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COSTA RICA: Parques nacionais
em crise |
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SAN JOSÉ.- Os Parques Nacionais da Costa
Rica estão em um preocupante estado de abandono, por falta
de dinheiro para contratar cerca de 300 guarda-parques, necessários
para proteger a biodiversidade da ação dos caçadores, denunciou
o ministro do Meio Ambiente, Carlos Manuel Rodríguez.
O Estado deveria declarar uma “emergência nacional”, para
criar a consciência de que a destruição das áreas protegidas
terá graves conseqüências para o meio ambiente e o turismo.
A Costa Rica conta com 32 dessas áreas, entre refúgios, parques
e reservas, e se apresenta perante o mundo como uma das nações
com mais desenvolvimento do ecoturismo.
No Parque Nacional Corcovado, ao sul do país, a caça indiscriminada
de queixadas (Tayassu pecari), chamadas de “porcos da montanha”,
ameaça exterminá-las a médio prazo, afirmou Rodríguez.
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AMÉRICA DO NORTE: Três espécies
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MÉXICO.- Canadá, Estados Unidos e México
buscam uma estratégia conjunta para proteger a baleia jubarte
(Megaptera novaeangliae), a pardela de pata rosada (Puffinus
creatopus) e a tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea),
no início de um ambicioso plano pela sobrevivência de espécies
migratórias.
Delegados governamentais e ambientalistas, reunidos esta semana
na cidade norte-americana de San Francisco, escolheram essas
três espécies em risco de extinção como primeiras beneficiárias
do Plano de Ação da América do Norte para a Conservação, acertado
na Comissão de Cooperação Ambiental da América do Norte.
A baleia jubarte, que chega a 15 metros de comprimento e pode
pesar 40 toneladas, a tartaruga-de-couro, de dois metros e
500 gramas em média, e a ave pardela de pata rosada estão
ameaçadas, entre outros fatores, por práticas de pesca não
sustentável que esgotam seu alimento marinho.
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GUATEMALA: Campanha contra a raiva
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GUATEMALA.- O Ministério da Saúde da
Guatemala iniciou, no dia 20 de março, uma campanha para vacinar
1,6 milhão de cães e 30 mil gatos na área rural do país, para
prevenir a raiva depois de uma prolongada seca.
O objetivo é “criar defesas necessárias contra o vírus da
raiva em animais suscetíveis e evitar sua transmissão ao ser
humano”, disse ao Terramérica Raquel Leon, porta-voz do Ministério.
“Neste verão houve uma forte seca, o que provoca focos de
raiva entre animais selvagens, que descem para beber água
em afluentes de rios onde também bebem animais domésticos
que podem ser infectados”, explicou.
O Ministério não informou sobre nenhuma morte por raiva em
pessoas em 2003. A raiva humana se manifesta por sintomas
com fases de superexcitação e apatia, hipersalivação, aerofobia
e hidrofobia.
Cães e gatos da capital e de outras cidades serão imunizados
em setembro. |