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BRASIL: Cinema para o Dia do Meio Ambiente
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RIO DE JANEIRO.- Mais de 400 filmes de 63 países participarão do IV Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, que acontecerá em Goiânia entre 5 e 9 de junho, dentro das comemorações pelo Dia Mundial do Meio Ambiente.
Documentários, ficção, animações, vídeos e séries de televisão participarão do festival, organizado pela Agência Ambiental de Goiás e Agência Goiana de Cultura, com patrocínio do escritório regional do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
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ARGENTINA: Universidade produz medicamentos
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BUENOS AIRES.- A Universidade Nacional do Litoral (estatal), na província argentina de Santa Fé, começou a produzir medicamentos para insuficiência renal e esclerose múltipla, que são vendidos na Argentina e exportados para Brasil e México por um laboratório particular.
O laboratório de cultivos celulares do centro acadêmico produz o hormônio eritroproyetina, desenvolvido pela engenharia genética para tratar pacientes com insuficiência renal, e o composto beta interferona, utilizado contra a esclerose múltipla.
A Zelltek, empresa que importava os princípios ativos para desenvolver esses remédios, agora dedica-se a vender os produtos e exportá-los para os mercados brasileiro e mexicano, numa associação de sucesso do setor privado com a pesquisa acadêmica.
O diretor do laboratório, Ricardo Kratje, anunciou que está sendo desenvolvido um remédio destinado a proteger células do sistema imunológico dos efeitos secundários dos tratamentos de quimioterapia contra o câncer.
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PERU-BOLÍVIA: Corredor de biodiversidade
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LIMA.- Os governos do Peru e da Bolívia promoverão a criação de um corredor de conservação de diversidade biológica que incluirá oito áreas protegidas peruanas e sete bolivianas, inclusive 30 milhões de hectares na região tropical andina.
O corredor binacional Vilcabamba-Amboró se estenderá da Zona Reservada Apurimac, no Sul do Peru, até o Parque Nacional Amboró, na região sudoeste boliviana, e incluirá o Santuário Histórico de Machu Picchu, informou Gustavo Suárez Freitas, diretor de Áreas Naturais Protegidas do Peru.
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MÉXICO: Mais perto do Convênio de Estocolmo
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MÉXICO.- O governo do México ratificará o Convênio de Estocolmo, que controla o manejo de poluentes orgânicos persistentes.
A Comissão de Meio Ambiente do Senado estuda uma iniciativa para ratificar o instrumento que rege o manejo mundial desses resíduos industriais.
O senador José Carlos Jiménez disse ao Terramérica que existem fundadas esperanças de que o processo termine em setembro.
No final de maio, um grupo de ambientalistas enviou ao parlamento uma carga desses produtos, ressaltando a ameaça sanitária que constituem as substâncias organocloradas, dioxinas, furanos, policlorobifenilos e hexaclorobenzenos, parte da “dúzia suja” regulamentada pelo convênio, capazes de percorrer grandes distâncias e se acumular na cadeia alimentícia.
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