Manguezais
Os
manguezais povoam a costa de muitas zonas tropicais
e subtropicais do mundo como coluna vertebral de um
ecossistema que sustenta uma imensa biodiversidade.
Porém, seu futuro está ameaçado
pelo desmatamento e degradação de seu
hábitat. Os manguezais são florestas
compostas de árvores chamadas mangues, cuja
informação na Internet também
é encontrada pela palavra em inglês "mangroves".
Devido ao seu desenvolvimento em zonas com abundância
de água, o ecossistema
gerado por estas florestas é conhecido como
terras úmidas. De acordo com o site onde se
explica a taxonomia
destas árvores, há cerca de cem espécies
com a denominação de "mangue",
todas pertencentes a famílias de plantas vasculares.
Resistentes ao sal, os mangues
habitam as margens do mar, em zonas de estuário.
As árvores, que têm uma lenha muito apreciada,
costumam ter parte de seus troncos e suas raízes
sob a água. As árvores produzem nutrientes
que permitem o florescimento de grande quantidade
da vida aquática, terrestre e aérea.
A perda do ecossistema provoca redução
da biodiversidade, causa erosão na costa e
afeta a qualidade das águas, segundo alertam
organizações que promovem a conservação
dos manguezais e seu uso sustentável.
Na Internet, algumas destas organizações
realizam intensas campanhas para salvar os manguezais.
No site do Mangrove
Action Project conta-se que em uma época
três quartos das costas tropicais e subtropicais
estavam povoadas por manguezais. Hoje, resta menos
da metade, e a metade do que resta está ameaçada.
A perda do hábitat, a contaminação
das águas, a exploração abusiva
e o corte para realizar projetos de desenvolvimento
afetam os manguezais. Uma das atividades produtivas
que atualmente causa grandes danos a essas florestas
é a criação de camarão,
segundo os defensores de sua conservação.
Há manguezais em todo o mundo? Um documento
encontrado no site
da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO) explica que cobrem cerca de 181 mil quilômetros
quadrados, em uma centena de países.
Ecossistemas
de manguezais (em espanhol)
Os
manguezais (em espanhol)
Mangrove
Action Project (em inglês)
Uso
sustentável de manguezais na América
Central (em espanhol)
As
crianças pintam os manguezais (em inglês)
Wetlands
and rainforests: Manguezais / Mangroves (em inglês)
Fao.org:
informações sobre manguezais (en
inglés)
Taxonomia
dos mangues (em inglês)
Red
Manglar (em espanhol)
Alerta
Mangue! (em português)
Mangues
de Santa Catarina (em português)
Manguezais
do Ceará (em português)
Manguezais
(em português)
Manguezais
- Berçário da Vida (em português)
Manguezal
(em português)
Importância
dos Manguezais (em português)
Ambiente
marinho e manguezais (em português)
Manguezais
(em português)
Conhecendo
um pouco sobre manguezais (em português)
Sirênios
O manati e o dugong são
fortes representantes da fauna aquática que
pertencem a uma mesma ordem natural: sirênios.
Existem no planeta há milhões de anos,
mas seu futuro não está garantido. Estes
animais são mamíferos
adaptados ao meio aquático, onde passam toda
sua vida, pois são incapazes de se deslocar
em terra. Segundo informação disponível
na Internet, seus antepassados existiram há
cerca de 60 milhões de anos. Embora sua semelhança
com as sereias da mitologia do passado possa ser questionada,
assegura-se que os marinheiros que os viram pela primeira
vez na antigüidade os confundiram com aqueles
seres.
No site Descobrindo
os Sirênios é lembrada uma passagem
da viagem de Cristóvão Colombo, em 1493,
quando "viu três sereias que apareceram
na superfície do mar; estas não eram
tão belas quanto se pintam, embora tenham algo
de humanas no rosto". Os "sereios",
na realidade, são animais com corpos volumosos,
também chamados de vacas-marinhas. Existem
quatro espécies: o manati da África
Ocidental, o manati do Amazonas (também chamado
de peixe-boi), o manati das Antilhas ou carinbenho
e o dugong. Também houve outro chamado de vaca-marinha
de Steller, exterminado pelos caçadores. As
ameaças para esta família de espécies
tem a ver, principalmente, com a perda ou a deterioração
de seu hábitat devido ao avanço da civilização
humana.
Os problemas vão desde
a má qualidade das águas à caça
ilegal. São espécies protegidas por
tratados internacionais. Uma rápida navegada
pela Internet revela que há uma preocupação
mundial por seu futuro, o que se reflete na existência
de organizações como a Savethemanatee.org
ou a Sirenian.org.
Em 2002, o Programa das Nações Unidas
para o Meio Ambiente (Pnuma)
lançou um apelo
mundial em favor dos dugong.
Perfil
da espécie: manatis (em espanhol)
Espécies
de sirênios e hábitat (em espanhol)
Pnuma/Dewa:
Dudong Report (em inglês)
Sirenews,
boletim do Grupo Especialista em Sirênios
(em inglês)
Salvem
o manati (em inglês)
Sirenian.org
(em inglês)
Manatis
e dugongs - livro infantil do Pnud (em espanhol)
Descobrindo
os sirênios (em espanhol)
A
página do dugong (em inglês)
Alerta
mundial pelo dugong (em português)
Discovery
Online: Câmara dos Manatis (em português)
Peixe-boi
ou Manati (em português)
Peixe
boi (em português)
Manatí
- Trichechus manatus (em português)
O
peixe-boi (em português)
Mesoamérica
O Corredor Biológico Mesoamericano,
que inclui os países da América Central e o Sul do
México, é um projeto importante para o futuro do planeta:
busca frear a deterioração ambiental em uma região
onde vivem 8% das espécies conhecidas. Diversos organismos
internacionais participam, junto com governos da região,
da cruzada do Corredor
Biológico Mesoamericano, que reúne os países,
sob o lema "naturalmente unidos", na busca de fórmulas
para preservar a biodiversidade e impulsionar o desenvolvimento
sustentável.
A região
mesoamericana, com cerca de 800 mil quilômetros quadrados,
inclui sete países da América Central (Belize, Costa
Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua
e Panamá) e cinco Estados do México (Campeche, Chiapas,
Quintana Roo, Tabasco e Yucatán). Uma busca de informação
sobre o projeto na Internet revela o interesse de
instituições como o Banco
Mundial, o Programa das Nações Unidas para o Meio
Ambiente (Pnuma)
ou a agência espacial norte-americana Nasa.
A estratégia de criação de um
Corredor que atravesse todos esses países surge diante
da evidência da destruição de hábitats devido à sua
mudança de uso para atividades como agricultura, pecuária
e turismo; pela degradação dos ecossistemas por atividades
como a superexploração de recursos, e a fragmentação
das zonas naturais. De acordo com algumas estimativas
divulgadas na Internet relacionadas com este projeto,
a taxa de perda de florestas é tão alta que, se não
forem tomadas medidas, poderão desaparecer até o ano
2015. As metas específicas de um projeto como este
são variadas. Em busca de melhores possibilidades
de conservação, tem como objetivo conseguir capacidade
de gestão, conscientização da população, informação
geográfica, monitoramento das mudanças, harmonização
de políticas, estímulos à sustentabilidade, entre
outros. A seguir, alguns sites onde é possível encontrar
informação sobre o Corredor Biológico Mesoamericano.
Corredor
Biológico Mesoamericano: naturalmente unidos
Pnuma:
Corredor Biológico Mesoamericano
Banco
Mundial: projetos ambientais na América Central
Comissão
Centro-Americana de Meio Ambiente e Desenvolvimento
(CCAD)
WRI:
em busca de um enfoque comum para o Corredor Biológico
Mesoamericano
Pnud-GTZ-CCAD:
Corredor Biológico
Nasa/CCAD:
Corredor Biológico Mesoamericano
Craig
Metrick: The Mesoamerican Biological Corridor
Fauna-Flora.org:
Mesoamerican Biological Corridor
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