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Cetáceos Inteligentes

Os golfinhos são conhecidos pelos humanos desde a antigüidade por sua inquietante capacidade para aprender e por seu extraordinário comportamento. Embora sejam admirados por adultos e crianças, sofrem os rigores da civilização e não estão alheios ao perigo de extinção. Existem cerca de 70 espécies, agrupadas na subordem cetáceos, conhecida como Odontoceti na classificação animal. De maneira mais vulgar são conhecidos como "baleias dentadas" ou com dentes, e inclui tanto os golfinhos do mar quanto os de rio.

Segundo informação disponível na Internet, há cerca de 30 espécies de golfinhos oceânicos e umas cinco de golfinhos de rio. Esses animais são mamíferos, amamentam suas crias e são o resultado de um longo processo evolutivo que, segundo os especialistas, começou com criaturas terrestres. Há outra característica importante desta espécie: ao contrário dos peixes, e como suas primas baleias, necessitam de ar.

São excelentes nadadores, que podem atingir velocidade de 40 km/h. Além disso, possuem um sofisticado sistema de sonar natural, que lhes permite localizar objetos na água. Uma de suas características mais surpreendentes para os pesquisadores de golfinhos é o grande tamanho de seu cérebro, que determina sua inteligência. Os golfinhos são curiosos e podem aprender a realizar algumas tarefas ensinadas pelos humanos.

A sobrevivência dos golfinhos, entretanto, está ameaçada. Muitos são vítimas das redes de pesca, fato destacado por numerosas campanhas de conservação no mundo. E também critica-se com insistência o fato de serem mantidos em cativeiro para espetáculos, ou o seu uso em experiências.

Espécies de golfinhos
Cetáceos: golfinhos (em espanhol)
Programa Internacional para a Conservação dos Golfinhos (em espanhol)
Thinkquest: Golfinhos (educativo, em inglês)
Planeta Ecológico: golfinhos (em espanhol)
Discovery Channel: guisa sobre golfinhos (em inglês)
Perguntas freqüentes sobre golfinhos (em inglês)
Semelhanças entre humanos e golfinhos (em inglês)
Características dos golfinhos (em espanhol)
Golfinhoterapia (em espanhol)
Campanha golfinhos livres (em espanhol)
O Mundo Silencioso (em português)
Projeto Golfinhos (em português)
Universo dos golfinhos (em português)
Ordem Cetácea - Espécies dos Açores (em português e inglês)
Projeto Atlantis - Brasil (em português e inglês)
Curiosidades do mar - Cetaceos

Aves delicadas

Os colibris são conhecidos por vários nomes: pica-flor, beija-flor, kolibri, hummingbird, ou por sua denominação científica trochilidae. Em todos os casos, as palavras descrevem o mesmo: uma maravilha da natureza americana. Quando os primeiros europeus chegaram ao "novo mundo" daqueles tempos, foram surpreendidos pela existência destas aves mínimas. Inicialmente, as confundiram com insetos, assombrados por sua capacidade de vôo e por sua dedicação às flores, de onde tiram seu alimento.

Desde então, os colibris maravilham as pessoas. Aparecem em numerosos selos do mundo, são objetos habituais de quadros e fotografias, e levam muitos a desenharem mecanismos para atraí-los a bebedouros artificiais de néctar. Em países como os Estados Unidos, é proibido tê-los como mascote. A família trochilidae, que como já dissemos está composta exclusivamente por americanos, desde o Alasca até a Terra do Fogo, tem como integrantes cerca de 328 espécies catalogadas.

Na Internet existe abundante informação sobre a biologia dos colibris e como atraí-los para aproveitar sua presença, a maior parte agrupada sob a palavra-chave inglesa: hummingbird. Nos portais podemos ler que o colibri maior pesa 20 gramas e vive na América do Sul, enquanto o menor alcança 2,2 gramas, em Cuba. E que uma das espécies interessantes é a da ilha chilena de Juan Fernández, cujo pica-flor somente habita esse território a 60 quilômetros da costa.

O vôo do colibri é surpreendente. O bater de asas é tão veloz que apenas se intui. Isso lhes permite alcançar grandes velocidades, mas, também, realizar proezas como parar no ar ou retroceder. Toda essa capacidade dos colibris implica um metabolismo acelerado e um grande consumo de energia. Para compensá-lo, tomam água em abundância e se alimentam cerca de 300 vezes ao dia. Segundo um dos sites, para um humano seria como comer 130 quilos de pão e beber 150 litros de água. Por outro lado, trata-se de uma espécie muito valiosa para a natureza. Como nos explica um site brasileiro, os colibris, "minúsculas aves sensíveis", desempenham um papel crucial no processo de polinização das plantas.

Os pica-flores, jóias aladas (em espanhol)
Os colibris, família Trochilidade (em espanhol)
O website dos colibris (em inglês)
Kolibri Homepage (inglês e alemão)
Hummingbirtds.net (em inglês)
Beija-flor também aprende (em português)
Sites sobre colibris (em inglês)
A sociedade dos colibris (em inglês e outros idiomas)
Pica-flor de Juan Fernández (em espanhol)
Colibris: espécies em selos postais (em inglês)
Beija--flor, o pássaro (em português)
Portal das Aves (em português)
Família Trochilidae (em português)
Portal do Animal (em português)

Fluviais

Os rios são sinônimo inequívoco de vida. Seus cursos esculpiram a geografia terrestre, determinaram as características dos ecossistemas e guiaram o estabelecimento de civilizações. Mas, apesar de sua importância, muitos deles estão ameaçados. Quase todos os rios têm características afins. Nascem em uma "fonte" de água, geralmente elevada, de onde começam a percorrer um caminho traçado ao longo do tempo, onde o volume de suas águas pode aumentar com a presença de afluentes.

Os sites da Internet dedicados a explicar a natureza dos rios de um ponto de vista educativo recordam que costumam percorrer planícies, irrigar terras ao seu redor e, depois, desembocar em corpos de água maiores, que podem ser outros rios, lagos ou o mar. Os rios são fonte imprescindível de água doce que permite a vida. A área de influência destes cursos fluviais é chamada de bacia, e sua preservação é prioritária para os promotores da conservação da natureza. Durante toda a história da civilização, os humanos entenderam a importância dos rios, por isso, grandes cidades e culturas inteiras floresceram às suas margens.

Entretanto, estas fontes de água doce também são afetadas por nossa presença no planeta. Os humanos são produtores de poluição e de projetos de desenvolvimento que afetam o destino das vias fluviais. Uma das situações mais conflitivas acontece com as dezenas de milhares de represas capazes, inclusive, de acabar com os rios, fato que provoca grande preocupação. Uma travessia pela Internet revela que grande parte dos recursos de informação são proporcionados por organizações dedicadas à conservação destes cursos de água.

Portal: Rede para a proteção dos rios (em inglês)
Principais rios do mundo (em espanhol)
Thinkquest: ao longo de um rio (em inglês)
Os maiores rios do mundo (em inglês)
BBC: rios em perigo (em inglês)
National Geographic: os rios 2001 (em inglês)
Yahoo!: sites sobre rios (em inglês)
Coalizão Rios Vivos (em inglês, português e espanhol)
Comissão Mundial de Represas (em inglês)
Rios do Brasil (em português)
Ecolinks - Água, Rios e Mares (em português)

 


 

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Crédito: Freestockphotos.com
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