Va al Ejemplar actual
PNUMAPNUD
Edición Impresa
MEDIOAMBIENTE Y DESARROLLO
 
Inter Press Service
Buscar Archivo de ejemplares Audio
 
  Home Page
  Ejemplar actual
  Reportajes
  Análisis
  Acentos
  Ecobreves
  Libros
  Galería
  Ediciones especiales
  Gente de Tierramérica
                Grandes
              Plumas
   Diálogos
 
Protocolo de Kyoto
 
Especial de Mesoamérica
 
Especial de Agua de Tierramérica
  ¿Quiénes somos?
 
Galería de fotos
  Inter Press Service
Principal fuente de información
sobre temas globales de seguridad humana
  PNUD
Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo
  PNUMA
Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente
 
Ecobreves

 
 

ARGENTINA: Pradarias em vias de extinção

BUENOS AIRES.- Setenta e cinco por cento dos solos da Argentina estão degradados pela desertificação e técnicas inadequadas de agricultura e pastoreio, alerta a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais. Na Patagônia, a superfície afetada chega a 90%.

O excesso de pastoreio desgastou a cobertura vegetal, o que fez cair a produção pecuária. No final dos anos 90, apenas oito milhões de cabeças de ovinos permaneciam nas pradarias patagônicas, que durante décadas abrigaram 20 milhões de animais.

A deterioração dos solos se estende às zonas central, noroeste e oriental do país, não só pela pecuária excessiva, como também pelo corte indiscriminado de florestas. A Agência de Cooperação Alemã (GTZ) prorrogou por três anos o programa de recuperação do solo que desenvolve há mais de uma década para reforçar a luta contra a desertificação.

 
 

PERU: Mineradoras pagam dano ambiental

LIMA.- As empresas mineradoras que operam no Peru deverão investir mais de US$ 1 milhão até 2006 na redução dos prejuízos ambientais provocados por suas atividades, afirmou o Ministério de Energia e Minas.

Os investimentos correspondem aos programas de adequação e manejo ambiental, incluídos nos contratos de concessão para a exploração.

Entre janeiro e junho foram mais de 50 denúncias de cidadãos e organizações ambientalistas sobre problemas ecológicos causados pela mineração.

Estas denúncias costumam ser resultado do trabalho dos comitês de vigilância ambiental cidadã nas regiões de mineração, reconhecidos pelas autoridades.

A mineração é o setor mais rentável da economia peruana, pois representa 40% das exportações anuais, bem como 60 mil postos de trabalho diretos e 240 mil indiretos.

 
 

MÉXICO: Clima incerto

MÉXICO.- A informação climática no México tem atraso de 15 anos, o que torna impossível previsões confiáveis, essenciais para os agricultores que se dedicam aos cultivos de temporada, a maioria no país.

A causa desse atraso é que as estações meteorológicas em funcionamento contam com apenas uma pessoa para recolher os dados, que terminam em fichas bibliográficas depois de passarem por sistemas de telegrafia e correio tradicional, afirmou a pesquisadora Norma Sánchez, da Universidade Autônoma Metropolitana.

Desde 1985, a quantidade de estações meteorológicas caiu de 1700 para 400, e não foram modernizados os métodos para processar a informação que reúnem, acrescentou.

A falta de dados atualizados e de sistemas de previsão é considerada grave, pois 77 das áreas agrícolas necessitam de irrigação e a produção depende dos ciclos de chuvas.

 
 

HONDURAS: Recipientes verdes

TEGUCIGALPA.- A Associação Hondurenha de Ex-Estudantes na Alemanha iniciou uma campanha para substituir por “ecobolsas”, fabricadas com algodão, os saquinhos plásticos de uso comercial.

Trata-se de substituir esses sacos descartáveis, cujo processo de degradação biológica dura muitos anos, por outros de tecido natural biodegradável, laváveis, de melhor qualidade e maior duração.

As "ecobolsas" foram lançadas no mercado no final de junho, com o patrocínio de várias empresas nacionais e internacionais, e estão concebidas para que os consumidores as utilizem em lugar de aceitar os tradicionais saquinhos plásticos oferecidos por supermercados e lojas.

O tecido para fabricá-las foi doado pelo empresário Adolfo Facussé, para quem a continuação da degradação ambiental “não só deixará ruim nossa qualidade de vida como esgotaremos as principais fontes que servem aos empresários para produzirem: os recursos naturais”.

 
 

PANAMÁ: Construção de laboratório marinho

PANAMÁ.- Este ano será concluída a construção de um laboratório marinho do Instituto Smithsoniano de Pesquisas Tropicais (STRI) no arquipélago de Bocas del Toro, no Caribe ocidental do Panamá.

O projeto, cujo custo supera o milhão de dólares, está incluído no investimento anual de 20 milhões que o instituto destina à região.

O laboratório vai permitir que pesquisadores de 40 países estudem os mangues, os pastos marinhos e a cobertura de coral das ilhas, disse Cristian Samper, diretor encarregado do STRI.

O edifício fará parte do complexo científico de Barro Colorado, uma ilha da bacia do canal do Panamá, que é reserva biológica desde 1923. Os cientistas instalarão um sistema de oito torres de telemetria para controlar a atividade de quase 200 espécies. Será o mais avançado estabelecido em uma floresta tropical, disse Samper.

O laboratório também contará com painéis de energia solar e sistema de tanques sépticos para o tratamento de esgotos.

 
 

EL SALVADOR: Aumentam as áreas protegidas

EL SALVADOR.- O Ministério do Meio Ambiente de El Salvador vai declarar área protegida a zona de San Benito, localizada no parque nacional El Impossible, uma das florestas tropicais de montanha mais valiosas do país. Esta será a área 57 das que estão sob regime de proteção ecológica, uma superfície de 4700 metros quadrados de riquezas biológicas.

O Estado entregará a administração perpétua dessa parte da floresta à organização ambientalista Salvanatura, que já desenvolve programas dentro do parque. As autoridades prevêem a transferência de outras dez zonas naturais para organizações civis a fim de que realizem programas de proteção.



* Fonte: Inter Press Service.


Copyright © 2001 Tierramérica. Todos los Derechos Reservados