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CUBA: Plano contra o deserto

HAVANA.- Técnicos cubanos estão sendo capacitados na Alemanha para recuperar uma zona árida na província de Guantânamo, um dos ecossistemas mais frágeis de Cuba.

A iniciativa é parte de um programa financiado pelo governo da ilha e a União Européia, para transformar essa região em um modelo regional de desenvolvimento sustentável. O programa prevê assegurar, a partir do próximo ano, o auto-abastecimento familiar de hortaliças e alimentos de origem animal e criar empregos para mais de 30 mil habitantes da região.

Mais da sexta parte do território cubano, de 110 mil quilômetros quadrados, está parcialmente desertificada, fenômeno que se procura reverter com o Programa Nacional contra a Desertificação e a Seca, criado em 1995.

 
 

CHILE: Libertados animais silvestres

SANTIAGO.- O centro de reabilitação de fauna silvestre do Comitê Nacional Pró-Defesa da Flora e da Fauna libertou duas raposas cinzentas (Pseudalopex griseu) e dois furões (Galictis cuja), espécies ameaçadas por caçadores e contrabandistas.

As raposas cinzentas chegaram ao centro como cachorros órfãos, resgatados por particulares, e os furões foram apreendidos com vendedores ilegais. Depois da reabilitação, os animais foram devolvidos ao seu hábitat.

No centro de Río Clarillo, a sudoeste de Santiago, veterinários e outros especialistas curam e criam mamíferos e aves que chegam feridas ou recém-nascidas. O furão pertence à família dos mustélios, mamíferos carnívoros de corpo alargado e patas curtas, como o visão, o texugo e a lontra.

 
 

VENEZUELA: Turismo verde em Los Roques

CARACAS.- A Fundação Científica Los Roques e o Ecoportal Wildlife Venezuela (http://www.ecoportal.venezuela.com) procuram converter o arquipélago Los Roques, no Caribe venezuelano, em um local de ecoturismo.

O projeto Ecological Treasure in the Caribbean (Tesouro Ecológico no Caribe) criará pacotes turísticos para instruir os visitantes sobre a importância de preservar os recursos naturais das ilhas, declaradas parque nacional pelo governo venezuelano em 1972.

 
 

Brasil: Cresce a agroecologia

RIO DE JANEIRO.- A agricultura familiar fornece 70% dos alimentos consumidos no Brasil, o que representa um importante avanço rumo à agroecologia, afirmam especialistas.

O Brasil conta com muitas iniciativas a favor da produção ecológica, como a extração sustentável e o controle biológico de pragas, mas é necessário difundi-las, disse ao Terramérica Mabel de Faria Melo, coordenadora do Encontro Nacional de Agroecologia, que acontecerá entre os dias 30 de julho e 2 de agosto, no Rio de Janeiro, com a participação de 500 agricultores, pesquisadores e ativistas.

A agroecologia compreende a distribuição da terra, o uso do solo e dos recursos hídricos, a tecnologia empregada, a educação e as políticas sociais, afirmou Mabel.

 
 

PANAMÁ: Abelhas aumentam produção de café

PANAMÁ.- A presença das abelhas africanas determinou aumento de 25% na produção e no peso dos grãos de duas variedades de café cultivados na província panamenha de Chiriquí, segundo estudo do Instituto Smithsoniano de Pesquisas Tropicais.

As abelhas africanas, que chegaram ao país nos anos 80, provocaram esporádicos ataques fatais contra humanos, bem como uma queda da indústria apícola, sobretudo em Chiriquí, onde se produz boa parte do mel panamenho. Mas o entomologista David W. Roubik pesquisou durante cinco anos a ligação destas abelhas com o aumento da produção das variedades panamenhas de café “caturra” e “catimor”.

O campo de estudo foi uma zona rural a 30 quilômetros da fronteira com a Costa Rica, na bacia do rio Chiriquí Viejo. O trabalho de Roubik foi publicado em junho pela revista científica Nature e incluído na obra Panamá: Ponte Biológica, editada pelo antropólogo panamenho Stanley Heckadon-Moreno.

 
 

GUATEMALA: Venda de oxigênio para a Holanda

GUATEMALA.- O governo da Guatemala negocia um convênio para a venda de oxigênio para a Holanda, que permitiria ao país europeu maior copa de emissão de gases que provocam o efeito estufa e que daria ao país centro-americano recursos para conservar suas riquezas naturais.

O acordo firmado entre o Ministério de Meio Ambiente da Guatemala e o governo holandês estabelece que este poderá comprar da Guatemala unidades de redução daqueles gases num total de dez milhões de toneladas de dióxido de carbono, até 2012.

O governo da Holanda se comprometeu a investir em projetos guatemaltecos, aos quais dará assistência técnica, e assim obter as unidades de redução de gases. Funcionários da Guatemala destacaram que se trata de um grande passo para a conservação dos recursos naturais, embora considerem prematuro falar em benefícios econômicos. A venda de oxigênio carece de ética, pois permite aos países industrializados continuarem poluindo, disse o ambientalista Carlos Albacete, diretor da organização Trópico Verde.



* Fonte: Inter Press Service.


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