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MÉXICO: Debate sobre águas fronteiriças

MÉXICO.- Uma centena de cientistas e acadêmicos internacionais se reunirão na cidade mexicana de Monterrey, entre 18 e 22 de novembro, para analisar os problemas de administração de águas fronteiriças em 50 países.

Os participantes do Simpósio Internacional de Gestão de Águas Transfronteiriças tentarão estabelecer uma lista de recomendações sobre o manejo das bacias hidrográficas e dos rios situados em zonas de fronteira.

Também serão apresentados estudos “hidrológicos e climatológicos que procuram caracterizar as secas e que propõem critérios e metodologias para melhorar o manejo conjunto da água”, disse a Secretaria de Meio Ambiente do México, anfitriã do encontro. Uma das questões centrais será o caso do rio Bravo, na fronteira entre Estados Unidos e México, em torno do qual periodicamente surgem reclamações pela distribuição de suas águas.

 
 

GLOBAL: Uma no cravo, outra na ferradura

SANTIAGO.- Entre tragos doces e amargos, a XII Conferência das Partes da Cites, realizada entre 3 e 15 de novembro, no Chile, permitiu avanços substanciais na proteção de algumas espécies, mas fracassou em garantir a conservação de outras.

A reunião da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (Cites) manteve a proibição da caça a duas espécies de baleias e aprovou medidas de proteção para populações de tartarugas e cavalos marinhos. Porém, o elefante africano não teve tanta sorte: os dois mil delegados presentes ao encontro autorizaram de maneira parcial a exportação de marfim, o que compromete o futuro deste mamífero gigante.

O tubarão-baleia e o tubarão-peregrino foram melhor contemplados. Na sexta-feira, dia 15, último dia da reunião, foi aceita a proposta de inclui-los no Apêndice II, onde se autoriza o comércio de espécies, mas com restrições. Para saber mais sobre os resultados da Cites, entre no site: www.tierramerica.org

 
 

PERU: Recuperação de terras salinizadas

LIMA.- Plantadores de arroz da localidade de Lambayeque, na costa setentrional do Peru, iniciaram um programa de recuperação de solos salinizados pelos inadequados sistemas de irrigação utilizados na região.

Nos trabalhos de recuperação trabalharão 178 agricultores que perderam suas terras pela salinizaçao, explicou o diretor do programa de irrigação de Lambayeque, Enrique Salazar. Nos próximos seis meses serão construídos 7660 metros de drenagens principais e 18 mil metros de drenagens secundárias para lavar o solo afetado e recolher a água com excesso de sal.

Segundo o Ministério da Agricultura, 28 mil dos 65 mi hectares de arrozais do vale Chancay-Lambayeque estão afetados pela salinização, fenômeno que pode inutilizar todas as terras agrícolas da região em 25 anos.

 
 

HONDURAS: Governo impotente diante do gorgulho

TEGUCIGALPA.- O governo de Honduras se declarou impotente para controlar a praga de gorgulho de pinheiro, que nos últimos três anos destruiu quase 30 mil hectares de florestas e mantém em quarentena sete dos 18 departamentos do país.

A praga “escapou de nosso controle e, embora tenhamos conseguido fundos para combatê-la, necessitamos de maior apoio dos municípios e da população para formar uma frente comum rápida e efetiva”, disse a ministra de Meio Ambiente, Patrícia Panting. Uma das causas da propagação é a fragilidade ambiental de Honduras, acrescentou.

O inseto se desenvolve em forma de larvas que se apropriam das florestas debilitadas por incêndios, secas, resinagem ou alta densidade. Apenas no departamento de Olancho a praga acabou com 5741 hectares de floresta.

 
 

EL SALVADOR: Inventário de florestas

SAN SALVADOR.- O governo de El Salvador decidiu realizar um inventário nacional de árvores para saber quantidade, variedade e extensão das espécies, através de técnicas como imagens por satélite e inspeções no campo.

O Ministério da Agricultura e Pecuária contratou uma empresa privada para o trabalho, patrocinado pelo Corredor Biológico Mesoamericano, projeto intergovernamental para restaurar a biodiversidade da América Central e sul do México.

Com um custo de US$ 900 mil, o inventário deve ser concluído em outubro de 2003. O país perde 59 milhões de toneladas métricas de solo por ano, devido à erosão provocada pelo desmatamento e importa até US$ 100 milhões anuais em produtos de origem florestal. A recém-aprovada lei florestal não prevê nenhum incentivo para que o setor privado se dedique à plantação de árvores.

 
 

NICARÁGUA: Genética para melhorar o gado

MANÁGUA.- O governo da Nicarágua e a Universidade Nacional Agrária (UNA) acertaram um programa de melhoria genética do gado reina, uma raça bovina nicaragüense que foi declarada patrimônio nacional. A intenção é elevar o rendimento da raça, explicou o reitor da UNA, engenheiro Telemaco Talavera, através de implantes de embriões nos melhores ventres disponíveis.

“O gado reina tem características especiais para o trópico, possui genes que lhe permitem resistir ao calor e pode ser gado leiteiro e de corte. A UNA trabalha para melhorar os transplantes de embriões desse gado”, disse Talavera. Financiado pelo Ministério da Agricultura, Instituto de Desenvolvimento Rural e Agência de Cooperação do Japão, o projeto incluirá capacitação dos produtores e distribuição de ampolas de sêmen de melhor qualidade.



* Fonte: Inter Press Service.


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