|
Iraque
O território do Iraque
é palco de uma guerra anunciada durante meses.
As bombas ressoam uma vez mais em um país do
Oriente Médio, que tem uma história
tão antiga quanto a própria humanidade.
Na Internet é possível encontrar toda
a informação necessária para
conhecer as características desse país
de 437 mil quilômetros quadrados que faz limite
com Kuwait, Irã, Turquia, Síria, Arábia
Saudita e Jordânia.
“Os iraquianos são,
em sua maioria, árabes. No norte do país
há uma importante minoria curda (20%)”,
descreve o capítulo dedicado a esse país
no Guia
do Mundo. Neste site também consta o nome
oficial desse nação, que é Al-Jumhouriya
al-Iraqiya. A história
começou a ser escrita nesse território,
há milênios. Cerca de quatro mil anos
antes de Cristo, os sumérios habitaram esse
lugar, e ali também floresceram babilônios
e assírios. No centro do Iraque está
a famosa região da Mesopotâmia, entre
os rios Tigre e Eufrates.
A história moderna do
Iraque começou depois da I Guerra Mundial,
quando esse país foi praticamente construído
pelas potências vencedoras. Nesse momento foi
concebido como um reino, sob tutela britânica.
Em 1958, uma revolta destronou a monarquia e, em 1968,
acontece o movimento que levou ao poder o atual partido
governante, o Baath. Saddam Hussein foi eleito presidente
em 1979.
Um site da Agência
Central de Inteligência dos Estados Unidos
(CIA) lembra que o clima é “principalmente
desértico”, com inverno fresco e verão
seco, caloroso e claro. Também afirma que conta
com recursos como petróleo e gás natural
e que sua localização é estratégica.
O Iraque protagonizou uma longa guerra contra o Irã
na década de 80 e já foi cenário
de outro conflito, que teve como principal oponente
os Estados Unidos, a Guerra do Golfo de 1991.
A busca de informação
na Internet pode começar pela Organização
das Nações Unidas (ONU), onde além
de informações sobre o país há
detalhes das resoluções desse organismo
sobre esse país e das inspeções
em busca de armas. A Internet também é
útil para entender a geografia
do Iraque, a posição do governo
desse país apresentada na ONU, os detalhes
do conflito recém-iniciado. E, naturalmente,
é uma das principais fontes de informações
sobre esta guerra.
ONU/CINU:
a questão do Iraque (em espanhol)
Missão
do Iraque na ONU (em inglês)
Guia
do Mundo: Iraque (em espanhol)
Aproximação
histórica (em espanhol)
BBC:
radiografia do Iraque (em espanhol)
O
Tempo: Iraque: História (em espanhol)
Atlas:
Iraque (em espanhol)
Inter
Press Service: objetivo Iraque (em espanhol)
Livro
de dados da CIA: Iraque (em inglês)
Conecte-se:
partes de guerra (em português)
Países
árabes: Iraque (em português)
GeoVol:
Iraque (em português)
Bandeiras
e hinos dos países do mundo (em português)
Portal
Brasil: Iraque (em português)
Minas antipessoais
As minas terrestres antipessoais
são artefatos mortais que estão à
espreita de suas vítimas, protegidas pela invisibilidade.
A cada ano milhares de inocentes são vítimas
destas “armas convencionais” cuja capacidade
letal não diminui com o fim das guerras. E,
embora haja uma forte campanha internacional para
eliminá-las, o problema persiste. Na Internet
há um grande número de fontes de informação
sobre essas minas e seus efeitos.
Um dos sites, o especial da Organização
das Nações Unidas para a Infância
(Unicef), The
Silent Shout (grito silencioso) explica em números
a natureza do problema: em 68 países do mundo
há 115 milhões dessas armas semeadas
na terra. Uma vez colocadas, podem estar ativas por
décadas. Segundo esses dados, cerca de cem
milhões de minas poderiam estar armazenadas
e 2,5 milhões são colocadas a cada ano.
A colocação de
minas inutiliza a terra e dificulta os processos de
pacificação. Além disso, causam
mortes ou ferimentos em cerca de duas mil pessoas
por mês. Destas, de 30% a 40% são crianças.
O Unicef estima que haja uma mina para cada 12 crianças
no mundo. Uma mina pode ser fabricada por US$ 3, dizem
nesse site do Unicef, e para eliminá-la devem
ser investidos US$ 1 mil.
“Basicamente, uma mina
é uma peça oca com carga em seu interior
e um dispositivo de disparo. De forma heterodoxa,
poderia ser definida como uma caixa que contém
explosivo e explode sob a pressão de determinado
peso”, lembra o site Inimigos
Invisíveis, Campos da Morte” que
explica as características desse artefato.
O problema das minas é
grande, e isso levou à assinatura de uma Convenção
sobre a Proibição, Armazenamento, Produção
e Transferência de Minas Antipessoais e sobre
sua Destruição, que segundo informação
disponível na Internet tinha, até janeiro
de 2002, 146 signatários e 31 ratificações.
Este documento compromete seus Estados-membros a não
usar minas antipessoais e eliminar ou garantir a eliminação
de todas as existentes.
“Os Estados que já
adotaram esta Convenção têm duas
datas para respeitar: no mais tardar no final de 2003,
a maioria dos Estados têm de ter destruído
todas suas reservas de minas antipessoais, e, no mais
tardar no final de 2009, devem ter limpado as zonas
minadas de seus territórios, recorda o site
Cruz Vermelha
Internacional. A principal fonte de informação
sobre a crise humanitária provocada pela colocação
indiscriminada de minas antipessoais é o site
da Campanha Internacional
para a Proibição das Minas.
Campanha
Internacional para a Proibição das Minas
(inglês e outros idiomas)
Tratado
para a Proibição das Minas Antipessoais
(vários idiomas, links)
Ratificação
do Tratado
Comitê
Internacional da Cruz Vermelha (espanhol)
Conselho
Mundial de Igrejas: a campanha contra as minas
(espanhol)
Unicef:
The Silent Shout (inglês)
Unicef:
minas antipessoais (espanhol)
Minas
antipessoais na Nicarágua (espanhol)
Minas
fatais: o inimigo invisível (espanhol)
Inimigos
invisíveis, campos da morte: as minas antipessoais
(espanhol)
As
Minas Terrestres (português)
A
seca
Quando mencionamos a palavra
seca evocamos de imediato sua causa principal: trata-se
de falta de água. E as conseqüências
desta manifestação da natureza podem
ser devastadoras para as áreas ambiental, econômica
e social. “A seca é uma das causas fundamentais
de desastres em nível mundial”, alerta
o site “Visão
da seca na Mesoamérica e no Caribe espanhol”,
onde também comentam que durante os últimos
30 anos foi registrado aumento da freqüência
e intensidade deste fenômeno na região
caribenha. A detecção e alerta com antecedência
da seca é uma prioridade, afirmam os sites.
A seca “se origina da deficiência
na precipitação sobre um período
longo”, afirmam no site “Bases
para o planejamento de uma seca”. E afirmam
que pode-se entender como “uma propriedade normal
e comum do clima”, cujo impacto provém
da inter-relação entre o evento natural
e a demanda no fornecimento de água. No site
da Administração Nacional Oceânica
e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) é
explicado que a seca pode ser qualificada de quatro
maneiras: meteorológica, quando a precipitação
é inferior ao normal para um lugar específico;
agrícola, quando a umidade dos solos não
atende as necessidades para se obter um cultivo; hidráulica,
quando as reservas superficiais e subterrâneas
estão abaixo do normal, e socioeconômicas,
quando a escassez de água afeta as pessoas.
“Historicamente, a seca
pode ser considerada como acontecimento natural de
enorme importância, já que por sua causa
populações são dizimadas pela
fome, ocorrem movimentos migratórios em massa
e acontecem gravíssimas crises econômicas,
sociais e políticas”, lembra um site
sobre as
secas na Espanha. As secas também podem
ser originadas por fenômenos climáticos
especiais, com acontece com o El
Niño, ao qual se atribui a responsabilidade
na escassez de chuva em várias partes do mundo.
A importância das secas
repercute no ciberespaço, onde é possível
encontrar vasta informação. A Organização
das Nações Unidas para a Agricultura
e a Alimentação (FAO) tem uma seção
especial sobre o tema, há sites encarregados
de entregar dados sobre manifestações
deste fenômenos e também é possível
obter informação sobre uma das conseqüências
das secas persistentes, o
surgimento dos desertos.
FAO:
desertificação, seca e suas conseqüências
(inglês)
Visão
da seca na Mesoamérica e no Caribe (espanhol)
Bases
para o planejamento frente a uma seca, México
(espanhol)
Vigilância
da seca nos Estados Unidos (inglês)
Centro de Informação
sobre a seca nos Estados Unidos (inglês)
Centro de Investigações
sobre a seca em Chihuahua (espanhol)
Projeto
de alerta para a seca na Argentina (espanhol)
Efeitos
sociais e econômicos das secas na Espanha
(espanhol)
Conecte-se:
El Niño (espanhol)
Conecte-se:
desertos (espanhol)
Departamento
Nacional de Obras Contra as Secas - A seca (português)
Canal
Kids - Água no Planeta (português)
O
Brasil da Seca (português)
Ministério
do Meio Ambiente do Brasil - Seca (português)
Seca,
Mitos, Histórias, Fantasias e Mesmice (português)
Seca
Pobreza Urbanização (português)
Pragas da banana
A
banana é uma fruta crucial para a humanidade.
Mas a produção deste alimento essencial
para centenas de milhões de pessoas enfrenta
o perigo das pragas, especialmente da sigatoka negra
e do mal-do-Panamá.
Estas
pragas
poderiam afetar sensivelmente a capacidade de produção
de algumas variedades de alto consumo no mundo se
não se conseguir uma forma de deter seu avanço.
Os pesquisadores indagam como a manipulação
genética, o controle biológico dessas
pragas ou os cruzamentos podem produzir híbridos
resistentes.
Em que consistem essas pragas?
Na Internet há abundante informação
sobre este assunto. Trata-se do futuro
da banana. “Não consumo banana regularmente,
o que não me impede de reconhecer que 500 milhões
de pessoas dependem desse fruto - especialmente na
África e Ásia - como sua principal fonte
de proteínas. Em nível comercial, a
banana é a fruta mais popular e consumida no
mundo todo”, lembra o site Banana
Split. Ali também se faz notar que as duas
principais ameaças são o mal-do-Panamá,
produzido pelo fungo Fusarium oxysporum, que ataca
o sistema vascular da planta, e a sigatoka negra,
causada pelo fungo mycosphaerella fijiensis.
A sigatoka negra, a doença
da mancha da folha, “causa uma redução
significativa na área de fotosíntese
da folha, perda no rendimento de até 50% e
amadurecimento prematuro, um defeito muito sério
em uma fruta de exportação”, dizem
no site A
enfermidade mais importante do fruto mais importante.
Na página sobre o mal-do-Panamá
explicam que essa enfermidade “é muito
prejudicial nas plantações de banana
no mundo devido às enormes perdas que provoca,
especialmente na região altamente produtora
da América Central.
“Os sintomas começam
com um amarelado anormal nas folhas mais velhas, iniciando
pelas bordas. Aos poucos as folhas se dobram na base
dos pecíolos e secam, ficando penduradas nas
árvores. O mesmo ocorre com as folhas jovens,
até chegar ao estandarte, que permanece verde
por mais tempo, até adquirir, também,
uma cor amarelada e secar. Com isso a planta morre”,
afirma-se neste site.
Para mais informações,
entre nos sites indicados abaixo.
Sigatoka:
a enfermidade mais importante do fruto mais importante
(espanhol)
Sigatoka
negra: um ameaça ao cultivo da banana (português)
Mal-do-Panamá
(espanhol)
Banana
split: os perigos (espanhol)
Pragas
da banana (espanhol)
Controle
biológico de pragas em banana (espanhol)
"Os
transgênicos não salvarão a banana"
(espanhol)
Bananas
e plátanos (espanhol)
Rede
Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano
(espanhol e inglês)
BBC:
a banana do futuro (espanhol)
Instituto
Agronômico: uma bananeira que dispensa pulverização
(português)
Instituto
Agronômico: Variedade de banana resistente a
pragas (português)
Agrobyte:
Banana (português)
Ceplac:
Banana (português)
Partes de guerra
Os tambores de guerra soaram
com força nos últimos meses, e ecoaram
em todo o mundo. Embora ainda não haja um conflito
declarado, a tensão bélica é
evidente e provoca uma avalanche de informação
disponível na Internet.
O cenário desta guerra
seria o Golfo Pérsico. E os principais protagonistas
do clima de discórdia são
Estados Unidos, que anunciam planos de ataque
em represália pelo não-cumprimento de
acordos internacionais, e o
Iraque. Como costuma ocorrer com os conflitos,
as razões para ir a uma guerra às vezes
são incompreensíveis para pessoas comuns
em todo o mundo.
O conflito entre Estados Unidos
e Iraque teve um primeiro episódio bélico
na Guerra do Golfo de 1991. Desde então, os
desencontros têm sido permanentes. A revisão
de uma
cronologia permite seguir de perto a evolução
dos acontecimentos. Os que buscam explicações
para as causas da guerra têm pela frente a missão
de informar-se de forma detalhada, tanto sobre os
últimos acontecimentos quanto sobre seu pano
de fundo.
“Os Estados Unidos e seus
aliados afirmam que o atual conflito não é
com o povo iraquiano, mas com Saddam Hussein e seu
regime. Apesar disto, em caso de uma guerra, serão
as pessoas comuns, os civis, que estarão em
meio à linha de fogo”, lembra uma seção
de testemunhos de um especial da BBC
britânica sobre o tema. Meios de comunicação
norte-americanos como CNN
ou The
New York Times costumam acompanhar de perto as
novidades provenientes de Washington, onde está
concentrado o maior interesse na guerra.
Na Internet também é
possível encontrar uma versão a partir
do Iraque, ou de meios de comunicação
que proporcionam uma visão diferente do conflito,
como o especial
da agência Inter Press Service. Na Internet
também é possível encontrar sites
essenciais de navegação no Yahoo!
Estes links contêm material
de informação sobre uma guerra que ainda
não começou. E que além disso
colocou em evidência a existência de opiniões
muito divergentes em torno da necessidade de um conflito.
Por outro lado, serviu para mobilizar aqueles que
apóiam a paz.
Inter
Press Service: especial sobre o Iraque (espanhol)
Inter Press
Service: reportagens e colunas (português)
BBC:
Iraque, frente à tempestade (inglês)
CNN:
enfrentamento com o Iraque (espanhol)
The
New York Times: Iraque (inglês, inscrição
gratuita)
Yahoo!:
conflito no Iraque (espanhol)
A
Guerra do Golfo de 1991: O Mundo (espanhol)
Google:
busca de notícias sobre o Iraque (inglês)
Agência
de Notícias do Iraque (inglês)
Departamento de Estado
norte-americano (inglês)
Objetivo
Iraque: cronologia da crise (espanhol)
O
Estado de S.Paulo - Grandes Acontecimentos Internacionais:
Iraque (português)
BBC
Brasil.com: A Crise no Iraque (português)
O trigo
O trigo
é um cereal básico para a civilização:
seu cultivo segue paralelo à história
da antigüidade e da modernidade. E é utilizado
principalmente como base de farinhas para fabricar
um alimento essencial, o
pão. Na Internet, a busca do trigo rapidamente
leva a sites que nos falam de sua importância.
Para começar, é a matéria-prima
do pão em grande parte do mundo. E seus historiadores
afirmam que é cultivado pelos seres
humanos há dez mil anos.
Este cereal, acrescenta o site
sobre a história
do trigo, é uma fonte fundamental de nutrientes
e energia para nossa civilização. Um
site sobre o
cultivo do trigo nos recorda que se trata de uma
planta da família das gramíneas, da
qual existe uma grande variedade. Entretanto, as mais
utilizadas são a Triticum durume o Triticum
compactum. “E o trigo para farinha heplaxóide
chamado Triticum aestivum é o cereal utilizado
para fabricar pão mais cultivado no mundo”,
acrescenta o site.
Já no site O
trigo são definitivos: “O trigo é
a planta mais amplamente cultivada no mundo. O trigo
que cresce na terra pode, inclusive, superar a quantidade
de todas as demais espécies produtoras de sementes,
silvestres ou não. Cada mês é
feita uma colheita de trigo maduro em algum lugar
do mundo. É a colheita mais importante dos
Estados Unidos e do Canadá e cresce em extensas
áreas em quase todos os países da América
Latina, Europa e Ásia.
No leste do Iraque, acrescentam,
foram encontrados grãos carbonizados de trigo
com mais de seis mil anos. O trigo, da mesma forma
que outros cereais, como o arroz na Ásia ou
o milho em certas regiões da América
Latina, foi um detonante essencial das civilizações.
A grande virtude desse grão é que pode
ser moído, uma tarefa que se realizou desde
a antigüidade, com moendas de pedra, e que teve
seu momento mais romântico nos moinhos
de vento.
Atualmente, o trigo é
um alimento fundamental para a humanidade, que o consome
em grande parte da superfície do planeta. Talvez
por essa razão sua taxinomia
seja objeto de estudo e os pesquisadores analisem
as melhores maneiras de cultivá-lo. A Organização
das Nações Unidas para a Agricultura
e a Alimentação (FAO) destaca sua importância
como nutriente da humanidade. E, mais ainda, este
cereal move um ativo mercado.
Tudo parece indicar que a produção de
trigo no mundo é suficiente, mas nem sempre
está bem repartida.
O
cultivo do trigo (espanhol)
O
trigo (espanhol)
FAO.org:
trigo (inglês)
História
do pão (espanhol)
História
do trigo (espanhol)
Informes
sobre o mercado mundial de trigo (espanhol)
Embrapa
- trigo (português)
Moinhos
da mancha (espanhol)
Taxinomia
do trigo (inglês)
Tipos
de trigo por produto final (espanhol)
Armas à
venda
O mercado das armas evoca a face
mais obscura do comércio mundial, porque se
trata de um negócio mortal que movimenta milhares
de milhões de dólares por ano. Algumas
de suas conseqüências são previsíveis:
conflitos, mortes, devastação. A existência
deste comércio não passa despercebido
para uma série de organizações
que o vigiam e denunciam, muitas delas com presença
ativa na Internet, como é o caso da Federação
de Cientistas Norte-Americanos (FAS), segundo
a qual esse comércio supera os US$ 20 bilhões
anuais.
“Existem provas contundentes
de que certas transferências de bens ou serviços
militares de segurança e policiais podem fomentar
ou exacerbar os abusos contra os direitos humanos”,
diz a Anistia
Internacional em seu site sobre Tráfico de
Armas, onde oferece abundante informação
sobre um Comércio
do Terror.
A Organização
das Nações Unidas (ONU) realiza
uma forte campanha em favor do desarmamento,
considerado uma prioridade para um mundo que se encontra
armado até os dentes.
Grande parte da preocupação
das organizações sobre desarmamento
está voltada para as armas pequenas e leves,
movimentadas com maior facilidade entre a população
e que segundo o site Desarme.org
provocam a morte de cerca de 500 mil pessoas por ano,
das quais 200 mil vítimas de homicídio,
suicídio, crimes e acidentes.
O
Fundo das Nações Unidas para a Infância
(Unicef) mantém uma exibição
em seu site que denuncia o tráfico de armas
pequenas, com galeria e abundante informação
para demonstrar seu efeito pernicioso. Existe uma
arma pequena para cada 12 pessoas no mundo. Neste
site, o Unicef destaca que cerca de 95 países
possuem mais de 600 fábricas de armas pequenas
ou leves, embora 80% da oferta seja proveniente de
países industrializados.
O mercado legal destes produtos
letais oscila entre US$ 4 e 5 bilhões ao ano,
mas o ilegal pode superar os US$ 10 bilhões.
Na Internet é possível entrar em contato
com organizações que combatem o tráfico
de armas, encontrar textos
que descrevem o funcionamento da indústria
e o mercado, documentos como uma Convenção
Interamericana com os quais tenta-se reverter
a tendência armamentista, ou diretórios
de links
que permitem aprofundar na pesquisa desse assunto.
Unicef:
As armas pequenas na mira (inglês)
Convenção
Interamericana contra a fabricação e
o tráfico ilícito de armas de fogo,
munições, explosivos e outros materiais
relacionados (espanhol)
ONU: paz e segurança
através do desarmamento (inglês)
Portal: Desarme.org
(espanhol e português)
Federação
de Cientistas Norte-Americanos FAS (inglês)
Anistia
Internacional: O tráfico de armas (espanhol)
Anistia
Internacional: Crônica do comércio do
terror (espanhol)
Unidir, Instituto
da ONU para Investigações sobre Desarmamento
(inglês)
Armamentismo,
indústria da morte (espanhol)
Terramérica
Conecte-se: Desarmamento (português)
As
Exportações Brasileiras de Armas Leves
1989 – 2000 (português)
Ministério
da Justiça do Brasil: Desarmamento e Controle
de Armas (português)
Bananas e plátanos
As bananas e os plátanos
são frutas de origem milenar, convertidas em
um alimento de grande importância para a humanidade.
Seu comércio também nutre um mercado
de grande dinamismo e seu cultivo inspira estudos
científicos sobre sua genética ou sobre
as possibilidades da produção ecológica.
Na Internet é possível conseguir abundante
informação sobre essas frutas.
Pode-se começar pela página
da
banana da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO), onde há referências estatísticas
e estudos recentes. Este organismo também abriga
um Grupo
Intergovernamental em cujas reuniões são
revisadas tanto as condições dos mercados
internacionais quanto as perspectivas de se conseguir
uma produção mais ecológica.
O aumento sustentável
da produtividade no cultivo dessas frutas é
um objetivo fundamental da Rede
Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano
(Inibap), que explica que estas frutas representam
a maior parte da alimentação diária
para 400 milhões de pessoas em uma centena
de países.
No site Bananas:
espécies de musa, consta que a planta produtora
desta fruta é cultivada atualmente em todas
as regiões tropicais e constitui a quarta maior
colheita do mundo. A palavra musa refere-se ao gênero
das bananas. A maioria das variedades atuais descendem
de duas espécies silvestres, Musa acuminata
e Musa balbisiana, explica-se na página sobre
esta fruta no site dos Jardins
Botânicos Reais Kew. São originárias
da região indo-malaia, mas desde épocas
pré-históricas começaram a migrar
para outras regiões do mundo.
Os principais produtores de
banana são Índia e Brasil. A banana
é considerada um excelente alimento e um “combustível
natural” para os esportistas. Na Internet também
existem diretórios
de sites sobre este tema, descrições
sobre o mercado onde o produto é comercializado
e comentários sobre os perigos
que podem afetar a sobrevivência da fruta.
FAO:
página da banana (espanhol)
FAO:
Grupo Intergovernamental sobre a Banana: Informe 2001
(espanhol)
Rede Internacional
para a Melhoria da Banana e do Plátano - Inibap
(inglês, espanhol)
Inibap:
sites sobre bananas (espanhol)
Banana:
Royal Botanic Gardens Kew (inglês)
O
poder da banana (português)
Banana:
espécies de musa (inglês)
BBC:
banana em perigo? (inglês)
Bananas
na Internet: links (inglês)
História
e descrição: o mercado mundial da banana
(espanhol)
Cores
e Sabores Tropicais (português)
Banana
(português)
Coordenadoria
de Defesa Agropecuária - São Paulo
(português)
Florestas e desmatamento
O desmatamento é a devastação
das florestas, uma perda de árvores que em
cerca de dez mil anos de civilização
provocou problemas como a degradação
de solos ou a redução irremediável
da biodiversidade. A superfície de florestas
existente no mundo é de 3.870 bilhões
de hectares, segundo o último relatório
da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO) sobre a Situação
das Florestas do Mundo.
Este relatório de 2001
destaca que 95% dessa superfície corresponde
a florestas naturais e 5% a plantações
florestais. Também destaca que anualmente são
perdidos 14,2 milhões de hectares devido ao
desmatamento, e são plantados 5,2 milhões,
o que implica uma redução líquida
anual de 9,4 milhões de hectares.
A FAO, que tem um Departamento
de Montanhas encarregado da questão de
florestas, informa no documento que durante os anos
90 avançou-se na formulação de
objetivos de conservação, mas adverte
que para tornar realidade "uma visão baseada
no ordenamento sustentável" é necessária
uma série de fatores, como capacidade para
financiar e distribuir de maneira igual os custos
e benefícios dos êxitos em matéria
de conservação e a materialização
de um compromisso político.
Em setembro próximo,
delegados de todo o mundo estão convocados
para a XII
Congresso Florestal Mundial, para impulsionar
a conservação das florestas, um hábitat
que abriga 80% da biodiversidade, segundo o site dedicado
a esta conferência. Embora a superfície
florestal possa parecer ainda grande, no site de florestas
do Instituto dos Recursos Mundiais (WRI) aparece um
mapa animado que mostra de forma evidente a grande
diminuição de árvores durante
cerca de oito mil anos.
O desmatamento é produzido
pelo uso excessivo dos recursos florestais que se
traduz no corte de árvores e implica desde
grandes madereiras até pequenos agricultores
que buscam terreno para seus cultivos. Além
disso, também influem outros fatores, como
as catástrofes naturais e os incêndios.
Na Internet há grande
informação sobre as características
do desmatamento
e em particular sobre os danos às florestas
tropicais que, segundo um site, abrigam 70% das
espécies animais e plantas. Também há
grande quantidade de documentos especializados sobre
o tema e sites com dados
que servem para traçar planos de manejo desses
ecossistemas.
FAO
- Florestas - Departamento de Montanhas (vários
idiomas)
FAO:
Situação das florestas do mundo
(vários idiomas)
XII
Congresso Florestal Mundial (vários idiomas)
Instituto dos Recursos
Mundiais: florestas, pastagens e terras áridas
(inglês)
Observatório
Mundial de Florestas - Global Forest Watch (vários
idiomas)
Desmatamento:
florestas tropicais em diminuição /
Agência Canadense de Cooperação
Internacional (espanhol)
Florestas
tropicais (espanhol)
Desmatamento
no EcoPortal.net (espanhol)
Áreasprotegidas.org:
desmatamento na zona andina (espanhol)
Radiações
solares
As radiações solares
foram fundamentais para o surgimento da vida no planeta
Terra, mas, em tempos modernos, os médicos
lançam um alerta: alterações
ambientais e sociais as converteram em uma companhia
perigosa quando brilham com excessiva intensidade.
A Organização Mundial da Saúde
(OMS) adverte que o maior perigo está representado
pelos raios ultravioleta (UV), considerados responsáveis
por um aumento das doenças de pele e olhos,
que são nossos órgãos mais expostos
à luz do Sol. E as radiações
ameaçam a todos, alerta a instituição.
O portal Intersun
é a sucursal ciberespacial do Projeto Mundial
UV patrocinado pela OMS, onde ficamos sabendo
que estas radiações causam entre dois
e três milhões de casos de câncer
de pele, com exceção dos melanomas malignos,
que somariam 132 mil. Além disso, podem ser
causadoras de aproximadamente dois milhões
de casos de cegueira registrados no mundo devido ao
desevolvimento de cataratas. "A radiação
ultravioleta pode prejudicar a pele, os olhos e o
sistema imunológico", adverte um documento
da Organização Pan-Americana de Saúde
(OPS) sobre "Sol,
calor e frio".
Como explicar esse aumento de casos? Por um lado existe
uma tendência maior a expor-se ao Sol, por exemplo,
por motivos estéticos. Mas todas as fontes
sobre este tema consultadas na Internet lembram que
a
diminuição da camada de ozônio
popularmente conhecida com o buraco de ozônio,
é um fator que afeta de forma importante a
superfície terrestre. O estreitamento da camada
de ozônio atribuído a poluentes produzidos
pela civilização humana, como os gases
clorofluorocarbonos ou CFCs, é um problema
grave, pois é este componente que permite que
sejam filtradas as radiações potencialmente
prejudiciais, como os raios UV.
Para combater a emissão de poluentes que afetam
o ozônio, os países de todo o mundo foram
convocados a assinar o Protocolo
de Montreal, cuja aplicação foi
considerada um sucesso. Porém, os especialistas
alertam que, apesar do êxito na redução
dos poluentes, os efeitos deste problema ambiental
continuarão sendo notados por muitos anos.
A força das radiações UV, em
especial as do tipo A ou B, já é um
tema comum de discussão em muitos países.
No portal da Intersun existe uma página onde
se explica a aplicação de um "índice
UV" para qualificar a periculosidade dos
raios. "Amigo
visível, inimigo invisível"é
um dos muitos sites dedicados a alertar sobre os efeitos
do Sol na
pele e também nos
olhos. Para se proteger as pessoas devem recorrer
a óculos escuros ou simplesmente procurar uma
sombra.
OMS:
portal Intersun - O Projeto Mundial UV (inglês)
Intersun:
o índice UV (inglês)
OPS:
Sol, calor e frio (espanhol)
Conecte-se:
um buraco ameaçador (espanhol)
Pnuma:
Secretaria do Ozônio (espanhol, inglês)
Conecte-se:
O Protocolo de Montreal (espanhol)
Latinsalud:
o Sol e a pele (espanhol)
Lapiel.com:
pele e Sol (espanhol)
Óculos
de sol (espanhol)
Os
novos adoradores do Sol (espanhol)
Verão,
Sol e pele (português)
Sol
e pele (português)
Fórum
Social Mundial 2003
O Fórum Social Mundial
acontecerá pela terceira vez no final deste
mês para apresentar com renovadas energias sua
mensagem principal: “outro mundo é possível”.
E a sede será novamente a cidade de Porto Alegre,
que espera milhares de participantes nesse “espaço
aberto de encontro”. A Internet é uma
boa fonte para se conhecer os detalhes desta reunião
mundial, já que conta com portais informativos
dedicados especialmente ao Fórum, como Portoalegre2003.org,
sites que explicam a origem e o tipo
de temas tratados, ou outros que permitem entrar
na cidade-sede, Porto
Alegre.
No
site web oficial do Fórum é anunciado
que para o encontro, entre 23 e 28 deste mês,
são esperados quase 300 mil participantes,
procedentes de 121 países, representando quase
cinco mil organizações, que participarão
de mais de 1700 atividades previstas. Também
se recorda que o Fórum é “um espaço
para encontro de organizações, redes
e movimentos da sociedade civil”, e por esse
motivo não se permite a participação
de pessoas ou entidades ligados a governos ou partidos
políticos, a não ser a título
pessoal. Também não são aceitas
organizações armadas ou militares.
O Fórum, organizado por
um comitê integrado por várias organizações
da sociedade civil, conta com cinco eixos temáticos
para os debates deste ano: desenvolvimento democrático
e sustentável; princípios e valores,
direitos humanos, diversidade e igualdade; mídia,
cultura e contra-hegemonia; poder político,
sociedade civil e democracia; ordem mundial democrática,
combate à militarização e promoção
da paz.
Desde 2001, esses encontros
anuais da sociedade civil acontece como resposta ao
Fórum Econômico Mundial de Davos.
Seu objetivo é promover um desenvolvimento
baseado no bem-estar do ser humano e uma globalização
solidária. A organização dos
fóruns realizados até agora demandou
desafios logísticos importantes para a Prefeitura
Municipal de Porto Alegre, bem como para o governo
do Rio Grande do Sul. O deste ano será
ainda maior do que o de 2002, quando uma quantidade
inédita de representantes da sociedade civil
compareceu à reunião. Em 2004, o Fórum
será na Índia.
Fórum
Social Mundial 2003 / site oficial (vários
idiomas)
Portal Porto
Alegre 2003 (vários idiomas)
Governo
do Rio Grande do Sul: Fórum Social Mundial
(vários idiomas)
Comitê
organizador / Secretaria (espanhol)
Prefeitura
Municipal de Porto Alegre (português)
Isis
/ Conferências Internacionais / II Fórum
Social Mundial (espanhol)
Terramérica:
ao final do fórum 2002 (espanhol)
Fórum Econômico
Mundial em Davos (inglês)
Portoweb: portal
de Porto Alegre (português)
Porto
Alegre: links da Internet
O arroz
Os grãos de arroz alimentam
os seres humanos desde o início da civilização.
Atualmente, este cereal originário de regiões
úmidas da Ásia é o alimento básico
para mais da metade da população do
mundo. “Em nível mundial, o arroz ocupa
o segundo lugar, depois do trigo, considerando-se
a superfície plantada, mas, se for considerada
sua importância como cultivo alimentício,
o arroz proporciona mais calorias por hectare do que
qualquer outro cereal”, explicam no site Arroz:
Cultivo e Manejo”.
De acordo com informação copilada na
Internet, a produção mundial de arroz
beira os 590 milhões de toneladas métricas,
em sua maior parte cultivadas na Ásia, embora
também seja um produto agrícola importante
para o resto do mundo. O nome científico do
arroz é Oryza sativa, e é uma monocotiledonea
da família Poaceae. A história do arroz
começa com referências vindas da China
de cinco mil anos atrás, embora se suspeite
que possa ser originário da Índia, em
cujo território há espécies silvestres
endêmicas.
Na Internet existe abundante informação
sobre o arroz. Em sua maior parte, trata-se de informação
sobre o ingrediente culinário, que sustenta
uma longa série de receitas em diversos pontos
do mundo, incluindo preparações que
têm fama mundial, como as paellas espanholas,
os risotos italianos ou uma infinidade de pratos asiáticos.
Também é possível conseguir informação
sobre as condições do cultivo, dos mercados
nos quais o cereal é comercializado, empresas
ou desafios do futuro: a necessidade de melhorar a
produtividade, a introdução de espécies
modificadas e a insustentabilidade dos cultivos. Esses
temas costumam ser abordados pela Comissão
Internacional do Arroz, da Organização
das Nações Unidas para a Agricultura
e a Alimentação (FAO).
Arroz:
cultivo e manejo (espanhol)
FAO:
Comissão Internacional do Arroz (inglês)
Arroz.com (espanhol)
Revista
Planeta Arroz (português)
O site do arroz
(inglês)
Riceworld.com
(inglês)
Riceonline.com
(inglês)
História
do arroz (português)
Generalidades
do cultivo (espanhol)
Informação
culinária: arroz (espanhol)
Embrapa Arroz
e Feijão (português)
Arroz
Brasileiro (português)
Arroz
Irrigado (português)
Associação
Brasileira das Indústrias de Arroz Parboilizado
- Abiap (português)
Receita
(português)
Pesca
com mosca
A
pesca com mosca é uma atividade esportiva que cada
vez ganha mais adeptos no mundo, e cuja prática tem
uma particularidade: apesar de estar baseada na captura
de espécies aquáticas, costuma estar associada à conservação
da natureza.
A pesca com mosca é uma atividade
esportiva que cada vez ganha mais adeptos no mundo,
e cuja prática tem uma particularidade: apesar de
estar baseada na captura de espécies aquáticas, costuma
estar associada à conservação da natureza. Este tipo
de pesca requer habilidades particulares por parte
de quem a pratica, o que inclui conhecimentos sobre
os hábitos da espécie com a qual se vai lidar, sobre
as condições da água onde a atividade acontecerá e,
especialmente, da técnica para atrair, capturar e,
depois, soltar os peixes.
Uma das características importantes da pesca com mosca
é precisamente a técnica de captura e a devolução
das espécies ao ecossistema, habitualmente conhecida
por seu nome em inglês com “catch and release”, e
que implica conhecer os mecanismos que permitiriam
uma soltura do peixe com sucesso. Mas esse tipo de
pesca esportiva também é associada à conservação porque
os pescadores consideram ideais as zonas nas quais
a intervenção humana seja mínima e, naturalmente,
sem contaminação das águas. A teoria de devolver o
peixe está vinculada ao propósito de não esgotar a
espécie para poder continuar realizando essa atividade.
O sucesso da pesca com mosca é grande no século XXI
e qualquer pessoa que procurar informação sobre o
assunto na Internet encontrará com facilidade. A categoria
sobre este assunto no Yahoo!
tem dezenas de sites sobre técnicas, lugares mais
apropriados, venda de produtos especializados. E há
uma grande quantidade de sites dedicados a explicar
os
detalhes e a
natureza deste esporte. Na zona do extremo sul,
na Argentina
e no Chile,
já existe infra-estrutura para receber pescadores
de todo o mundo que investem grande quantidade de
recursos para chegar a regiões isoladas. Mas também
se pratica em outros países, como México e Brasil.
A pesca com mosca é uma atividade
antiga que, segundo várias histórias sobre a atividade
disponíveis
na Internet, deixou rastros durante a Idade Média
e começou a consolidar-se como esporte a partir do
século XIX. Em geral, a pesca com mosca está associada
a lagos, rios e riachos de montanha e costuma lembrar
a captura e devolução de salmonídeos,
em particular trutas. Assegura-se que não há limitações:
também pode ser praticada no
mar, onde a variedade de espécies é muito maior.
Pesca
com mosca na Patagônia (espanhol)
Guia de pesca com mosca no Chile (espanhol)
Como soltar um peixe (espanhol)
Perguntas freqüentes sobre a pesca com mosca (espanhol)
Pesca com mosca no Brasil (português)
A pesca com mosca - comentário (espanhol)
Os
salmonídeos (espanhol)
História
da pesca com mosca (espanhol)
Pesca
com mosca no mar (espanhol)
Yahoo!
em inglês: pesca com mosca (inglês)
A
história da pesca com mosca (português)
Fly
Cast - Escola de Pesca com Mosca (português)
Pesca
na Patagônia (português)
Quinoa
A quinoa, ou quinua, é
freqüentemente evocada como o alimento sagrado
de antigas culturas andinas, parte das dietas do passado.
Mas suas qualidades converteram esta planta sul-americana
num produto de muito futuro. “A quinoa é
um dos poucos alimentos de origem vegetal nutricionalmente
completo, isto é, que apresenta um balanço
adequado de proteínas, carbohidrados e minerais,
necessários para a vida humana”, diz
um documento existente no site da Fao.org.
Este
alimento é produzido por uma planta de
grande resistência que se adapta a diversas
condições de latitude e a altitudes
de até quatro mil metros e pode crescer em
zonas áridas e semi-áridas. O nome científico
da quinoa é Chenopodium
quinoa Wild, e entre suas denominações
também está a de “trigo dos incas”.
Em um site sobre a
quinoa recorda-se que, segundo algumas pesquisas,
este alimento começou a fazer parte da dieta
dos seres humanos na região andina pelo menos
cinco mil anos antes de Cristo.
Existem vários tipos de quinoa, e entre elas
uma das mais conhecidas é a quinoa
real. Este vegetal tem uma série de aplicações,
mas, sem dúvida, seu uso maior é o de
alimento para humanos e animais. A manipulação
de seus grãos na cozinha data da antigüidade
e dá lugar a uma
interessante gastronomia. Mais além de
seu uso em locais de cultivo tradicional, o alimento
está sendo incorporado paulatinamente às
dietas de outras latitudes, freqüentemente como
um ingrediente saudável e sofisticado.
Para os camponeses da região andina trata-se
de um insumo fundamental, e por isso saíram
em sua defesa quando receberam a notícia de
que uma variedade do alimento havia sido patenteada
nos Estados Unidos. “Nossa integridade intelectual
foi violada”, advertiram na oportunidade, ao
recordarem que a quinoa foi melhorada pelo trabalho
dos habitantes da região onde é cultivada
há milênios.
Quinoa/quinua:
antecedentes e características (espanhol)
Quinoa
real (espanhol)
FAO/compêndio:
Quinoa - introdução (espanhol)
Quinoa:
composição e valor nutritivo (espanhol)
A
quinoa: história, patentes nos Estados Unidos
(espanhol)
Agricultores
bolivianos contra patente da quinoa (espanhol)
Chenopodium
quinoa (espanhol)
Receitas
de quinoa (espanhol)
Chenopodiase
- Textos sobre a quinoa (inglês)
Embrapa
- Conheça a quinoa (português)
Embrapa
- Primeira colheita comercial de quinoa (português)
Quinoa:
alternativa na cobertura do solo e na produção
de grãos (português)
Agência
Unicamp de Notícias - Contém quinoa
(português)
Pesticidas, Inseticidas
Os pesticidas são resultado
do antigo desejo do homem de livrar-se das pragas
que invadem seu modo de vida. Mas, no mundo moderno,
já e conhecida a outra face de algumas destas
substâncias: são venenos perigosos para
a saúde e o meio ambiente. Em novembro deste
ano, o Conselho da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO) aprovou uma versão revisada do Código
de Conduta sobre Distribuição e Uso
de Pesticidas que fala da responsabilidade dos
governos na regulamentação dessas substâncias,
da necessidade de ajudar os países com dificuldades
técnicas para assumirem os riscos de sua utilização
e da importância de contar com boas práticas
de produção e comercialização.
O uso de pesticidas na agricultura
está muito difundido, pois são considerados
essenciais para conseguir melhores condições
de cultivo. A lista de substâncias utilizadas
nesta atividade inclui algumas perigosas, o que levou
organizações como a FAO
ou a Organização Mundial da Saude (OMS)
a insistirem na necessidade de adotar-se precauções
em sua manipulação e venda. Num site
sobre Pesticidas
e Inseticidas são citados números
da OMS segundo os quais dois milhões de pessoas
são intoxicadas por essas substâncias
a cada ano, e cerca de 200 mil morrem. Outro site,
O
que você deve saber..., sobre estes compostos,
adverte que podem ocorrer danos se entrarem em contato
com os olhos ou a pele, se forem aspirados ou ingeridos.
A Agência de Proteção
Ambiental dos Estados Unidos, que tem um
portal com informação sobre o assunto,
dedica uma página em
espanhol à advertência de que nesse
país existem 17 mil pesticidas registrados,
e que desse total 76% são utilizados nas zonas
agrícolas e 23% em zonas urbanas. “O
tempo é crítico em qualquer envenenamento
com pesticidas”, alerta. Os casos de envenenamento
podem ocorrer nas residências, ao entrar em
contato com inseticidas, mas, em sua maior parte,
afetam trabalhadores agrícolas ou suas famílias,
que freqüentemente devem conviver com pesticidas.
Além do perigo que representa
|