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GLOBAL: Reunião sobre meio ambiente
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MÉXICO.- Ministros do Meio Ambiente de todo o mundo estarão reunidos de 13 a 15 de fevereiro, na cidade colombiana de Cartagena, para acertarem os preparativos para a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+10), que acontecerá na África do Sul, no final de agosto.
Sob a liderança do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), os ministros discutirão diversas propostas, entre elas uma iniciativa para proteger a população e o meio ambiente dos produtos químicos nocivos.
O Pnuma adverte que há uma tendência para transferir a fabricação desses produtos do mundo industrializado para países em desenvolvimento, onde se carece de dispositivos de segurança adequados para enfrentar os perigos que sua produção implica.
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COLÔMBIA: Camarão proibido
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SANTAFÉ DE BOGOTÁ.- O Instituto Nacional de Pesca e Aquicultura (Inpa) da Colômbia impôs, no dia 20 de janeiro, proibição, por dois meses, de captura, comercialização e consumo de camarão na região do Pacífico, para proteger a espécie, que está ameaçada de extinção.
A proibição afeta cerca de 17 mil pescadores artesanais e os proprietários de barcos para pesca desse crustáceo, que serão controlados pelas capitanias de portos e autoridades municipais.
Alguns pescadores que utilizam métodos ilegais capturam o camarão antes de atingirem o tamanho permitido pelas normas de proteção da espécie, informou Iván Valderrama, diretor do Inpa.
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CUBA: Em busca de mercados
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HAVANA.- Cuba pretende abrir um espaço no mercado mundial para uma ampla gama de produtos biotecnológicos obtidos em seus laboratórios, alguns deles já testados no exterior.
Há 20 anos, o grande desafio era tornar viável a biotecnologia moderna em Cuba; agora, é alcançar o mercado dos países do Norte industrializado, disse Luis Herrera, diretor-geral do Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia (CIGB).
Entre os produtos obtidos estão a vacina contra hepatite B, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, e a estreptoquinasa recombinante, para o tratamento de infarto.
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EQUADOR: Alarme com a privatização
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QUITO.- Organizações ambientalistas e sociais do Equador manifestaram preocupação diante da anunciada concessão ao setor privado do serviço de controle florestal, devido ao risco de aumento da destruição de florestas.
O novo Convênio Marco de Transferência de Competências do Ministério do Meio Ambiente estabelece que a administração e manejo das reservas naturais estarão a cargo dos conselhos provinciais e dos municípios, e que o controle florestal passará para as mãos de uma empresa privada através de licitação.
Segundo estatísticas do Instituto Equatoriano Florestal e de Áreas Naturais e Vida Silvestre, em 1960 havia dez milhões de hectares de florestas, mas, atualmente, chegam a pouco mais de 11 milhões de hectares.
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