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IRAQUE: Avaliação do impacto ambiental da guerra

CAMBRIDGE.- Cinco equipes de biólogos da aliança não-governamental BirdLife International avaliarão, durante 30 dias, os efeitos da guerra sobre o meio ambiente do Iraque, com destaque para a situação das aves.

“A má administração na reconstrução do conflito no pós-guerra representa uma grande ameaça à biodiversidade e às comunidades locais da fauna silvestre” do Iraque, disse Richard Porter, coordenador dos projetos da entidade para esse país do Oriente Médio. Os especialistas viajarão ao Iraque logo que houver as mínimas condições de segurança, e trabalharão com seus colegas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e de uma rede de ornitólogos e conservacionistas iraquianos.

Quando começou a guerra dos Estados Unidos e Grã-Bretanha contra o Iraque, em 20 de março, o grupo expressou ao Terramérica suas preocupações pelo futuro das aves na região, algumas delas extintas ainda antes do conflito, como a íbis sagrada, o biguatinga africano e a garça Goliat. Para saber mais, visite o site www.birdlife.org.

 
 

ARGENTINA: A volta da tuberculose

BUENOS AIRES.- A tuberculose, enfermidade em queda na Argentina nos anos 80 e 90, ressurgiu com destaque desde 2000, com mais de 13 mil novos casos por ano, segundo o Ministério da Saúde. De acordo com o Departamento de Epidemiologia do ministério, a média nacional é de 33 casos para 1cem00 mil habitantes.

Mas, em algumas províncias pobres, como Jujuy e Salta, a taxa chega a 90 casos por cem mil pessoas. Embora possa ser prevenida com vacinas e ter tratamento eficaz, essa enfermidade é infecciosa e pode ser mortal se não for tratada a tempo. Informações de médicos das províncias indicam que pacientes muito pobres procuram por uma consulta quando a infecção está muito avançada. Outros começam o tratamento e o abandonam por não se sentirem melhor, o que provoca recaídas que podem ser fatais e, também, condições ideais para o contágio.

 
 

COLÔMBIA: Manifesto das crianças por um meio ambiente saudável

BOGOTÁ.- Três mil e quinhentos meninos, meninas, pais, mães e professores participaram, na Colômbia, da redação do “Manifesto das crianças por um meio ambiente saudável”, no qual de maneira simples e direta são estabelecidas ações e compromissos para promover o bem-estar infantil em casa, na escola e no meio onde vivem.

Com a publicação, apresentada pelo Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar, o governo encerrou o “mês das crianças”, comemorado em abril. O texto foi promovido pela presidência; ministérios de Proteção Social, Meio Ambiente, Habitação e Educação, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Organização Panamericana de Saúde.

 
 

PERU: Avaliação do biocomércio

LIMA.- O Comitê Biocomércio Peru, criado com base em uma iniciativa aprovada em 1996 pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), para promover o aproveitamento sustentável da diversidade biológica, prepara um diagnóstico da situação das empresas privadas e públicas que participam desta atividade.

“Por biocomércio entende-se a atividade promotora do investimento e do comércio através do uso sustentável dos recursos nativos”, disse Roger Rumrrill, assessor independente em assuntos ambientais nas florestas tropicais da Amazônia peruana. O estudo recolheu dados de 40 associações comerciais que processam e vendem diversos produtos nativos peruanos, especialmente plantas medicinais, bioinseticidas, animais e microorganismos que podem ser utilizados no controle de pragas. Do Comitê participam representantes do Conselho Nacional do Meio Ambiente, Instituto Nacional de Recursos Naturais, Escritório de Promoção de Exportações do Ministério da Indústria e Comércio, Comissão Nacional de Povos Andinos, entre outros.



* Fonte: Inter Press Service.


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