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Armas à venda
O mercado das armas evoca a face
mais obscura do comércio mundial, porque se
trata de um negócio mortal que movimenta milhares
de milhões de dólares por ano. Algumas
de suas conseqüências são previsíveis:
conflitos, mortes, devastação. A existência
deste comércio não passa despercebido
para uma série de organizações
que o vigiam e denunciam, muitas delas com presença
ativa na Internet, como é o caso da Federação
de Cientistas Norte-Americanos (FAS), segundo
a qual esse comércio supera os US$ 20 bilhões
anuais.
“Existem provas contundentes
de que certas transferências de bens ou serviços
militares de segurança e policiais podem fomentar
ou exacerbar os abusos contra os direitos humanos”,
diz a Anistia
Internacional em seu site sobre Tráfico de
Armas, onde oferece abundante informação
sobre um Comércio
do Terror.
A Organização
das Nações Unidas (ONU) realiza
uma forte campanha em favor do desarmamento,
considerado uma prioridade para um mundo que se encontra
armado até os dentes.
Grande parte da preocupação
das organizações sobre desarmamento
está voltada para as armas pequenas e leves,
movimentadas com maior facilidade entre a população
e que segundo o site Desarme.org
provocam a morte de cerca de 500 mil pessoas por ano,
das quais 200 mil vítimas de homicídio,
suicídio, crimes e acidentes.
O
Fundo das Nações Unidas para a Infância
(Unicef) mantém uma exibição
em seu site que denuncia o tráfico de armas
pequenas, com galeria e abundante informação
para demonstrar seu efeito pernicioso. Existe uma
arma pequena para cada 12 pessoas no mundo. Neste
site, o Unicef destaca que cerca de 95 países
possuem mais de 600 fábricas de armas pequenas
ou leves, embora 80% da oferta seja proveniente de
países industrializados.
O mercado legal destes produtos
letais oscila entre US$ 4 e 5 bilhões ao ano,
mas o ilegal pode superar os US$ 10 bilhões.
Na Internet é possível entrar em contato
com organizações que combatem o tráfico
de armas, encontrar textos
que descrevem o funcionamento da indústria
e o mercado, documentos como uma Convenção
Interamericana com os quais tenta-se reverter
a tendência armamentista, ou diretórios
de links
que permitem aprofundar na pesquisa desse assunto.
Unicef:
As armas pequenas na mira (inglês)
Convenção
Interamericana contra a fabricação e
o tráfico ilícito de armas de fogo,
munições, explosivos e outros materiais
relacionados (espanhol)
ONU: paz e segurança
através do desarmamento (inglês)
Portal: Desarme.org
(espanhol e português)
Federação
de Cientistas Norte-Americanos FAS (inglês)
Anistia
Internacional: O tráfico de armas (espanhol)
Anistia
Internacional: Crônica do comércio do
terror (espanhol)
Unidir, Instituto
da ONU para Investigações sobre Desarmamento
(inglês)
Armamentismo,
indústria da morte (espanhol)
Terramérica
Conecte-se: Desarmamento (português)
As
Exportações Brasileiras de Armas Leves
1989 – 2000 (português)
Ministério
da Justiça do Brasil: Desarmamento e Controle
de Armas (português)
Bananas e plátanos
As bananas e os plátanos
são frutas de origem milenar, convertidas em
um alimento de grande importância para a humanidade.
Seu comércio também nutre um mercado
de grande dinamismo e seu cultivo inspira estudos
científicos sobre sua genética ou sobre
as possibilidades da produção ecológica.
Na Internet é possível conseguir abundante
informação sobre essas frutas.
Pode-se começar pela página
da
banana da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO), onde há referências estatísticas
e estudos recentes. Este organismo também abriga
um Grupo
Intergovernamental em cujas reuniões são
revisadas tanto as condições dos mercados
internacionais quanto as perspectivas de se conseguir
uma produção mais ecológica.
O aumento sustentável
da produtividade no cultivo dessas frutas é
um objetivo fundamental da Rede
Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano
(Inibap), que explica que estas frutas representam
a maior parte da alimentação diária
para 400 milhões de pessoas em uma centena
de países.
No site Bananas:
espécies de musa, consta que a planta produtora
desta fruta é cultivada atualmente em todas
as regiões tropicais e constitui a quarta maior
colheita do mundo. A palavra musa refere-se ao gênero
das bananas. A maioria das variedades atuais descendem
de duas espécies silvestres, Musa acuminata
e Musa balbisiana, explica-se na página sobre
esta fruta no site dos Jardins
Botânicos Reais Kew. São originárias
da região indo-malaia, mas desde épocas
pré-históricas começaram a migrar
para outras regiões do mundo.
Os principais produtores de
banana são Índia e Brasil. A banana
é considerada um excelente alimento e um “combustível
natural” para os esportistas. Na Internet também
existem diretórios
de sites sobre este tema, descrições
sobre o mercado onde o produto é comercializado
e comentários sobre os perigos
que podem afetar a sobrevivência da fruta.
FAO:
página da banana (espanhol)
FAO:
Grupo Intergovernamental sobre a Banana: Informe 2001
(espanhol)
Rede Internacional
para a Melhoria da Banana e do Plátano - Inibap
(inglês, espanhol)
Inibap:
sites sobre bananas (espanhol)
Banana:
Royal Botanic Gardens Kew (inglês)
O
poder da banana (português)
Banana:
espécies de musa (inglês)
BBC:
banana em perigo? (inglês)
Bananas
na Internet: links (inglês)
História
e descrição: o mercado mundial da banana
(espanhol)
Cores
e Sabores Tropicais (português)
Banana
(português)
Coordenadoria
de Defesa Agropecuária - São Paulo
(português)
Florestas e desmatamento
O desmatamento é a devastação
das florestas, uma perda de árvores que em
cerca de dez mil anos de civilização
provocou problemas como a degradação
de solos ou a redução irremediável
da biodiversidade. A superfície de florestas
existente no mundo é de 3.870 bilhões
de hectares, segundo o último relatório
da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO) sobre a Situação
das Florestas do Mundo.
Este relatório de 2001
destaca que 95% dessa superfície corresponde
a florestas naturais e 5% a plantações
florestais. Também destaca que anualmente são
perdidos 14,2 milhões de hectares devido ao
desmatamento, e são plantados 5,2 milhões,
o que implica uma redução líquida
anual de 9,4 milhões de hectares.
A FAO, que tem um Departamento
de Montanhas encarregado da questão de
florestas, informa no documento que durante os anos
90 avançou-se na formulação de
objetivos de conservação, mas adverte
que para tornar realidade "uma visão baseada
no ordenamento sustentável" é necessária
uma série de fatores, como capacidade para
financiar e distribuir de maneira igual os custos
e benefícios dos êxitos em matéria
de conservação e a materialização
de um compromisso político.
Em setembro próximo,
delegados de todo o mundo estão convocados
para a XII
Congresso Florestal Mundial, para impulsionar
a conservação das florestas, um hábitat
que abriga 80% da biodiversidade, segundo o site dedicado
a esta conferência. Embora a superfície
florestal possa parecer ainda grande, no site de florestas
do Instituto dos Recursos Mundiais (WRI) aparece um
mapa animado que mostra de forma evidente a grande
diminuição de árvores durante
cerca de oito mil anos.
O desmatamento é produzido
pelo uso excessivo dos recursos florestais que se
traduz no corte de árvores e implica desde
grandes madereiras até pequenos agricultores
que buscam terreno para seus cultivos. Além
disso, também influem outros fatores, como
as catástrofes naturais e os incêndios.
Na Internet há grande
informação sobre as características
do desmatamento
e em particular sobre os danos às florestas
tropicais que, segundo um site, abrigam 70% das
espécies animais e plantas. Também há
grande quantidade de documentos especializados sobre
o tema e sites com dados
que servem para traçar planos de manejo desses
ecossistemas.
FAO
- Florestas - Departamento de Montanhas (vários
idiomas)
FAO:
Situação das florestas do mundo
(vários idiomas)
XII
Congresso Florestal Mundial (vários idiomas)
Instituto dos Recursos
Mundiais: florestas, pastagens e terras áridas
(inglês)
Observatório
Mundial de Florestas - Global Forest Watch (vários
idiomas)
Desmatamento:
florestas tropicais em diminuição /
Agência Canadense de Cooperação
Internacional (espanhol)
Florestas
tropicais (espanhol)
Desmatamento
no EcoPortal.net (espanhol)
Áreasprotegidas.org:
desmatamento na zona andina (espanhol)
Radiações
solares
As radiações solares
foram fundamentais para o surgimento da vida no planeta
Terra, mas, em tempos modernos, os médicos
lançam um alerta: alterações
ambientais e sociais as converteram em uma companhia
perigosa quando brilham com excessiva intensidade.
A Organização Mundial da Saúde
(OMS) adverte que o maior perigo está representado
pelos raios ultravioleta (UV), considerados responsáveis
por um aumento das doenças de pele e olhos,
que são nossos órgãos mais expostos
à luz do Sol. E as radiações
ameaçam a todos, alerta a instituição.
O portal Intersun
é a sucursal ciberespacial do Projeto Mundial
UV patrocinado pela OMS, onde ficamos sabendo
que estas radiações causam entre dois
e três milhões de casos de câncer
de pele, com exceção dos melanomas malignos,
que somariam 132 mil. Além disso, podem ser
causadoras de aproximadamente dois milhões
de casos de cegueira registrados no mundo devido ao
desevolvimento de cataratas. "A radiação
ultravioleta pode prejudicar a pele, os olhos e o
sistema imunológico", adverte um documento
da Organização Pan-Americana de Saúde
(OPS) sobre "Sol,
calor e frio".
Como explicar esse aumento de casos? Por um lado existe
uma tendência maior a expor-se ao Sol, por exemplo,
por motivos estéticos. Mas todas as fontes
sobre este tema consultadas na Internet lembram que
a
diminuição da camada de ozônio
popularmente conhecida com o buraco de ozônio,
é um fator que afeta de forma importante a
superfície terrestre. O estreitamento da camada
de ozônio atribuído a poluentes produzidos
pela civilização humana, como os gases
clorofluorocarbonos ou CFCs, é um problema
grave, pois é este componente que permite que
sejam filtradas as radiações potencialmente
prejudiciais, como os raios UV.
Para combater a emissão de poluentes que afetam
o ozônio, os países de todo o mundo foram
convocados a assinar o Protocolo
de Montreal, cuja aplicação foi
considerada um sucesso. Porém, os especialistas
alertam que, apesar do êxito na redução
dos poluentes, os efeitos deste problema ambiental
continuarão sendo notados por muitos anos.
A força das radiações UV, em
especial as do tipo A ou B, já é um
tema comum de discussão em muitos países.
No portal da Intersun existe uma página onde
se explica a aplicação de um "índice
UV" para qualificar a periculosidade dos
raios. "Amigo
visível, inimigo invisível"é
um dos muitos sites dedicados a alertar sobre os efeitos
do Sol na
pele e também nos
olhos. Para se proteger as pessoas devem recorrer
a óculos escuros ou simplesmente procurar uma
sombra.
OMS:
portal Intersun - O Projeto Mundial UV (inglês)
Intersun:
o índice UV (inglês)
OPS:
Sol, calor e frio (espanhol)
Conecte-se:
um buraco ameaçador (espanhol)
Pnuma:
Secretaria do Ozônio (espanhol, inglês)
Conecte-se:
O Protocolo de Montreal (espanhol)
Latinsalud:
o Sol e a pele (espanhol)
Lapiel.com:
pele e Sol (espanhol)
Óculos
de sol (espanhol)
Os
novos adoradores do Sol (espanhol)
Verão,
Sol e pele (português)
Sol
e pele (português)
Fórum
Social Mundial 2003
O Fórum Social Mundial
acontecerá pela terceira vez no final deste
mês para apresentar com renovadas energias sua
mensagem principal: “outro mundo é possível”.
E a sede será novamente a cidade de Porto Alegre,
que espera milhares de participantes nesse “espaço
aberto de encontro”. A Internet é uma
boa fonte para se conhecer os detalhes desta reunião
mundial, já que conta com portais informativos
dedicados especialmente ao Fórum, como Portoalegre2003.org,
sites que explicam a origem e o tipo
de temas tratados, ou outros que permitem entrar
na cidade-sede, Porto
Alegre.
No
site web oficial do Fórum é anunciado
que para o encontro, entre 23 e 28 deste mês,
são esperados quase 300 mil participantes,
procedentes de 121 países, representando quase
cinco mil organizações, que participarão
de mais de 1700 atividades previstas. Também
se recorda que o Fórum é “um espaço
para encontro de organizações, redes
e movimentos da sociedade civil”, e por esse
motivo não se permite a participação
de pessoas ou entidades ligados a governos ou partidos
políticos, a não ser a título
pessoal. Também não são aceitas
organizações armadas ou militares.
O Fórum, organizado por
um comitê integrado por várias organizações
da sociedade civil, conta com cinco eixos temáticos
para os debates deste ano: desenvolvimento democrático
e sustentável; princípios e valores,
direitos humanos, diversidade e igualdade; mídia,
cultura e contra-hegemonia; poder político,
sociedade civil e democracia; ordem mundial democrática,
combate à militarização e promoção
da paz.
Desde 2001, esses encontros
anuais da sociedade civil acontece como resposta ao
Fórum Econômico Mundial de Davos.
Seu objetivo é promover um desenvolvimento
baseado no bem-estar do ser humano e uma globalização
solidária. A organização dos
fóruns realizados até agora demandou
desafios logísticos importantes para a Prefeitura
Municipal de Porto Alegre, bem como para o governo
do Rio Grande do Sul. O deste ano será
ainda maior do que o de 2002, quando uma quantidade
inédita de representantes da sociedade civil
compareceu à reunião. Em 2004, o Fórum
será na Índia.
Fórum
Social Mundial 2003 / site oficial (vários
idiomas)
Portal Porto
Alegre 2003 (vários idiomas)
Governo
do Rio Grande do Sul: Fórum Social Mundial
(vários idiomas)
Comitê
organizador / Secretaria (espanhol)
Prefeitura
Municipal de Porto Alegre (português)
Isis
/ Conferências Internacionais / II Fórum
Social Mundial (espanhol)
Terramérica:
ao final do fórum 2002 (espanhol)
Fórum Econômico
Mundial em Davos (inglês)
Portoweb: portal
de Porto Alegre (português)
Porto
Alegre: links da Internet
O arroz
Os grãos de arroz alimentam
os seres humanos desde o início da civilização.
Atualmente, este cereal originário de regiões
úmidas da Ásia é o alimento básico
para mais da metade da população do
mundo. “Em nível mundial, o arroz ocupa
o segundo lugar, depois do trigo, considerando-se
a superfície plantada, mas, se for considerada
sua importância como cultivo alimentício,
o arroz proporciona mais calorias por hectare do que
qualquer outro cereal”, explicam no site Arroz:
Cultivo e Manejo”.
De acordo com informação copilada na
Internet, a produção mundial de arroz
beira os 590 milhões de toneladas métricas,
em sua maior parte cultivadas na Ásia, embora
também seja um produto agrícola importante
para o resto do mundo. O nome científico do
arroz é Oryza sativa, e é uma monocotiledonea
da família Poaceae. A história do arroz
começa com referências vindas da China
de cinco mil anos atrás, embora se suspeite
que possa ser originário da Índia, em
cujo território há espécies silvestres
endêmicas.
Na Internet existe abundante informação
sobre o arroz. Em sua maior parte, trata-se de informação
sobre o ingrediente culinário, que sustenta
uma longa série de receitas em diversos pontos
do mundo, incluindo preparações que
têm fama mundial, como as paellas espanholas,
os risotos italianos ou uma infinidade de pratos asiáticos.
Também é possível conseguir informação
sobre as condições do cultivo, dos mercados
nos quais o cereal é comercializado, empresas
ou desafios do futuro: a necessidade de melhorar a
produtividade, a introdução de espécies
modificadas e a insustentabilidade dos cultivos. Esses
temas costumam ser abordados pela Comissão
Internacional do Arroz, da Organização
das Nações Unidas para a Agricultura
e a Alimentação (FAO).
Arroz:
cultivo e manejo (espanhol)
FAO:
Comissão Internacional do Arroz (inglês)
Arroz.com (espanhol)
Revista
Planeta Arroz (português)
O site do arroz
(inglês)
Riceworld.com
(inglês)
Riceonline.com
(inglês)
História
do arroz (português)
Generalidades
do cultivo (espanhol)
Informação
culinária: arroz (espanhol)
Embrapa Arroz
e Feijão (português)
Arroz
Brasileiro (português)
Arroz
Irrigado (português)
Associação
Brasileira das Indústrias de Arroz Parboilizado
- Abiap (português)
Receita
(português)
Pesca
com mosca
A
pesca com mosca é uma atividade esportiva que cada
vez ganha mais adeptos no mundo, e cuja prática tem
uma particularidade: apesar de estar baseada na captura
de espécies aquáticas, costuma estar associada à conservação
da natureza.
A pesca com mosca é uma atividade
esportiva que cada vez ganha mais adeptos no mundo,
e cuja prática tem uma particularidade: apesar de
estar baseada na captura de espécies aquáticas, costuma
estar associada à conservação da natureza. Este tipo
de pesca requer habilidades particulares por parte
de quem a pratica, o que inclui conhecimentos sobre
os hábitos da espécie com a qual se vai lidar, sobre
as condições da água onde a atividade acontecerá e,
especialmente, da técnica para atrair, capturar e,
depois, soltar os peixes.
Uma das características importantes da pesca com mosca
é precisamente a técnica de captura e a devolução
das espécies ao ecossistema, habitualmente conhecida
por seu nome em inglês com “catch and release”, e
que implica conhecer os mecanismos que permitiriam
uma soltura do peixe com sucesso. Mas esse tipo de
pesca esportiva também é associada à conservação porque
os pescadores consideram ideais as zonas nas quais
a intervenção humana seja mínima e, naturalmente,
sem contaminação das águas. A teoria de devolver o
peixe está vinculada ao propósito de não esgotar a
espécie para poder continuar realizando essa atividade.
O sucesso da pesca com mosca é grande no século XXI
e qualquer pessoa que procurar informação sobre o
assunto na Internet encontrará com facilidade. A categoria
sobre este assunto no Yahoo!
tem dezenas de sites sobre técnicas, lugares mais
apropriados, venda de produtos especializados. E há
uma grande quantidade de sites dedicados a explicar
os
detalhes e a
natureza deste esporte. Na zona do extremo sul,
na Argentina
e no Chile,
já existe infra-estrutura para receber pescadores
de todo o mundo que investem grande quantidade de
recursos para chegar a regiões isoladas. Mas também
se pratica em outros países, como México e Brasil.
A pesca com mosca é uma atividade
antiga que, segundo várias histórias sobre a atividade
disponíveis
na Internet, deixou rastros durante a Idade Média
e começou a consolidar-se como esporte a partir do
século XIX. Em geral, a pesca com mosca está associada
a lagos, rios e riachos de montanha e costuma lembrar
a captura e devolução de salmonídeos,
em particular trutas. Assegura-se que não há limitações:
também pode ser praticada no
mar, onde a variedade de espécies é muito maior.
Pesca
com mosca na Patagônia (espanhol)
Guia de pesca com mosca no Chile (espanhol)
Como soltar um peixe (espanhol)
Perguntas freqüentes sobre a pesca com mosca (espanhol)
Pesca com mosca no Brasil (português)
A pesca com mosca - comentário (espanhol)
Os
salmonídeos (espanhol)
História
da pesca com mosca (espanhol)
Pesca
com mosca no mar (espanhol)
Yahoo!
em inglês: pesca com mosca (inglês)
A
história da pesca com mosca (português)
Fly
Cast - Escola de Pesca com Mosca (português)
Pesca
na Patagônia (português)
Quinoa
A quinoa, ou quinua, é
freqüentemente evocada como o alimento sagrado
de antigas culturas andinas, parte das dietas do passado.
Mas suas qualidades converteram esta planta sul-americana
num produto de muito futuro. “A quinoa é
um dos poucos alimentos de origem vegetal nutricionalmente
completo, isto é, que apresenta um balanço
adequado de proteínas, carbohidrados e minerais,
necessários para a vida humana”, diz
um documento existente no site da Fao.org.
Este
alimento é produzido por uma planta de
grande resistência que se adapta a diversas
condições de latitude e a altitudes
de até quatro mil metros e pode crescer em
zonas áridas e semi-áridas. O nome científico
da quinoa é Chenopodium
quinoa Wild, e entre suas denominações
também está a de “trigo dos incas”.
Em um site sobre a
quinoa recorda-se que, segundo algumas pesquisas,
este alimento começou a fazer parte da dieta
dos seres humanos na região andina pelo menos
cinco mil anos antes de Cristo.
Existem vários tipos de quinoa, e entre elas
uma das mais conhecidas é a quinoa
real. Este vegetal tem uma série de aplicações,
mas, sem dúvida, seu uso maior é o de
alimento para humanos e animais. A manipulação
de seus grãos na cozinha data da antigüidade
e dá lugar a uma
interessante gastronomia. Mais além de
seu uso em locais de cultivo tradicional, o alimento
está sendo incorporado paulatinamente às
dietas de outras latitudes, freqüentemente como
um ingrediente saudável e sofisticado.
Para os camponeses da região andina trata-se
de um insumo fundamental, e por isso saíram
em sua defesa quando receberam a notícia de
que uma variedade do alimento havia sido patenteada
nos Estados Unidos. “Nossa integridade intelectual
foi violada”, advertiram na oportunidade, ao
recordarem que a quinoa foi melhorada pelo trabalho
dos habitantes da região onde é cultivada
há milênios.
Quinoa/quinua:
antecedentes e características (espanhol)
Quinoa
real (espanhol)
FAO/compêndio:
Quinoa - introdução (espanhol)
Quinoa:
composição e valor nutritivo (espanhol)
A
quinoa: história, patentes nos Estados Unidos
(espanhol)
Agricultores
bolivianos contra patente da quinoa (espanhol)
Chenopodium
quinoa (espanhol)
Receitas
de quinoa (espanhol)
Chenopodiase
- Textos sobre a quinoa (inglês)
Embrapa
- Conheça a quinoa (português)
Embrapa
- Primeira colheita comercial de quinoa (português)
Quinoa:
alternativa na cobertura do solo e na produção
de grãos (português)
Agência
Unicamp de Notícias - Contém quinoa
(português)
Pesticidas, Inseticidas
Os pesticidas são resultado
do antigo desejo do homem de livrar-se das pragas
que invadem seu modo de vida. Mas, no mundo moderno,
já e conhecida a outra face de algumas destas
substâncias: são venenos perigosos para
a saúde e o meio ambiente. Em novembro deste
ano, o Conselho da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO) aprovou uma versão revisada do Código
de Conduta sobre Distribuição e Uso
de Pesticidas que fala da responsabilidade dos
governos na regulamentação dessas substâncias,
da necessidade de ajudar os países com dificuldades
técnicas para assumirem os riscos de sua utilização
e da importância de contar com boas práticas
de produção e comercialização.
O uso de pesticidas na agricultura
está muito difundido, pois são considerados
essenciais para conseguir melhores condições
de cultivo. A lista de substâncias utilizadas
nesta atividade inclui algumas perigosas, o que levou
organizações como a FAO
ou a Organização Mundial da Saude (OMS)
a insistirem na necessidade de adotar-se precauções
em sua manipulação e venda. Num site
sobre Pesticidas
e Inseticidas são citados números
da OMS segundo os quais dois milhões de pessoas
são intoxicadas por essas substâncias
a cada ano, e cerca de 200 mil morrem. Outro site,
O
que você deve saber..., sobre estes compostos,
adverte que podem ocorrer danos se entrarem em contato
com os olhos ou a pele, se forem aspirados ou ingeridos.
A Agência de Proteção
Ambiental dos Estados Unidos, que tem um
portal com informação sobre o assunto,
dedica uma página em
espanhol à advertência de que nesse
país existem 17 mil pesticidas registrados,
e que desse total 76% são utilizados nas zonas
agrícolas e 23% em zonas urbanas. “O
tempo é crítico em qualquer envenenamento
com pesticidas”, alerta. Os casos de envenenamento
podem ocorrer nas residências, ao entrar em
contato com inseticidas, mas, em sua maior parte,
afetam trabalhadores agrícolas ou suas famílias,
que freqüentemente devem conviver com pesticidas.
Além do perigo que representa
entrar em contato direto com tais substâncias,
existe outro problema importante: a contaminação
do meio
ambiente. Trata-se de substâncias persistentes
que permanecem durante muito tempo em solos, águas,
vegetais e animais e que também podem ser consumidos
por essa via. Na Internet existe bastante informação
sobre os pesticidas, já que representam um
problema de saúde ambiental importante. Venenos
úteis? Pergunta um desses sites.
FAO:
Código internacional para a distribuição
e uso de pesticidas (inglês)
FAO:
informação sobre pesticidas (espanhol)
FAO/OMS:
ação conjunta sobre resíduos
de pesticidas (inglês)
EPA: portal
sobre pesticidas (inglês)
EPA:
programa de segurança com pesticidas (espanhol)
O
que você deve saber sobre pesticidas (espanhol)
Os
pesticidas e os inseticidas (espanhol)
Pesticidas,
saúde e meio ambiente (espanhol)
Pesticidas:
venenos úteis? (espanhol)
Yahoo!:
links sobre pesticidas (inglês)
FAO
adverte sobre uso inadequado de pesticidas (português)
Agricultura
Convencional - Pragas e Pesticidas (português)
Informações
Toxicológicas Pesticidas (português)
Vazamentos de petróleo
A cena já vimos várias
vezes: um petroleiro velho ou atravessando águas
turbulentas se parte e deixa vazar um carregamento
perigoso: petróleo. Esses vazamentos, como
o ocorrido na costa ibérica, contaminam o oceano,
prejudicam a vida e afetam a economia.
As notícias sobre o caso
do petroleiro Prestige, procedentes da costa espanhola,
em novembro deste ano, foram de arrepiar. O navio,
considerado uma velharia, se partiu e afundou, e pode
chegar a deixar vazar toda sua carga, de cerca de
77 mil toneladas de petróleo. Desde o momento
em que começaram a ocorrer os primeiros vazamentos
já era evidente que novamente havia acontecido
um desastre
para o ecossistema marítimo, que também
colocou em xeque o futuro de comunidades costeiras
onde milhares de famílias vivem da pesca.
Os vazamentos de petróleo
produzem um fenômeno conhecido como "maré
negra", quando uma película do produto,
com densidade diferente da água, forma-se na
superfície do mar. Seu efeito já é
letal para as espécies que integram o ecossistema
marinho, mas os prejuízos aumentam quando a
poluição chega à costa.
As notícias sobre os vazamentos
de navios são impactantes, especialmente porque
a quantidade de petróleo vazada de uma vez
é enorme. Mas o site sobre Vazamentos
de Petróleo adverte que causam apenas 20%
desse tipo de contaminação e que os
80% restantes provêem de atividades navais e
extração ou transporte de petróleo
no mar, entre outros. Uma pesquisa sobre responsabilidades
no
caso de vazamentos disponível na Internet
indica que 12% dos vazamentos têm origem em
acidentes de navios. E acrescenta que as plataformas
petrolíferas vertem cerca de 130 mil toneladas
anuais no mar. A cada ano, os oceanos do mundo são
contaminados com três a quatro toneladas de
petróleo.
A gravidade dos incidentes de
vazamento gera preocupação em muitos
níveis. É alvo de revisão por
parte de organismos
intergovernamentais e demanda a existência
de estratégias de resposta e ação
para enfrentar estes desastres ecológicos.
Na Internet há grande quantidade de informação
sobre vazamentos de petróleo de grande magnitude
ou emblemáticos,
a maior parte em inglês. Também há
sites de empresas altamente especializadas que combatem
estes incidentes.
Vazamentos
de petróleo e óleos: Agência de
Proteção Ambiental dos Estados Unidos
(inglês)
BBC:
Galeria do desastre na Espanha (espanhol)
Grande
Caribe: Cooperação contra os vazamentos
(espanhol)
Vazamentos
de petróleo (inglês)
Responsabilidades
pela contaminação por hidrocarbonos
(espanhol)
Alguns
casos de vazamentos de petróleo (espanhol)
O
que ocorre com os vazamentos de petróleo?
(inglês)
Vazamentos:
Cobertura especial do Yahoo! em inglês
Vazamentos
de hidrocarbonos: Ações (espanhol)
Site sobre
vazamentos de petróleo: links (inglês)
Jornal
Nacional: Resultado de busca por Prestige (português)
Maré
negra ameaça Galiza (português)
A
Indústria do Petróleo e o Meio Ambiente
(português)
A
Notícia na sala de aula. O petróleo
em destaque (português)
Um bacalhau com problemas
O bacalhau de profundidade, ou
merluza negra, é vítima de sua popularidade:
a alta demanda em cozinhas de todo o mundo sustenta
uma intensa atividade pesqueira que pode ameaçar
sua sobrevivência. Mas esse argumento não
serviu para aumentar a proteção desta
espécie. Durante a XII Conferência das
Partes da Convenção sobre o Comércio
Internacional de Espécies Ameaçadas
de Fauna e Flora Silvestres (Cites), em Santiago do
Chile, foi rejeitada uma proposta
australiana para colocar o bacalhau de profundidade
no Apêndice II desse tratado, que estabelece
regras para sua compra e venda no mundo.
Os
delegados optaram de forma unânime, inclusive
com apoio australiano, por uma proposta do Chile no
sentido de deixar a espécie fora desse regime
especial de proteção e mantê-la
sob vigilância da Convenção para
a Conservação dos Recursos Vivos Marítimos
Antárticos (CCAMLR), garantindo-lhe a aplicação
de um sistema de documentação que permita
certificar a origem do bacalhau e discriminar entre
um produto legal e outro ilegal. Organizações
ambientalistas, como a União
Mundial para a Natureza (UICN) afirmam que as
medidas de proteção em vigor até
agora através da CCAMLR não são
suficientes para deter a pesca excessiva dessa cobiçada
espécie.
O Greenpeace
realizou protestos durante a COP-12 da Cites para
pedir a inclusão do bacalhau de profundidade
no Apêndice II. Esta organização
denunciou que a pesca ilegal do bacalhau de profundidade
alimenta um mercado de mais de US$ 500 milhões.
O nome cientifico do bacalhau de profundidade é
Dissostichus
eleginoides, conhecido como merluza negra, austromerluza
negra, Patagonian Toothfish (inglês), Chilean
sea bass (inglês), légine australe (francês)
ou patagonsky klykach (russo). A proposta inicial
de proteção da espécie incluía
outro peixe muito parecido, também chamado
de merluza negra, da espécie Dissostichus mawsoni.
Os bacalhaus de profundidade
podem pesar cerca de 90 quilos, medir até dois
metros e viver cerca de 50 anos. Mas seu grande tamanho
tem alguns pontos fracos: a taxa de reprodução
é lenta e os indivíduos da espécie
demoram entre seis e dez anos para chegar à
maturidade. Segundo um
documento da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO) disponível na Internet, em 1999 o Chile
e a Argentina eram os países com maior captura
de bacalhau de profundidade.
Porém, o principal problema
para esta espécie é a pesca pirata.
Um documento da Administração de Drogas
e Alimentos dos Estados Unidos adverte que o alto
preço pago pela carne desse peixe gera uma
pesca
ilegal e não regulada que ameaça
a espécie. O bacalhau de profundidade é
pescado em mares próximos da Antártida.
Mas 90% da produção é imediatamente
enviada para restaurantes no Japão, Estados
Unidos e Europa.
Cites
/ COP-12: Decisão sobre o bacalhau de profundidade
(espanhol)
IUCN:
Áreas marinhas protegidas na Antártida
(inglês)
IUCN:
Proposta australiana na Cites para proteger a espécie
(espanhol)
FAO:
ficha do bacalhau de profundidade (inglês)
Ficha
do Dissostischus eleginoides, merluza negra (espanhol)
Campanha
contra o consumo do bacalhau de profundidade nos Estados
Unidos (inglês)
US
FDA: Informação sobre o Dissostischus
eleginoides (inglês)
Chile
/ IFOP: bacalhau de profundidade (espanhol)
Greenpeace:
protesto a favor do bacalhau de profundidade (espanhol)
Merluza
negra, ouro branco: pesca pirata (espanhol)
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