Va al Ejemplar actual
PNUMAPNUD
Edición Impresa
MEDIOAMBIENTE Y DESARROLLO
 
Inter Press Service
Buscar Archivo de ejemplares Audio
 
  Home Page
  Ejemplar actual
  Reportajes
  Análisis
  Acentos
  Ecobreves
  Libros
  Galería
  Ediciones especiales
  Gente de Tierramérica
                Grandes
              Plumas
   Diálogos
 
Protocolo de Kyoto
 
Especial de Mesoamérica
 
Especial de Agua de Tierramérica
  ¿Quiénes somos?
 
Galería de fotos
  Inter Press Service
Principal fuente de información
sobre temas globales de seguridad humana
  PNUD
Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo
  PNUMA
Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente

 
Conecte-se


O outro reino

Os fungos desafiam as hipóteses simples porque não são plantas, nem tampouco animais. Sua existência está classificada dentro de uma categoria pouco conhecida mas muito povoada: o Reino Fungi, matéria de estudo da micologia.

Segundo informação disponível na Internet, trata-se de uma família muito ampla, que inclui, fora os fungos mais óbvios, parentes como trufas, leveduras e, inclusive, alguns esporões. Já existem cerca de 70 mil espécies descritas, e no total podem chegar a aproximadamente 1,5 milhão em todo o planeta.

Um dos sites dedicados a este mundo retrata muito bem esta família: "os fungos podem curar ou causar doenças, determinam quais plantas crescem em seu terreno ou nas florestas e evitam que nos afoguemos no lixo. Alguns fungos têm um sabor espetacular e outros podem matá-lo".

A diversidade desta família está na Internet, onde abundam os informações sobre o tema, incluindo vastos diretórios. Basta escrever uma palavra-chave, como "micologia", para que apareçam centros de estudo acadêmico, sites dedicados à medicina (por exemplo, a dermatologia), outros de profunda vocação gastronômica, alguns relatando a história de sua descoberta por parte da ciência, além de outros sobre jardinagem. Tudo serve para mostrar que se trata de uma extensa linhagem, com uma importância decisiva para a vida tal como a conhecemos.

Tudo sobre fungos (em espanhol)
Diretório - Virtual Library: Micologia (em inglês)
Fungi: taxonomia e biologia (em inglês)
Fungos: o mundo escondido (em espanhol)
Tesouros do reino dos fungos, fotos (em inglês)
Micoteologia; fungos e magia (em inglês)
Fungos: uma voz do passado (em inglês)
Associação Latino-Americana de Micologia (em espanhol)
Mycotaxon: publicação científica (em inglês)

Asas sutis

As borboletas enfeitam o ecossistema deste planeta com uma aparente fragilidade que costuma estar acompanhada pela graça de seu vôo e pelos desenhos de suas asas, em alguns casos verdadeiramente impactantes.

Dentro das classificações da biologia, as borboletas pertencem à ordem das lepidópteras, que dividem com seus parentes: as mariposas e as traças, que nos sites web em inglês são agrupadas em uma única palavra: moth. Estima-se que existam cerca de 20 mil espécies de borboletas e aproximadamente 150 mil de mariposas e traças.

As borboletas cativam tanto por sua aparência quanto por seu processo vital. São o resultado de um processo de transformação conhecida como metamorfose, que implica passar por quatro estados diferentes: o ovo, a centopéia, a crisálida e, por fim, o inseto alado. Uma boa parte das borboletas pode viver dias ou semanas, e, algumas, meses. E as mais velozes podem superar os 50km/h em seus vôos.

O mundo das borboletas tem numerosos seguidores, algo que salta à vista ao navegar pela Internet. Na rede há portais, museus, galerias de fotos, instituições de pesquisas, diretórios dedicados a esse inseto. E, por certo, numerosos sites comerciais que indicam como fazer um criadouro de borboletas.

Portal: o site das Borboletas (em inglês)
Borboletas do Norte e do Sul (em espanhol)
Museu Borboletas do Mundo (em espanhol)
Lepidóptera.net (em espanhol)
Diretório: o website das Borboletas (em inglês)
Galeria: fotos de Borboletas (em inglês)
Zona de Borboletas: sobre sua criação (em inglês)
Mundo de Borboletas em Edimburgo (em inglês)
Borboletas 2000 (em inglês)
Borboletas do Brasil (em português)
Olhando de Perto (em português)

Grandeza fluvial

O rio Amazonas cativa a todos e todos exclamam: tanta água doce, uma extensão tão grande, tanta vida ao seu redor! Aqui, além disso, a grandeza tem números: percorre mais de seis mil quilômetros e joga no mar 200 mil metros cúbicos por segundo.

Este rio e seus afluentes, alguns dos quais portentosos, dão origem a uma imensa bacia, também conhecida como Amazônia, compartilhada por nove países da América Latina.

Os primeiros registros escritos sobre a existência do Amazonas são do século XVI, quando foi visto pela primeira vez por europeus alucinados, em meio a uma desenfreada exploração. O nome evoca mitológicas guerreiras gregas e foi escolhido após o encontro de povos dominados por mulheres, cuja existência ainda está rodeada de mistério.

O rio provocou numerosas explorações, algumas destinadas a buscar suas fontes. Os últimos dados as situam nos Andes peruanos, a mais de cinco mil metros de altitude. Fonte de lendas e aventuras, o rio Amazonas também é tema principal de alguns sites na Internet. Alguns são educativos, procuram explicar as dimensões de um ecossistema tão importante. Outros, narram viagens, apresentam os desafios ecológicos, ou simplesmente orientam a navegação eletrônica através do fluxo de informação sobre esta via fluvial.

PBS: viagem ao Amazonas (em inglês)
Enciclopédia Britânica: rio Amazonas (em inglês)
BBC: sobre as fontes do Amazonas (em espanhol)
Exploratorium: rio Amazonas (em inglês)
História e mitos do rio Amazonas (em português)
Navegações Amazônicas: crônica (em espanhol)
About: Guia Internet sobre o rio Amazonas (em inglês)
WWF: Salvando o Amazonas (em inglês)
Educativo: estudando o Amazonas (em espanhol)
Educativo: o Amazonas (em espanhol)
Amazon (em inglês)
Nasa: o Amazonas visto do espaço (em inglês)
National Geographic; o tamanho do Amazonas (em inglês)

 


 

Copyright © 2001 Tierramérica. Todos los Derechos Reservados

 

 

Crédito: Eduardo Sabal
Crédito: Eduardo Sabal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Crédito: Eduardo Sabal
Crédito: Eduardo Sabal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Crédito: Amazonweb
Crédito: Amazonweb