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COLÔMBIA: Alarmante caça de tubarões
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BOGOTÁ.- Dezenas de barcos praticam a caça ao tubarão em zonas do Pacífico colombiano vedadas a essa atividade, alertam autoridades ambientais.
No início deste mês foram apreendidos 533 tubarões capturados pelo barco de bandeira colombiana Queen Elizabeth, no arquipélago de Malpelo, informou Iván Valderrama, diretor do Instituto Nacional de Pesca.
Esse arquipélago é, desde 1999, santuário de flora e fauna. No ano passado, foram surpreendidos 41 barcos equatorianos e 11 colombianos quando pescavam em águas proibidas.
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ANTÁRTIDA: Aumenta o degelo
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BUENOS AIRES.- A barreira de gelo de Larsen, situada a leste da península Antártida, perdeu 765 quilômetros quadrados em 23 dias de fevereiro, devido ao aumento da temperatura média nessa região gelada, até situar-se em 0,7 graus, um recorde nos últimos 30 anos.
O dado foi fornecido pelo satélite Terra e analisado no Centro de Dados sobre Gelo e Neve, do Colorado (EUA). Os cientistas garantem que, nos últimos 45 anos, o bloco perdeu 46% de sua superfície devido ao aumento gradativo da temperatura.
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PERU: Atlas ambiental em preparação
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LIMA.- A Municipalidade Metropolitana da capital peruana, com apoio de 40 entidades estatais e não-governamentais, finalizou a versão preliminar do Atlas Ambiental de Lima, que contém o primeiro diagnóstico da cidade em matéria de meio ambiente e identifica recursos naturais e pontos críticos de contaminação.
Elsa Saravia, presidente da Comissão de Serviços da Cidadania e Meio Ambiente da municipalidade, que fez o estudo, disse que os mapas assinalam os focos infecciosos da cidade e as áreas verdes existentes.
O Atlas será apresentado em junho, disse Saravia, que também propôs uma gestão ambiental baseada em comitês temáticos, com a participação dos prefeitos dos distritos, da sociedade civil e da população.
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GLOBAL: Debate sobre saúde infantil
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Bangcoc, Tailândia – Cerca de 300 especialistas reuniram- se há poucos dias na capital tailandesa para discutir o futuro da infância do mundo, exposta a impactos negativos do meio ambiente, em uma conferência internacional patrocinada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Pelo menos três milhões de crianças menores de 5 anos morrem por ano devido a acidentes e riscos ambientais, segundo dados oficiaisl aproximadamente 1,3 milhão faleceram em 2000 vítimas de enfermidades diarréicas relacionadas à má qualidade da água, enquanto 400 mil morreram por acidentes, entre eles envenenamento e queimaduras.
“Devemos reduzir os riscos em todos os lugares onde as crianças passam a maior parte de seu dia, incluindo os sistemas de transporte”, disse Richard helmer, diretor de saúde ambiental infantil da OMS.
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