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REGIONAL: Cidades sustentáveis
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MONTEVIDÉU.- Em 2015, o mundo terá 23 megacidades com mais de dez milhões de habitantes e 19 estarão nos países em desenvolvimento, alertaram especialistas no fórum Reinventando a Cidade, realizado no dia 27 de junho em Montreal, por iniciativa do Secretariado de Manejo do Meio Ambiente para a América Latina e o Caribe (Sema).
A maior parte desse crescimento acontecerá nas regiões menos desenvolvidas, em particular na América Latina e no Caribe, cuja pobreza urbana é a mais alta do mundo, com 39% de famílias abaixo da linha de pobreza, segundo o Banco Mundial.
Representantes de governos, do setor privado e da sociedade civil revisaram práticas inovadoras em matéria de desenvolvimento sustentável e iniciaram o resumo de normas internacionais, adquiridas através de diferentes experiências urbanas.
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ARGENTINA: Cada vez mais bicicletas
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BUENOS AIRES.- O uso de bicicletas na capital argentina aumentou 51% no último ano, devido à crise econômica, segundo estudo da Associação de Usuários de Bicicletas.
A bicicleta não requer gastos de manutenção e permite economizar o dinheiro da condução, que representa entre 10% e 20% do salário mínimo.
Apenas 2% dos ciclistas de Buenos Aires são mulheres, segundo a pesquisa. Porém, nos subúrbios não pesquisados, muitas delas utilizam a bicicleta.
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MÉXICO: Guerra à maré vermelha
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MÉXICO.- A Universidade Autônoma Metropolitana do México vai pesquisar as microalgas que causam a “maré vermelha”, um fenômeno que provoca mortandade de peixes e intoxicações humanas pelo consumo de frutos do mar.
As marés vermelhas são causadas pela concentração maciça e esporádica de microorganismos unicelulares na superfície de água.
Os pesquisadores, que trabalharão em dez pontos da costa do Oceano Pacífico, querem definir em cinco anos um atlas dos locais onde o fenômeno acontece, seu comportamento e os mecanismos para enfrentá-lo.
LIMA.- Cientistas da Universidade de Piura, departamento do nordeste do Peru, pesquisam as condições climáticas do passado nos anéis das árvores das florestas secas da região.
“Os anéis nos dão testemunho do clima a cada ano de vida da árvore porque suas características variam de acordo com os regimes das estações de chuva aos quais está submetida a planta”, explicou Rodolfo Rodríguez, chefe da equipe de pesquisadores.
Piura é uma das zonas mais castigadas pelo El Niño, a corrente quente que atravessa periodicamente o Oceano Pacífico, provocando graves inundações ou secas em sua passagem.
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