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Costa Rica: Campanha contra o brometo
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San José - O governo da Costa Rica iniciou neste mês uma campanha para reduzir o uso de brometo de metil, um pesticida perigoso para a saúde humana e que prejudica a camada de ozônio.
O Ministério do Meio Ambiente informou ao Terramérica que a estratégia contempla uma série de apresentações para conscientizar os agricultores dos riscos dessa substância, utilizada para eliminar organismos vivos do solo, alimentos e construções.
A Costa Rica importou, em 1999, cerca de 900 toneladas do produto, e na América Latina só é superada por Brasil, Argentina e México no uso desse produto químico.
Lima - Moradores de quatro províncias do Peru, com apoio de autoridades municipais e de três organizações ambientalistas, bloquearam, por 12 horas, a estrada Panamericana, no dia 19 de junho, para impedir a contaminação de águas de irrigação e do mar pela atividade de uma empresa mineradora.
A companhia Antamina, de capital canadense, inglês e japonês, colocou em operação duas semanas atrás um duto de 232 quilômetros para transportar concentrados de cobre, zinco, chumbo, bismuto e molibdênio em suspensão líquida, da serra andina até o porto de Huarmey, 250 quilômetros ao Norte de Lima.
A água de irrigação utilizada no duto será contaminada com alta porcentagem de arsênico, cianureto e outros minerais pesados, advertiram os ecologistas.
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Venezuela: Bebê condor está bem
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Caracas - O primeiro condor nascido em cativeiro na Venezuela completou sete semanas e superou a crucial primeira etapa de sobrevivência no parque Chorros de Milla, no Estado de Mérida.
No dia 29 de novembro, foi levado para o parque um casal de condor, uma espécie extinta na Venezuela há 36 anos, e seis meses depois nasceu o primeiro exemplar em cativeiro, que faz parte do Projeto Ambiental Condor dos Andes.
O exemplar assim obtido, ao alcançar a idade adulta, será inserido no ecossistema andino da serra de Mérida.
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Brasil: Coletores se organizam
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Rio de Janeiro - Os coletores de lixo aproveitável do Brasil organizaram-se em um movimento nacional, com a realização em Brasília, de 4 a 6 de junho, de um congresso que reuniu 1600 representantes de 17 estados.
Os coletores propuseram ao parlamento uma lei para regulamentar a profissão e obter preferência para a industrialização do material que recolhem através de empresas criadas em sociedade.
O encontro “tirou do anonimato esses trabalhadores, que devem ser reconhecidos como tais e não como mendigos”, disse José Aparecido Gonçalves, dirigente de uma associação de coletores da cidade de Belo Horizonte.
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