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GLOBAL: Pedido o fim dos subsídios

HAVANA.- Chefes de Estado e de governo reunidos em Cuba pediram que a quinta conferência da Organização Mundial do Comércio (OMC), que começa no dia 10 de setembro, em Cancún, no México, considere a aceleração do processo gradual de eliminação de subsídios agrícolas.

No encontro da OMC deve-se considerar o impacto dessas subvenções “na agricultura e no desenvolvimento urbano e, por conseguinte, na desertificação”, afirmaram. A Declaração de Havana, subscrita pelos governantes, encerrou a VI Conferência das Partes da Convenção de Luta contra a Desertificação e a Seca (COP6), que esteve reunida de 25 de agosto a 5 de setembro.

Os governantes enfatizaram o contexto econômico e político da desertificação - um processo gradual de perda de produtividade do solo e de redução da cobertura vegetal, causado por ações humanas e variações climáticas.

 
 

PERU: Substituindo chumbo por álcool

LIMA.- O Peru começará a reduzir a proporção de chumbo na gasolina de 84 octanos misturando etanol, ou álcool etílico, um elemento não poluente produzido a partir da cana-de-açúcar.

O chumbo que a indústria petrolífera utiliza para aumentar a octanagem da gasolina agrava a poluição atmosférica provocada pelo emprego de combustíveis fósseis, como o petróleo.

Desde o mês passado, a estatal Petroperu importa 70 barris diários de etanol, já que o país não conta com suficientes colheitas de cana-de-açúcar. Entretanto, um projeto oficial propõe, como parte dos programas de substituição de plantações ilegais de coca, aumentar em 30 mil hectares o cultivo de cana-de-açúcar na selva norte, nos próximos dois anos.

 
 

ARGENTINA: Pedido de proteção para manguezais

BUENOS AIRES.- Organizações não-governamentais da Argentina propõem criar um corredor fluvial protegido no litoral oriental, principal fonte de água doce do país.

O Corredor de Manguezais do Litoral Fluvial da Argentina incluiria o vale dos rios Paraná e Paraguai, que se estendem por 800 quilômetros e compreendem cinco províncias até desembocar no Rio da Prata. Os ecologistas sugerem que a zona seja declarada Sítio Ramsar, isto é, que fique protegido pela Convenção Relativa aos Manguezais de Importância Internacional, que promove o uso sustentável desses ecossistemas formados por banhados, lagunas e rios.

O tema será discutido em dois simpósios, entre os dias 25 e 27 de setembro.

 
 

MÉXICO: Critica à mudança de ministro

MÉXICO.- A mudança do ministro de Meio Ambiente no México, anunciada no dia 2 de setembro, foi recebida com vaias por grupos não-governamentais. “A mudança faz parte da ignorância e desinteresse do presidente (Vicente) Fox pela ecologia”, disse ao Terramérica Homero Aridjis, presidente do ambientalista Grupo dos Cem.

Fox demitiu o secretário de Meio Ambiente Victor Lichtinger, especialista em temas ambientais sem militância política, e colocou em seu lugar Alberto Cárdenas, ex-governador do Estado de Jalisco, do oficialista Partido Ação Nacional. A organização Greenpeace manifestou “sua profunda estranheza pelo que mais parece uma acomodação política do que uma busca de soluções para os problemas ambientais do país.”

 
 

HONDURAS: Plantadas cinco mil árvores

TEGUCIGALPA.- Quase cinco mil árvores foram plantadas no primeiro mês da campanha de reflorestamento promovida por moradores da comunidade hondurenha de Orocuina, departamento de Choluteca, considerada uma das mais desérticas do país.

Fernando Cruz, prefeito dessa localidade de 16 mil habitantes, disse ao Terramérica que a meta do programa Uma Árvore pela Vida é semear dez mil árvores na região. A campanha, que teve a adesão de 240 famílias, é desenvolvida em nove comunidades e busca fomentar a criação de viveiros par garantir a regeneração das árvores e a conservação de solos, além de envolver os cidadãos nos problemas ecológicos, explicou Cruz.

A iniciativa é promovida por organizações não-governamentais, com apoio do ministério da Agricultura e Pecuária.

 
 

COSTA RICA: Limpeza de parque marinho

SAN JOSÉ.- Cidadãos da Costa Rica vão somar-se à campanha mundial Limpemos o Mundo, cuidando da limpeza do Parque Nacional Marinho Ballena, no Oceano Pacífico, afetado pelo turismo, informou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Milhares de voluntários da América Central e do Sul vão se mobilizar, entre os dias 19 e 21 de setembro, para despoluir rios, lagos, correntes, oceanos e faixas costeiras da região. O Parque Ballena está localizado no distrito de Cortés, foi criado em dezembro de 1989, e tem uma extensão de 110 hectares terrestres e 5.375 hectares marinhos.

Da campanha participam anualmente mais de 40 milhões de pessoas em mais de cem países em atividades de limpeza e conservação local.



* Fonte: Inter Press Service.


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