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O
astro rei
O
Sol é onipresente. Mesmo sendo noite, sabemos
que está lá, a uma distância precisa
da Terra. Trata-se de uma estrela de aproximadamente
cinco bilhões de anos de idade, cuja presença
no centro de um sistema de planetas tem sido essencial
para a iluminação e a persistência
da vida. Devido à sua grande gravitação
sobre a vida, o Sol é objeto de fascinação
e adoração desde o início da
civilização humana. Religiões
e mitologias orbitaram em torno deste "astro
rei", objeto de séculos de estudos.
Na
era moderna, as sondas e os telescópios permitiram
uma aproximação sem precedentes do Sol,
e isso permite explorar sua natureza.
Fonte
de luz e calor, possui um núcleo incandescente
cuja temperatura é calculada em 15 milhões
de graus centígrados. A distância da
Terra, de quase 150 milhões de quilômetros,
é ideal para a vida tal como a conhecemos.
Uma pequena variação nessa relação
poderia causar alterações descomunais
nas condições de nosso planeta. Num
futuro muito distante, o Sol poderia aumentar de tamanho,
segundo as hipóteses.
E
poderia chegar o momento em que a vida na Terra seja
impossível. Ventos solares, espectros, partículas,
gases, são palavras que cercam o mundo do Sol.
Este mundo é fácil de ser explorado
com a ajuda da Internet, onde há inúmeros
sites dedicados ao Sol, explicando suas características,
mostrando fotos deslumbrantes, ou como lidar com um
fenômeno que apaixona muita gente, como o eclipse.
O
Sol (em espanhol)
Uma viagem
virtual ao Sol (em inglês e holandês)
Nove planetas:
o sistema solar (em espanhol)
Nove
planetas: o Sol (em espanhol)
Eclipse OnLine
(em espanhol)
Astronomia
em movimento: o Sol (em inglês)
Astronomia
básica: breve explicação do Sol
(em espanhol)
Conexão
Sol-Terra (em espanhol)
O Sol:
mitos e crenças (em inglês)
Yahoo!:
diretório sobre o Sol (em inglês)
Centro
de Divulgação Científica e Cultural/USP
- Programa Educ@r - Astronomia (em português)
Canal
Kids - Astronomia (em português)
Instituto
Astronômico e Geofísico/USP - Astronomia
- O Sol (em português)
Observatório
Astronômico Antares - Sistema Solar (em português)
Astronomia
Amadora (em português)
Caminho
para Johannesburgo
Dez anos depois da Cúpula sobre
meio ambiente realizada no Rio de Janeiro, em 1992,
a Organização das Nações Unidas convoca um novo encontro
sobre o mesmo tema, na África do Sul. Desta vez, será
uma reunião de avaliação. Os países membros da ONU
deverão avaliar o avanço na última década, os compromissos
que foram cumpridos e os que estão pendentes. E, ao
mesmo tempo, espera-se novas idéias para caminhar
rumo ao desenvolvimento sustentável de uma maneira
mais eficiente no século XXI.
O nome oficial deste encontro,
que acontecerá em Johannesburgo de 2 a 11 de setembro
de 2002, é Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável,
embora costume ser mencionada como Rio+10. A Cúpula
de 1992 teve um poder de convocação inédito. E, nesse
momento, o tema do meio ambiente foi projetado para
o cenário dos grandes debates mundiais. Também foi
apresentada oficialmente a meta de se alcançar um
desenvolvimento sustentável, que esteja em harmonia
com a conservação dos recursos naturais.
As ambiciosas metas que os países
assumiram nesse encontro têm sua maior expressão num
documento conhecido como Agenda 21. No entanto, tudo
parece indicar que muitos desses compromissos ainda
estão pendentes.
A reunião é oficialmente organizada
pela Comissão das Nações Unidas sobre Desenvolvimento
Sustentável e pelo Programa das Nações Unidas para
o Meio Ambiente, que também administra o processo
de preparação da Cúpula. Grande parte do sistema da
ONU está envolvido na preparação dessa Cúpula, porque
desta vez será dado maior ênfase aos aspectos sociais
e econômicos. É o caso do Programa das Nações Unidas
para o Desenvolvimento (Pnud), que tem a missão de
combater a pobreza, incompatível com o desenvolvimento
sustentável.
No caso desta região do mundo
há uma participação ativa da Comissão Econômica para
a América Latina e o Caribe (Cepal), que em outubro
apresentou um panorama preocupante sobre o que os
delegados podem esperar: a verdade é que não há recursos
para financiar o projeto do desenvolvimento sustentável
do planeta. Estas organizações têm seus documentos
na Internet. A existência da Internet é uma das diferenças
importantes entre Rio de Janeiro e Johannesburgo.
Em 2002, os cidadãos da Terra terão a oportunidade
de acompanhar passo a passo o desenrolar da Cúpula
e, sem dúvida, haverá espaços sem precedentes para
que expressem suas opiniões.
Cúpula
de Johannesburgo 2002
Documento
de convocação da Cúpula
Comissão
das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável
Agenda
21
Pnuma
Pnud
Cepal
Terramérica:
Dez anos depois do Rio
Especial
do Terramérica: Cinco anos depois da Rio92
A
ONU prepara a Cúpula
Portal
Agenda 21 (em português)
Ministério
do Meio Ambiente do Brasil (em português)
Dentes
ferozes
As piranhas são protagonistas
de uma lenda negra que as retrata como pequenos monstros
famintos e agressivos, capazes de devorar um ser humano
tão logo este cai na água. Na vida real, é apenas
mais um habitante dos ricos ecossistemas fluviais
sul-americanos. Existem cerca de 20 espécies
agrupadas sob o nome científico de serrasalmus, que
define as piranhas, peixes de água doce da família
serrasalmidae, com ancestrais que já existiam há cerca
de cem milhões de anos. Em meio a essa diversidade
há piranhas agressivas, como a "vermelha",
outras perigosas, como a "negra", que tem uma mordedura
poderosa, e também algumas que preferem comer uma
quantidade maior de vegetais.
A fascinação por esse peixe,
criada por relatos de exploradores e, depois, por
filmes
ou novelas que costumam exagerar sua capacidade de
ação, está refletida na Internet,
onde há portais
dedicados a fornecer informações sobre este ser
vivo tão singular, adornado com mandíbulas intimidantes.
Os sites dedicados às piranhas tratam de acabar com
os mitos sobre esse peixe. E também advertem que algumas
espécies podem ser perigosas sim, e que, embora seja
pouco provável que devorem um ser humano em segundos,
algumas espécies, quando são estimuladas pelo sangue
ou movimento, podem causar mordeduras que requerem
cuidado.
Há pessoas que nadam em rios
que literalmente são descritos como "infestados de
piranhas". Há quem coma
as piranhas. Há os que usam sua mandíbula como ferramenta.
E há aqueles que as colocam em aquários em suas casas.
Estes peixes são exclusivamente sul-americanos, habitantes
de bacias importantes, como as do Amazonas, Orenoco
ou São Francisco. Em um site da Internet afirma-se
que a palavra piranha significa "peixe de dentes cortantes".
Portal
educativo: Piranha.org (em inglês)
Portal:
Piranha Hut (em inglês)
Peixe-personagem:
piranhas (em espanhol)
Biologia
das piranhas (em inglês)
Serrasalmus
Nattereri (em espanhol)
Espécies
de piranhas (em inglês)
Ficha
técnica: piranhas (em espanhol)
Ficha
técnica: piranha vermelha (em inglês)
Filme:
Piranha (em inglês)
Caldo
de piranha (em português)
A
Era de Aquários - piranha vermelha (em português)
Peixes
Nobres - piranha (em português)
Ministério
do Meio Ambiente do Brasil - piranha preta (em
português)
Pesca
- piranha (em português)
O
grande pássaro
As montanhas dos Andes sul-americanos
têm um habitante de luxo: o condor andino, a maior
ave da Terra. Trata-se, também, de uma espécie dizimada
que está à beira da extinção. Os condores andinos
têm, naturalmente, um nome científico: Vultur
Griphus. Quando têm as asas abertas em pleno vôo,
chegam a medir até três metros de largura.
Há algum tempo estas aves abundavam
em toda a Cordilheira dos Andes, da Venezuela à Terra
do Fogo. Mas seu número foi diminuindo, principalmente
por serem dizimados pelos humanos e devido ao impacto
das mudanças em seu hábitat. O condor andino é uma
ave que se alimenta de carniça, como seu primo, o
condor
californiano, mas também de crias recém-nascidas
de alguns animais da região. Quando está em cativeiro,
longe da ameaça de seus depredadores, pode viver até
70 anos.
A depredação colocou o condor
andino na lista da Convenção sobre o Comércio Internacional
de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Silvestres
(CITES)
e no livro
vermelho da União Internacional para a Conservação
(UICN). Atualmente, existem programas de conservação
do condor e para a repovoação das montanhas andinas
com esta espécie.
Uma navegada pela Internet mostra
que este trabalho de conservação
é popular: há portais
sobre o condor andino e numerosos sites dedicados
a descrever
a espécie.
Portal:
Condor Andino (em espanhol e inglês)
Projeto
Condor Andino (em espanhol)
Condor
Andino: Informação Geral (em espanhol)
Condor
Andino: Classificação PNUMA-WCMC, da CITES (em
inglês)
Vultur
Gryphus na Lista Vermelha da IUCN (em inglês)
Programa
de Conservação do Condor da Califórnia (em inglês)
Ficha
Técnica: Condor Andino (em inglês)
Vultur
Gryphus (em inglês)
A
magia do condor (em espanhol)
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