SANTIAGO.- O governo do Chile iniciou em abril o reflorestamento do Bosque de Santiago, uma área de 180 hectares situado na capital do país, que contará com espaços de flora e fauna nativas dedicados ao lazer e à educação ambiental.
O Bosque fica no parque Metropolitano, o maior espaço natural dessa cidade de seis milhões de habitantes, sendo que 720 hectares correspondem à colina San Cristóbal e seu entorno. Santiago conta com três metros quadrados de áreas verdes por habitante.
O Bosque permitirá elevar essa relação para 4,5 metros quadrados por habitante, segundo as autoridades.
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VENEZUELA: Tartaruga resgatada
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CARACAS.- Uma tartaruga gigante, da ameaçada espécie Dermochelys coriacea (tartaruga de couro) foi tratada e devolvida ao mar por uma equipe do Ministério do Meio Ambiente da Venezuela, depois de ter encalhado, em abril, nas praias do Estado de Vargas.
O exemplar - uma fêmea de 2,26 metros de comprimento, 1,38 m de largura, pesando 450 quilos e idade estimada em 35 anos - pode ter chegado à praia com o propósito de desovar, já que a estação de reprodução começa em abril, disseram as autoridades.
Quando foi resgatada, a tartaruga apresentava um ferimento na cabeça, que necessitou de cirurgia. Após uma rápida recuperação, o animal foi libertado em alto mar.
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COSTA RICA: Questionada a venda de serviços ambientais
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SAN JOSÉ.- O programa governamental de venda de serviços ambientais ameaça a diversidade biológica da Costa Rica e, assim, desvirtua seu propósito conservacionista, adverte a Federação Costarriquenha para a Conservação do Meio Ambiente (Fecon), principal rede ecológica do país.
O programa, que subsidia a preservação de bosques em terrenos privados, admite o corte seletivo e científico, com supervisão estatal. No entanto, os ecologistas afirmam que o Estado não exerce seu papel fiscalizador, o que leva ao desmatamento indiscriminado.
O governo destinará, este ano, US$ 1,2 milhão de um empréstimo do Banco Mundial para financiar mais projetos deste tipo.
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CUBA: Cresce a oferta de açúcar orgânico
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HAVANA.- Cuba colocará este ano no mercado internacional entre cinco mil e sete mil toneladas de açúcar orgânico, obtido a partir de cana cultivada em solos tratados com nutrientes naturais e sem uso de produtos químicos.
A refinaria Carlos Baliño, no cidade de Santa Clara, a 300 quilômetros de Havana, é a única do país que produz esse tipo de açúcar, que é cotado a preços superiores ao produto tradicional. As melhorias técnicas permitirão elevar a produção a 13 mil toneladas nos próximos anos, segundo as autoridades.
No ano passado, 4,2 mil toneladas de açúcar ecológico foram vendidas aos mercados da Dinamarca, Holanda e Canadá, a um preço superior a US$ 400 a tonelada.
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