| Política ambiental dos Estados Unidos
A política ambiental dos
Estados Unidos é relevante para o mundo inteiro,
tanto pelo impacto ecológico que causa uma
economia dessa magnitude e nível de consumo
quanto pelo papel de protagonista internacional dessa
nação. Mas, qual é a política
ambiental dos Estados Unidos? E qual é o selo
particular que seu governo imprime? Que tipo de legislação
rege ou regerá nesse país? Um bom dado
para iniciar a exploração é a
Internet.
O atual governo dos Estados Unidos,
liderado por George W. Bush, já protagonizou
várias controvérsias ambientais. Talvez,
a mais comentada tenha sido sua negativa em subscrever
o Protocolo de Kyoto, um tratado internacional que
determina ações para combater o fenômeno
da alteração climática. Bush
afirma que “nosso ar é mais limpo, nossa
água é mais pura e nossas terras e nossos
recursos naturais estão melhor protegidos”
do que há 30 anos, segundo comentário
presidencial incluído no site do governo norte-americano
para o Dia da Terra,
comemorado em 22 de abril.
O principal organismo dos Estados
Unidos para o setor é a Agência
de Proteção Ambiental (Epa), que
conta com cerca de 18 mil funcionários para
fazer seu trabalho. “Nossa missão é
complexa, mas nossa meta é simples: buscamos
que nosso ar seja mais limpo, nossa água mais
pura e que nosso território esteja melhor protegido”,
diz o site da Epa. Também é possível
encontrar detalhes sobre a política ambiental
do governo na própria Casa Branca. No site
do escritório presidencial há uma seção
especial referente à visão do presidente
sobre o meio ambiente, decisões, discursos
e outros materiais. A Casa Branca também abriga
a informação do Conselho
para a Qualidade do Meio Ambiente, que participa
ativamente da definição de estratégias
e políticas no setor.
Do lado do Poder Legislativo,
no Congresso dos Estados Unidos é possível
ter acesso a informação especializada
como as fornecidas pelo Comitê
de Energia e Comércio da Câmara Baixa,
ou os Comitês
de Meio Ambiente e Obras Públicas e Energia
e Recursos Naturais do Senado. Nestas instâncias
são analisados e discutidos os projetos de
lei. Quem procura mais informação encontrará
links da Internet para site relacionados com a política
ambiental, informações como as do AmericanScan
do Serviço de Notícias Ambientais, conhecido
por sua sigla como ENS,
ou mesmo a Ata
Sobre Política Ambiental Nacional (Nepa).
Epa
- Agência de Proteção Ambiental
dos Estados Unidos
Casa
Banca: Compromisso do Presidente com a proteção
ambiental
Governo dos
Estados Unidos: Dia da Terra
Conselho
para a Qualidade Ambiental
Ata
sobre Política Ambiental Nacional (Nepa)
Comitê
sobre Energia e Comércio da Câmara Baixa
Comitê sobre
Ambiente e Obras Públicas do Senado
Comitê sobre
Energia e Recursos Naturais do Senado
Links
da Internet: política ambiental dos Estados
Unidos
ENS,
Serviço de Notícias do Meio Ambiente
Legislação e direito
ambiental
A necessidade de proteger o meio
ambiente provocou em todo o mundo o surgimento de
uma legalidade ambiental representada por leis, acordos,
normas, decretos e tratados, de aplicação
nacional ou internacional, que demandam um alto grau
de capacitação por parte dos especialistas
em direito. Grande parte dessa legislação
foi produzida durante os últimos 30 anos ao
amparo de uma crescente preocupação
pelo destino do planeta Terra.
Embora a efetividade de alguns
instrumentos que integram essa legalidade às
vezes seja colocada em dúvida, sua simples
existência serve de ferramenta ou argumento
para milhares de cruzadas ambientais que em um passado
não muito remoto careciam dessa sustentação.
No mundo atual há uma
grande quantidade de acordos
internacionais, leis e outros documentos legais
relacionados com o uso e a conservação
dos recursos naturais e com o meio ambiente em geral,
e isso se vê refletido na Internet, onde os
recursos são muitos, em geral destinados
a especialistas em direito ambiental.
Há serviços como
o Ecolex, uma
base de dados internacional gerenciada com apoio do
Programa das Nações Unidas para o Meio
Ambiente (Pnuma) e a União Mundial para a Natureza
(IUCN), que oferece informação sobre
legislação ambiental de todo o mundo.
Parte dos recursos dessa base
de dados é fornecida pela Faolex,
da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO), descrita como “a mais completa coleção
em versão eletrônica de legislação
nacional e tratados internacionais sobre alimentação,
agricultura e recursos naturais renováveis”.
Nos dois casos é possível
fazer buscas diretamente pela Internet. Outro importante
recurso de informação de alcance internacional
é o Entri,
um projeto de colaboração internacional
com informação sobre tratados e legislações
relacionados com o meio ambiente em nível mundial.
Como ocorre em outros níveis
do campo legal, a aplicação da legalidade
ambiental na realidade não é fácil,
e por isso existem também instrumentos que
apóiam o desenvolvimento desse setor, como
o Programa
de Direito Ambiental do Pnuma na América
Latina e no Caribe, que dá assistência
técnica e capacitação.
No caso do Centro para a Legislação
Ambiental Internacional (CIEL), também se busca
facilitar a comparação entre diversas
legislações do mundo. Esta instituição
procura ajudar a “resolver os problemas ambientais
e promover sociedades sustentáveis através
da aplicação da lei”.
O caso específico
da legislação disponível na América
Latina tem sido estudado e podem ser encontradas comparações,
bem como informação sobre as leis de
cada país, em publicações como
o “Informe
sobre o desenvolvimento do direito ambiental latino-americano”
do Pnuma. No site do Pnuma também é
possível revisar uma análise do desenvolvimento
desta legislação regional “Do
Rio a Johannesburgo”, referente às
cúpulas mundiais sobre meio ambiente e desenvolvimento
sustentável de 1992 e 2002.
Pnuma:
Direito e políticas ambientales (espanhol
)
Pnuma:
Informe sobre o desenvolvimento do direito ambiental
latino-americano (espanhol)
Pnuma:
Do Rio a Johannesburgo, perspectivas do direito ambiental
na América Latina (espanhol)
Entri:
Recursos sobre tratados ambientais (inglês)
Ecolex: porta de
entrada para a informação sobre legislação
ambiental (inglês)
Faolex
(em vários idiomas)
Acordos
internacionales (espanhol)
Ciel: Centro para a
Legislação Ambiental Internacional
(inglês)
Hieros Gamos:
links sobre legislação ambiental internacional
(inglês)
Rede
sobre legislação ambiental (inglês)
Glossário
de Direito Internacional (português)
Genoma humano
O Projeto do Genoma Humano deu
início, há 13 anos, a uma missão
titânica: decifrar nossa seqüência
genética. Em meados de abril deste ano, chegou
o anúncio: fora completada a elaboração
de quase a totalidade desse mapa, fato que influirá
no futuro da civilização. Os sites de
informação
sobre o Projeto do Genoma Humano, como o do Departamento
de Energia dos Estados Unidos, destacaram que
o anunciou foi feito 50 anos depois de comunicada
a descoberta da dupla hélice do ADN, essencial
para o desenvolvimento da genética.
“O Projeto do Genoma Humano
é o trabalho de caráter científico
mais ambicioso concebido pelo ser humano em todos
os tempos. Isto soa como uma declaração
prepotente, mas em alguns anos será a história,
provavelmente, que nos dará razão”,
diz um glossário
em espanhol divulgado pelo site do governo norte-americano
Genome.gov.
O glossário recorda que o objetivo do Projeto
foi decifrar a seqüência dos três
bilhões de pares de bases que formam o ADN
humano. “Não é um exagero pensar
que este projeto mudará a história e
o modo de fazer ciência”, acrescenta.
A importância da genética
nos tempos modernos está fielmente refletida
na Internet. Basta buscar no diretório Yahoo!,
recorrer às listas de links
especializados, ou solicitar especificamente dados
sobre o Projeto
do genoma... Há uma quantidade enorme de
sites com informação sobre o assunto.
Em muitos destes sites pode-se encontrar a notícia
sobre a complementação da seqüência
do mapa por parte do Projeto do Genoma Humano, divulgada
pela imprensa em 15 de abril, que abre caminho para
uma série de pesquisas sobre as aplicações
do conhecimento genético no futuro.
E sabemos que a genética
é um tema que aparece com freqüência
nos noticiários,
há alguns anos. Há dois anos, a empresa
privada Celera
anunciou que havia conseguido a primeira seqüência
do genoma, fato que causou impacto na opinião
pública. Essa companhia, que usa esse mapa
com fins lucrativos, contou entre os insumos de sua
pesquisa com informação copilada previamente
pelo Projeto do Genoma Humano. A informação
do Projeto, que envolveu diretamente 18 laboratórios
de seis países, é de caráter
público e até o momento foi consultada
por pesquisadores de aproximadamente 120 nações.
O auge da genética em
nosso tempo é evidente. São freqüentes
os anúncios de descobertas no trabalho de decifrar
os segredos dos seres vivos, em sua manipulação
e clonagem. E também são comuns os debates
sobre os alcances éticos que implica obter
esse conhecimento. Os defensores do desenvolvimento
da genética argumentam que, no caso dos humanos,
servirá para identificar
alterações malignas causadoras de
enfermidades ou má-formações.
Os críticos do desenvolvimento destas pesquisas
temem a manipulação da informação
genética para exercer controle sobre a humanidade
e sua natureza. Mais além do debate, há
uma realidade: o conhecimento dos genes chegou para
ficar.
Informação
sobre o Projeto do Genoma Humano (inglês)
Glossário
de termos genéticos (espanhol)
BBC:
decodificando a humanidade (espanhol)
Abrindo
um caminho genético (espanhol)
Genome.gov
dos Estados Unidos: Projeto do Genoma Humano (inglês)
O
Mundo: Alfabeto da espécie humana (espanhol)
Diretório:
Links para o mundo da genética (inglês)
Diretório:
Links sobre o Projeto do Genoma Humano (inglês)
Yahoo!
em inglês: Genética
Celera (inglês)
Genoma:
O código da vida (português)
Decodificando
a humanidade (português)
Projeto
Genoma Humano (português)
Declaração
Universal sobre o Genoma Humano e os Direitos Humanos
(português)
O
Projeto Genoma Humano (português)
Hidrogênio
A menção do hidrogênio
agora evoca o futuro: pesquisas realizadas ao longo
de todo o mundo exploram a possibilidade de utilizá-lo
como combustível para a geração
de energia, pois é abundante e seu uso, segundo
afirmam, teria um impacto positivo no meio ambiente.
“O hidrogênio é um elemento químico
de número atômico 1. À temperatura
ambiente é um gás inflamável,
incolor, inodoro e o mais leve. É o elemento
químico mais abundante do universo. Faz parte
de inúmeras substâncias, como, por exemplo
a água”, lembra uma ficha
colocada na Internet.
Essa abundância, que contrasta
com a limitada existência dos combustíveis
fósseis utilizados atualmente, e suas qualidades
ambientais, geram um grande entusiasmo pelo hidrogênio,
que se traduz em uma enorme quantidade de informação
disponível na Internet, desde conferências
acadêmicas até as ofertas de empresas
pioneiras no setor. O site sobre Tecnologia
do Hidrogênio recorda que as propriedades
combustíveis são conhecidas há
cerca de um século. E, de fato, este elemento
é utilizado com esse propósito, por
exemplo, em combustíveis de veículos
espaciais.
As novas pesquisas buscam fórmulas
para permitir um uso muito maior do hidrogênio.
“Como pode ser obtido de uma enorme gama de
fontes domésticas, o hidrogênio poderia
reduzir os custos econômicos, políticos
e ambientais dos sistemas de energia”, acrescenta
esse site. Em outra página da Internet sobre
o hidrogênio
como portador de energia, destaca-se seus benefícios
para o meio ambiente. “Não produz contaminação
nem consome recursos naturais. O hidrogênio
é retirado da água e depois se oxida
e volta à água. Não há
produtos secundários nem tóxicos de
nenhum tipo que possam ser produzidos neste processo”.
Seu uso para a produção
de energia capaz de realizar ações tão
freqüentes no mundo moderno como impulsionar
automóveis,
se daria através de uma pilha ou célula
que, segundo um especial
do portal Terra, é semelhante a uma bateria,
embora “não se esgote nem seja preciso
recarregar”, mas que se mantém em funcionamento
através de um processo de combustão
fria à base de... hidrogênio. “A
célula de combustível consiste em dois
eletrodos que envolvem um eletrólito. O oxigênio
circula através de um eletrodo e o hidrogênio
do outro e geram eletricidade, água e calor”,
diz uma das principais fontes sobre este tema: Fuelcells.org.
Há grande quantidade de
atores participando da busca de fórmulas que
tornem economicamente
viável o uso do hidrogênio, incluindo
empresas petrolíferas e montadoras de automóveis.
Um dos grandes desafios é encontrar uma maneira
de separar este elemento a um custo que permita utilizá-lo
em grande escala. Também deverá comprovar-se
que seu uso maciço é seguro. Para conseguir
concretizar a promessa do “petróleo do
futuro” são necessários grandes
investimentos que, apenas nos Estados Unidos, deveriam
chegar aos US$ 100 bilhões, segundo informa
o Worldwatch
Institute.
O
hidrogênio como portador de energia (espanhol)
Tecnologia
do hidrogênio (espanhol)
Terra:
Hidrogênio, limpo e fácil (espanhol)
Automóveis
que usam hidrogênio (inglês)
Especial
Wired: o hidrogênio pode salvar os Estados Unidos
(inglês)
Worldwatch
Institute: hidrogênio (inglês)
O
alvorecer da economia do hidrogênio (artigo
em espanhol)
Associação
do Hidrogênio dos Estados Unidos (inglês)
Pilhas ou células
de combustível: Fuelcells.org (inglês)
O
que é o hidrogênio (ficha, em espanhol)
Banco
de Experiências - Hidrogênio Combustível,
Poluição Zero (português)
Banco
de Experiências - Célula de Combustível
(português)
Centro
Nacional de Referência em Energia do Hidrogênio
(português e inglês)
Hidrogênio
(português)
Hidrogênio:
o combustível do século XXI (português)
Fontes
Energéticas Renováveis - Energia do
Hidrogênio (português)
Aves em perigo
As aves estão representadas
em nosso planeta por cerca de 9700 espécies
conhecidas. Representam uma parte importante da biodiversidade
terrestre, mas a notícia ruim é que
aproximadamente 12% estão ameaçadas
de extinção. Uma organização
dedicada especialmente a promover a conservação
das aves, a BirdLife
International, destaca que 1186 espécies
integram a lista das “ameaçadas”.
E alguns detalhes podem ser consultados através
de um buscador
especial existente em seu site.
O site
“Aves Ameaçadas” alerta que
182 dessas espécies enfrentam um perigo crítico,
o que implica apenas 50% de oportunidades de sobreviverem
na próxima década. Além disso,
recorda que a extinção é para
sempre. Nesse site, o desmatamento de florestas, o
uso de terras para cultivo, a caça, a deterioração
dos mangues, o comércio de espécies
e a introdução de novos depredadores,
são apontados como ameaças para as aves.
Na Lista
Vermelha publicada pela União Internacional
para a Natureza (UICN), considerada a principal fonte
de informação sobre espécies
ameaçadas pela extinção, há
um buscador que registra mais de duas
mil entradas quando é consultado através
da palavra genérica “aves”. A situação
das aves não é alheia à Internet,
onde há inúmeros sites que explicam
a natureza desses seres vivos. Além disso,
há importantes organizações nacionais
e sociedades de conservação, como a
Audubon da Venezuela.
Também é
possível encontrar projetos internacionais
em favor de sua proteção, como o estabelecimento
de territórios denominados “área
de importância para a conservação
das aves”, ou Aica, em países como a
Colômbia. “As aves, provavelmente originadas
em algum grupo de répteis durante o período
jurássico (era Mesozóica), há
cerca de 200 milhões de anos, são os
únicos organismos com o corpo coberto de penas”,
lembra um site sobre a ecologia destes seres. Além
disso, há outro dado crucial: “todas
as aves nascem de ovos”.
Birdlife
International (inglês)
Birdlife:
buscador de espécies de aves ameaçadas
(inglês)
Aves
ameaçadas (inglês)
Lista
Vermelha da UICN: O que é (espanhol)
Lista
Vermelha: Busca de 'aves' (inglês)As
aves (espanhol)
Real Sociedade para
a Proteção das Aves do Reino Unido
(inglês)
Áreas
importantes para a conservação das aves
na Colômbia (espanhol)
Audubon da Venezuela
(inglês)
Conecte-se:
A arte de voar (português)
Atualidades Ornitológicas
(português)
Centro de Estudos
Ornitológicos (português)
Guia
Online das Aves do Brasil (português)
Sociedade Brasileira
de Ornitologia (português)
Projeto
Aves (português)
Mesopotâmia
Na Mesopotâmia, que significa
“terra entre rios”, floresceram as primeiras
civilizações humanas. Milhares de anos
depois, esse território é conhecido
pelo nome de Iraque, um lugar onde os ecos da guerra
ameaçam os vestígios de uma história
milenar. A história da Mesopotâmia
tornou-se um tema atual depois da divulgação
de notícias, muitas pela televisão,
sobre a destruição e o saque de sítios
arqueológicos e coleções históricas,
incluindo as do Museu Nacional iraquiano, em Bagdá.
Desde o início do conflito,
a Organização
das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura (Unesco) alertou para
a necessidade de se proteger de forma especial o patrimônio
histórico do Iraque, mas tudo parece indicar
que a história não era uma prioridade
neste conflito moderno. Na própria Unesco destaca-se
qual é a importância dos vestígios
históricos da Mesopotâmia: foi uma cunha
de civilizações de grande relevância
que representaram a transição da pré-história
para a história da humanidade.
A geografia
da Mesopotâmia foi determinante para que
se produzisse o surgimento das primeiras culturas
nessa região, cerca de nove mil anos antes
de Cristo. Os rios Tigre e Eufrates, que circundam
o território, ofereceram condições
ótimas para um desenvolvimento capaz de mudar
o curso da história: a agricultura. “A
chegada da agricultura às férteis planícies
da Mesopotâmia começou a transformar
a, até então, selvagem, errante ou nômade
sociedade humana na primeira sociedade sedentária
e civilizada”, lembra o site “Presos
nos mundos do passado”.
A partir de aproximadamente 3500
anos antes de Cristo começaram a deixar seus
rastros na Mesopotâmia sumérios,
acádios, assírios e babilônicos.
E sabemos que nessa região se conheceu a escrita,
a matemática, a roda, a arquitetura, a astronomia,
o dinheiro, a irrigação artificial e
as leis. E, ainda, que floresceram em diversas épocas
cidades-Estado. E, naturalmente, que há milhares
de anos é cenário de guerras. Os nomes
de cidades como Ur ou Nippur, de heróis lendários
como Gilgamesh, do Código
de Hammurabi, dos espantosos edifícios
conhecidos com zigurats, provêm da Mesopotâmia
antiga.
Episódios míticos
como os do dilúvio ou a perda dos idiomas na
Torre de Babel tiveram por cenário essa região.
“Este amplo legado cultural foi a base das civilizações
seguintes, Grécia e Roma, e também do
que somos atualmente”, lembra o site
educativo de Icarito. Na Internet há inúmeras
informações sobre a Mesopotâmia
antiga, desde livros transcritos a coleções
de fotos e quadros, ou ensaios sobre sua história.
O ponto de partida pode ser uma
boa coleção de links para usar o
ciberespaço como ponte para o passado...
Unesco:
Iraque (inglês)
Mesopotâmia
- Presos nos mundos do passado (espanhol)
Recursos
da Internet sobre a antigüidade: Mesopotâmia
(inglês)
Mesopotâmia
- História (educativo, espanhol)
A
web do império sumério (espanhol)
Mesopotâmia:
Cronologia da história (inglês)
Mesopotâmia:
Links da Internet para páginas sobre sua história
(inglês)
O
código de Hammurabi (espanhol)
O
código de Hammurabi: contexto histórico
e geográfico (portal, português)
Mesopotâmia
antiga: dados básicos (inglês)
A
Mesopotâmia (português)
Cenas
da Mesopotâmia (português)
Babilônia
- Brasil (português)
Gazeta
Mesopotâmica (português)
Introdução
à Arte Mesopotâmica (português)
Mitologia
Mesopotâmica (português)
Pneumonia atípica
O surto de pneumonia atípica,
cujos primeiros casos foram detectados na Ásia,
converteu-se, em poucas semanas, em notícia
que gera manchetes em todo o mundo, talvez por ser
muito contagiosa, misteriosa, capaz de causar a morte
e, além disso, pode viajar de avião.
A doença é conhecida tecnicamente como
Síndrome Respiratória Aguda e Severa
(SRAS), embora também costume aparecer com
sua sigla em inglês, SARS, ou como SRAG, sigla
de Síndrome Respiratória Aguda Grave,
terminologia
usada pela Organização Panamericana
da Saúde (OPS).
“Trata-se de uma pneumonia
atípica de etiologia desconhecida, identificada
no final de fevereiro de 2003”, diz
o site especial criado pela Organização
Mundial da Saúde (OMS) sobre SRAS, provavelmente
o principal centro de informação sobre
o tema na Internet. A OMS coordena os esforços
para dar apoio epidemiológico, clínico
e logístico aos países que solicitarem,
segundo afirma o site. Uma missão da OMS viajou
este mês para a China a fim de investigar a
origem dessa pneumonia atípica, que em poucas
semanas acumulou registros de casos em diversos lugares
do mundo, embora a maioria concentrada na Ásia.
Na Internet foi possível
notar logo os efeitos desse surto de pneumonia atípica
e do alerta lançado pela OMS. Os sites com
informação sobre a SRAS proliferaram
através da rede, como
demonstra este diretório de links preparado
no Canadá, um dos países onde foram
detectados vários casos da doença. O
potencial de transmissão é alto.
A OPS pediu aos países americanos para estarem
alertas. “Temos que fortalecer nossa vigilância
epidemiológica, manter o fluxo da informação
e pedir aos nossos países que estejam alertas
e informem imediatamente qualquer caso suspeito”,
afirmou o diretor-adjunto da organização,
David Brandling-Benett.
“Os pacientes com SRAS
podem transmitir a doença a pessoas com quem
têm contato próximo, em casa ou o pessoal
médico. Não se sabe quanto tempo antes
ou depois do aparecimento dos sintomas o paciente
com SRAS pode transmitir a doença a outras
pessoas”, alertou o Centro
de Controle de Enfermidades dos EUA.
Um site especial do Governo
de Hong Kong, uma das regiões onde foram
registrados mais casos, pede aos seus cidadãos
que adotem medidas especiais, como o uso de máscara
cirúrgica. Entretanto, a notícia gerou
interesse dos meios de comunicação durante
semanas. O The
NewYork Times tem uma espécie de seção
especial sobre o assunto. O Yahoo!
em Espanhol tem uma cobertura que diariamente
registra novas manchetes da imprensa em espanhol.
E uma busca
de notícias no Google indicou, um dia qualquer,
cerca de 50 mil resultados sobre a doença.
OMS:
SARS (inglês)
SARS:
recursos de informação na Internet
(inglês)
OPS:
Síndrome Respiratória Aguda e Grave
(espanhol)
OPS
adverte sobre pneumonia (espanhol)
CDC
dos Estados Unidos.: Guia temporal de precauções
(espanhol)
Yahoo!
em espanhol: Pneumonia atípica
The
New York Times: Especial sobre SARS (inglês,
requer inscrição gratuita)
Google
Notícias: SARS (inglês)
Serviço
de vigilância epidemiológica espanhol:
Sintomas e tratamento de SRAS (espanhol)
Governo
de Hong Kong: Pneumonia atípica (inglês)
Centro
de Informação em Saúde para Viajantes:
Síndrome Respiratória Aguda Grave (português)
Paciente
On Line: O que é a SARS? (português)
Emergência humanitária
A guerra no Iraque provoca uma
emergência humanitária que afeta 27 milhões
de pessoas. O conflito tem evidentes repercussões
sobre uma população civil assediada
por problemas de saúde, alimentação,
água ou abrigo, quando não é
atingida por bombas ou balas. Essa crise humanitária
gera uma mobilização internacional em
busca de apoio e recursos para lançar operações
que permitam aliviar seus efeitos.
A Organização
das Nações Unidas (ONU) já
advertiu, ao iniciar uma ofensiva em favor da população
civil iraquiana, que serão necessários,
pelo menos, US$ 2,2 bilhões para amenizar a
emergência. Dessa quantia, cerca de US$ 1,3
bilhões seriam destinados a uma gigantesca
operação de fornecimento de víveres
encabeçada pelo Programa Mundial de Alimentos
(PMA, ou WFP na sigla em inglês). Em
sua página web sobre a guerra no Iraque o PMA
alerta: “Esta pode converter-se na maior operação
humanitária da história”.
O alarme gerado pelas dimensões
que pode alcançar a emergência humanitária
tem seqüelas visíveis na Internet, onde
agências especializadas da ONU, organizações
internacionais e uma verdadeira avalanche de informações
jornalísticas abordam o tema e dão detalhes
sobre suas características e alcance. O site
do Centro
de Informação Humanitária
sobre o Iraque recopila parte desta informação,
enquanto no diretório do Yahoo! é possível
encontrar uma seção especial com links
para páginas de organizações
dedicadas ao assunto.
O escritório do Alto
Comissariado das Nações Unidas para
os Refugiados (Acnur) tem uma operação
especial em países vizinhos, à espera
de cerca de 600 mil pessoas que podem deixar o Iraque
por causa desta guerra. Por sua vez, o Fundo
das Nações Unidas para a Infância
(Unicef) também lançou um alerta
ao mundo: “As crianças do Iraque são
atingidas pela guerra pela terceira vez em 20 anos”.
Quase a metade dos habitantes desse país tem
menos de 20 anos, e serão necessários
pelo menos US$ 166 milhões para poder oferecer-lhes
ajuda.
O Unicef informa em sua página
sobre o Iraque que tem 200 pessoas trabalhando
nesse país em guerra. A Organização
Mundial da Saúde (OMS) também tem
uma seção especial sobre o Iraque na
qual anuncia que são necessários recursos
superiores a US$ 300 milhões para enfrentar
as conseqüências da guerra para a saúde
das pessoas.
Na Internet também é
possível encontrar informação
da Cruz
Vermelha Internacional, que também adverte
sobre a necessidade de respeitar os acordos internacionais
no tratamento de prisioneiros de guerra, e da Human
Rights Watch, que expressa sua preocupação
pelas violações dos direitos humanos
como conseqüência do conflito bélico.
ONU:
Iraque (inglês, francês, árabe)
Programa
Mundial de Alimentos: crise no Iraque (inglês)
Acnur:
Emergência no Iraque (inglês)
Acnur:
página em espanhol sobre o Iraque
Unicef:
Iraque (inglês)
OMS:
a situação no Iraque (inglês,
espanhol, francês)
Iraque:
Centro de Informação Humanitária
(inglês)
Comitê
Internacional da Cruz Vermelha: Guerra no Iraque
(espanhol)
Human
Rights Watch: Iraque (inglês)
Yahoo!:
Iraque: Ajuda humanitária (diretório
de sites)
O
trabalho do UNICEF no Iraque (português)
Anistia
Internacional: As Pessoas em Primeiro Lugar (português)
Os maias
A civilização maia
iluminou por mais de três mil anos grande parte
da atual Mesoamérica, que ainda é habitada
por seus descendentes. Os vestígios, as conquistas
e os mistérios que deixaram como legado também
podem ser explorados via Internet. Uma grande quantidade
de sites em diversos idiomas dedica-se a explorar
esta civilização e seus incríveis
rastros. A categoria de Cultura
Maia no buscador do Yahoo! tem cerca de 60 sugestões
de sites, incluindo alguns projetos de arqueologia
oferecidos aos interessados em participar de suas
escavações.
“Da esplêndida paisagem
surgiu uma civilização altamente desenvolvida
que floresceu enquanto a Europa se encontrava submersa
no obscurantismo”, lembra o portal
do Mundo Maya. No site Uma
Luz nas Selvas da Mesoamérica afirma-se
que “a base do pensamento maia concretizou-se
em harmonia: criatividade e receptividade, céu
e terra, vida e morte, dia e noite, masculino e feminino,
bem e mal”.
Os maias tiveram um desenvolvimento
da arquitetura
que lhes permitiu construir grandes edificações
como parte de cidades
no meio da selva. As construções sobreviveram
através de três séculos e inclusive
milênios, e atualmente são fonte constante
de admiração.
Os arqueólogos também
descobriram a capacidade matemática dos maias,
um calendário
de grande precisão, detalhes sobre sua
organização política em cidades-Estado
e detalhes de sua vida cotidiana, incluindo os jogos.
Algumas dessas descobertas são explicadas no
site Coelho na
Lua, em inglês. Ainda não se sabe
tudo sobre os maias, grande parte de seu legado foi
destruída depois da chegada dos europeus ao
novo mundo.
Sua história
está cercada de mistérios. Por que os
povos que habitavam essa região mesoamericana
conseguiram esse desenvolvimento? O que causou o fim
de uma civilização tão desenvolvida?
Essa civilização inclui o extremo sudeste
do México, os territórios da Guatemala
e Belize e o ocidente de Honduras e El Salvador. Nessas
regiões ainda vivem cerca de 4,5 mil descendentes
dos maias, que falam línguas herdadas do passado.
E se trata de uma região que recebe legiões
de turistas.
A maioria interessada em explorar o legado dos maias.
Portal
do Mundo Maya (espanhol)
Portal Coelho na
Lua: hieróglifos, calendário, cultura,
jogos, links, arquitetura, idiomas dos maias (inglês)
Arquitetura
maia (espanhol, inglês, francês)
Os maias,
uma luz nas selvas da Mesoamérica (espanhol)
O calendário
maia (espanhol e inglês)
História
dos maias (espanhol)
Ruínas maias:
fotos e textos (inglês)
Cidades
dos antigos maias (inglês)
elmundomaya.com:
portal turístico (espanhol)
Yahoo!:
Cultura maia (inglês)
Maias,
incas e astecas – As civilizações
pré-colombianas (português)
HistoriaNet:
Maias, Astecas e Incas (português)
Iraque
O território do Iraque
é palco de uma guerra anunciada durante meses.
As bombas ressoam uma vez mais em um país do
Oriente Médio, que tem uma história
tão antiga quanto a própria humanidade.
Na Internet é possível encontrar toda
a informação necessária para
conhecer as características desse país
de 437 mil quilômetros quadrados que faz limite
com Kuwait, Irã, Turquia, Síria, Arábia
Saudita e Jordânia.
“Os iraquianos são,
em sua maioria, árabes. No norte do país
há uma importante minoria curda (20%)”,
descreve o capítulo dedicado a esse país
no Guia
do Mundo. Neste site também consta o nome
oficial desse nação, que é Al-Jumhouriya
al-Iraqiya. A história
começou a ser escrita nesse território,
há milênios. Cerca de quatro mil anos
antes de Cristo, os sumérios habitaram esse
lugar, e ali também floresceram babilônios
e assírios. No centro do Iraque está
a famosa região da Mesopotâmia, entre
os rios Tigre e Eufrates.
A história moderna do
Iraque começou depois da I Guerra Mundial,
quando esse país foi praticamente construído
pelas potências vencedoras. Nesse momento foi
concebido como um reino, sob tutela britânica.
Em 1958, uma revolta destronou a monarquia e, em 1968,
acontece o movimento que levou ao poder o atual partido
governante, o Baath. Saddam Hussein foi eleito presidente
em 1979.
Um site da Agência
Central de Inteligência dos Estados Unidos
(CIA) lembra que o clima é “principalmente
desértico”, com inverno fresco e verão
seco, caloroso e claro. Também afirma que conta
com recursos como petróleo e gás natural
e que sua localização é estratégica.
O Iraque protagonizou uma longa guerra contra o Irã
na década de 80 e já foi cenário
de outro conflito, que teve como principal oponente
os Estados Unidos, a Guerra do Golfo de 1991.
A busca de informação
na Internet pode começar pela Organização
das Nações Unidas (ONU), onde além
de informações sobre o país há
detalhes das resoluções desse organismo
sobre esse país e das inspeções
em busca de armas. A Internet também é
útil para entender a geografia
do Iraque, a posição do governo
desse país apresentada na ONU, os detalhes
do conflito recém-iniciado. E, naturalmente,
é uma das principais fontes de informações
sobre esta guerra.
ONU/CINU:
a questão do Iraque (em espanhol)
Missão
do Iraque na ONU (em inglês)
Guia
do Mundo: Iraque (em espanhol)
Aproximação
histórica (em espanhol)
BBC:
radiografia do Iraque (em espanhol)
O
Tempo: Iraque: História (em espanhol)
Atlas:
Iraque (em espanhol)
Inter
Press Service: objetivo Iraque (em espanhol)
Livro
de dados da CIA: Iraque (em inglês)
Conecte-se:
partes de guerra (em português)
Países
árabes: Iraque (em português)
GeoVol:
Iraque (em português)
Bandeiras
e hinos dos países do mundo (em português)
Portal
Brasil: Iraque (em português)
Minas antipessoais
As minas terrestres antipessoais
são artefatos mortais que estão à
espreita de suas vítimas, protegidas pela invisibilidade.
A cada ano milhares de inocentes são vítimas
destas “armas convencionais” cuja capacidade
letal não diminui com o fim das guerras. E,
embora haja uma forte campanha internacional para
eliminá-las, o problema persiste. Na Internet
há um grande número de fontes de informação
sobre essas minas e seus efeitos.
Um dos sites, o especial da Organização
das Nações Unidas para a Infância
(Unicef), The
Silent Shout (grito silencioso) explica em números
a natureza do problema: em 68 países do mundo
há 115 milhões dessas armas semeadas
na terra. Uma vez colocadas, podem estar ativas por
décadas. Segundo esses dados, cerca de cem
milhões de minas poderiam estar armazenadas
e 2,5 milhões são colocadas a cada ano.
A colocação de
minas inutiliza a terra e dificulta os processos de
pacificação. Além disso, causam
mortes ou ferimentos em cerca de duas mil pessoas
por mês. Destas, de 30% a 40% são crianças.
O Unicef estima que haja uma mina para cada 12 crianças
no mundo. Uma mina pode ser fabricada por US$ 3, dizem
nesse site do Unicef, e para eliminá-la devem
ser investidos US$ 1 mil.
“Basicamente, uma mina
é uma peça oca com carga em seu interior
e um dispositivo de disparo. De forma heterodoxa,
poderia ser definida como uma caixa que contém
explosivo e explode sob a pressão de determinado
peso”, lembra o site Inimigos
Invisíveis, Campos da Morte” que
explica as características desse artefato.
O problema das minas é
grande, e isso levou à assinatura de uma Convenção
sobre a Proibição, Armazenamento, Produção
e Transferência de Minas Antipessoais e sobre
sua Destruição, que segundo informação
disponível na Internet tinha, até janeiro
de 2002, 146 signatários e 31 ratificações.
Este documento compromete seus Estados-membros a não
usar minas antipessoais e eliminar ou garantir a eliminação
de todas as existentes.
“Os Estados que já
adotaram esta Convenção têm duas
datas para respeitar: no mais tardar no final de 2003,
a maioria dos Estados têm de ter destruído
todas suas reservas de minas antipessoais, e, no mais
tardar no final de 2009, devem ter limpado as zonas
minadas de seus territórios, recorda o site
Cruz Vermelha
Internacional. A principal fonte de informação
sobre a crise humanitária provocada pela colocação
indiscriminada de minas antipessoais é o site
da Campanha Internacional
para a Proibição das Minas.
Campanha
Internacional para a Proibição das Minas
(inglês e outros idiomas)
Tratado
para a Proibição das Minas Antipessoais
(vários idiomas, links)
Ratificação
do Tratado
Comitê
Internacional da Cruz Vermelha (espanhol)
Conselho
Mundial de Igrejas: a campanha contra as minas
(espanhol)
Unicef:
The Silent Shout (inglês)
Unicef:
minas antipessoais (espanhol)
Minas
antipessoais na Nicarágua (espanhol)
Minas
fatais: o inimigo invisível (espanhol)
Inimigos
invisíveis, campos da morte: as minas antipessoais
(espanhol)
As
Minas Terrestres (português)
A
seca
Quando mencionamos a palavra
seca evocamos de imediato sua causa principal: trata-se
de falta de água. E as conseqüências
desta manifestação da natureza podem
ser devastadoras para as áreas ambiental, econômica
e social. “A seca é uma das causas fundamentais
de desastres em nível mundial”, alerta
o site “Visão
da seca na Mesoamérica e no Caribe espanhol”,
onde também comentam que durante os últimos
30 anos foi registrado aumento da freqüência
e intensidade deste fenômeno na região
caribenha. A detecção e alerta com antecedência
da seca é uma prioridade, afirmam os sites.
A seca “se origina da deficiência
na precipitação sobre um período
longo”, afirmam no site “Bases
para o planejamento de uma seca”. E afirmam
que pode-se entender como “uma propriedade normal
e comum do clima”, cujo impacto provém
da inter-relação entre o evento natural
e a demanda no fornecimento de água. No site
da Administração Nacional Oceânica
e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) é
explicado que a seca pode ser qualificada de quatro
maneiras: meteorológica, quando a precipitação
é inferior ao normal para um lugar específico;
agrícola, quando a umidade dos solos não
atende as necessidades para se obter um cultivo; hidráulica,
quando as reservas superficiais e subterrâneas
estão abaixo do normal, e socioeconômicas,
quando a escassez de água afeta as pessoas.
“Historicamente, a seca
pode ser considerada como acontecimento natural de
enorme importância, já que por sua causa
populações são dizimadas pela
fome, ocorrem movimentos migratórios em massa
e acontecem gravíssimas crises econômicas,
sociais e políticas”, lembra um site
sobre as
secas na Espanha. As secas também podem
ser originadas por fenômenos climáticos
especiais, com acontece com o El
Niño, ao qual se atribui a responsabilidade
na escassez de chuva em várias partes do mundo.
A importância das secas
repercute no ciberespaço, onde é possível
encontrar vasta informação. A Organização
das Nações Unidas para a Agricultura
e a Alimentação (FAO) tem uma seção
especial sobre o tema, há sites encarregados
de entregar dados sobre manifestações
deste fenômenos e também é possível
obter informação sobre uma das conseqüências
das secas persistentes, o
surgimento dos desertos.
FAO:
desertificação, seca e suas conseqüências
(inglês)
Visão
da seca na Mesoamérica e no Caribe (espanhol)
Bases
para o planejamento frente a uma seca, México
(espanhol)
Vigilância
da seca nos Estados Unidos (inglês)
Centro de Informação
sobre a seca nos Estados Unidos (inglês)
Centro de Investigações
sobre a seca em Chihuahua (espanhol)
Projeto
de alerta para a seca na Argentina (espanhol)
Efeitos
sociais e econômicos das secas na Espanha
(espanhol)
Conecte-se:
El Niño (espanhol)
Conecte-se:
desertos (espanhol)
Departamento
Nacional de Obras Contra as Secas - A seca (português)
Canal
Kids - Água no Planeta (português)
O
Brasil da Seca (português)
Ministério
do Meio Ambiente do Brasil - Seca (português)
Seca,
Mitos, Histórias, Fantasias e Mesmice (português)
Seca
Pobreza Urbanização (português)
Pragas da banana
A
banana é uma fruta crucial para a humanidade.
Mas a produção deste alimento essencial
para centenas de milhões de pessoas enfrenta
o perigo das pragas, especialmente da sigatoka negra
e do mal-do-Panamá.
Estas
pragas
poderiam afetar sensivelmente a capacidade de produção
de algumas variedades de alto consumo no mundo se
não se conseguir uma forma de deter seu avanço.
Os pesquisadores indagam como a manipulação
genética, o controle biológico dessas
pragas ou os cruzamentos podem produzir híbridos
resistentes.
Em que consistem essas pragas?
Na Internet há abundante informação
sobre este assunto. Trata-se do futuro
da banana. “Não consumo banana regularmente,
o que não me impede de reconhecer que 500 milhões
de pessoas dependem desse fruto - especialmente na
África e Ásia - como sua principal fonte
de proteínas. Em nível comercial, a
banana é a fruta mais popular e consumida no
mundo todo”, lembra o site Banana
Split. Ali também se faz notar que as duas
principais ameaças são o mal-do-Panamá,
produzido pelo fungo Fusarium oxysporum, que ataca
o sistema vascular da planta, e a sigatoka negra,
causada pelo fungo mycosphaerella fijiensis.
A sigatoka negra, a doença
da mancha da folha, “causa uma redução
significativa na área de fotosíntese
da folha, perda no rendimento de até 50% e
amadurecimento prematuro, um defeito muito sério
em uma fruta de exportação”, dizem
no site A
enfermidade mais importante do fruto mais importante.
Na página sobre o mal-do-Panamá
explicam que essa enfermidade “é muito
prejudicial nas plantações de banana
no mundo devido às enormes perdas que provoca,
especialmente na região altamente produtora
da América Central.
“Os sintomas começam
com um amarelado anormal nas folhas mais velhas, iniciando
pelas bordas. Aos poucos as folhas se dobram na base
dos pecíolos e secam, ficando penduradas nas
árvores. O mesmo ocorre com as folhas jovens,
até chegar ao estandarte, que permanece verde
por mais tempo, até adquirir, também,
uma cor amarelada e secar. Com isso a planta morre”,
afirma-se neste site.
Para mais informações,
entre nos sites indicados abaixo.
Sigatoka:
a enfermidade mais importante do fruto mais importante
(espanhol)
Sigatoka
negra: um ameaça ao cultivo da banana (português)
Mal-do-Panamá
(espanhol)
Banana
split: os perigos (espanhol)
Pragas
da banana (espanhol)
Controle
biológico de pragas em banana (espanhol)
"Os
transgênicos não salvarão a banana"
(espanhol)
Bananas
e plátanos (espanhol)
Rede
Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano
(espanhol e inglês)
BBC:
a banana do futuro (espanhol)
Instituto
Agronômico: uma bananeira que dispensa pulverização
(português)
Instituto
Agronômico: Variedade de banana resistente a
pragas (português)
Agrobyte:
Banana (português)
Ceplac:
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