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BRASIL: Alerta sobre os raios
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RIO DE JANEIRO.- Cerca de cem pessoas morrem por ano no Brasil devido às descargas elétricas naturais, que também causam prejuízos econômicos anuais de US$ 200 milhões, garante o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O Brasil sofre quase 70 milhões destas descargas elétricas por ano, o dobro das registradas nos Estados Unidos, com um território 10% maior do que o brasileiro. Isso acontece porque são mais freqüentes em países tropicais. Especialistas do Inpe afirmam que as descargas afetam sobretudo as linhas de transmissão elétrica e de telefonia, e projetaram um sistema de alerta contra elas em áreas abertas.
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AMÉRICA CENTRAL: Aumenta a campanha contra a Alca
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SAN JOSÉ.- Organizações ambientalistas da América Central lançaram, em novembro, uma campanha contra as negociações para criação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), sob o lema “América Central não está à venda”.
Os promotores, grupos ecologistas filiados à rede internacional Amigos da Terra, organizarão diversas atividades de divulgação na Costa Rica, El Salvador, Nicarágua e Honduras. Segundo os ativistas, a Alca representa, entre outras coisas, uma ameaça à segurança alimentar dos centro-americanos, pois “promove um sistema agrícola manejado por multinacionais”.
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VENEZUELA: Pesquisa sobre os efeitos do vanádio
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CARACAS.- Cientistas do Estado de Zulia, no ocidente da Venezuela, pesquisam os efeitos na saúde humana do vanádio, metal mutagenético presente no petróleo e nos hidrocarbonos. “O vanádio é capaz de causar mudanças genéticas em plantas, animais e seres humanos”, afirmou Victor Granadillo, da Universidade do Estado de Zulia, onde se explora petróleo há quase 90 anos.
O laboratório de Granadillo registrou mutações genéticas atribuíveis ao vanádio em peixes, aves e répteis. A exposição pode causar alterações nos vasos sangüíneos, na pressão arterial e no transporte do cálcio no organismo humano. O ar de Maracaibo, capital de Zulia, contém entre 40 e 170 unidades de vanádio por mil milhões de partes, enquanto em zonas rurais remotas encontrou-se apenas uma unidade de vanádio por mil milhões de partes.
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CUBA: Estalagmite gigante será filmada
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HAVANA.- Especialistas cubanos e canadenses filmarão a maior estalagmite conhecida no planeta, a 179 metros de profundidade, na caverna Martin Infierno, no centro de Cuba.
Até agora somente os espeleólogos que se aventuraram a essa profundidade puderam observar a estalagmite, uma rocha calcárea de 67,2 metros de altura que se forma no solo da caverna com o gotejamento de água com carbonato de cálcio.
A estalagmite, descoberta em 1970 e declarada monumento nacional, é considerada “a oitava maravilha do mundo”. Antes, a maior estalagmite conhecida era a da caverna de Astelex, na Hungria, com 25 metros de altura.
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GUATEMALA: Dieta com calorias insuficientes
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GUATEMALA.- A situação alimentar na Guatemala é preocupante, com a dieta média contendo 2159 calorias, abaixo da média de 2802 calorias da maioria das nações da América Latina, alerta a Missão de Verificação das Nações Unidas para a Guatemala (Minugua). Segundo as cifras oficiais, 48,8% dos alunos do primeiro grau sofrem de desnutrição crônica.
“A fome os coloca num círculo vicioso de vulnerabilidade, de fome-pobreza-fome, que os priva de chegar às oportunidades de desenvolvimento e a um direito humano fundamental”, afirmou Minugua. A insegurança alimentar neste país agravou-se desde o início de 2001, por causa da queda dos preços internacionais do café e pela falta de chuvas que afetou as colheitas.
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HONDURAS: Investimentos de Taiwan
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SAN PEDRO SULA, HONDURAS.- O governo de Taiwan e o Banco Centro-Americano de Integração Econômica (BCIE) firmaram, em Honduras, um acordo para atrair investimentos desse país para a América Central.
O convênio firmado por representantes do BCIE e do Fundo de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento de Taiwan (ICDF) permitirá iniciar um programa regional de garantias de crédito com a intenção de que pequenas e médias empresas de Taiwan invistam e desenvolvam projetos nos países centro-americanos.
Para a execução do programa, o ICDF aprovou uma verba de US$ 100 milhões, destinada a fortalecer a coooperaçao entre o setor privado da América Central e Taiwan.
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