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Bananas e plátanos

As bananas e os plátanos são frutas de origem milenar, convertidas em um alimento de grande importância para a humanidade. Seu comércio também nutre um mercado de grande dinamismo e seu cultivo inspira estudos científicos sobre sua genética ou sobre as possibilidades da produção ecológica. Na Internet é possível conseguir abundante informação sobre essas frutas.

Pode-se começar pela página da banana da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), onde há referências estatísticas e estudos recentes. Este organismo também abriga um Grupo Intergovernamental em cujas reuniões são revisadas tanto as condições dos mercados internacionais quanto as perspectivas de se conseguir uma produção mais ecológica.

O aumento sustentável da produtividade no cultivo dessas frutas é um objetivo fundamental da Rede Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano (Inibap), que explica que estas frutas representam a maior parte da alimentação diária para 400 milhões de pessoas em uma centena de países.

No site Bananas: espécies de musa, consta que a planta produtora desta fruta é cultivada atualmente em todas as regiões tropicais e constitui a quarta maior colheita do mundo. A palavra musa refere-se ao gênero das bananas. A maioria das variedades atuais descendem de duas espécies silvestres, Musa acuminata e Musa balbisiana, explica-se na página sobre esta fruta no site dos Jardins Botânicos Reais Kew. São originárias da região indo-malaia, mas desde épocas pré-históricas começaram a migrar para outras regiões do mundo.

Os principais produtores de banana são Índia e Brasil. A banana é considerada um excelente alimento e um “combustível natural” para os esportistas. Na Internet também existem diretórios de sites sobre este tema, descrições sobre o mercado onde o produto é comercializado e comentários sobre os perigos que podem afetar a sobrevivência da fruta.

FAO: página da banana (espanhol)
FAO: Grupo Intergovernamental sobre a Banana: Informe 2001 (espanhol)
Rede Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano - Inibap (inglês, espanhol)
Inibap: sites sobre bananas (espanhol)
Banana: Royal Botanic Gardens Kew (inglês)
O poder da banana (português)
Banana: espécies de musa (inglês)
BBC: banana em perigo? (inglês)
Bananas na Internet: links (inglês)
História e descrição: o mercado mundial da banana (espanhol)
Cores e Sabores Tropicais (português)
Banana (português)
Coordenadoria de Defesa Agropecuária - São Paulo (português)

 

Florestas e desmatamento

O desmatamento é a devastação das florestas, uma perda de árvores que em cerca de dez mil anos de civilização provocou problemas como a degradação de solos ou a redução irremediável da biodiversidade. A superfície de florestas existente no mundo é de 3.870 bilhões de hectares, segundo o último relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) sobre a Situação das Florestas do Mundo.

Este relatório de 2001 destaca que 95% dessa superfície corresponde a florestas naturais e 5% a plantações florestais. Também destaca que anualmente são perdidos 14,2 milhões de hectares devido ao desmatamento, e são plantados 5,2 milhões, o que implica uma redução líquida anual de 9,4 milhões de hectares.

A FAO, que tem um Departamento de Montanhas encarregado da questão de florestas, informa no documento que durante os anos 90 avançou-se na formulação de objetivos de conservação, mas adverte que para tornar realidade "uma visão baseada no ordenamento sustentável" é necessária uma série de fatores, como capacidade para financiar e distribuir de maneira igual os custos e benefícios dos êxitos em matéria de conservação e a materialização de um compromisso político.

Em setembro próximo, delegados de todo o mundo estão convocados para a XII Congresso Florestal Mundial, para impulsionar a conservação das florestas, um hábitat que abriga 80% da biodiversidade, segundo o site dedicado a esta conferência. Embora a superfície florestal possa parecer ainda grande, no site de florestas do Instituto dos Recursos Mundiais (WRI) aparece um mapa animado que mostra de forma evidente a grande diminuição de árvores durante cerca de oito mil anos.

O desmatamento é produzido pelo uso excessivo dos recursos florestais que se traduz no corte de árvores e implica desde grandes madereiras até pequenos agricultores que buscam terreno para seus cultivos. Além disso, também influem outros fatores, como as catástrofes naturais e os incêndios.

Na Internet há grande informação sobre as características do desmatamento e em particular sobre os danos às florestas tropicais que, segundo um site, abrigam 70% das espécies animais e plantas. Também há grande quantidade de documentos especializados sobre o tema e sites com dados que servem para traçar planos de manejo desses ecossistemas.

FAO - Florestas - Departamento de Montanhas (vários idiomas)
FAO: Situação das florestas do mundo (vários idiomas)
XII Congresso Florestal Mundial (vários idiomas)
Instituto dos Recursos Mundiais: florestas, pastagens e terras áridas (inglês)
Observatório Mundial de Florestas - Global Forest Watch (vários idiomas)
Desmatamento: florestas tropicais em diminuição / Agência Canadense de Cooperação Internacional (espanhol)
Florestas tropicais (espanhol)
Desmatamento no EcoPortal.net (espanhol)
Áreasprotegidas.org: desmatamento na zona andina (espanhol)

Radiações solares

As radiações solares foram fundamentais para o surgimento da vida no planeta Terra, mas, em tempos modernos, os médicos lançam um alerta: alterações ambientais e sociais as converteram em uma companhia perigosa quando brilham com excessiva intensidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que o maior perigo está representado pelos raios ultravioleta (UV), considerados responsáveis por um aumento das doenças de pele e olhos, que são nossos órgãos mais expostos à luz do Sol. E as radiações ameaçam a todos, alerta a instituição.

O portal Intersun é a sucursal ciberespacial do Projeto Mundial UV patrocinado pela OMS, onde ficamos sabendo que estas radiações causam entre dois e três milhões de casos de câncer de pele, com exceção dos melanomas malignos, que somariam 132 mil. Além disso, podem ser causadoras de aproximadamente dois milhões de casos de cegueira registrados no mundo devido ao desevolvimento de cataratas. "A radiação ultravioleta pode prejudicar a pele, os olhos e o sistema imunológico", adverte um documento da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS) sobre "Sol, calor e frio".

Como explicar esse aumento de casos? Por um lado existe uma tendência maior a expor-se ao Sol, por exemplo, por motivos estéticos. Mas todas as fontes sobre este tema consultadas na Internet lembram que a diminuição da camada de ozônio popularmente conhecida com o buraco de ozônio, é um fator que afeta de forma importante a superfície terrestre. O estreitamento da camada de ozônio atribuído a poluentes produzidos pela civilização humana, como os gases clorofluorocarbonos ou CFCs, é um problema grave, pois é este componente que permite que sejam filtradas as radiações potencialmente prejudiciais, como os raios UV.

Para combater a emissão de poluentes que afetam o ozônio, os países de todo o mundo foram convocados a assinar o Protocolo de Montreal, cuja aplicação foi considerada um sucesso. Porém, os especialistas alertam que, apesar do êxito na redução dos poluentes, os efeitos deste problema ambiental continuarão sendo notados por muitos anos. A força das radiações UV, em especial as do tipo A ou B, já é um tema comum de discussão em muitos países.

No portal da Intersun existe uma página onde se explica a aplicação de um "índice UV" para qualificar a periculosidade dos raios. "Amigo visível, inimigo invisível"é um dos muitos sites dedicados a alertar sobre os efeitos do Sol na pele e também nos olhos. Para se proteger as pessoas devem recorrer a óculos escuros ou simplesmente procurar uma sombra.

OMS: portal Intersun - O Projeto Mundial UV (inglês)
Intersun: o índice UV (inglês)
OPS: Sol, calor e frio (espanhol)
Conecte-se: um buraco ameaçador (espanhol)
Pnuma: Secretaria do Ozônio (espanhol, inglês)
Conecte-se: O Protocolo de Montreal (espanhol)
Latinsalud: o Sol e a pele (espanhol)
Lapiel.com: pele e Sol (espanhol)
Óculos de sol (espanhol)
Os novos adoradores do Sol (espanhol)
Verão, Sol e pele (português)
Sol e pele (português)

Fórum Social Mundial 2003

O Fórum Social Mundial acontecerá pela terceira vez no final deste mês para apresentar com renovadas energias sua mensagem principal: “outro mundo é possível”. E a sede será novamente a cidade de Porto Alegre, que espera milhares de participantes nesse “espaço aberto de encontro”. A Internet é uma boa fonte para se conhecer os detalhes desta reunião mundial, já que conta com portais informativos dedicados especialmente ao Fórum, como Portoalegre2003.org, sites que explicam a origem e o tipo de temas tratados, ou outros que permitem entrar na cidade-sede, Porto Alegre.

No site web oficial do Fórum é anunciado que para o encontro, entre 23 e 28 deste mês, são esperados quase 300 mil participantes, procedentes de 121 países, representando quase cinco mil organizações, que participarão de mais de 1700 atividades previstas. Também se recorda que o Fórum é “um espaço para encontro de organizações, redes e movimentos da sociedade civil”, e por esse motivo não se permite a participação de pessoas ou entidades ligados a governos ou partidos políticos, a não ser a título pessoal. Também não são aceitas organizações armadas ou militares.

O Fórum, organizado por um comitê integrado por várias organizações da sociedade civil, conta com cinco eixos temáticos para os debates deste ano: desenvolvimento democrático e sustentável; princípios e valores, direitos humanos, diversidade e igualdade; mídia, cultura e contra-hegemonia; poder político, sociedade civil e democracia; ordem mundial democrática, combate à militarização e promoção da paz.

Desde 2001, esses encontros anuais da sociedade civil acontece como resposta ao Fórum Econômico Mundial de Davos. Seu objetivo é promover um desenvolvimento baseado no bem-estar do ser humano e uma globalização solidária. A organização dos fóruns realizados até agora demandou desafios logísticos importantes para a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, bem como para o governo do Rio Grande do Sul. O deste ano será ainda maior do que o de 2002, quando uma quantidade inédita de representantes da sociedade civil compareceu à reunião. Em 2004, o Fórum será na Índia.

Fórum Social Mundial 2003 / site oficial (vários idiomas)
Portal Porto Alegre 2003 (vários idiomas)
Governo do Rio Grande do Sul: Fórum Social Mundial (vários idiomas)
Comitê organizador / Secretaria (espanhol)
Prefeitura Municipal de Porto Alegre (português)
Isis / Conferências Internacionais / II Fórum Social Mundial (espanhol)
Terramérica: ao final do fórum 2002 (espanhol)
Fórum Econômico Mundial em Davos (inglês)
Portoweb: portal de Porto Alegre (português)
Porto Alegre: links da Internet

O arroz

Os grãos de arroz alimentam os seres humanos desde o início da civilização. Atualmente, este cereal originário de regiões úmidas da Ásia é o alimento básico para mais da metade da população do mundo. “Em nível mundial, o arroz ocupa o segundo lugar, depois do trigo, considerando-se a superfície plantada, mas, se for considerada sua importância como cultivo alimentício, o arroz proporciona mais calorias por hectare do que qualquer outro cereal”, explicam no site Arroz: Cultivo e Manejo”.

De acordo com informação copilada na Internet, a produção mundial de arroz beira os 590 milhões de toneladas métricas, em sua maior parte cultivadas na Ásia, embora também seja um produto agrícola importante para o resto do mundo. O nome científico do arroz é Oryza sativa, e é uma monocotiledonea da família Poaceae. A história do arroz começa com referências vindas da China de cinco mil anos atrás, embora se suspeite que possa ser originário da Índia, em cujo território há espécies silvestres endêmicas.

Na Internet existe abundante informação sobre o arroz. Em sua maior parte, trata-se de informação sobre o ingrediente culinário, que sustenta uma longa série de receitas em diversos pontos do mundo, incluindo preparações que têm fama mundial, como as paellas espanholas, os risotos italianos ou uma infinidade de pratos asiáticos.

Também é possível conseguir informação sobre as condições do cultivo, dos mercados nos quais o cereal é comercializado, empresas ou desafios do futuro: a necessidade de melhorar a produtividade, a introdução de espécies modificadas e a insustentabilidade dos cultivos. Esses temas costumam ser abordados pela Comissão Internacional do Arroz, da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

Arroz: cultivo e manejo (espanhol)
FAO: Comissão Internacional do Arroz (inglês)
Arroz.com (espanhol)
Revista Planeta Arroz (português)
O site do arroz (inglês)
Riceworld.com (inglês)
Riceonline.com (inglês)
História do arroz (português)
Generalidades do cultivo (espanhol)
Informação culinária: arroz (espanhol)
Embrapa Arroz e Feijão (português)
Arroz Brasileiro (português)
Arroz Irrigado (português)
Associação Brasileira das Indústrias de Arroz Parboilizado - Abiap (português)
Receita (português)

Pesca com mosca

A pesca com mosca é uma atividade esportiva que cada vez ganha mais adeptos no mundo, e cuja prática tem uma particularidade: apesar de estar baseada na captura de espécies aquáticas, costuma estar associada à conservação da natureza.

A pesca com mosca é uma atividade esportiva que cada vez ganha mais adeptos no mundo, e cuja prática tem uma particularidade: apesar de estar baseada na captura de espécies aquáticas, costuma estar associada à conservação da natureza. Este tipo de pesca requer habilidades particulares por parte de quem a pratica, o que inclui conhecimentos sobre os hábitos da espécie com a qual se vai lidar, sobre as condições da água onde a atividade acontecerá e, especialmente, da técnica para atrair, capturar e, depois, soltar os peixes.

Uma das características importantes da pesca com mosca é precisamente a técnica de captura e a devolução das espécies ao ecossistema, habitualmente conhecida por seu nome em inglês com “catch and release”, e que implica conhecer os mecanismos que permitiriam uma soltura do peixe com sucesso. Mas esse tipo de pesca esportiva também é associada à conservação porque os pescadores consideram ideais as zonas nas quais a intervenção humana seja mínima e, naturalmente, sem contaminação das águas. A teoria de devolver o peixe está vinculada ao propósito de não esgotar a espécie para poder continuar realizando essa atividade.

O sucesso da pesca com mosca é grande no século XXI e qualquer pessoa que procurar informação sobre o assunto na Internet encontrará com facilidade. A categoria sobre este assunto no Yahoo! tem dezenas de sites sobre técnicas, lugares mais apropriados, venda de produtos especializados. E há uma grande quantidade de sites dedicados a explicar os detalhes e a natureza deste esporte. Na zona do extremo sul, na Argentina e no Chile, já existe infra-estrutura para receber pescadores de todo o mundo que investem grande quantidade de recursos para chegar a regiões isoladas. Mas também se pratica em outros países, como México e Brasil.

A pesca com mosca é uma atividade antiga que, segundo várias histórias sobre a atividade disponíveis na Internet, deixou rastros durante a Idade Média e começou a consolidar-se como esporte a partir do século XIX. Em geral, a pesca com mosca está associada a lagos, rios e riachos de montanha e costuma lembrar a captura e devolução de salmonídeos, em particular trutas. Assegura-se que não há limitações: também pode ser praticada no mar, onde a variedade de espécies é muito maior.

Pesca com mosca na Patagônia (espanhol)
Guia de pesca com mosca no Chile
(espanhol)
Como soltar um peixe
(espanhol)
Perguntas freqüentes sobre a pesca com mosca
(espanhol)
Pesca com mosca no Brasil
(português)
A pesca com mosca - comentário
(espanhol)
Os salmonídeos (espanhol)
História da pesca com mosca (espanhol)
Pesca com mosca no mar (espanhol)
Yahoo! em inglês: pesca com mosca (inglês)
A história da pesca com mosca (português)
Fly Cast - Escola de Pesca com Mosca (português)
Pesca na Patagônia (português)

 

Quinoa

A quinoa, ou quinua, é freqüentemente evocada como o alimento sagrado de antigas culturas andinas, parte das dietas do passado. Mas suas qualidades converteram esta planta sul-americana num produto de muito futuro. “A quinoa é um dos poucos alimentos de origem vegetal nutricionalmente completo, isto é, que apresenta um balanço adequado de proteínas, carbohidrados e minerais, necessários para a vida humana”, diz um documento existente no site da Fao.org.

Este alimento é produzido por uma planta de grande resistência que se adapta a diversas condições de latitude e a altitudes de até quatro mil metros e pode crescer em zonas áridas e semi-áridas. O nome científico da quinoa é Chenopodium quinoa Wild, e entre suas denominações também está a de “trigo dos incas”. Em um site sobre a quinoa recorda-se que, segundo algumas pesquisas, este alimento começou a fazer parte da dieta dos seres humanos na região andina pelo menos cinco mil anos antes de Cristo.
Existem vários tipos de quinoa, e entre elas uma das mais conhecidas é a quinoa real. Este vegetal tem uma série de aplicações, mas, sem dúvida, seu uso maior é o de alimento para humanos e animais. A manipulação de seus grãos na cozinha data da antigüidade e dá lugar a uma interessante gastronomia. Mais além de seu uso em locais de cultivo tradicional, o alimento está sendo incorporado paulatinamente às dietas de outras latitudes, freqüentemente como um ingrediente saudável e sofisticado.
Para os camponeses da região andina trata-se de um insumo fundamental, e por isso saíram em sua defesa quando receberam a notícia de que uma variedade do alimento havia sido patenteada nos Estados Unidos. “Nossa integridade intelectual foi violada”, advertiram na oportunidade, ao recordarem que a quinoa foi melhorada pelo trabalho dos habitantes da região onde é cultivada há milênios.

Quinoa/quinua: antecedentes e características (espanhol)
Quinoa real (espanhol)
FAO/compêndio: Quinoa - introdução (espanhol)
Quinoa: composição e valor nutritivo (espanhol)
A quinoa: história, patentes nos Estados Unidos (espanhol)
Agricultores bolivianos contra patente da quinoa (espanhol)
Chenopodium quinoa (espanhol)
Receitas de quinoa (espanhol)
Chenopodiase - Textos sobre a quinoa (inglês)
Embrapa - Conheça a quinoa (português)
Embrapa - Primeira colheita comercial de quinoa (português)
Quinoa: alternativa na cobertura do solo e na produção de grãos (português)
Agência Unicamp de Notícias - Contém quinoa (português)

Pesticidas, Inseticidas

Os pesticidas são resultado do antigo desejo do homem de livrar-se das pragas que invadem seu modo de vida. Mas, no mundo moderno, já e conhecida a outra face de algumas destas substâncias: são venenos perigosos para a saúde e o meio ambiente. Em novembro deste ano, o Conselho da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) aprovou uma versão revisada do Código de Conduta sobre Distribuição e Uso de Pesticidas que fala da responsabilidade dos governos na regulamentação dessas substâncias, da necessidade de ajudar os países com dificuldades técnicas para assumirem os riscos de sua utilização e da importância de contar com boas práticas de produção e comercialização.

O uso de pesticidas na agricultura está muito difundido, pois são considerados essenciais para conseguir melhores condições de cultivo. A lista de substâncias utilizadas nesta atividade inclui algumas perigosas, o que levou organizações como a FAO ou a Organização Mundial da Saude (OMS) a insistirem na necessidade de adotar-se precauções em sua manipulação e venda. Num site sobre Pesticidas e Inseticidas são citados números da OMS segundo os quais dois milhões de pessoas são intoxicadas por essas substâncias a cada ano, e cerca de 200 mil morrem. Outro site, O que você deve saber..., sobre estes compostos, adverte que podem ocorrer danos se entrarem em contato com os olhos ou a pele, se forem aspirados ou ingeridos.

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, que tem um portal com informação sobre o assunto, dedica uma página em espanhol à advertência de que nesse país existem 17 mil pesticidas registrados, e que desse total 76% são utilizados nas zonas agrícolas e 23% em zonas urbanas. “O tempo é crítico em qualquer envenenamento com pesticidas”, alerta. Os casos de envenenamento podem ocorrer nas residências, ao entrar em contato com inseticidas, mas, em sua maior parte, afetam trabalhadores agrícolas ou suas famílias, que freqüentemente devem conviver com pesticidas.

Além do perigo que representa entrar em contato direto com tais substâncias, existe outro problema importante: a contaminação do meio ambiente. Trata-se de substâncias persistentes que permanecem durante muito tempo em solos, águas, vegetais e animais e que também podem ser consumidos por essa via. Na Internet existe bastante informação sobre os pesticidas, já que representam um problema de saúde ambiental importante. Venenos úteis? Pergunta um desses sites.

FAO: Código internacional para a distribuição e uso de pesticidas (inglês)
FAO: informação sobre pesticidas (espanhol)
FAO/OMS: ação conjunta sobre resíduos de pesticidas (inglês)
EPA: portal sobre pesticidas (inglês)
EPA: programa de segurança com pesticidas (espanhol)
O que você deve saber sobre pesticidas (espanhol)
Os pesticidas e os inseticidas (espanhol)
Pesticidas, saúde e meio ambiente (espanhol)
Pesticidas: venenos úteis? (espanhol)
Yahoo!: links sobre pesticidas (inglês)
FAO adverte sobre uso inadequado de pesticidas (português)
Agricultura Convencional - Pragas e Pesticidas (português)
Informações Toxicológicas Pesticidas (português)

Vazamentos de petróleo

A cena já vimos várias vezes: um petroleiro velho ou atravessando águas turbulentas se parte e deixa vazar um carregamento perigoso: petróleo. Esses vazamentos, como o ocorrido na costa ibérica, contaminam o oceano, prejudicam a vida e afetam a economia.

As notícias sobre o caso do petroleiro Prestige, procedentes da costa espanhola, em novembro deste ano, foram de arrepiar. O navio, considerado uma velharia, se partiu e afundou, e pode chegar a deixar vazar toda sua carga, de cerca de 77 mil toneladas de petróleo. Desde o momento em que começaram a ocorrer os primeiros vazamentos já era evidente que novamente havia acontecido um desastre para o ecossistema marítimo, que também colocou em xeque o futuro de comunidades costeiras onde milhares de famílias vivem da pesca.

Os vazamentos de petróleo produzem um fenômeno conhecido como "maré negra", quando uma película do produto, com densidade diferente da água, forma-se na superfície do mar. Seu efeito já é letal para as espécies que integram o ecossistema marinho, mas os prejuízos aumentam quando a poluição chega à costa.

As notícias sobre os vazamentos de navios são impactantes, especialmente porque a quantidade de petróleo vazada de uma vez é enorme. Mas o site sobre Vazamentos de Petróleo adverte que causam apenas 20% desse tipo de contaminação e que os 80% restantes provêem de atividades navais e extração ou transporte de petróleo no mar, entre outros. Uma pesquisa sobre responsabilidades no caso de vazamentos disponível na Internet indica que 12% dos vazamentos têm origem em acidentes de navios. E acrescenta que as plataformas petrolíferas vertem cerca de 130 mil toneladas anuais no mar. A cada ano, os oceanos do mundo são contaminados com três a quatro toneladas de petróleo.

A gravidade dos incidentes de vazamento gera preocupação em muitos níveis. É alvo de revisão por parte de organismos intergovernamentais e demanda a existência de estratégias de resposta e ação para enfrentar estes desastres ecológicos. Na Internet há grande quantidade de informação sobre vazamentos de petróleo de grande magnitude ou emblemáticos, a maior parte em inglês. Também há sites de empresas altamente especializadas que combatem estes incidentes.

Vazamentos de petróleo e óleos: Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (inglês)
BBC: Galeria do desastre na Espanha (espanhol)
Grande Caribe: Cooperação contra os vazamentos (espanhol)
Vazamentos de petróleo (inglês)
Responsabilidades pela contaminação por hidrocarbonos (espanhol)
Alguns casos de vazamentos de petróleo (espanhol)
O que ocorre com os vazamentos de petróleo? (inglês)
Vazamentos: Cobertura especial do Yahoo! em inglês
Vazamentos de hidrocarbonos: Ações (espanhol)
Site sobre vazamentos de petróleo: links (inglês)
Jornal Nacional: Resultado de busca por Prestige (português)
Maré negra ameaça Galiza (português)
A Indústria do Petróleo e o Meio Ambiente (português)
A Notícia na sala de aula. O petróleo em destaque (português)

Um bacalhau com problemas

O bacalhau de profundidade, ou merluza negra, é vítima de sua popularidade: a alta demanda em cozinhas de todo o mundo sustenta uma intensa atividade pesqueira que pode ameaçar sua sobrevivência. Mas esse argumento não serviu para aumentar a proteção desta espécie. Durante a XII Conferência das Partes da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (Cites), em Santiago do Chile, foi rejeitada uma proposta australiana para colocar o bacalhau de profundidade no Apêndice II desse tratado, que estabelece regras para sua compra e venda no mundo.

Os delegados optaram de forma unânime, inclusive com apoio australiano, por uma proposta do Chile no sentido de deixar a espécie fora desse regime especial de proteção e mantê-la sob vigilância da Convenção para a Conservação dos Recursos Vivos Marítimos Antárticos (CCAMLR), garantindo-lhe a aplicação de um sistema de documentação que permita certificar a origem do bacalhau e discriminar entre um produto legal e outro ilegal. Organizações ambientalistas, como a União Mundial para a Natureza (UICN) afirmam que as medidas de proteção em vigor até agora através da CCAMLR não são suficientes para deter a pesca excessiva dessa cobiçada espécie.

O Greenpeace realizou protestos durante a COP-12 da Cites para pedir a inclusão do bacalhau de profundidade no Apêndice II. Esta organização denunciou que a pesca ilegal do bacalhau de profundidade alimenta um mercado de mais de US$ 500 milhões. O nome cientifico do bacalhau de profundidade é Dissostichus eleginoides, conhecido como merluza negra, austromerluza negra, Patagonian Toothfish (inglês), Chilean sea bass (inglês), légine australe (francês) ou patagonsky klykach (russo). A proposta inicial de proteção da espécie incluía outro peixe muito parecido, também chamado de merluza negra, da espécie Dissostichus mawsoni.

Os bacalhaus de profundidade podem pesar cerca de 90 quilos, medir até dois metros e viver cerca de 50 anos. Mas seu grande tamanho tem alguns pontos fracos: a taxa de reprodução é lenta e os indivíduos da espécie demoram entre seis e dez anos para chegar à maturidade. Segundo um documento da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) disponível na Internet, em 1999 o Chile e a Argentina eram os países com maior captura de bacalhau de profundidade.

Porém, o principal problema para esta espécie é a pesca pirata. Um documento da Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos adverte que o alto preço pago pela carne desse peixe gera uma pesca ilegal e não regulada que ameaça a espécie. O bacalhau de profundidade é pescado em mares próximos da Antártida. Mas 90% da produção é imediatamente enviada para restaurantes no Japão, Estados Unidos e Europa.

Cites / COP-12: Decisão sobre o bacalhau de profundidade (espanhol)
IUCN: Áreas marinhas protegidas na Antártida (inglês)
IUCN: Proposta australiana na Cites para proteger a espécie (espanhol)
FAO: ficha do bacalhau de profundidade (inglês)
Ficha do Dissostischus eleginoides, merluza negra (espanhol)
Campanha contra o consumo do bacalhau de profundidade nos Estados Unidos (inglês)
US FDA: Informação sobre o Dissostischus eleginoides (inglês)
Chile / IFOP: bacalhau de profundidade (espanhol)
Greenpeace: protesto a favor do bacalhau de profundidade (espanhol)
Merluza negra, ouro branco: pesca pirata (espanhol)

 


 

Copyright © 2001 Tierramérica. Todos los Derechos Reservados

 

 

 


Crédito: P. Cenini/FAO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Corte de árvores em Honduras. Crédito: G.Bizarri/FAO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Fonte: OMS/Intersun

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Porto Alegre. Fonte: Webcam da Prefeitura

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Fonte: Ch.Errath/FAO.org

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: FAO/compendium
Fonte:FAO/Compendium

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: US EPA
Fonte: US EPA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dissostichus eleginoides. Fuente: FIGIS, Fao.org
Dissostichus eleginoides. Fonte: FIGIS, Fao.org