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Cactos

Os cactos são conhecidos por todos: plantas cheias de espinhos que costumamos associar à imagem do deserto. E é verdade. São organismos adaptados para sobreviver em situações de extrema seca, embora isso não baste para garantir sua sobrevivência no mundo moderno. Na Internet, a informação sobre cactos aparece associada à das "plantas suculentas", que compreendem uma variedade mais ampla de espécies adaptadas à escassez de água.

Os cactos são parte das suculentas, embora tenham sua família própria, a cactácea ou cactaceae, que, segundo o portal Cactusland, agrupa cerca de 2500 espécies. As suculentas são mais amplas: 30 mil famílias e cerca de dez mil espécies, segundo a União Mundial para a Conservação da Natureza (IUCN). Este grupo internacional propôs um plano de ação para evitar a depredação que ameaça cerca de duas mil espécies deste grupo. As principais ameaças estão representadas pela perda de hábitat. Também há outro perigo importante, representado pelo tráfico ilegal de espécies atrativas de cactos para alimentar um mercado de alcance internacional. Muitas pessoas têm interesse nos cactos, cultiva-os e criam jardins especiais para mantê-los, fato que se reflete em numerosos sites, onde alguns falam em "cactomania".

Estas plantas possuem características especiais que lhes permitem aproveitar e armazenar melhor a água. A mais conhecida é a presença de espinhos, que são folhas adaptadas. Na Internet a informação sobre cactos é abundante. Os diretórios contêm links para sites com perguntas e respostas sobre estas plantas, ou com ilustrações e fotografias, além de dados para jardinagem e receitas.

Portal: Cactusland (em espanhol)
Smithsonian: Cactaceas ilustradas (em inglês)
Família Cactaceae (em espanhol)
Cactos e suculentas: perguntas e respostas (em inglês)
Classificação: cactaceae (em inglês)
Cactofilia (em italiano)
Diretório: Cactus Mall (em espanhol)
As cactáceas: identificação (em espanhol)
IUCN: plano de ação para cactos e suculentas (em espanhol)
Cactomania.com: fotos e informação (em espanhol)
Os Cactos (em português)
Cactos - Curiosidades (em português)
Projeto Cactáceas Brasileiras (em português)
Cactos (em português)

Cúpula ecoturística

O ecoturismo, ou turismo ecológico, é um fenômeno dos tempos modernos que combina a paixão pela viagem com os cuidados com o meio ambiente. E conseguiu consolidar-se como uma atividade importante, tanto que motiva a convocação de uma Cúpula Mundial. A Cúpula Mundial do Ecoturismo, convocada para o Canadá, entre 19 e 22 de maio, foi concebida como o acontecimento mais importante do Ano Internacional do Ecoturismo 2002, convocado pela Organização das Nações Unidas (ONU), para discutir sobre as maneiras mais convenientes de estimular essa atividade.

O ecoturismo oferece a oportunidade de gerar novas alternativas econômicas para as comunidades que habitam algumas das zonas mais atrativas do planeta sem afetar as condições ambientais, mas se for realizada sem um planejamento adequado pode ter efeitos depredadores. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que participa da organização da Cúpula junto com a Organização Mundial do Turismo (OMT), estabeleceu que o ecoturismo é "toda forma de turismo baseada na natureza, onde a motivação principal dos turistas seja a observação e apreciação dessa natureza ou das culturas tradicionais dominantes nas zonas naturais". Esclarece que deve ser uma atividade educativa, dirigida a pequenos grupos e que tenha como objetivo contribuir para a conservação da natureza.

A Cúpula foi convocada com a finalidade de analisar aspectos fundamentais para o desenvolvimento do ecoturismo, como o desafio da sustentabilidade, sua regulamentação, os marcos institucionais requeridos, as estratégias de marketing e a supervisão de suas atividades. "O ecoturismo é, na essência, um turismo sustentável, não depredador", e por isso deve deixar benefícios tanto para a natureza quanto para as comunidades locais, alerta o site da Associação de Ecoturismo do Brasil, um dos países com grandes atrativos para esse tipo de atividade.

Na Internet há abundante informação sobre ecoturismo, grande parte dela dirigida a promover excursões entre os potenciais viajantes. Também há sites dedicados a analisar o desenvolvimento e o impacto desta atividade, como o enorme portal da Sociedade Internacional de Ecoturismo. A Cúpula aumentou a quantidade de material sobre o assunto, com a publicação de documentos e livros que analisam o turismo ecológico em um mundo onde centenas de milhões de pessoas viajam a passeio a cada ano.

Cúpula Mundial do Ecoturismo (em espanhol)
Pnuma-OMT: Documento Conceitual - Ano Internacional do Ecoturismo (em espanhol)
Pnuma: Cúpula Mundial sobre o Ecoturismo (em inglês)
Pnuma: o que é ecoturismo? (em inglês)
OMT: Ano Internacional do Ecoturismo (em espanhol)
Sociedade Internacional do Ecoturismo (em inglês)
Ecoturismo, princípios, práticas e políticas para a sustentabilidade (livro em inglês)
Ecoturismo, origens, riscos, níveis... (em espanhol)
Associação Brasileira de Ecoturismo (em português)
O portal do ecoturismo (em italiano e inglês)
Corredor de Ecoturismo (em português)

Desertos

Os desertos evocam terras áridas e desabitadas, onde o fenômeno da vida é muito complicado. A verdade é que são ecossistemas com flora e fauna que cobrem pouco mais da quinta parte da superfície terrestre do planeta. "O deserto é uma terra de extremos", recorda o site de Desert Topics. Um deles é a brusca mudança de temperatura entre dias muito quentes e noites frias. E ainda são, sobretudo, radicais no sistema de chuvas: estas brilham por sua ausência.

A seca é a característica principal de um deserto. São lugares áridos, independentemente de serem quentes ou frios, de serem dominados por montanhas ou planícies, por pedras ou areia. A areia, por certo, está intimamente associada à idéia do deserto, mas cobre apenas 20% dos territórios como tal classificados. As plantas e os animais que vivem nos desertos são muito numerosos e têm uma característica comum: a habilidade de sobreviver com pouca água. Isto significa que possuem uma capacidade especial para encontrar e armazenar líquidos e contam com mecanismos biológicos para evitar sua perda ou evaporação.

Na Internet, os desertos estão presentes através de uma grande quantidade de sites que tentam explicar a natureza destes ecossistemas, ou que refletem a influência destes territórios misteriosos sobre a atividade humana, como por exemplo sobre a literatura. As evidências mais antigas dos desertos remontam há mais de cem milhões de anos. A aridez que determina sua aparição está estreitamente vinculada às condições do clima. Na atualidade, o aumento ou crescimento dos desertos é um problema ambiental grave, conhecido com os nomes de desertização ou desertificação.

Os desertos existem em diversos lugares do mundo, embora sua extensão territorial seja variável. Os mais extensos são Saara, Arábico, Gobi, Kalahari e o Australiano. Há quem considere que os pólos, embora cheios de gelo, são desérticos por sua aridez. E outros vão mais longe ainda: Marte também é um deserto.

Desertos: geologia e recursos (em inglês)
Os desertos (em espanhol)
Os principais desertos (em espanhol)
Aldeia educativa: desertos (em espanhol)
Desert topics: o que é um deserto (em inglês)
Convenção das Nações Unidas de Luta contra a Desertificação (em espanhol e inglês)
Desertos: uma aventura literária (em inglês)
Desertos do mundo (em inglês)
Principais desertos do mundo (em inglês)
Digital desert library (em inglês)
GeoVol - Desertos (em português)
Conheça o Deserto do Atacama (em português)
Desertos (em português)
Desertos: ausência de chuvas (em português)
Desertificação (em português)
Semdestino no Deserto (em português)
Geografia Geral - Desertos (em português)
Desertos: uma paisagem intrigante! (em português)
O conceito de desertificação (em português)
Alterações na vegetação (em português)
O mundo dos desertos (em português)
Desertificação (em português)

 

 


 

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Fuente: Smithsonian Institution / Eaton M.E.
Fuente: Smithsonian Institution / Eaton M.E.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Desierto del Sahara visto por un satélite. Fuente: NASA
Desierto del Sahara visto por un satélite. Fuente: NASA