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BRASIL: Depois da soja, o algodão transgênico

RIO DE JANEIRO.- O Brasil vive uma nova confusão transgênica. Ecologistas e o Ministério do Meio Ambiente questionam a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança por autorizar a venda de sementes de algodão com não mais de 1% de transgênicas. Essa medida, pedida por produtores de sementes, reconhece a contaminação consumada e busca evitar a perda de controle que ocorreu com a soja, alegou o secretário-geral da Comissão, Jairon do Nascimento.

Porém, o secretário de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, disse que a autorização é “irresponsável”, porque não foram estudadas suas possíveis conseqüências ambientais.

A autorização foi concedida “sem base legal nem técnica”, pois a Comissão “não tem competência legal” para concedê-la, acrescentou o coordenador do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Sezifredo Paz.

Além disso, a decisão foi baseada em uma sentença judicial suspensa a pedido do Idec, que luta legalmente há seis anos contra a soja transgênica, afirmou.

 
 

CUBA: Hotel premiado por cuidar da camada de ozônio

HAVANA.- O Ministério de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Cuba criou um prêmio para instituições que cuidarem da camada de ozônio, e o concedeu pela primeira vez ao hotel Meliá Cayo Santa Maria, na província de Villa Clara.

Esse hotel foi instalado em 2003 e utiliza equipamentos que não empregam substâncias prejudiciais ao escudo protetor formado por esse gás na estratosfera, que detém as prejudiciais radiações solares ultravioletas.

O prêmio Livre de Clorofluocarbonos (um dos três tipos de substâncias que afetam a camada de ozônio) é parte das medidas cubanas para cumprir o disposto no Protocolo de Montreal, assinado em 1987, indicaram ao Terramérica fontes do Ministério.

Na mesma linha, Cuba erradicou totalmente o uso de brometo de metilo para cultivar tabaco e iniciou um processo de reconversão tencológica das fábricas de refrigeradores, para evitar que empreguem cloro, brometo e freon, entre outras substâncias.

 
 

VENEZUELA: Proposta a comercialização de crocodilos

CARACAS.- A exploração comercial do indômito crocodilo do Orenoco (Crocodylus intermedius), espécie em risco de extinção e natural da Venezuela e Colômbia, poderia evitar sua extinção, segundo a venezuelana Fundação para o Desenvolvimento das Ciências (Fudeci).

“A idéia é permitir que os crocodilos, em criadouros, cheguem à idade de dois anos, quando é menos provável que sejam caçados, para depois libertar uma porcentagem, como se faz desde os anos 90 nas planícies do Orenoco, e vender os animais restantes por cerca de US$ 500 o exemplar”, para exportação de sua pele, disse ao Terramérica Omar Hernández, diretor da Fudeci, que coopera com o Ministério do Meio Ambiente em tarefas de conservação.

Isso “não é contraditório com os fins de conservação das espécies, e se pagarmos pelo menos US$ 5 aos moradores das margens dos rios da Bacia do Orenoco para cada ovo que devolverem ao criadouro, os motivaremos a não comercializá-los”, argumentou.

 
 

REGIONAL: O meio ambiente chega à liturgia

MÉXICO.- O Conselho Latino-Americano de Igrejas (Clai), que agrupa organizações religiosas com cerca de dez milhões de fiéis na América Latina e no Caribe, incorporou temas ambientais em suas liturgias.

As igrejas, por sua filosofia e crenças, devem defender o cuidado com o planeta, que é nossa grande casa, disse ao Terramérica o reverendo Carlos Támex, do Clai.

A iniciativa é parte do projeto de Cidadania Ambiental, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, iniciado em 2003, e que envolve, além da União Internacional de Autoridades Locais, a Associação Mundial de Rádios Comunitárias, a Consumidores Internacionais, a União Mundial para a Natureza e o Parlamento Latino-Americano.

A tarefa “é complexa e difícil, mas estamos obtendo resultados”, disse ao Terramérica Lorena San Román, coordenadora do projeto, através do qual foram capacitadas milhares de pessoas em temas como água, camada de ozônio, biodiversidade e mudança climática.

Funcionários de aproximadamente 48 municípios da Argentina, Costa Rica, Cuba, Chile, Equador, México e Peru foram beneficiados através de painéis ambientais.

 
 

PERU: Oportunidade no contexto de Kyoto

LIMA.- O Centro de Eficiência Tecnológica (CET) do Peru propôs aos municípios de Lima que suspendam a incineração do lixo e o coloque em aterros sanitários, aplicando procedimentos que não emitam gás metano.

Assim, seria possível vender Certificados de Emissão Reduzida, no contexto do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo estabelecido pelo Protocolo de Kyoto, disse ao Terramérica Luis Salomón, coordenador de projetos do CET.

Esses certificados podem ser adquiridos por países industrializados signatários do Protocolo para cumprir parcialmente seu compromisso de reduzir a emissão de gases que retêm calor na atmosfera.

O CET é uma das 110 organizações integrantes da Rede Internacional de Centros de Produção Mais Limpa, e prepara para o residencial distrito de Surco, em Lima, um projeto de manejo de lixo adequado ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo.

Por sua vez, o Conselho Metropolitano de Lima estuda problemas de coleta e tratamento de lixo nos dez bairros mais pobres da cidade.



* Fonte: Inter Press Service.


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