Va al Ejemplar actual
PNUMAPNUD
Edición Impresa
MEDIOAMBIENTE Y DESARROLLO
 
Inter Press Service
Buscar Archivo de ejemplares Audio
 
  Home Page
  Ejemplar actual
  Reportajes
  Análisis
  Acentos
  Ecobreves
  Libros
  Galería
  Ediciones especiales
  Gente de Tierramérica
                Grandes
              Plumas
   Diálogos
 
Protocolo de Kyoto
 
Especial de Mesoamérica
 
Especial de Agua de Tierramérica
  ¿Quiénes somos?
 
Galería de fotos
  Inter Press Service
Principal fuente de información
sobre temas globales de seguridad humana
  PNUD
Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo
  PNUMA
Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente

 
Conecte-se

O astro rei

O Sol é onipresente. Mesmo sendo noite, sabemos que está lá, a uma distância precisa da Terra. Trata-se de uma estrela de aproximadamente cinco bilhões de anos de idade, cuja presença no centro de um sistema de planetas tem sido essencial para a iluminação e a persistência da vida. Devido à sua grande gravitação sobre a vida, o Sol é objeto de fascinação e adoração desde o início da civilização humana. Religiões e mitologias orbitaram em torno deste "astro rei", objeto de séculos de estudos.

Na era moderna, as sondas e os telescópios permitiram uma aproximação sem precedentes do Sol, e isso permite explorar sua natureza.

Fonte de luz e calor, possui um núcleo incandescente cuja temperatura é calculada em 15 milhões de graus centígrados. A distância da Terra, de quase 150 milhões de quilômetros, é ideal para a vida tal como a conhecemos. Uma pequena variação nessa relação poderia causar alterações descomunais nas condições de nosso planeta. Num futuro muito distante, o Sol poderia aumentar de tamanho, segundo as hipóteses.

E poderia chegar o momento em que a vida na Terra seja impossível. Ventos solares, espectros, partículas, gases, são palavras que cercam o mundo do Sol. Este mundo é fácil de ser explorado com a ajuda da Internet, onde há inúmeros sites dedicados ao Sol, explicando suas características, mostrando fotos deslumbrantes, ou como lidar com um fenômeno que apaixona muita gente, como o eclipse.

O Sol (em espanhol)
Uma viagem virtual ao Sol (em inglês e holandês)
Nove planetas: o sistema solar (em espanhol)
Nove planetas: o Sol (em espanhol)
Eclipse OnLine (em espanhol)
Astronomia em movimento: o Sol (em inglês)
Astronomia básica: breve explicação do Sol (em espanhol)
Conexão Sol-Terra (em espanhol)
O Sol: mitos e crenças (em inglês)
Yahoo!: diretório sobre o Sol (em inglês)
Centro de Divulgação Científica e Cultural/USP - Programa Educ@r - Astronomia (em português)
Canal Kids - Astronomia (em português)
Instituto Astronômico e Geofísico/USP - Astronomia - O Sol (em português)
Observatório Astronômico Antares - Sistema Solar (em português)
Astronomia Amadora (em português)


Caminho para Johannesburgo

Dez anos depois da Cúpula sobre meio ambiente realizada no Rio de Janeiro, em 1992, a Organização das Nações Unidas convoca um novo encontro sobre o mesmo tema, na África do Sul. Desta vez, será uma reunião de avaliação. Os países membros da ONU deverão avaliar o avanço na última década, os compromissos que foram cumpridos e os que estão pendentes. E, ao mesmo tempo, espera-se novas idéias para caminhar rumo ao desenvolvimento sustentável de uma maneira mais eficiente no século XXI.

O nome oficial deste encontro, que acontecerá em Johannesburgo de 2 a 11 de setembro de 2002, é Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, embora costume ser mencionada como Rio+10. A Cúpula de 1992 teve um poder de convocação inédito. E, nesse momento, o tema do meio ambiente foi projetado para o cenário dos grandes debates mundiais. Também foi apresentada oficialmente a meta de se alcançar um desenvolvimento sustentável, que esteja em harmonia com a conservação dos recursos naturais.

As ambiciosas metas que os países assumiram nesse encontro têm sua maior expressão num documento conhecido como Agenda 21. No entanto, tudo parece indicar que muitos desses compromissos ainda estão pendentes.

A reunião é oficialmente organizada pela Comissão das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que também administra o processo de preparação da Cúpula. Grande parte do sistema da ONU está envolvido na preparação dessa Cúpula, porque desta vez será dado maior ênfase aos aspectos sociais e econômicos. É o caso do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que tem a missão de combater a pobreza, incompatível com o desenvolvimento sustentável.

No caso desta região do mundo há uma participação ativa da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), que em outubro apresentou um panorama preocupante sobre o que os delegados podem esperar: a verdade é que não há recursos para financiar o projeto do desenvolvimento sustentável do planeta. Estas organizações têm seus documentos na Internet. A existência da Internet é uma das diferenças importantes entre Rio de Janeiro e Johannesburgo. Em 2002, os cidadãos da Terra terão a oportunidade de acompanhar passo a passo o desenrolar da Cúpula e, sem dúvida, haverá espaços sem precedentes para que expressem suas opiniões.

Cúpula de Johannesburgo 2002
Documento de convocação da Cúpula
Comissão das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável
Agenda 21
Pnuma
Pnud
Cepal
Terramérica: Dez anos depois do Rio
Especial do Terramérica: Cinco anos depois da Rio92
A ONU prepara a Cúpula
Portal Agenda 21 (em português)
Ministério do Meio Ambiente do Brasil (em português)

Dentes ferozes

As piranhas são protagonistas de uma lenda negra que as retrata como pequenos monstros famintos e agressivos, capazes de devorar um ser humano tão logo este cai na água. Na vida real, é apenas mais um habitante dos ricos ecossistemas fluviais sul-americanos. Existem cerca de 20 espécies agrupadas sob o nome científico de serrasalmus, que define as piranhas, peixes de água doce da família serrasalmidae, com ancestrais que já existiam há cerca de cem milhões de anos. Em meio a essa diversidade há piranhas agressivas, como a "vermelha", outras perigosas, como a "negra", que tem uma mordedura poderosa, e também algumas que preferem comer uma quantidade maior de vegetais.

A fascinação por esse peixe, criada por relatos de exploradores e, depois, por filmes ou novelas que costumam exagerar sua capacidade de ação, está refletida na Internet, onde há portais dedicados a fornecer informações sobre este ser vivo tão singular, adornado com mandíbulas intimidantes. Os sites dedicados às piranhas tratam de acabar com os mitos sobre esse peixe. E também advertem que algumas espécies podem ser perigosas sim, e que, embora seja pouco provável que devorem um ser humano em segundos, algumas espécies, quando são estimuladas pelo sangue ou movimento, podem causar mordeduras que requerem cuidado.

Há pessoas que nadam em rios que literalmente são descritos como "infestados de piranhas". Há quem coma as piranhas. Há os que usam sua mandíbula como ferramenta. E há aqueles que as colocam em aquários em suas casas. Estes peixes são exclusivamente sul-americanos, habitantes de bacias importantes, como as do Amazonas, Orenoco ou São Francisco. Em um site da Internet afirma-se que a palavra piranha significa "peixe de dentes cortantes".

Portal educativo: Piranha.org (em inglês)
Portal: Piranha Hut (em inglês)
Peixe-personagem: piranhas (em espanhol)
Biologia das piranhas (em inglês)
Serrasalmus Nattereri (em espanhol)
Espécies de piranhas (em inglês)
Ficha técnica: piranhas (em espanhol)
Ficha técnica: piranha vermelha (em inglês)
Filme: Piranha (em inglês)
Caldo de piranha (em português)
A Era de Aquários - piranha vermelha (em português)
Peixes Nobres - piranha (em português)
Ministério do Meio Ambiente do Brasil - piranha preta (em português)
Pesca - piranha (em português)

O grande pássaro

As montanhas dos Andes sul-americanos têm um habitante de luxo: o condor andino, a maior ave da Terra. Trata-se, também, de uma espécie dizimada que está à beira da extinção. Os condores andinos têm, naturalmente, um nome científico: Vultur Griphus. Quando têm as asas abertas em pleno vôo, chegam a medir até três metros de largura.

Há algum tempo estas aves abundavam em toda a Cordilheira dos Andes, da Venezuela à Terra do Fogo. Mas seu número foi diminuindo, principalmente por serem dizimados pelos humanos e devido ao impacto das mudanças em seu hábitat. O condor andino é uma ave que se alimenta de carniça, como seu primo, o condor californiano, mas também de crias recém-nascidas de alguns animais da região. Quando está em cativeiro, longe da ameaça de seus depredadores, pode viver até 70 anos.

A depredação colocou o condor andino na lista da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Silvestres (CITES) e no livro vermelho da União Internacional para a Conservação (UICN). Atualmente, existem programas de conservação do condor e para a repovoação das montanhas andinas com esta espécie.

Uma navegada pela Internet mostra que este trabalho de conservação é popular: há portais sobre o condor andino e numerosos sites dedicados a descrever a espécie.

Portal: Condor Andino (em espanhol e inglês)
Projeto Condor Andino (em espanhol)
Condor Andino: Informação Geral (em espanhol)
Condor Andino: Classificação PNUMA-WCMC, da CITES (em inglês)
Vultur Gryphus na Lista Vermelha da IUCN (em inglês)
Programa de Conservação do Condor da Califórnia (em inglês)
Ficha Técnica: Condor Andino (em inglês)
Vultur Gryphus (em inglês)
A magia do condor (em espanhol)

 


 

Copyright © 2001 Tierramérica. Todos los Derechos Reservados

 

 

Fonte: johannesburgsummit.org
Fonte:NASA, Astronomy picture of the day

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Fotoclipart.com
Fonte: Fotoclipart.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Fotoclipart.com
Fonte: Fotoclipart.com