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Conferências ambientais

Há 30 anos a Organização das Nações Unidas convocou a primeira conferência mundial sobre meio ambiente e desenvolvimento. Em 2002, às vésperas de uma nova Cúpula sobre esse tema, na África do Sul, o desafio é estabelecer uma estratégia de ação que permita salvar o planeta. A primeira reunião convocada pela ONU foi a Conferência as Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo, na Suécia, em junho de 1972.

Nessa época, este tema ainda não fazia parte da agenda internacional nem era uma preocupação dos governos, que em sua maioria careciam de uma institucionalidade para o setor. Na declaração final de Estocolmo ressaltava-se a responsabilidade dos humanos na conservação de seu meio ambiente. Foi o início de um debate que ainda não acabou. Como conseqüência da conferência de 1972 foi criado o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

Passaram-se 20 anos antes do próximo encontro. Em 1992, foi realizada a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida também como Cúpula da Terra, na cidade do Rio de Janeiro. Esta foi a reunião internacional de mais alto nível até então: participaram 172 países e um número inédito de 107 chefes de Estado e de governo, junto a dezenas de milhares de delegados e representantes da sociedade civil. Eles assistiram à assinatura de uma série de compromissos, sendo o mais importante deles a Agenda 21 ou Programa 21, que propõe um plano de ação para conseguir um desenvolvimento compatível com a conservação do meio ambiente.

De fato, uma contribuição fundamental desta Cúpula da Terra foi a difusão do conceito de desenvolvimento sustentável, entendido como aquele que permite atender às necessidades atuais sem comprometer as capacidades que terão as futuras gerações para satisfazer suas próprias necessidades. A Conferência do Rio, precedida da Cúpula da Infância, impulsionou o desenvolvimento de uma série de conferências mundiais patrocinadas pela ONU. E passaram-se outros dez anos antes que o meio ambiente voltasse a ser objeto de uma convocação de alto nível.

Entre 26 de agosto e 4 de setembro, a cidade sul-africana de Johannesburgo será a sede da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável. O encontro também é chamado de Cúpula Rio+10, pois acontece uma década depois da anterior, e um de seus objetivos é avaliar o cumprimento dos compromissos assumidos na época. Também existe o desafio de lançar uma nova estratégia que permita avançar realmente para um desenvolvimento mais sustentável. Será possível alcançar esta meta? Esta é a grande pergunta que paira sobre a Rio+10.

Conferência de Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano, 1972
Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desnevolvimento,1992
Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, 2002
Informe sobre a Cúpula da Terra
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Agenda 21
ONU: Conferências e eventos
Sobre as conferências internacionais da ONU
Pnuma: Perfil corporativo

Johannesburgo

A cidade de Johannesburgo, na África do Sul, será durante duas semanas o epicentro de uma reunião fundamental para o futuro ambiental do planeta, a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, que atrairá dezenas de milhares de delegados de todo o mundo. Esta Cúpula convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU) poderia convocar uma centena de chefes de Estado e de governo, e um total de 65 mil delegados, de acordo com as estimativas dos organizadores. Para a cidade anfitriã, é uma oportunidade e um desafio.

Além dos debates próprios de uma cúpula, a cidade teve de enfrentar um longo processo de preparação, incluindo obras de infra-estrutura, e uma estratégia para atender um número tão elevado de visitantes. A Companhia da Cúpula Mundial em Johannesburgo foi criada para a preparação do encontro, também conhecido como Cúpula Rio+10, por realizar-se dez anos depois da anterior, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 1992.

As autoridades da cidade de Johannesburgo, que tem uma página na web sobre os preparativos para a Cúpula, informavam duas semanas antes da chegada dos delegados que haviam sido reservados 43 mil quartos de hotel. Os organizadores também prepararam cerca de sete mil camas em casas particulares.

Johannesburgo tem 115 anos, pois foi fundada em 1886. A cidade é um centro mineiro e industrial da maior importância, com 3,8 milhões de habitantes (censo de 1998).

Um site com os números desta metrópole indica que 40% da população é de menores de 24 anos e 72% de raça negra. A Internet é uma fonte de informação importante para os viajantes que se dirigem à África do Sul por ocasião da Cúpula. Além da informação específica sobre o encontro, é possível encontrar guias de turismo de Johannesburgo, informes sobre o tempo e dados de serviços disponíveis na cidade, que fica a dois mil metros de altitude.

Companhia da Cúpula Mundial em Johannesburgo (em inglês)
Cúpula Rio+10 em Johannesburgo (em inglês)
Joburg: site oficial da cidade de Johannesburgo (em inglês)
Johannesburgo em números (em inglês)
Earthsummit2002: recomendações aos viajantes (em inglês)
ONU/Cyberschoolbus: perfil de Johannesburgo (em espanhol)
Prognóstico do tempo para Johannesburgo (em espanhol)
Viajar.com: Johannesburgo (em espanhol)
Ananzi: portal da Internet sobre a África do Sul
Johannesburgo: guia de serviços
Site oficial brasileiro da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (em português)
Canal do Tempo.com - Johannesburgo (em português)
Folha do Turismo - África do Sul (em português)
Ecoturismo - África do Sul (em português)

Corredores biológicos

O conceito de corredor biológico implica uma ligação entre zonas protegidas e áreas com uma biodiversidade importante, a fim de contrapor-se à fragmentação dos hábitats. E, na atualidade, são apresentados como uma nova ferramenta para promover a conservação da natureza. Uma incursão em busca de informação sobre esse tipo de projeto de conservação na Internet evidencia que o projeto mais comentado atualmente é o do Corredor Biológico Mesoamericano, que inclui os países da América Central e o sul do México, mas não é o único.

projetos de corredores no Brasil, na região amazônica e na selva atlântica, na zona andina do Equador e Peru, também são mencionados como alternativa na Argentina, e existem alguns projetos de alcance menos limitado que o mesoamericano na América Central, e outros nos Estados Unidos. Embora a maioria seja mencionada na América, também são considerados como alternativa em outras regiões, como, por exemplo, no Mar Negro ou no Butão. Uma página web, que explica a natureza do termo "corredor" utilizado no sentido biológico, alerta que esta nomenclatura era conhecida desde os anos 30, embora na década de 60 tenha surgido a proposta de implantá-los para unir reservas ou outras zonas com diversidade em espécies.

"Os corredores devem permitir o aumento em tamanho e aumentar as probabilidades de sobrevivência das populações menores" de espécies, adverte esta página web. Mas, para que sejam eficientes, estes corredores devem estar bem planejados, acrescenta. O objetivo fundamental dos corredores biológicos é a conservação dos ecossistemas. "Os corredores incluem áreas de excepcional biodiversidade", explica uma página web sobre os projetos brasileiros.

No caso da selva ou Mata Atlântica brasileira, o projeto destaca que os hábitats que se conseguiu preservar neste ecossistema são verdadeiras ilhas. O desafio dos corredores "é restabelecer a ligação". No caso do Corredor Biológico Mesoamericano destacou-se a importância de conservar uma área relativamente pequena da superfície onde, entretanto, há uma enorme biodiversidade.

Corredor Biológico Mesoamericano (em espanhol)
Grupo Banco Mundial: projeto de corredores ecológicos no Brasil (em português)
Corredor Biológico do Golfo de Fonseca (em espanhol)
Corredor Biológico no Chocó Andino no Equador (em espanhol)
O que é um corredor biológico? (em espanhol)
Corredor ecológico no Mar Negro (em inglês)
Proposta de corredor ecológico em Porto Rico (em inglês)
Para uma definição de corredor biológico (em inglês)
Corredores biológicos no Butão (em inglês)



 


 

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Fonte: NASA
Fonte: NASA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

. Crédito: Carlos Ravazzani/megavision.com.br
Crédito: Carlos Ravazzani/megavision.com.br