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Sirênios

O manati e o dugong são fortes representantes da fauna aquática que pertencem a uma mesma ordem natural: sirênios. Existem no planeta há milhões de anos, mas seu futuro não está garantido. Estes animais são mamíferos adaptados ao meio aquático, onde passam toda sua vida, pois são incapazes de se deslocar em terra. Segundo informação disponível na Internet, seus antepassados existiram há cerca de 60 milhões de anos. Embora sua semelhança com as sereias da mitologia do passado possa ser questionada, assegura-se que os marinheiros que os viram pela primeira vez na antigüidade os confundiram com aqueles seres.

No site Descobrindo os Sirênios é lembrada uma passagem da viagem de Cristóvão Colombo, em 1493, quando "viu três sereias que apareceram na superfície do mar; estas não eram tão belas quanto se pintam, embora tenham algo de humanas no rosto". Os "sereios", na realidade, são animais com corpos volumosos, também chamados de vacas-marinhas. Existem quatro espécies: o manati da África Ocidental, o manati do Amazonas (também chamado de peixe-boi), o manati das Antilhas ou carinbenho e o dugong. Também houve outro chamado de vaca-marinha de Steller, exterminado pelos caçadores. As ameaças para esta família de espécies tem a ver, principalmente, com a perda ou a deterioração de seu hábitat devido ao avanço da civilização humana.

Os problemas vão desde a má qualidade das águas à caça ilegal. São espécies protegidas por tratados internacionais. Uma rápida navegada pela Internet revela que há uma preocupação mundial por seu futuro, o que se reflete na existência de organizações como a Savethemanatee.org ou a Sirenian.org. Em 2002, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) lançou um apelo mundial em favor dos dugong.

Perfil da espécie: manatis (em espanhol)
Espécies de sirênios e hábitat (em espanhol)
Pnuma/Dewa: Dudong Report (em inglês)
Sirenews, boletim do Grupo Especialista em Sirênios (em inglês)
Salvem o manati (em inglês)
Sirenian.org (em inglês)
Manatis e dugongs - livro infantil do Pnud (em espanhol)
Descobrindo os sirênios (em espanhol)
A página do dugong (em inglês)
Alerta mundial pelo dugong (em português)
Discovery Online: Câmara dos Manatis (em português)
Peixe-boi ou Manati (em português)
Peixe boi (em português)
Manatí - Trichechus manatus (em português)
O peixe-boi (em português)

Mesoamérica

O Corredor Biológico Mesoamericano, que inclui os países da América Central e o Sul do México, é um projeto importante para o futuro do planeta: busca frear a deterioração ambiental em uma região onde vivem 8% das espécies conhecidas. Diversos organismos internacionais participam, junto com governos da região, da cruzada do Corredor Biológico Mesoamericano, que reúne os países, sob o lema "naturalmente unidos", na busca de fórmulas para preservar a biodiversidade e impulsionar o desenvolvimento sustentável.

A região mesoamericana, com cerca de 800 mil quilômetros quadrados, inclui sete países da América Central (Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá) e cinco Estados do México (Campeche, Chiapas, Quintana Roo, Tabasco e Yucatán). Uma busca de informação sobre o projeto na Internet revela o interesse de instituições como o Banco Mundial, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) ou a agência espacial norte-americana Nasa.

A estratégia de criação de um Corredor que atravesse todos esses países surge diante da evidência da destruição de hábitats devido à sua mudança de uso para atividades como agricultura, pecuária e turismo; pela degradação dos ecossistemas por atividades como a superexploração de recursos, e a fragmentação das zonas naturais. De acordo com algumas estimativas divulgadas na Internet relacionadas com este projeto, a taxa de perda de florestas é tão alta que, se não forem tomadas medidas, poderão desaparecer até o ano 2015. As metas específicas de um projeto como este são variadas. Em busca de melhores possibilidades de conservação, tem como objetivo conseguir capacidade de gestão, conscientização da população, informação geográfica, monitoramento das mudanças, harmonização de políticas, estímulos à sustentabilidade, entre outros. A seguir, alguns sites onde é possível encontrar informação sobre o Corredor Biológico Mesoamericano.

Corredor Biológico Mesoamericano: naturalmente unidos
Pnuma: Corredor Biológico Mesoamericano
Banco Mundial: projetos ambientais na América Central
Comissão Centro-Americana de Meio Ambiente e Desenvolvimento (CCAD)
WRI: em busca de um enfoque comum para o Corredor Biológico Mesoamericano
Pnud-GTZ-CCAD: Corredor Biológico
Nasa/CCAD: Corredor Biológico Mesoamericano
Craig Metrick: The Mesoamerican Biological Corridor
Fauna-Flora.org: Mesoamerican Biological Corridor

Estrelas do mar

As estrelas do mar são seres de fantasia: parecem habitantes do céu e o nome científico que as agrupa, asteroidea, reflete essa condição. Além disso, chamam a atenção por suas formas e cores e por terem uma natureza que, à primeira vista, é misteriosa. A denominação de asteroidea compreende cerca de 1500 espécies reunidas em diversas famílias. São parte dos equinodermos (também citados como echinodermos), que ainda compreendem outros misteriosos seres do oceano, como os pepinos do mar ou os ouriços, que estão muito próximos das estrelas.

O site Sóis sob o mar informa que as estrelas do mar habitam este planeta há cerca de 500 milhões de anos, e essa persistência está claramente refletida em uma grande quantidade de fósseis que contam sua história. Uma grande parte das espécies de asteroidea tem cinco tentáculos em volta de um núcleo, o que lhes permite alcançar essa surpreendente forma de estrela. Entretanto, há outras espécies que podem ter mais braços, inclusive dezenas deles, como a denominada coroa de espinhos, que segundo algumas pesquisas afeta os recifes de coral.

O núcleo, ou disco central, das estrelas do mar contém a boca. Elas são animais com um sistema nervoso primário, sem cérebro. Para entender o que ocorre ao seu redor possuem sensores capazes de detectar a luz e o contato. Uma das características mais assombrosas das estrelas do mar é sua capacidade de regeneração, que entra em ação quando perdem algum de seus braços. Existem algumas espécies que, inclusive, podem regenerar-se a partir de um único tentáculo.

Na Internet, as estrelas do mar geram uma grande quantidade de informação. Ali é possível conhecer sua natureza, contemplar as diversas formas que podem exibir, ou buscar respostas para o mais básico: o que é uma estrela do mar?

As estrelas do mar do ponto de vista da ciência (em inglês)
Estrelas do Mar, galeria e descrição (em inglês)
Starfish, asteroidea (em inglês)
Sóis sob o mar (em espanhol)
Crown-of-thorns, o que é uma estrela do mar (em inglês)
Echinodermata: sobre os echinlodermos (em inglês)
Os equinodermos (em espanhol)
Fósseis de estrela do mar (em inglês)
Família asteroidea (em espanhol)
Estrela coroa de espinhos (em espanhol)
Classe Asteroidea (em português)
Os fósseis da bacia de Sergipe-Alagoas (em português)
Biomania - Echinodermata (em português)

 

 


 

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Fuente: USFWS
Fuente: USFWS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Crédito NASA/CCAD
Crédito NASA/CCAD

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fuente: NOAA
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