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Montanhas de fogo

Os vulcões são guardiões de forças quase incompreensíveis que brotam do interior de nosso planeta. Desde a antigüidade mais remota, é fonte de destruição e de fascinação, ao mesmo tempo. O complexo encanto destas formações, descritas em algum momento como um sistema de tubulação que transporta rocha em estado líquido a dezenas de quilômetros de profundidade, também cativa a Internet, onde é possível estudá-los como nunca antes. E, sem dúvida, com maior segurança... Um dos numerosos sites dedicados a estas formações apresenta mais de 1500 vulcões registrados. Em outro site, assegura-se que há mais de 400 ativos.

Os vulcões existem tanto na superfície terrestre quanto nas profundidades do mar, e o estudo de sua conduta, ainda misteriosa, é tarafa dos vulcanólogos, cientistas que às vezes correm riscos consideráveis para fazer suas observações do calor e da lava. A Internet proporciona longos passeios aos interessados nos vulcões: extensos portais e diretórios, sites dedicados a explicar a "anatomia" de uma destas formações, lista dos vulcões do mundo e, inclusive, registros das erupções.

Portal: o mundo dos vulcões (em inglês)
Programa mundial sobre vulcões (em inglês)
Calendário de erupções vulcânicas (em inglês)
Os vulcões (em espanhol)
Vulcões na América Latina (em inglês)
Diretório da Internet: Volcanoes.com (em inglês)
Informe semanal sobre atividade dos vulcões (em inglês)
Diretório sobre vulcões e Vulcanologia (em inglês)
Vulcões online (educativo, em inglês)
Buscador de vulcões (em inglês)
Vulcano (em português)
Vulcões e terremotos (em português)
Vulcões e a física em (português)
KidLink - Vulcões (em português)
Clube de Ciências (em português)
Oficina da Informática - Sala de Estudos (em português)

Um buraco ameaçador

Não basta olhar para o céu para localizar o buraco na camada de ozônio, uma ameaça invisível. Este problema, produzido pela alteração das condições ambientais na Terra, é um dos mais graves que afetam a humanidade. O buraco, na realidade, não é um buraco. Trata-se mais de um estreitamento da camada de ozônio que envolve todo nosso planeta e tem a virtude de filtrar as radiações ultravioleta. Esse estreitamento acontece com maior intensidade sobre o extremo sul da Terra.

Quando o filtro está em mau estado, as radiações chegam com mais poder até a superfície terrestre e podem causar alterações biológicas que ainda estão sendo estudadas. No caso dos seres humanos e de algumas espécies de fauna, fala-se de problemas na vista e queimaduras graves. O buraco na camada de ozônio tem forma ovalada e seu centro está a cerca de 900 quilômetros do Pólo Sul. O fenômeno alcança suas dimensões máximas durante a primavera austral, entre setembro e dezembro, quando, inclusive, afeta os habitantes de cidades bem ao sul, como a chilena Punta Arenas.

Os estudiosos do fenômeno garantem que suas dimensões máximas estão ao redor dos 24 milhões de quilômetros quadrados, mas chegou aos 27 milhões. A existência deste buraco foi percebida em pesquisas desde os anos 70. Em meados da década de 80, os países já haviam subscrito a Convenção de Viena para a proteção da camada de ozônio, e, em 1987, foi proposto a todas as nações subscrever o Protocolo de Montreal. Este Protocolo estabelece a redução das emissões dos gases clorofluorocarbonos que provocam reações prejudiciais à camada de ozônio. Esses gases estão presentes na vida diária. Por exemplo, servem para baixar as temperaturas nos refrigeradores ou fabricar aerossóis. A magnitude do problema não é alheia à Internet, onde proliferam sites dedicados ao buraco na camada de ozônio.

Desde os que explicam o fenômeno em palavra simples até os que apresentam documentos oficiais ou estudos científicos, ou imagens altamente tecnológicas sobre a situação lá em cima, no céu.

PNUMA: Secretaria do Ozônio (em espanhol e outros)
PNUMA: O Protocolo de Montreal (em espanhol)
Documento: Ação pelo Ozônio 2000 (em espanhol)
Secretariado para a aplicação do Protocolo de Montreal (em inglês)
Convenção de Viena (em inglês)
Meteorologia: Efeito Estufa (em português)
O Buraco na Camada de Ozônio (em português)
Ecoambiental: Buraco de ozônio (em português)
Canal Kids - Um buraco no céu (em português)
Perguntas freqüentes sobre a camada de ozônio (em espanhol)
Organização Meteorológica Mundial: Boletins sobre o Ozônio (em inglês)
Yahoo!: Notícias sobre o buraco de ozônio (em inglês)
NASA: Monitoramento do buraco de ozônio (imagens)
Viagem ao buraco de ozônio (em inglês)
Buraco de ozônio sobre a América do Sul (em espanhol)
Greenpeace: a crise do ozônio (em inglês)
Perguntas freqüentes: o problema do ozônio (em inglês)

Seres rastejantes

As serpentes rastejam pela superfície do planeta Terra há milhões de anos. Fazem parte do grupo dos répteis, seres primitivos na evolução da vida, e conquistam a fascinação dos humanos, que lhes conferem um papel de protagonista em suas mitologias. Estes animais, chamados cobras por alguns, generalizados como víboras, por outros, integram uma subordem chamada "serpentes". De acordo com a classificação científica, são agrupadas em quase 20 famílias que, por sua vez, contêm cerca de 2900 espécies. A família mais numerosa é precisamente a das cobras: colubridae. Mas não é a mais cativante. Cobras, serpentes de cascavel ou as enormes constritoras, entre elas a imponente anaconda, costumam dominar a imaginação.

Embora as serpentes apareçam com freqüência em nosso mundo e em nossas lendas, costumam ser repelidas pelo inconsciente coletivo. Muitos as temem porque, em alguns casos, são efetivamente perigosas, já que ao morderem injetam venenos fortíssimos. Entretanto, há quem tenha outra opinião: a maioria dos sites sobre serpentes na Internet são mantidos por pessoas que as têm como mascotes. E asseguram que existem motivos importantes para promover sua convivência com os humanos.

Thesnake.org:informação geral (em inglês)
Serpentes: informação geral (em espanhol)
Serpentes: verdades e curiosidades (em inglês)
Serpentes venenosas: o que fazer (em espanhol)
Mordidas venenosas: o que fazer (em inglês)
Serpentes (em espanhol)
Classificação científica (em inglês)
Museu da serpente de cascavel (em inglês)
Anacondas: as maiores (em inglês)
Links sobre serpentes (em espanhol)
Répteis.net (em português)
Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (CEVAP) - Serpentes (em português)
Instituto Butantan (em português)
Fapesp - Projeto Jararaca (em português e inglês)
Revista Horizonte Geográfico: Serpentes: temidas e intrigantes (em português)
Reptiles Web Page (em português)
Associação Brasileira dos Criadores de Répteis, Anfíbios e Artrópodes (em português)

 

 


 

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Crédito: USGS/Freestockphotos.com
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