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Felinos domesticados

Menos conhecido como Felis catus, que, do ponto de vista científico, pode ser o seu verdadeiro nome, o gato doméstico representa a evolução de uma espécie natural, cujo êxito mais notório é a sua capacidade de conviver com os humanos.

Dentro das classificações científicas, o gato comum, mascote que estamos sempre vendo ao nosso redor, pertence à ordem carnívora, como o cachorro, e à família dos félidos, que divide com outros proeminentes parentes, como os leões ou o gato montês...comumente designados pela palavra felino.

A presença do gato na civilização, sua adoção como mascote, deu origem a toda uma cultura. Na Internet, se vê digitalmente refletida, com uma grande quantidade de sites dedicados ao animal doméstico: desde galerias de fotos até recomendações para o seu cuidado e o manejo de uma trintena de raças diferentes.

Foi a sua convivência com os humanos que lhe permitiu expandir o seu hábitat, de modo que hoje está presente em todos os rincões do planeta. Os pesquisadores da história desses animais determinaram que a espécie pode ter uns nove mil anos de idade, e que os seus primeiros contatos com os humanos datam de uns quatro mil anos, no antigo Egito, onde chegaram a ser adorados.

A história do gato registra, como período negro, a Idade Média, quando se desenvolveram, em alguns lugares da Europa, crenças que os identificavam com o demônio. Ao fim, se impôs a sua condição de animal doméstico e de predador de roedores.

Apesar de sua larga história de convivência com os humanos, o gato continua sendo um carnívoro, equipado para a caça, com sentidos muito aguçados e uma grande agilidade. Onde começar a conhecer melhor o Felis catus? A Internet não é uma má idéia.

Exposição de felinos: do selvagem ao doméstico (em inglês)
História do gato (em espanhol)
Características do gato (em português)
Manual sobre gatos domésticos (em espanhol)
Superstições sobre o gato (em espanhol)
Portal Catsinfo (em inglês)
Comportamento gatuno (em espanhol)
O gato, carnívoro estrito (em espanhol)
Para conhecer o gato (em espanhol)
Gato (em espanhol)
Yahoo! Em inglês: Cats

Terras áridas

A desertificação é um dos principais problemas ambientais do mundo. Seu principal sintoma é a degradação dos solos, e suas causas são essencialmente duas: as alterações do clima e a atividade humana. Como fenômeno, é antiga: segundo estudos, algumas regiões atualmente áridas abrigaram uma rica vegetação no passado. Mas, à medida que aumentam os fatores que causam a aridez, os desertos avançam.

Aproximadamente um bilhão de pessoas em uma centena de países estão ameaçadas pela desertificação no início do século XXI. E o planeta corre o risco de ver até 41% da superfície terrestre transformada em desertos. Na América Latina o problema é grave, e afeta a superfície da maioria dos países. As práticas agrícolas erradas, o desmatamento, a pressão social, a ignorância e a guerra são considerados fatores que causam a desertificação, agravada pelas evidências do aquecimento mundial, que por certo também é atribuído a atividades humanas.

As conseqüências do avanço dos desertos são graves: fome, migrações, fortes perdas econômicas. A gravidade do problema ambiental foi assumida pelos governos e 170 países estiveram representados na última conferência da Convenção das Nações Unidas para a Luta contra a Desertificação. Inúmeros organismos internacionais criaram divisões especiais para agir diante deste problema. E tudo começa por informar sobre este seco perigo para os humanos. Uma boa fonte é a Internet.

ONU: Secretariado da Convenção para Combater a Desertificação (em inglês)
Convenção: Mecanismo mundial contra a desertificação (em inglês)
Pnuma: O que é a desertificação? (em espanhol)
Pnuma: Desertificação na América Latina e no Caribe (em espanhol)
Pnud: Escritório para o combate à desertificação e à seca (em inglês)
FAO: A desertificação (em inglês)
Banco Mundial: Sobre a desertificação (em inglês)
Terramérica: Quarta Conferência contra a Desertificação (em espanhol)
Pnud: Links com sites web sobre desertificação (em inglês)
Desertificação, dados e definição (em espanhol)
Desertificação: Descrição, causas e conseqüências

Colossos do mar

As baleias ocupam a imaginação dos homens desde tempos remotos. Suas dimensões, verdadeiramente colossais, não deixam dúvidas: é uma maravilha da natureza.

As novas pesquisas descobrem complexas relações sociais, sons inquietantes e forte atividade cerebral nas baleias, que, apesar de viverem no mar, têm outra particularidade: são mamíferos de sangue quente, que usam seus pulmões para respirar.

No jargão científico, pertencem à ordem Cetácea, onde estão incluídas duas subordens: a Mysticeti, que agrupa as baleias com barbas, e a Odontoceti, que agrupa os cetáceos com dentes, incluindo os golfinhos.

Dentro dessas classificações a família das baleias é maior do que supomos normalmente: há mais de 40 espécies, segundo informações obtidas na Internet.

As baleias são populares no ciberespaço. Mas, lamentavelmente, muitos dos sites a elas dedicados estão inspirados na necessidade de estimular sua conservação.

Fundações e organizações clamam por melhor relação entre as baleias e os humanos, que são seus predadores. As baleias são caçadas por alguns países, e também são vítimas da poluição marinha.

As ações predatórias contra as baleias são um dos temas de conservação ambiental mais debatidos atualmente, e geram intensas negociações entre países agrupados em uma comissão internacional.

Cetácea: informação geral (em inglês)
Ordem cetácea (em inglês)
A vida das baleias (em espanhol)
Instituto de Conservação das Baleias (com som, em espanhol)
Fundação Cethus (defesa das baleias, em espanhol)
Comissão Baleeira Internacional (em inglês)
Cetonauta.com (com glossário, em espanhol)
Greenpeace: petição de santuário para as baleias (em inglês)
Conservação das baleias (em inglês)
A viagem do Odyssey (em inglês)
Espécies de baleias (em inglês)
Pesquisas sobre baleias (em inglês)
Whale songs (educativo, em inglês)
The Whaleman Foundation (defesa das baleias, em inglês)
Sociedade espanhola de cetáceos (em espanhol)

 


 

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Crédito: Claudio Contreras
Crédito: Claudio Contreras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Baleia cinza, na Laguna Guerrero Negro. Crédito: Cláudio Contreras
Baleia cinza, na Laguna Guerrero Negro. Crédito: Cláudio Contreras