|
Armas de destruição
em massa
A descoberta,
no dia 2 de fevereiro, do tóxico rícino
na correspondência do líder da maioria
no Senado norte-americano voltou a despertar temores
sobre os alcances do bioterrorismo.
Nesta seção oferecemos
um guia de navegação na Internet sobre
o assunto.
O mortal veneno rícino
causou alvoroço ao ser encontrado nos escritórios
do senador Bill Frist. Entre 40 e 50 empregados foram
submetidos a processos de limpeza, mas nenhum apresentou
sintomas de enfermidade. A preocupação
geral aumentou ao revelar-se que documentos contaminados
com o mesmo produto haviam sido enviados para a Casa
Branca no final de 2003.
Febre repentina, tosse e excesso
de fluido nos pulmões são alguns dos
sintomas
associados com envenenamento por rícino,
para o qual não se conhece antídoto.
Estes sintomas podem ser seguidos por problemas respiratórios
severos e possivelmente a morte. Especulações
de novos ataques de grupos terroristas voltam a rondar,
28 meses depois que cartas com um pó branco
identificado como antrax
causaram cinco mortes e danos na saúde de 17
pessoas nos Estados Unidos. Armas
químicas e biológicas são
consideradas as maiores ameaças do novo século.
Internacionalmente, são
controladas, entre outros, pela Convenção
de Armas Biológicas e Tóxicas, que
entrou em vigor em 1975. Em 2002, estimava-se
que Iraque, Irã, Coréia do Norte, Líbia
e Síria possuíam as chamadas armas de
destruição em massa, além dos
Estados Unidos, que se acredita ser o maior possuidor
desse tipo de arma no mundo. Em março de 2003,
o Iraque foi invadido em uma operação
liderada pelos Estados Unidos sob a acusação
de contar com armas de impacto maciço e, portanto,
representar perigo iminente para o mundo.
Entretanto, notícias
da imprensa indicam que o diretor da Agência
Central de Inteligência (CIA, dos EUA) concordou
pela primeira vez, no dia 5 de fevereiro, que elementos
de espionagem poderiam ter superestimado os arsenais
de armas ilícitas no Iraque. Um estudo sobre
o bioterrorismo
no século 21 assinala que, em maio de 2002,
o subsecretário de Estado norte-americano,
John R. Bolton, repetiu acusações de
que Cuba poderia estar dando um duplo uso à
biotecnologia, aplicando-a a programas de armas de
destruição em massa.
Relatórios
da visita do ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy
Carter, à ilha indicam que não existe
nenhum tipo de evidência sobre a produção
de armas biológicas em Cuba e que se deve reconhecer
seu apoio ao desenvolvimento científico de
outras nações. As armas biológicas
têm outros usos, além do bélico.
Como parte do Plano Colômbia,
projetado para a luta contra o narcotráfico
e patrocinado pelos Estados Unidos, se propôs
o uso de um fungo conhecido como
fusarium suysporum para erradicar os cultivos
ilegais de plantas de coca.
Essa iniciativa foi amplamente
criticada, especialmente por grupos ambientalistas.
A organização não-governamental
colombiana Mama
Coca diz que esse fungo é um organismo
vivo que poderia migrar e se reproduzir sem conhecer
fronteiras, o que significaria uma grande ameaça
para ecossistemas frágeis como o amazônico,
onde estão os cultivos ilegais de droga. A
Internet conta com numerosos sites de informação,
como o Rede
Hispana.com, sobre armas de destruição
em massa, bem como sobre os esforços para deter
sua propagação.
Descoberto
veneno rícino no escritório do senador
Frist (Inglês)
Centro
para o Controle e a Prevenção de Enfermidades:
Rícino (Inglês)
Perguntas
e Respostas sobre antrax (Inglês)
Armas
químicas e biológicas (Inglês)
Convenção
de Armas Biológicas e Tóxicas (Inglês)
Status
de Armas Biológicas no Mundo (Inglês)
Tenet
admite brechas em informação da CIA
sobre Armas no Iraque (Inglês)
Armas
Biológicas e Bioterrorismo nos Primeiros Anos
do Século 21 (Inglês)
Agencia Central de Inteligência,
CIA (Inglês)
Mama
Coca (Espanhol)
Visita
do Presidente Jimmy Carter a Cuba (Espanhol)
Red
Hispana.com (Inglês-Espanhol)
Luta contra a escravidão
2004 é o Ano
Internacional para a Comemoração da
Luta Contra a Escravidão e sua Abolição.
Depois de meio século de proibição,
formas modernas de escravidão persistem.
Nesta seção oferecemos
um guia de navegação na Internet sobre
este tema.
A Organização
das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura, Unesco, deu início,
no dia 10 de janeiro, a uma série de eventos
a propósito do ano internacional contra a escravidão,
como lembrança de um dos mais escuros capítulos
da história mundial. O ano de 2004 também
marca o bicentenário de um dos primeiros Estados
de população negra, o Haiti,
um símbolo da resistência dos escravos.
A escravidão foi duramente
condenada pela comunidade internacional reunida na
Conferência
Contra o Racismo, a Discriminação Racial,
a Xenofobia e Toda Intolerância Relacionada,
em 2001, que debate em sua segunda seção
do grupo de trabalho, de 26 de janeiro a 6 de fevereiro,
a aplicação efetiva de seu Programa
de Ação.
O Artigo 4 da Declaração
Universal dos Direitos Humanos, de 1948, estabelece
que “Ninguém estará submetido
à escravidão nem à servidão;
a escravidão e o tráfico de escravos
estão proibidos em todas suas formas”.
Considera-se escravidão o trabalho obrigatório
mediante ameaças psicológicas ou físicas,
ser propriedade de um empregador mediante maus-tratos,
físico ou mental, ou por ameaças de
maus-tratos, a desumanização e a compra
e venda de pessoas como mercadorias.
Atualmente, a escravidão
ainda se manifesta em práticas
como trabalho em condições de servidão
para pagamento de dívidas, trabalho forçado
de adultos e crianças, exploração
sexual de crianças, tráfico e deslocamento
de seres humanos e casamento forçado.
Segundo a ong Anti-Slavery
International, 20 milhões de indivíduos
se convertem em trabalhadores em servidão quando
lhes exigem seu trabalho como meio de pagar um empréstimo.
Essa organização estima que cerca de
70% de meninos trabalhadores atua no setor agrícola,
enquanto a maioria das meninas no mundo o faz no trabalho
infantil doméstico em casas de terceiros.
Entre os movimentos
de meninos e meninas que buscam atender este problema
se encontram o grupo de Meninos
e Meninas Trabalhadores na América Latina (NATS),
o Movimento Africano de Crianças e Jovens Trabalhadores
e Bhima
Sangha, no Sul da Ásia.
De acordo com a ong American
Anti-Slavery Group (AASG), entre os produtos elaborados
utilizando mão-de-obra em condições
de escravidão estão o açúcar
da República Dominicana, o chocolate da Costa
do Marfim, os clips para papel da China, os tapetes
do Nepal e os cigarros da Índia.
Estão disponíveis
na Internet páginas que listam os convênios
e protocolos relacionados com a escravidão.
No portal da Unesco há informação
histórica sobre a escravidão na América
Latina e no Caribe, bem como no África.
Ano
Internacional para a Comemoração da
Luta Contra a Escravidão e sua Abolição
(Inglês)
Organização
das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura, Unesco (Inglês)
Conferência
contra o Racismo a Discriminação Racial,
a Xenofobia e toda Intolerância relacionada
(Espanhol)
Declaração
Universal dos Direitos Humanos (Espanhol)
Anti-Slavery
International (Inglês)
Crianças
e Adolescentes Trabalhadores na América Latina
- NATS (Espanhol)
Bhima
Sangha (Inglês)
American
Anti-Slavery Group - AASG (Inglês)
Convênios
e Protocolos sobre Escravidão (Espanhol)
Fórum Econômico
Mundial
Entre
críticas de setores sociais, cerca de mil altos
executivos das maiores companhias do mundo reuniram-se
em Davos, Suíça, entre 21 e 25 de janeiro,
na Reunião
Anual do Fórum Econômico Mundial,
defensor da globalização. Dias antes,
em Mumbai, Índia, mais de cem mil participantes
clamaram que “outro mundo é possível”.
Segurança e prosperidade
foram os temas
centrais da reunião do Fórum Econômico
Mundial (FEM), ao qual assistiram membros do setor
empresarial, acadêmicos, representantes de organizações
não-governamentais e líderes religiosos.
Criado em 1971, o FEM tenta encontrar
soluções para os desafios mundiais através
de conferências e painéis de discussão.
Seus críticos afirmam que o objetivo desses
encontros é buscar o benefício particular
dos participantes às custas da sociedade e
do meio ambiente.
Em parte como resposta a críticas
por suas reuniões a portas fechadas, desde
2003 o FEM estabeleceu um fórum aberto de acesso
público. O tema do debate deste ano foi Globalização
ou Desglobalização para o Benefício
dos mais Pobres?.
Simultaneamente à reunião
do FEM aconteceu a conferência alternativa denominada
O
Olho Público em Davos, projeto de uma coalizão
de organizações não-governamentais
de todos os continentes.
Através desta iniciativa
se promove a globalização da justiça
e a sustentabilidade ambiental e se faz um chamado
para que as corporações assumam responsabilidade
por suas ações, como danos ao meio ambiente
e a comunidades locais.
A organização ambientalista
Friends of the Earth
diz que o primeiro relatório da iniciativa
do FEM denominada Iniciativa
de Governo Global revela até onde os grandes
negócios falham na proteção dos
recursos naturais do planeta e em atender as necessidades
dos mais pobres.
Essa iniciativa foi projetada
para monitorar o progresso dos esforços globais
para implementar as metas da Declaração
do Milênio das Nações Unidas.
O documento mostra que a comunidade internacional
atingiu a marca de três pontos, de um total
de dez, em áreas como meio ambiente, direitos
humanos e segurança.
Outros projetos do FEM são
a Iniciativa
de Gases Causadores do Efeito Estufa, que inclui
um registro
de emissões, de acesso público,
destes gases, iniciado no dia 22 de janeiro, Cidadania
Corporativa Global e Saúde Global.
Como contrapartida à reuniões
de Davos, criou-se o Fórum
Social Mundial (FSM), que se reuniu em Mumbai,
Índia, até o dia 21. O propósito
do FSM é estabelecer uma plataforma para discutir
estratégias de resistência ao modelo
globalizador do FEM.
Os presentes, uma mescla de políticos,
organizações não-governamentais,
líderes religiosos e anticapitalistas, trataram
uma variedade de assuntos, incluindo militarismo e
guerra, desenvolvimento sustentável e democrático,
direitos trabalhistas e religiosos, e cultura e identidade.
Uma das críticas a este
fórum é que carece de resultados concretos.
A agência Inter Press Service (IPS) oferece
em sua página
na Internet ampla cobertura de ambos os fóruns.
Reunião
Anual do Fórum Econômico Mundial
(Inglês)
“Globalização
ou Desglobalização para o Beneficio
dos mais Pobres?” (Inglês)
O
Olho Público em Davos (Inglês)
“Global
Governance Initiative” (Inglês)
Friends of the Earth
(Inglês)
Registro
de Emissões de Gases Causadores do Efeito Estufa
(Inglês)
Fórum Social
Mundial (Inglês)
Agência
Envolverde - Cobertura do FSM e FEM (Português)
Tratados antinucleares
Sob suspeitas de infringir regulamentos
internacionais contra a proliferação
de armas nucleares, o Irã assinou no final
de 2003 um protocolo
que abre as portas do país para inspeções
irrestritas em seu território. Os inumeráveis
esforços para deter a corrida armamentista
mundial provaram que não são suficientes.
O protocolo assinado pelo Irã
requer que os Estados forneçam uma extensa
declaração de suas atividades nucleares.
Em fevereiro será apresentado o primeiro relatório
das inspeções, depois de um ano de investigações.
Outros países também estão sob
a vigilância internacional. Informações
da imprensa indicam que o anúncio feito
pela Líbia, em dezembro de 2003, de renunciar
à aquisição de armas de destruição
em massa e de cooperar com as inspeções
das Nações Unidas em suas instalações
nucleares, se deram após meses de secretas
conversações com os governos de Londres
e Washington.
Entretanto, contrariamente ao
esperado, os Estados Unidos deram um passo atrás
ao iniciarem o desenvolvimento de novos
armamentos atômicos. Com esta decisão,
arrepios que não eram sentidos desde o fim
da Guerra
Fria, no início dos anos 90, voltam a inquietar
a comunidade internacional. As potências mundiais
daquela época, Estados Unidos e a então
União Soviética, viram-se em meio a
uma corrida armamentista que resultou na proliferação
de bombas nucleares. Grã-Bretanha, França,
China, Índia, Israel e Paquistão uniram-se
ao grupo de Estados possuidores de armas atômicas.
No momento, estas são estimadas
em mais de 28 mil em nível mundial.
Entre os numerosos acordos
de desarmamento, destaca-se o Tratado
de Não-Proliferação de Armas
Nucleares. Expedido em 1968, é o principal
compromisso internacional para prevenir que armas
nucleares e tecnologia armamentista se multipliquem.
Além disso, é o único tratado
multilateral legalmente vinculante e já foi
ratificado
pelo maior número de países. O cumprimento
do tratado é verificado através de inspeções
a cargo do Organismo
Internacional de Energia Atômica (OIEA).
Além de cuidar para que
material nuclear não seja utilizado com fins
militares, em mais de 900 instalações
civis, atualmente a OIEA é responsável
pela verificação
e monitoramento de atividades nucleares no Iraque,
sob mandato do Conselho
de Segurança das Nações Unidas.
Um acordo específico para a América
Latina é o Tratado
para a Proibição de Armas Nucleares
na América Latina e no Caribe, assinado
no México em 1967, no qual se destaca o uso
de energia nuclear para fins pacíficos, como
a geração de energia.
Estados Unidos e Rússia
assinaram o tratado de Redução
e Limitação de Armas Estratégicas
de Ataque (Tratado de Moscou), pelo qual as duas
partes devem reduzir e limitar armas nucleares de
modo que no final de 2012 o número agregado
delas não passe de 1,7 mil a 2,2 mil em cada
país. O Departamento de Estado norte-americano
conta com uma página
na Internet em que detalha sua estratégia
para o controle de armamento e segurança internacional.
O Carnegie
Endowment for International Peace oferece uma
extensa lista de referências sobre tratados,
reportagens e análises sobre armas nucleares.
Irã
assina Protocolo Adicional a Salvaguardas Nucleares
(Inglês)
Líbia
cooperou com inspetores nucleares das Nações
Unidas (Inglês)
Una
nova era de armas nucleares (Inglês)
Guerra
Fria (Inglês)
Tratado
de Não-Proliferação de Armas
Nucleares (Inglês)
Estoque
de armas nucleares em nível mundial (Inglês)
Tratado
para a Proibição de Armas Nucleares
na América Latina e no Caribe (Inglês)
Organismo Internacional
de Energia Atômica (OIEA) (Inglês)
Conselho
de Segurança das Nações Unidas.(Espanhol)
Redução
e Limitação de Armas Estratégicas
de Ataque (Inglês)
Escritório
de Não-Proliferação (Inglês)
Carnegie
Endowment for International Peace (Inglês)
Lixos eletrônicos
Montanhas de antigos lixos eletrônicos
acumulam-se em grande velocidade nos aterros sanitários
de todo o mundo. Uma nova lei do Estado norte-americano
da Califórnia visa a combater este fenômeno
através de um programa de reciclagem que começará
em julho deste ano. Nesta seção oferecemos
guias para navegar na Internet sobre este tema.
Pioneira em seu gênero,
a nova lei californiana SB20
estabelece que o consumidor pague no momento da compra
um valor entre US$ 6 e US$ 10 para cada produto eletrônico
que contenha metais pesados, tais como chumbo, mercúrio
e cádmio, entre outros. Os produtos cobertos
por essa lei são principalmente televisores
e computadores, com a exceção daqueles
cuja tela seja menor que quatro polegadas. Uma vez
cumprida sua vida útil, o consumidor poderá
entregá-los a centros
de reciclagem sem incorrer em gasto algum. Atualmente,
paga-se cerca de US$ 20 por aparelho para que seja
feita a reciclagem.
O valor a ser pago será
reajustado em julho de 2005 e depois a cada dois anos,
para garantir que sejam cobertos os custos da reciclagem.
Estima-se
que, somente nos Estados Unidos, são vendidos
mais de 22 milhões de computadores por ano.
Com o constante desenvolvimento tecnológico,
a maioria deles fica obsoleta em pouco menos de dois
anos. Entre as maiores
preocupações em torno da disposição
de lixo eletrônico em aterros sanitários
estão o impacto no meio ambiente, pois seus
componentes químicos contaminam os solos e
podem se infiltrar até chegar às águas
subterrâneas.
Tampouco o processo de reciclagem
está livre de polêmica. Nos Estados Unidos,
a organização não-governamental
Silicon
Valley Toxics Coalition, denunciou que os equipamentos
fora de uso do fabricante de computadores Dell
Computers eram reciclados em uma prisão
por detentos sem o mínimo equipamento de proteção,
nem com garantias para o desenvolvimento de seu trabalho.
Relatórios
indicam que uma parte dos dejetos eletrônicos
é exportada para países em desenvolvimento,
como a China, onde trabalhadores estão expostos
aos metais pesados. Especialistas afirmam que os países
importadores, geralmente asiáticos, podem obter
uma renda significativa com o restauro de computadores
usados e desmonte de máquinas obsoletas, monitores
e cartões de circuitos para recuperar metais
como ouro e cobre. Esse tipo de comércio é
analisado por membros do Convênio
da Basiléia para evitar que países
desenvolvidos transfiram lixo considerado perigoso
para países em desenvolvimento.
Há vários esforços
no âmbito global para atender ao manejo e à
disposição final do lixo eletrônico,
entre eles os da União
Européia, que busca eliminar o uso de materiais
tóxicos específicos em artefatos eletrônicos
e proibir sua venda em 2007.
Na América Latina, o Brasil
conta com um programa,
desde meados de 2000, em que os fabricantes e importadores
de baterias contendo chumbo, cádmio ou mercúrio
são responsáveis pela coleta, armazenagem,
reutilização e reciclagem ou disposição
final ambientalmente amigável. Outros esforços
são as ecoetiquetas
para computadores, que leva em consideração
desde o desenho do equipamento até o uso de
materiais, consumo de energia e processo de fabricação.
Lei
“SB20” (Inglês)
Centros de
reciclagem (Inglês)
RMD
Technologies (Inglês)
Estratégias
corporativas para reciclagem de eletrônicos.
Uma história de dois sistemas. (Inglês)
e-Junk
Explosion (Inglês)
Silicon Valley Toxics
Coalition (Inglês)
Dell Computers (Inglês)
Ecoetiquetas
para computadores (Inglês)
Convênio
da Basiléia (Espanhol)
Convênio
da Basiléia (Português)
|