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Rinocerontes

A silhueta dos rinocerontes surgiu pela primera vez neste planeta em um passado remoto. Durante dezenas de milhões de anos evoluíram, e agora estão em perigo de extinção por causa da ação dos seres humanos.

"Perderemos 60 milhões de anos de evolução?" questiona uma página do site do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), na qual ressalta-se que dezenas de espécies de rinocerontes povoaram o planeta em algum momento. Hoje, restaram somente cinco e todas elas estão ameaçadas. Como exemplo desta situação fornecem um dado estatístico: em 1960 as savanas da África acolhiam mais de cem mil rinocerontes negros. Atualmente, sobrevivem apenas uns 2.600 exemplares desta espécie dizimada pelos caçadores.

Há milhões de anos os rinocerontes eram animais com um aspecto colossal e acentuado por seus particulares chifres. As cinco espécies atuais incluem o negro e o branco da África, e os da Índia, Java e Sumatra na Ásia. Todas estas espécies pertencem à família Rhinocerotidae. De acordo com informação encontrada na Internet, a população total de rinocerontes em liberdade situa-se entre 12 mil e 16 mil, enquanto mais de um milhar vivem em cativeiro, em zoológicos de diversos lugares do mundo.

Os perigos enfrentados pelos rinocerontes para sobreviver geraram numerosas iniciativas a nível mundial para resgatá-los. A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) tem grupos de especialistas para vigiar estas espécies, e a Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (CITES) convocou os países para uma ação para evitar a constante diminuição da população de rinocerontes.

Essa preocupação se expressa na existência de numerosas fontes de informação na Internet, incluindo o site da The International Rhino Foundation que explica a raiz do perigo enfrentado pelos rinocerontes: são caçados para atender a demanda de um mercado asiático, que usa seus chifres com propósitos medicinais e ornamentais.

O aspecto pré-histórico do rinoceronte e sua peculiar cabeça, são fonte de grande fascinação entre os humanos. Por exemplo, há clubes de colecionadores de todo tipo de objetos inspirados nestes animais, e uma grande quantidade de selos que cativam os aficionados por filatelia.

Portal: SOS Rhino (em inglês)
The International Rhino Foundation: salvem os rinocerontes (em inglês)
Família rhinocerotidae (em espanhol)
UICN: grupos de especialistas em rinocerontes (em inglês)
WWF: Salvar os rinocerontes (em inglês)
CITES: conservação e comércio dos rinocerontes (em espanhol)
A origem dos rinocerontes (em português)
Rinocerontes (em espanhol)
Rinocerontes em selos (espanhol, inglês, francês)
Produtos inspirados no rinoceronte (em inglês)

Planeta Terra

A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol. Para os inumeráveis habitantes deste esférico território, entre os quais há mais de seis bilhões de seres humanos, isto equivale a uma fonte de vida. Os gregos se referiam à Terra com Gaia: uma mãe. E está claro que a íntima relação entre o planeta e os seres vivos produziu entre os seres humanos um estreito vínculo com seu hábitat, ao qual deram uma infinidade de nomes: earth, terre, pamint, tero, erde, aarde, jorden, maa, zeme, semlja, gaea, dhara, vuravura, eretz, jeegoo, ard...

Qual é a idade da Terra? Entre 4,5 e 4,6 bilhões de anos, dizem os que usam como referência a idade atribuída ao sistema solar. Naturalmente, nem sempre tivemos clara a noção de planeta. No passado, houve diversas interpretações sobre a natureza da Terra. Alguns chegaram a crer que era uma planície, outros negaram qualquer relação com o entorno. Mas, em diferentes lugares da Terra, os primeiros pesquisadores do cosmo deram no cravo. Agora, sabemos muito mais. Por exemplo, que sua massa é de 6 x 1.021 toneladas. Ou que seu diâmetro é de 12.756,3 quilômetros.

Na Internet há inúmeras informações sobre a Terra. Muitos sites estão dedicados às denominadas "ciências da Terra" e alguns dos mais informativos são sobre geologia, definida em um deles como a indagação sobre seu processo de formação, os materiais que a compõem, sua história e as mudanças através do tempo. Também é possível encontrar sites educativos sobre o planeta, outros que o vêem com parte do sistema solar e uma quantidade de bons recursos procedentes da Nasa, a agência espacial norte-americana, incluindo imagens.

Os nove planetas: a Terra (em espanhol)
Nomes da Terra (em espanhol)
Dados de geologia geral (em espanhol)
Nosso planeta: Terra (em inglês)
Nasa: Imagens da Terra (em inglês)
Nasa: A Terra a partir do espaço, fotos de astronautas (em inglês)
Nasa: Planetas - Terra (em inglês)
Recursos de informação sobre ciências da Terra (em espanhol)
Geologia geral (em espanhol)
Planeta Terra em números (em português)
A Terra, história de um planeta (em português)
A Terra, o sistema solar e o espaço (em português)
História da Terra (em português)

A biodiversidade

A diversidade biológica, também conhecida como biodiversidade, é a maior riqueza do planeta. Há milhares de milhões de anos começou um processo evolutivo gerador da variedade da vida na Terra, cuja conservação constitui um dos maiores desafios da humanidade. Os governantes do mundo foram convocados para se esforçarem no sentido de neutralizar essa ameaça através de um Convênio sobre Diversidade Biológica, redigido em 1992. No entanto, o êxito das metas traçadas por esse documento ainda é um tema pendente. Inclusive, países como Estados Unidos ou Afeganistão não o ratificaram, segundo informação disponível na Internet.

O site do Secretariado deste convênio fornece informação fundamental para entender a biodiversidade: "a diversidade biológica que observamos hoje é o fruto de milhares de milhões de anos de evolução, moldada por processos naturais e, cada vez mais, pela influência do ser humano". A variedade da natureza está expressa atualmente na existência de 1,75 milhões de espécies classificadas. Entretanto, os especialistas acreditam que pode haver cerca de 13 milhões de espécies e há, também, os que estimam que esse número pode chegar a cem milhões.

Organizações como a Fundação Al Species buscam identificar todas essas espécies. É um desafio importante, considerando-se que o ritmo de classificação atual é de 15 mil ao ano. Para a diversidade biológica tudo começou a mudar radicalmente há dez mil anos, com o início da agricultura humana. E sofreu aceleração há três séculos, com os processos industriais. A extinção de espécies, um processo natural, foi acelerado entre mil e dez mil vezes. A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) publica um Livro Vermelho que em sua última versão, do final de 2001, destaca que atualmente existem 11046 espécies em risco de extinção.

Em nível internacional há numerosas iniciativas para combater a deterioração da biodiversidade, o que se reflete na Internet na grande quantidade de sites sobre o assunto. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) patrocina tanto um programa de vigilância da conservação, o WCDC, quanto uma convenção contra o comércio de espécies protegidas, o CITES. E instituições como o Instituto de Recursos Mundiais apresentam avaliações periódicas sobre a situação dos seres vivos no planeta. Entretanto, o caminho a percorrer na conservação da biodiversidade ainda é longo. É preciso considerar que a variedade da vida, tal como diz a Comissão mexicana sobre biodiversidade, inclui toda a escala de organização dos seres, inclusive os humanos: genes, espécies e ecossistemas.

Pnuma: Secretariado do Convênio sobre a Diversidade Biológica: Secretariado (em espanhol)
União Internacional para a Conservação da Natureza IUCN: O Livro Vermelho (em inglês)
Instituto de Recursos Mundiais (em espanhol)
Portal: biblioteca virtual de ecologia e biodiversidade (em inglês)
Pnuma: Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres, Cites (em espanhol)
Pnuma: Centro Mundial de Vigilância da Conservação, WCMC (em inglês)
Fundação All Species: busca classificar todas as espécies (em inglês)
Comissão de biodiversidade do México (em espanhol)
Yahoo!: diretório sobre biodiversidade (em português)
Funbio - Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (em português)
BDT - Base de Dados Tropical (em português)



 

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Fuente: USFWS
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Fuente: NASA/jpl
Fuente: NASA/jpl

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fuente: USFWS
Fuente: USFWS