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MÉXICO: Governo no banco dos réus
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MÉXICO.- A Comissão para a Cooperação Ambiental da América do Norte (CCA) resolveu aceitar as denúncias de indígenas tarahumaras do Estado mexicano de Chihuahua, que acusam o governo de permitir a destruição de suas florestas por parte de empresas madereiras e cortadores ilegais.
A CCA, órgão adjunto ao Tratado de Livre Comércio da América do Norte, decidiu redigir um relatório que mostrará as supostas falhas das autoridades. O governo de Vicente Fox disse que as acusações, feitas em 2000, quando o presidente era Ernesto Zedillo (1994-2000), não têm fundamento e foram atendidas naquele momento.
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PERU: Punição para empresa chinesa
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LIMA.- O governo do Peru puniu economicamente a empresa de mineração chinesa Shougang Hierro Peru, que explora as maiores jazidas de ferro do país, por violar normas de proteção ambiental.
Segundo as autoridades, a empresa, que comprou em 1994 os direitos de exploração e ativos da estatal Hierro Peru, é responsável pela poluição das águas da praia San Juanito e ao seu redor, no Pacífico, devido a um problema ocorrido em 1º de julho com escoria mineral em uma de suas minas.
As autoridades concluíram que a causa foi o projeto deficiente, o não-cumprimento de normas de prevenção e segurança e a falta de um plano de emergência.
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Brasil: Anunciada a Ecolatina 2002
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RIO DE JANEIRO.- A V Conferência Latino-Americana sobre Meio Ambiente (Ecolatina 2002), que acontecerá de 24 a 27 de setembro em Belo Horizonte, será a primeira oportunidade da América Latina para avaliar os resultados da Cúpula Rio+10, realizada na África do Sul e que terminou no dia 4 de setembro.
O encontro tem patrocínio do jornal Estado de Minas Gerais, da Prefeitura de Belo Horizonte, do Banco Mundial e do Sebrae. No ano passado teve 5.200 participantes e 155 expositores de oito países.
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COLÔMBIA: Outro passo em favor da camada de ozônio
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BOGOTÁ.- O uso industrial de substâncias que esgotam a camada de ozônio se reduziu em 47,9% na Colômbia, entre 1994 e 2002, afirmou o Ministério do Meio Ambiente.
Em 1994, o uso de gases clorofluorocarbonos (propelentes e refrigerantes) e halons (extintores de incêndio) chegava a 1123 toneladas.
Através de 40 projetos e reconversão tecnológica, com investimento de aproximadamente US$ 12 milhões, esse consumo caiu para 1018 toneladas este ano, afirmam as autoridades. Para saber mais sobre os avanços da região sobre o tema entre no site www.tierramerica.net.
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