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Oito patas

As aranhas estão em todas as partes, porque formam uma família de grande tamanho: fala-se de 35 mil a 40 mil espécies. Todas descendentes de criaturas que começaram suas vidas na água, cujos dados mais antigos foram encontrados em fósseis da era paleozóica.

Muitos anos depois, em pleno século 21, as aranhas fazem parte da civilização. Esses "bichos" presentes tanto nas casas como ao ar livre alimentam o assombro de alguns e o rechaço de muitos. A má informação produz distâncias e medos, levados ao extremo no caso da tão falada aracnofobia.

Entretanto, o ato reflexo de pisar em uma aranha ou arrastá-la junto com o pó ao usar a vassoura nem sempre é uma boa idéia, pois trata-se de seres que desempenham importante papel dentro de ecossistemas onde são predadoras de numerosos insetos. A aranha, por certo, não é um inseto. As diferenças são quase matemáticas, porque os insetos têm seis patas e seu corpo divide-se em três partes. As aranhas têm oito patas, com um corpo dividido em duas partes, o cefalotórax e o abdome, descrição que compartilham com primos como o escorpião. Os animais com oito patas pertencem à classe Aracnídea, enquanto as aranhas fazer parte da ordem Araneae.

Sua presença na terra maravilhou os estudiosos da biologia. E, sem dúvida, um de seus atrativos fundamentais é a capacidade de produzir fios de seda que lhes permitem tecer suas teias, utilizadas também para capturar suas presas. Além das aranhas que vivem nos cantos das casas, existem algumas cuja fama é lendária. Como a tarântula, grande e peluda, mascote para alguns, ou a viúva negra, com merecida fama de venenosa.

Este diretório permite realizar uma exploração a fundo do mundo dos aracnídeos, ordem araneae:

Aracnídea (em inglês)
Aranhas (em espanhol)
Australian Museum: aranhas (em inglês)
Aracnídeos na escola (em espanhol)
As aranhas, um êxito evolutivo (em espanhol)
Discovery.com: aranhas! (em inglês)
As partes de uma aranha (em espanhol)
Galeria: 180 espécies
Sobre as aranhas (em inglês)
A viúva negra (em inglês)
Tarântulas (em espanhol)
Tarântula Planet (em inglês)

Felinos domesticados

Menos conhecido como Felis catus, que, do ponto de vista científico, pode ser o seu verdadeiro nome, o gato doméstico representa a evolução de uma espécie natural, cujo êxito mais notório é a sua capacidade de conviver com os humanos.

Dentro das classificações científicas, o gato comum, mascote que estamos sempre vendo ao nosso redor, pertence à ordem carnívora, como o cachorro, e à família dos félidos, que divide com outros proeminentes parentes, como os leões ou o gato montês...comumente designados pela palavra felino.

A presença do gato na civilização, sua adoção como mascote, deu origem a toda uma cultura. Na Internet, se vê digitalmente refletida, com uma grande quantidade de sites dedicados ao animal doméstico: desde galerias de fotos até recomendações para o seu cuidado e o manejo de uma trintena de raças diferentes.

Foi a sua convivência com os humanos que lhe permitiu expandir o seu hábitat, de modo que hoje está presente em todos os rincões do planeta. Os pesquisadores da história desses animais determinaram que a espécie pode ter uns nove mil anos de idade, e que os seus primeiros contatos com os humanos datam de uns quatro mil anos, no antigo Egito, onde chegaram a ser adorados.

A história do gato registra, como período negro, a Idade Média, quando se desenvolveram, em alguns lugares da Europa, crenças que os identificavam com o demônio. Ao fim, se impôs a sua condição de animal doméstico e de predador de roedores.

Apesar de sua larga história de convivência com os humanos, o gato continua sendo um carnívoro, equipado para a caça, com sentidos muito aguçados e uma grande agilidade. Onde começar a conhecer melhor o Felis catus? A Internet não é uma má idéia.

Exposição de felinos: do selvagem ao doméstico (em inglês)
História do gato (em espanhol)
Características do gato (em português)
Manual sobre gatos domésticos (em espanhol)
Superstições sobre o gato (em espanhol)
Portal Catsinfo (em inglês)
Comportamento gatuno (em espanhol)
O gato, carnívoro estrito (em espanhol)
Para conhecer o gato (em espanhol)
Gato (em espanhol)
Yahoo! Em inglês: Cats

Terras áridas

A desertificação é um dos principais problemas ambientais do mundo. Seu principal sintoma é a degradação dos solos, e suas causas são essencialmente duas: as alterações do clima e a atividade humana. Como fenômeno, é antiga: segundo estudos, algumas regiões atualmente áridas abrigaram uma rica vegetação no passado. Mas, à medida que aumentam os fatores que causam a aridez, os desertos avançam.

Aproximadamente um bilhão de pessoas em uma centena de países estão ameaçadas pela desertificação no início do século XXI. E o planeta corre o risco de ver até 41% da superfície terrestre transformada em desertos. Na América Latina o problema é grave, e afeta a superfície da maioria dos países. As práticas agrícolas erradas, o desmatamento, a pressão social, a ignorância e a guerra são considerados fatores que causam a desertificação, agravada pelas evidências do aquecimento mundial, que por certo também é atribuído a atividades humanas.

As conseqüências do avanço dos desertos são graves: fome, migrações, fortes perdas econômicas. A gravidade do problema ambiental foi assumida pelos governos e 170 países estiveram representados na última conferência da Convenção das Nações Unidas para a Luta contra a Desertificação. Inúmeros organismos internacionais criaram divisões especiais para agir diante deste problema. E tudo começa por informar sobre este seco perigo para os humanos. Uma boa fonte é a Internet.

ONU: Secretariado da Convenção para Combater a Desertificação (em inglês)
Convenção: Mecanismo mundial contra a desertificação (em inglês)
Pnuma: O que é a desertificação? (em espanhol)
Pnuma: Desertificação na América Latina e no Caribe (em espanhol)
Pnud: Escritório para o combate à desertificação e à seca (em inglês)
FAO: A desertificação (em inglês)
Banco Mundial: Sobre a desertificação (em inglês)
Terramérica: Quarta Conferência contra a Desertificação (em espanhol)
Pnud: Links com sites web sobre desertificação (em inglês)
Desertificação, dados e definição (em espanhol)
Desertificação: Descrição, causas e conseqüências

 


 

Copyright © 2001 Tierramérica. Todos los Derechos Reservados

 

 

crédito: Eduardo Sabal
Crédito: Eduardo Sabal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Crédito: Claudio Contreras
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