração, sejam em película ou vídeo. Um poético vídeo sobre o rio que cruza Recife, e outro do cubano Rigoberto López sobre Porto Príncipe, capital do Haiti, foram premiados nas duas edições anteriores do festival. "Pretendemos consolidar um pólo de produção audiovisual em Goiás e defender o cerrado, num extenso ecossistema de grande biodiversidade", explicou ao Terramérica a diretora do festival, Assunção Hernandes.
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VENZUELA: Tartarugas arrau protegidas
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Caracas - Cerca de 11500 tartarugas arrau foram libertadas no rio Orenoco, graças a um programa de conservação do Ministério do Meio Ambiente venezuelano.
As tartarugas são recolhidas nas praias e levadas a um refúgio no estado do Amazonas. No ano passado foram salvos 300 ninhos e espera-se que a quantidade aumente para 700 em 2002. Assim, seria possível libertar 25 mil tartarugas no próximo ano.
A tartaruga arrau, que pode chegar à média de 80 centímetros de comprimento e habita as bacias dos rios Amazonas e Orenoco, está ameaçada pelo homem, animais predadores e poluição.
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COSTA RICA: Fundação premiada
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San José - A ONG Fundecor da Costa Rica ganhou o prêmio Rei Balduíno para o Desenvolvimento Internacional, concedido pela Bélgica, por seu trabalho de conservação da cordilheira Vulcânica Central.
Criada em 1989, a Fundecor - Fundação de Desenvolvimento da Cordilheira Vulcânica Central - deu assistência técnica a pequenos proprietários para exploração sustentável da madeira através de 450 convênios, e apoiou 2500 pessoas com programas de manejo florestal.
A fundação também colocou em prática um programa de venda de oxigênio, pelo qual se paga US$ 10 para cada hectare de floresta destinado à conservação.
Lima - O governo do Peru revogou a permissão concedida em meados de 2000 a uma empresa internacional para construir e operar um teleférico no santuário arqueológico de Machu Pichu, devido ao impacto ambiental que teria uma afluência maior de turistas ao local.
Todos os dias, 1200 turistas chegam a Machu Pichu, cidade de pedra encravada em uma montanha tropical a noroeste de Cusco, e o teleférico duplicaria a quantidade, justificou o Instituto Nacional de Recursos Naturais. Machu Pichu, um legado histórico do império inca, foi declarado patrimônio do mundo pela Unesco.
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