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Política ambiental dos Estados Unidos

A política ambiental dos Estados Unidos é relevante para o mundo inteiro, tanto pelo impacto ecológico que causa uma economia dessa magnitude e nível de consumo quanto pelo papel de protagonista internacional dessa nação. Mas, qual é a política ambiental dos Estados Unidos? E qual é o selo particular que seu governo imprime? Que tipo de legislação rege ou regerá nesse país? Um bom dado para iniciar a exploração é a Internet.

O atual governo dos Estados Unidos, liderado por George W. Bush, já protagonizou várias controvérsias ambientais. Talvez, a mais comentada tenha sido sua negativa em subscrever o Protocolo de Kyoto, um tratado internacional que determina ações para combater o fenômeno da alteração climática. Bush afirma que “nosso ar é mais limpo, nossa água é mais pura e nossas terras e nossos recursos naturais estão melhor protegidos” do que há 30 anos, segundo comentário presidencial incluído no site do governo norte-americano para o Dia da Terra, comemorado em 22 de abril.

O principal organismo dos Estados Unidos para o setor é a Agência de Proteção Ambiental (Epa), que conta com cerca de 18 mil funcionários para fazer seu trabalho. “Nossa missão é complexa, mas nossa meta é simples: buscamos que nosso ar seja mais limpo, nossa água mais pura e que nosso território esteja melhor protegido”, diz o site da Epa. Também é possível encontrar detalhes sobre a política ambiental do governo na própria Casa Branca. No site do escritório presidencial há uma seção especial referente à visão do presidente sobre o meio ambiente, decisões, discursos e outros materiais. A Casa Branca também abriga a informação do Conselho para a Qualidade do Meio Ambiente, que participa ativamente da definição de estratégias e políticas no setor.

Do lado do Poder Legislativo, no Congresso dos Estados Unidos é possível ter acesso a informação especializada como as fornecidas pelo Comitê de Energia e Comércio da Câmara Baixa, ou os Comitês de Meio Ambiente e Obras Públicas e Energia e Recursos Naturais do Senado. Nestas instâncias são analisados e discutidos os projetos de lei. Quem procura mais informação encontrará links da Internet para site relacionados com a política ambiental, informações como as do AmericanScan do Serviço de Notícias Ambientais, conhecido por sua sigla como ENS, ou mesmo a Ata Sobre Política Ambiental Nacional (Nepa).

Epa - Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos
Casa Banca: Compromisso do Presidente com a proteção ambiental
Governo dos Estados Unidos: Dia da Terra
Conselho para a Qualidade Ambiental
Ata sobre Política Ambiental Nacional (Nepa)
Comitê sobre Energia e Comércio da Câmara Baixa
Comitê sobre Ambiente e Obras Públicas do Senado
Comitê sobre Energia e Recursos Naturais do Senado
Links da Internet: política ambiental dos Estados Unidos
ENS, Serviço de Notícias do Meio Ambiente

Legislação e direito ambiental

A necessidade de proteger o meio ambiente provocou em todo o mundo o surgimento de uma legalidade ambiental representada por leis, acordos, normas, decretos e tratados, de aplicação nacional ou internacional, que demandam um alto grau de capacitação por parte dos especialistas em direito. Grande parte dessa legislação foi produzida durante os últimos 30 anos ao amparo de uma crescente preocupação pelo destino do planeta Terra.

Embora a efetividade de alguns instrumentos que integram essa legalidade às vezes seja colocada em dúvida, sua simples existência serve de ferramenta ou argumento para milhares de cruzadas ambientais que em um passado não muito remoto careciam dessa sustentação.

No mundo atual há uma grande quantidade de acordos internacionais, leis e outros documentos legais relacionados com o uso e a conservação dos recursos naturais e com o meio ambiente em geral, e isso se vê refletido na Internet, onde os recursos são muitos, em geral destinados a especialistas em direito ambiental.

Há serviços como o Ecolex, uma base de dados internacional gerenciada com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a União Mundial para a Natureza (IUCN), que oferece informação sobre legislação ambiental de todo o mundo.

Parte dos recursos dessa base de dados é fornecida pela Faolex, da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), descrita como “a mais completa coleção em versão eletrônica de legislação nacional e tratados internacionais sobre alimentação, agricultura e recursos naturais renováveis”.

Nos dois casos é possível fazer buscas diretamente pela Internet. Outro importante recurso de informação de alcance internacional é o Entri, um projeto de colaboração internacional com informação sobre tratados e legislações relacionados com o meio ambiente em nível mundial.

Como ocorre em outros níveis do campo legal, a aplicação da legalidade ambiental na realidade não é fácil, e por isso existem também instrumentos que apóiam o desenvolvimento desse setor, como o Programa de Direito Ambiental do Pnuma na América Latina e no Caribe, que dá assistência técnica e capacitação.

No caso do Centro para a Legislação Ambiental Internacional (CIEL), também se busca facilitar a comparação entre diversas legislações do mundo. Esta instituição procura ajudar a “resolver os problemas ambientais e promover sociedades sustentáveis através da aplicação da lei”.

O caso específico da legislação disponível na América Latina tem sido estudado e podem ser encontradas comparações, bem como informação sobre as leis de cada país, em publicações como o “Informe sobre o desenvolvimento do direito ambiental latino-americano” do Pnuma. No site do Pnuma também é possível revisar uma análise do desenvolvimento desta legislação regional “Do Rio a Johannesburgo”, referente às cúpulas mundiais sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável de 1992 e 2002.

Pnuma: Direito e políticas ambientales (espanhol )
Pnuma: Informe sobre o desenvolvimento do direito ambiental latino-americano (espanhol)
Pnuma: Do Rio a Johannesburgo, perspectivas do direito ambiental na América Latina (espanhol)
Entri: Recursos sobre tratados ambientais (inglês)
Ecolex: porta de entrada para a informação sobre legislação ambiental (inglês)
Faolex (em vários idiomas)
Acordos internacionales (espanhol)
Ciel: Centro para a Legislação Ambiental Internacional (inglês)
Hieros Gamos: links sobre legislação ambiental internacional (inglês)
Rede sobre legislação ambiental (inglês)
Glossário de Direito Internacional (português)


Genoma humano

O Projeto do Genoma Humano deu início, há 13 anos, a uma missão titânica: decifrar nossa seqüência genética. Em meados de abril deste ano, chegou o anúncio: fora completada a elaboração de quase a totalidade desse mapa, fato que influirá no futuro da civilização. Os sites de informação sobre o Projeto do Genoma Humano, como o do Departamento de Energia dos Estados Unidos, destacaram que o anunciou foi feito 50 anos depois de comunicada a descoberta da dupla hélice do ADN, essencial para o desenvolvimento da genética.

“O Projeto do Genoma Humano é o trabalho de caráter científico mais ambicioso concebido pelo ser humano em todos os tempos. Isto soa como uma declaração prepotente, mas em alguns anos será a história, provavelmente, que nos dará razão”, diz um glossário em espanhol divulgado pelo site do governo norte-americano Genome.gov. O glossário recorda que o objetivo do Projeto foi decifrar a seqüência dos três bilhões de pares de bases que formam o ADN humano. “Não é um exagero pensar que este projeto mudará a história e o modo de fazer ciência”, acrescenta.

A importância da genética nos tempos modernos está fielmente refletida na Internet. Basta buscar no diretório Yahoo!, recorrer às listas de links especializados, ou solicitar especificamente dados sobre o Projeto do genoma... Há uma quantidade enorme de sites com informação sobre o assunto. Em muitos destes sites pode-se encontrar a notícia sobre a complementação da seqüência do mapa por parte do Projeto do Genoma Humano, divulgada pela imprensa em 15 de abril, que abre caminho para uma série de pesquisas sobre as aplicações do conhecimento genético no futuro.

E sabemos que a genética é um tema que aparece com freqüência nos noticiários, há alguns anos. Há dois anos, a empresa privada Celera anunciou que havia conseguido a primeira seqüência do genoma, fato que causou impacto na opinião pública. Essa companhia, que usa esse mapa com fins lucrativos, contou entre os insumos de sua pesquisa com informação copilada previamente pelo Projeto do Genoma Humano. A informação do Projeto, que envolveu diretamente 18 laboratórios de seis países, é de caráter público e até o momento foi consultada por pesquisadores de aproximadamente 120 nações.

O auge da genética em nosso tempo é evidente. São freqüentes os anúncios de descobertas no trabalho de decifrar os segredos dos seres vivos, em sua manipulação e clonagem. E também são comuns os debates sobre os alcances éticos que implica obter esse conhecimento. Os defensores do desenvolvimento da genética argumentam que, no caso dos humanos, servirá para identificar alterações malignas causadoras de enfermidades ou má-formações. Os críticos do desenvolvimento destas pesquisas temem a manipulação da informação genética para exercer controle sobre a humanidade e sua natureza. Mais além do debate, há uma realidade: o conhecimento dos genes chegou para ficar.

Informação sobre o Projeto do Genoma Humano (inglês)
Glossário de termos genéticos (espanhol)
BBC: decodificando a humanidade (espanhol)
Abrindo um caminho genético (espanhol)
Genome.gov dos Estados Unidos: Projeto do Genoma Humano (inglês)
O Mundo: Alfabeto da espécie humana (espanhol)
Diretório: Links para o mundo da genética (inglês)
Diretório: Links sobre o Projeto do Genoma Humano (inglês)
Yahoo! em inglês: Genética
Celera (inglês)
Genoma: O código da vida (português)
Decodificando a humanidade (português)
Projeto Genoma Humano (português)
Declaração Universal sobre o Genoma Humano e os Direitos Humanos (português)
O Projeto Genoma Humano (português)

Hidrogênio

A menção do hidrogênio agora evoca o futuro: pesquisas realizadas ao longo de todo o mundo exploram a possibilidade de utilizá-lo como combustível para a geração de energia, pois é abundante e seu uso, segundo afirmam, teria um impacto positivo no meio ambiente. “O hidrogênio é um elemento químico de número atômico 1. À temperatura ambiente é um gás inflamável, incolor, inodoro e o mais leve. É o elemento químico mais abundante do universo. Faz parte de inúmeras substâncias, como, por exemplo a água”, lembra uma ficha colocada na Internet.

Essa abundância, que contrasta com a limitada existência dos combustíveis fósseis utilizados atualmente, e suas qualidades ambientais, geram um grande entusiasmo pelo hidrogênio, que se traduz em uma enorme quantidade de informação disponível na Internet, desde conferências acadêmicas até as ofertas de empresas pioneiras no setor. O site sobre Tecnologia do Hidrogênio recorda que as propriedades combustíveis são conhecidas há cerca de um século. E, de fato, este elemento é utilizado com esse propósito, por exemplo, em combustíveis de veículos espaciais.

As novas pesquisas buscam fórmulas para permitir um uso muito maior do hidrogênio. “Como pode ser obtido de uma enorme gama de fontes domésticas, o hidrogênio poderia reduzir os custos econômicos, políticos e ambientais dos sistemas de energia”, acrescenta esse site. Em outra página da Internet sobre o hidrogênio como portador de energia, destaca-se seus benefícios para o meio ambiente. “Não produz contaminação nem consome recursos naturais. O hidrogênio é retirado da água e depois se oxida e volta à água. Não há produtos secundários nem tóxicos de nenhum tipo que possam ser produzidos neste processo”.

Seu uso para a produção de energia capaz de realizar ações tão freqüentes no mundo moderno como impulsionar automóveis, se daria através de uma pilha ou célula que, segundo um especial do portal Terra, é semelhante a uma bateria, embora “não se esgote nem seja preciso recarregar”, mas que se mantém em funcionamento através de um processo de combustão fria à base de... hidrogênio. “A célula de combustível consiste em dois eletrodos que envolvem um eletrólito. O oxigênio circula através de um eletrodo e o hidrogênio do outro e geram eletricidade, água e calor”, diz uma das principais fontes sobre este tema: Fuelcells.org.

Há grande quantidade de atores participando da busca de fórmulas que tornem economicamente viável o uso do hidrogênio, incluindo empresas petrolíferas e montadoras de automóveis. Um dos grandes desafios é encontrar uma maneira de separar este elemento a um custo que permita utilizá-lo em grande escala. Também deverá comprovar-se que seu uso maciço é seguro. Para conseguir concretizar a promessa do “petróleo do futuro” são necessários grandes investimentos que, apenas nos Estados Unidos, deveriam chegar aos US$ 100 bilhões, segundo informa o Worldwatch Institute.

O hidrogênio como portador de energia (espanhol)
Tecnologia do hidrogênio (espanhol)
Terra: Hidrogênio, limpo e fácil (espanhol)
Automóveis que usam hidrogênio (inglês)
Especial Wired: o hidrogênio pode salvar os Estados Unidos (inglês)
Worldwatch Institute: hidrogênio (inglês)
O alvorecer da economia do hidrogênio (artigo em espanhol)
Associação do Hidrogênio dos Estados Unidos (inglês)
Pilhas ou células de combustível: Fuelcells.org (inglês)
O que é o hidrogênio (ficha, em espanhol)
Banco de Experiências - Hidrogênio Combustível, Poluição Zero (português)
Banco de Experiências - Célula de Combustível (português)
Centro Nacional de Referência em Energia do Hidrogênio (português e inglês)
Hidrogênio (português)
Hidrogênio: o combustível do século XXI (português)
Fontes Energéticas Renováveis - Energia do Hidrogênio (português)


Aves em perigo

As aves estão representadas em nosso planeta por cerca de 9700 espécies conhecidas. Representam uma parte importante da biodiversidade terrestre, mas a notícia ruim é que aproximadamente 12% estão ameaçadas de extinção. Uma organização dedicada especialmente a promover a conservação das aves, a BirdLife International, destaca que 1186 espécies integram a lista das “ameaçadas”. E alguns detalhes podem ser consultados através de um buscador especial existente em seu site.

O site “Aves Ameaçadas” alerta que 182 dessas espécies enfrentam um perigo crítico, o que implica apenas 50% de oportunidades de sobreviverem na próxima década. Além disso, recorda que a extinção é para sempre. Nesse site, o desmatamento de florestas, o uso de terras para cultivo, a caça, a deterioração dos mangues, o comércio de espécies e a introdução de novos depredadores, são apontados como ameaças para as aves.

Na Lista Vermelha publicada pela União Internacional para a Natureza (UICN), considerada a principal fonte de informação sobre espécies ameaçadas pela extinção, há um buscador que registra mais de duas mil entradas quando é consultado através da palavra genérica “aves”. A situação das aves não é alheia à Internet, onde há inúmeros sites que explicam a natureza desses seres vivos. Além disso, há importantes organizações nacionais e sociedades de conservação, como a Audubon da Venezuela.

Também é possível encontrar projetos internacionais em favor de sua proteção, como o estabelecimento de territórios denominados “área de importância para a conservação das aves”, ou Aica, em países como a Colômbia. “As aves, provavelmente originadas em algum grupo de répteis durante o período jurássico (era Mesozóica), há cerca de 200 milhões de anos, são os únicos organismos com o corpo coberto de penas”, lembra um site sobre a ecologia destes seres. Além disso, há outro dado crucial: “todas as aves nascem de ovos”.

Birdlife International (inglês)
Birdlife: buscador de espécies de aves ameaçadas (inglês)
Aves ameaçadas (inglês)
Lista Vermelha da UICN: O que é (espanhol)
Lista Vermelha: Busca de 'aves' (inglês)As aves (espanhol)
Real Sociedade para a Proteção das Aves do Reino Unido (inglês)
Áreas importantes para a conservação das aves na Colômbia (espanhol)
Audubon da Venezuela (inglês)
Conecte-se: A arte de voar (português)
Atualidades Ornitológicas (português)
Centro de Estudos Ornitológicos (português)
Guia Online das Aves do Brasil (português)
Sociedade Brasileira de Ornitologia (português)
Projeto Aves (português)

Mesopotâmia

Na Mesopotâmia, que significa “terra entre rios”, floresceram as primeiras civilizações humanas. Milhares de anos depois, esse território é conhecido pelo nome de Iraque, um lugar onde os ecos da guerra ameaçam os vestígios de uma história milenar. A história da Mesopotâmia tornou-se um tema atual depois da divulgação de notícias, muitas pela televisão, sobre a destruição e o saque de sítios arqueológicos e coleções históricas, incluindo as do Museu Nacional iraquiano, em Bagdá.

Desde o início do conflito, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) alertou para a necessidade de se proteger de forma especial o patrimônio histórico do Iraque, mas tudo parece indicar que a história não era uma prioridade neste conflito moderno. Na própria Unesco destaca-se qual é a importância dos vestígios históricos da Mesopotâmia: foi uma cunha de civilizações de grande relevância que representaram a transição da pré-história para a história da humanidade.

A geografia da Mesopotâmia foi determinante para que se produzisse o surgimento das primeiras culturas nessa região, cerca de nove mil anos antes de Cristo. Os rios Tigre e Eufrates, que circundam o território, ofereceram condições ótimas para um desenvolvimento capaz de mudar o curso da história: a agricultura. “A chegada da agricultura às férteis planícies da Mesopotâmia começou a transformar a, até então, selvagem, errante ou nômade sociedade humana na primeira sociedade sedentária e civilizada”, lembra o site “Presos nos mundos do passado”.

A partir de aproximadamente 3500 anos antes de Cristo começaram a deixar seus rastros na Mesopotâmia sumérios, acádios, assírios e babilônicos. E sabemos que nessa região se conheceu a escrita, a matemática, a roda, a arquitetura, a astronomia, o dinheiro, a irrigação artificial e as leis. E, ainda, que floresceram em diversas épocas cidades-Estado. E, naturalmente, que há milhares de anos é cenário de guerras. Os nomes de cidades como Ur ou Nippur, de heróis lendários como Gilgamesh, do Código de Hammurabi, dos espantosos edifícios conhecidos com zigurats, provêm da Mesopotâmia antiga.

Episódios míticos como os do dilúvio ou a perda dos idiomas na Torre de Babel tiveram por cenário essa região. “Este amplo legado cultural foi a base das civilizações seguintes, Grécia e Roma, e também do que somos atualmente”, lembra o site educativo de Icarito. Na Internet há inúmeras informações sobre a Mesopotâmia antiga, desde livros transcritos a coleções de fotos e quadros, ou ensaios sobre sua história. O ponto de partida pode ser uma boa coleção de links para usar o ciberespaço como ponte para o passado...

Unesco: Iraque (inglês)
Mesopotâmia - Presos nos mundos do passado (espanhol)
Recursos da Internet sobre a antigüidade: Mesopotâmia (inglês)
Mesopotâmia - História (educativo, espanhol)
A web do império sumério (espanhol)
Mesopotâmia: Cronologia da história (inglês)
Mesopotâmia: Links da Internet para páginas sobre sua história (inglês)
O código de Hammurabi (espanhol)
O código de Hammurabi: contexto histórico e geográfico (portal, português)
Mesopotâmia antiga: dados básicos (inglês)
A Mesopotâmia (português)
Cenas da Mesopotâmia (português)
Babilônia - Brasil (português)
Gazeta Mesopotâmica (português)
Introdução à Arte Mesopotâmica (português)
Mitologia Mesopotâmica (português)

Pneumonia atípica

O surto de pneumonia atípica, cujos primeiros casos foram detectados na Ásia, converteu-se, em poucas semanas, em notícia que gera manchetes em todo o mundo, talvez por ser muito contagiosa, misteriosa, capaz de causar a morte e, além disso, pode viajar de avião. A doença é conhecida tecnicamente como Síndrome Respiratória Aguda e Severa (SRAS), embora também costume aparecer com sua sigla em inglês, SARS, ou como SRAG, sigla de Síndrome Respiratória Aguda Grave, terminologia usada pela Organização Panamericana da Saúde (OPS).

“Trata-se de uma pneumonia atípica de etiologia desconhecida, identificada no final de fevereiro de 2003”, diz o site especial criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre SRAS, provavelmente o principal centro de informação sobre o tema na Internet. A OMS coordena os esforços para dar apoio epidemiológico, clínico e logístico aos países que solicitarem, segundo afirma o site. Uma missão da OMS viajou este mês para a China a fim de investigar a origem dessa pneumonia atípica, que em poucas semanas acumulou registros de casos em diversos lugares do mundo, embora a maioria concentrada na Ásia.

Na Internet foi possível notar logo os efeitos desse surto de pneumonia atípica e do alerta lançado pela OMS. Os sites com informação sobre a SRAS proliferaram através da rede, como demonstra este diretório de links preparado no Canadá, um dos países onde foram detectados vários casos da doença. O potencial de transmissão é alto. A OPS pediu aos países americanos para estarem alertas. “Temos que fortalecer nossa vigilância epidemiológica, manter o fluxo da informação e pedir aos nossos países que estejam alertas e informem imediatamente qualquer caso suspeito”, afirmou o diretor-adjunto da organização, David Brandling-Benett.

“Os pacientes com SRAS podem transmitir a doença a pessoas com quem têm contato próximo, em casa ou o pessoal médico. Não se sabe quanto tempo antes ou depois do aparecimento dos sintomas o paciente com SRAS pode transmitir a doença a outras pessoas”, alertou o Centro de Controle de Enfermidades dos EUA.

Um site especial do Governo de Hong Kong, uma das regiões onde foram registrados mais casos, pede aos seus cidadãos que adotem medidas especiais, como o uso de máscara cirúrgica. Entretanto, a notícia gerou interesse dos meios de comunicação durante semanas. O The NewYork Times tem uma espécie de seção especial sobre o assunto. O Yahoo! em Espanhol tem uma cobertura que diariamente registra novas manchetes da imprensa em espanhol. E uma busca de notícias no Google indicou, um dia qualquer, cerca de 50 mil resultados sobre a doença.

OMS: SARS (inglês)
SARS: recursos de informação na Internet (inglês)
OPS: Síndrome Respiratória Aguda e Grave (espanhol)
OPS adverte sobre pneumonia (espanhol)
CDC dos Estados Unidos.: Guia temporal de precauções (espanhol)
Yahoo! em espanhol: Pneumonia atípica
The New York Times: Especial sobre SARS (inglês, requer inscrição gratuita)
Google Notícias: SARS (inglês)
Serviço de vigilância epidemiológica espanhol: Sintomas e tratamento de SRAS (espanhol)
Governo de Hong Kong: Pneumonia atípica (inglês)
Centro de Informação em Saúde para Viajantes: Síndrome Respiratória Aguda Grave (português)
Paciente On Line: O que é a SARS? (português)

Emergência humanitária

A guerra no Iraque provoca uma emergência humanitária que afeta 27 milhões de pessoas. O conflito tem evidentes repercussões sobre uma população civil assediada por problemas de saúde, alimentação, água ou abrigo, quando não é atingida por bombas ou balas. Essa crise humanitária gera uma mobilização internacional em busca de apoio e recursos para lançar operações que permitam aliviar seus efeitos.

A Organização das Nações Unidas (ONU) já advertiu, ao iniciar uma ofensiva em favor da população civil iraquiana, que serão necessários, pelo menos, US$ 2,2 bilhões para amenizar a emergência. Dessa quantia, cerca de US$ 1,3 bilhões seriam destinados a uma gigantesca operação de fornecimento de víveres encabeçada pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA, ou WFP na sigla em inglês). Em sua página web sobre a guerra no Iraque o PMA alerta: “Esta pode converter-se na maior operação humanitária da história”.

O alarme gerado pelas dimensões que pode alcançar a emergência humanitária tem seqüelas visíveis na Internet, onde agências especializadas da ONU, organizações internacionais e uma verdadeira avalanche de informações jornalísticas abordam o tema e dão detalhes sobre suas características e alcance. O site do Centro de Informação Humanitária sobre o Iraque recopila parte desta informação, enquanto no diretório do Yahoo! é possível encontrar uma seção especial com links para páginas de organizações dedicadas ao assunto.

O escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) tem uma operação especial em países vizinhos, à espera de cerca de 600 mil pessoas que podem deixar o Iraque por causa desta guerra. Por sua vez, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) também lançou um alerta ao mundo: “As crianças do Iraque são atingidas pela guerra pela terceira vez em 20 anos”. Quase a metade dos habitantes desse país tem menos de 20 anos, e serão necessários pelo menos US$ 166 milhões para poder oferecer-lhes ajuda.

O Unicef informa em sua página sobre o Iraque que tem 200 pessoas trabalhando nesse país em guerra. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também tem uma seção especial sobre o Iraque na qual anuncia que são necessários recursos superiores a US$ 300 milhões para enfrentar as conseqüências da guerra para a saúde das pessoas.

Na Internet também é possível encontrar informação da Cruz Vermelha Internacional, que também adverte sobre a necessidade de respeitar os acordos internacionais no tratamento de prisioneiros de guerra, e da Human Rights Watch, que expressa sua preocupação pelas violações dos direitos humanos como conseqüência do conflito bélico.

ONU: Iraque (inglês, francês, árabe)
Programa Mundial de Alimentos: crise no Iraque (inglês)
Acnur: Emergência no Iraque (inglês)
Acnur: página em espanhol sobre o Iraque
Unicef: Iraque (inglês)
OMS: a situação no Iraque (inglês, espanhol, francês)
Iraque: Centro de Informação Humanitária (inglês)
Comitê Internacional da Cruz Vermelha: Guerra no Iraque (espanhol)
Human Rights Watch: Iraque (inglês)
Yahoo!: Iraque: Ajuda humanitária (diretório de sites)
O trabalho do UNICEF no Iraque (português)
Anistia Internacional: As Pessoas em Primeiro Lugar (português)

 

Os maias

A civilização maia iluminou por mais de três mil anos grande parte da atual Mesoamérica, que ainda é habitada por seus descendentes. Os vestígios, as conquistas e os mistérios que deixaram como legado também podem ser explorados via Internet. Uma grande quantidade de sites em diversos idiomas dedica-se a explorar esta civilização e seus incríveis rastros. A categoria de Cultura Maia no buscador do Yahoo! tem cerca de 60 sugestões de sites, incluindo alguns projetos de arqueologia oferecidos aos interessados em participar de suas escavações.

“Da esplêndida paisagem surgiu uma civilização altamente desenvolvida que floresceu enquanto a Europa se encontrava submersa no obscurantismo”, lembra o portal do Mundo Maya. No site Uma Luz nas Selvas da Mesoamérica afirma-se que “a base do pensamento maia concretizou-se em harmonia: criatividade e receptividade, céu e terra, vida e morte, dia e noite, masculino e feminino, bem e mal”.

Os maias tiveram um desenvolvimento da arquitetura que lhes permitiu construir grandes edificações como parte de cidades no meio da selva. As construções sobreviveram através de três séculos e inclusive milênios, e atualmente são fonte constante de admiração.

Os arqueólogos também descobriram a capacidade matemática dos maias, um calendário de grande precisão, detalhes sobre sua organização política em cidades-Estado e detalhes de sua vida cotidiana, incluindo os jogos. Algumas dessas descobertas são explicadas no site Coelho na Lua, em inglês. Ainda não se sabe tudo sobre os maias, grande parte de seu legado foi destruída depois da chegada dos europeus ao novo mundo.

Sua história está cercada de mistérios. Por que os povos que habitavam essa região mesoamericana conseguiram esse desenvolvimento? O que causou o fim de uma civilização tão desenvolvida? Essa civilização inclui o extremo sudeste do México, os territórios da Guatemala e Belize e o ocidente de Honduras e El Salvador. Nessas regiões ainda vivem cerca de 4,5 mil descendentes dos maias, que falam línguas herdadas do passado. E se trata de uma região que recebe legiões de turistas. A maioria interessada em explorar o legado dos maias.

Portal do Mundo Maya (espanhol)
Portal Coelho na Lua: hieróglifos, calendário, cultura, jogos, links, arquitetura, idiomas dos maias (inglês)
Arquitetura maia (espanhol, inglês, francês)
Os maias, uma luz nas selvas da Mesoamérica (espanhol)
O calendário maia (espanhol e inglês)
História dos maias (espanhol)
Ruínas maias: fotos e textos (inglês)
Cidades dos antigos maias (inglês)
elmundomaya.com: portal turístico (espanhol)
Yahoo!: Cultura maia (inglês)
Maias, incas e astecas – As civilizações pré-colombianas (português)
HistoriaNet: Maias, Astecas e Incas (português)


Iraque

O território do Iraque é palco de uma guerra anunciada durante meses. As bombas ressoam uma vez mais em um país do Oriente Médio, que tem uma história tão antiga quanto a própria humanidade. Na Internet é possível encontrar toda a informação necessária para conhecer as características desse país de 437 mil quilômetros quadrados que faz limite com Kuwait, Irã, Turquia, Síria, Arábia Saudita e Jordânia.

“Os iraquianos são, em sua maioria, árabes. No norte do país há uma importante minoria curda (20%)”, descreve o capítulo dedicado a esse país no Guia do Mundo. Neste site também consta o nome oficial desse nação, que é Al-Jumhouriya al-Iraqiya. A história começou a ser escrita nesse território, há milênios. Cerca de quatro mil anos antes de Cristo, os sumérios habitaram esse lugar, e ali também floresceram babilônios e assírios. No centro do Iraque está a famosa região da Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates.

A história moderna do Iraque começou depois da I Guerra Mundial, quando esse país foi praticamente construído pelas potências vencedoras. Nesse momento foi concebido como um reino, sob tutela britânica. Em 1958, uma revolta destronou a monarquia e, em 1968, acontece o movimento que levou ao poder o atual partido governante, o Baath. Saddam Hussein foi eleito presidente em 1979.

Um site da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) lembra que o clima é “principalmente desértico”, com inverno fresco e verão seco, caloroso e claro. Também afirma que conta com recursos como petróleo e gás natural e que sua localização é estratégica. O Iraque protagonizou uma longa guerra contra o Irã na década de 80 e já foi cenário de outro conflito, que teve como principal oponente os Estados Unidos, a Guerra do Golfo de 1991.

A busca de informação na Internet pode começar pela Organização das Nações Unidas (ONU), onde além de informações sobre o país há detalhes das resoluções desse organismo sobre esse país e das inspeções em busca de armas. A Internet também é útil para entender a geografia do Iraque, a posição do governo desse país apresentada na ONU, os detalhes do conflito recém-iniciado. E, naturalmente, é uma das principais fontes de informações sobre esta guerra.


ONU/CINU: a questão do Iraque (em espanhol)
Missão do Iraque na ONU (em inglês)
Guia do Mundo: Iraque (em espanhol)
Aproximação histórica (em espanhol)
BBC: radiografia do Iraque (em espanhol)
O Tempo: Iraque: História (em espanhol)
Atlas: Iraque (em espanhol)
Inter Press Service: objetivo Iraque (em espanhol)
Livro de dados da CIA: Iraque (em inglês)
Conecte-se: partes de guerra (em português)
Países árabes: Iraque (em português)
GeoVol: Iraque (em português)
Bandeiras e hinos dos países do mundo (em português)
Portal Brasil: Iraque (em português)

Minas antipessoais

As minas terrestres antipessoais são artefatos mortais que estão à espreita de suas vítimas, protegidas pela invisibilidade. A cada ano milhares de inocentes são vítimas destas “armas convencionais” cuja capacidade letal não diminui com o fim das guerras. E, embora haja uma forte campanha internacional para eliminá-las, o problema persiste. Na Internet há um grande número de fontes de informação sobre essas minas e seus efeitos.

Um dos sites, o especial da Organização das Nações Unidas para a Infância (Unicef), The Silent Shout (grito silencioso) explica em números a natureza do problema: em 68 países do mundo há 115 milhões dessas armas semeadas na terra. Uma vez colocadas, podem estar ativas por décadas. Segundo esses dados, cerca de cem milhões de minas poderiam estar armazenadas e 2,5 milhões são colocadas a cada ano.

A colocação de minas inutiliza a terra e dificulta os processos de pacificação. Além disso, causam mortes ou ferimentos em cerca de duas mil pessoas por mês. Destas, de 30% a 40% são crianças. O Unicef estima que haja uma mina para cada 12 crianças no mundo. Uma mina pode ser fabricada por US$ 3, dizem nesse site do Unicef, e para eliminá-la devem ser investidos US$ 1 mil.

“Basicamente, uma mina é uma peça oca com carga em seu interior e um dispositivo de disparo. De forma heterodoxa, poderia ser definida como uma caixa que contém explosivo e explode sob a pressão de determinado peso”, lembra o site Inimigos Invisíveis, Campos da Morte” que explica as características desse artefato.

O problema das minas é grande, e isso levou à assinatura de uma Convenção sobre a Proibição, Armazenamento, Produção e Transferência de Minas Antipessoais e sobre sua Destruição, que segundo informação disponível na Internet tinha, até janeiro de 2002, 146 signatários e 31 ratificações. Este documento compromete seus Estados-membros a não usar minas antipessoais e eliminar ou garantir a eliminação de todas as existentes.

“Os Estados que já adotaram esta Convenção têm duas datas para respeitar: no mais tardar no final de 2003, a maioria dos Estados têm de ter destruído todas suas reservas de minas antipessoais, e, no mais tardar no final de 2009, devem ter limpado as zonas minadas de seus territórios, recorda o site Cruz Vermelha Internacional. A principal fonte de informação sobre a crise humanitária provocada pela colocação indiscriminada de minas antipessoais é o site da Campanha Internacional para a Proibição das Minas.

Campanha Internacional para a Proibição das Minas (inglês e outros idiomas)
Tratado para a Proibição das Minas Antipessoais (vários idiomas, links)
Ratificação do Tratado
Comitê Internacional da Cruz Vermelha (espanhol)
Conselho Mundial de Igrejas: a campanha contra as minas (espanhol)
Unicef: The Silent Shout (inglês)
Unicef: minas antipessoais (espanhol)
Minas antipessoais na Nicarágua (espanhol)
Minas fatais: o inimigo invisível (espanhol)
Inimigos invisíveis, campos da morte: as minas antipessoais (espanhol)
As Minas Terrestres (português)

A seca

Quando mencionamos a palavra seca evocamos de imediato sua causa principal: trata-se de falta de água. E as conseqüências desta manifestação da natureza podem ser devastadoras para as áreas ambiental, econômica e social. “A seca é uma das causas fundamentais de desastres em nível mundial”, alerta o site “Visão da seca na Mesoamérica e no Caribe espanhol”, onde também comentam que durante os últimos 30 anos foi registrado aumento da freqüência e intensidade deste fenômeno na região caribenha. A detecção e alerta com antecedência da seca é uma prioridade, afirmam os sites.

A seca “se origina da deficiência na precipitação sobre um período longo”, afirmam no site “Bases para o planejamento de uma seca”. E afirmam que pode-se entender como “uma propriedade normal e comum do clima”, cujo impacto provém da inter-relação entre o evento natural e a demanda no fornecimento de água. No site da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) é explicado que a seca pode ser qualificada de quatro maneiras: meteorológica, quando a precipitação é inferior ao normal para um lugar específico; agrícola, quando a umidade dos solos não atende as necessidades para se obter um cultivo; hidráulica, quando as reservas superficiais e subterrâneas estão abaixo do normal, e socioeconômicas, quando a escassez de água afeta as pessoas.

“Historicamente, a seca pode ser considerada como acontecimento natural de enorme importância, já que por sua causa populações são dizimadas pela fome, ocorrem movimentos migratórios em massa e acontecem gravíssimas crises econômicas, sociais e políticas”, lembra um site sobre as secas na Espanha. As secas também podem ser originadas por fenômenos climáticos especiais, com acontece com o El Niño, ao qual se atribui a responsabilidade na escassez de chuva em várias partes do mundo.

A importância das secas repercute no ciberespaço, onde é possível encontrar vasta informação. A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) tem uma seção especial sobre o tema, há sites encarregados de entregar dados sobre manifestações deste fenômenos e também é possível obter informação sobre uma das conseqüências das secas persistentes, o surgimento dos desertos.

FAO: desertificação, seca e suas conseqüências (inglês)
Visão da seca na Mesoamérica e no Caribe (espanhol)
Bases para o planejamento frente a uma seca, México (espanhol)
Vigilância da seca nos Estados Unidos (inglês)
Centro de Informação sobre a seca nos Estados Unidos (inglês)
Centro de Investigações sobre a seca em Chihuahua (espanhol)
Projeto de alerta para a seca na Argentina (espanhol)
Efeitos sociais e econômicos das secas na Espanha (espanhol)
Conecte-se: El Niño (espanhol)
Conecte-se: desertos (espanhol)
Departamento Nacional de Obras Contra as Secas - A seca (português)
Canal Kids - Água no Planeta (português)
O Brasil da Seca (português)
Ministério do Meio Ambiente do Brasil - Seca (português)
Seca, Mitos, Histórias, Fantasias e Mesmice (português)
Seca Pobreza Urbanização (português)


Pragas da banana

A banana é uma fruta crucial para a humanidade. Mas a produção deste alimento essencial para centenas de milhões de pessoas enfrenta o perigo das pragas, especialmente da sigatoka negra e do mal-do-Panamá.

Estas pragas poderiam afetar sensivelmente a capacidade de produção de algumas variedades de alto consumo no mundo se não se conseguir uma forma de deter seu avanço. Os pesquisadores indagam como a manipulação genética, o controle biológico dessas pragas ou os cruzamentos podem produzir híbridos resistentes.

Em que consistem essas pragas? Na Internet há abundante informação sobre este assunto. Trata-se do futuro da banana. “Não consumo banana regularmente, o que não me impede de reconhecer que 500 milhões de pessoas dependem desse fruto - especialmente na África e Ásia - como sua principal fonte de proteínas. Em nível comercial, a banana é a fruta mais popular e consumida no mundo todo”, lembra o site Banana Split. Ali também se faz notar que as duas principais ameaças são o mal-do-Panamá, produzido pelo fungo Fusarium oxysporum, que ataca o sistema vascular da planta, e a sigatoka negra, causada pelo fungo mycosphaerella fijiensis.

A sigatoka negra, a doença da mancha da folha, “causa uma redução significativa na área de fotosíntese da folha, perda no rendimento de até 50% e amadurecimento prematuro, um defeito muito sério em uma fruta de exportação”, dizem no site A enfermidade mais importante do fruto mais importante. Na página sobre o mal-do-Panamá explicam que essa enfermidade “é muito prejudicial nas plantações de banana no mundo devido às enormes perdas que provoca, especialmente na região altamente produtora da América Central.

“Os sintomas começam com um amarelado anormal nas folhas mais velhas, iniciando pelas bordas. Aos poucos as folhas se dobram na base dos pecíolos e secam, ficando penduradas nas árvores. O mesmo ocorre com as folhas jovens, até chegar ao estandarte, que permanece verde por mais tempo, até adquirir, também, uma cor amarelada e secar. Com isso a planta morre”, afirma-se neste site.

Para mais informações, entre nos sites indicados abaixo.

Sigatoka: a enfermidade mais importante do fruto mais importante (espanhol)
Sigatoka negra: um ameaça ao cultivo da banana (português)
Mal-do-Panamá (espanhol)
Banana split: os perigos (espanhol)
Pragas da banana (espanhol)
Controle biológico de pragas em banana (espanhol)
"Os transgênicos não salvarão a banana" (espanhol)
Bananas e plátanos (espanhol)
Rede Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano (espanhol e inglês)
BBC: a banana do futuro (espanhol)
Instituto Agronômico: uma bananeira que dispensa pulverização (português)
Instituto Agronômico: Variedade de banana resistente a pragas (português)
Agrobyte: Banana (português)
Ceplac: