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Una edición especial de Tierramérica sobre el Corredor Biológico Mesoamericano con el respaldo de la Comisión Centroamericana de Ambiente y Desarrollo y el Banco Mundial.

Comisión Centroamericana de Ambiente y Desarrollo     Banco Mundial

 
 
 

"Enlaces Externos"

Sitio web del Corredor Biológico Mesoamericano: Naturalmente Unidos

PNUMA: Corredor Biológico Mesoamericano: detalles y metas del proyecto

Banco Mundial: información sobre proyectos ambientales en Centroamérica, incluyendo al CBM

Comisión Centroamericana de Ambiente y Desarrollo: noticias, documentos, legislación...

WRI: En busca de un enfoque común para el CBM: texto completo del documento en español en formato PDF (238 Kb)

PNUD-CCAD-GTZ: Presentación del proyecto del CBM

NASA/CCAD: Mapeo y monitoreo del CBM

The Mesoamerican Biological Corridor: un estudio del CBM por Craig Metrick (en inglés)

   
 
   
 
   
 
   
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Ecobreves

 
 

GUATEMALA: Controle do comércio do mogno

GUATEMALA.- A Guatemala intensificou, desde o dia 15 de novembro, os controles da exportação de mogno (Swietenia macrophylla), coincidindo com a entrada dessa espécie no Apêndice II da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (Cites).

“A partir de agora, os carregamentos que o país vende aos Estados Unidos e ao México devem ter uma permissão de exportação concedida pela Cites, uma licença florestal, guias de transporte e nota fiscal”, disse ao Terramérica a representante da Cites na Guatemala, Migdalia García.

“Com esta regulamentação esperamos abrir os mercados internacionais às concessões comunitárias em lugar das companhias madeireiras, e em particular combater o corte ilegal dessa madeira preciosa”, afirmou a funcionária.
Segundo García, no país existem 500 mil hectares de reservas florestais de mogno, principalmente nos departamentos de El Petén, na fronteira com o México, e em Alta e Baixa Verapaz.

 
 

COSTA RICA: Sociedade civil participa

SAN JOSÉ.- A sociedade civil da Costa Rica poderá participar mais ativamente da gestão de recursos naturais com a colocação em marcha de conselhos regionais nas 11 áreas de conservação do país.

Os conselhos têm poder para definir políticas, apresentar projetos e, inclusive, destituir funcionários do setor ambiental em suas respectivas regiões. E estão integrados pelo diretor da área e por representantes de setores sociais eleitos em voto aberto.

Embora os organismos estivessem previstos na Lei de Biodiversidade de 1998, não chegaram a se materializar até este mês.

Os conselhos regionais terão representação no Conselho Nacional Ambiental e, com isso, capacidade para influir em políticas nacionais nessa matéria.

“Isto constitui um marco para o país, porque as decisões não estão nas mãos de um ministro, mas de um Conselho Nacional que negocia e decide em conjunto com a sociedade civil”, disse ao Terramérica o diretor do Sistema Nacional de Áreas de Conservação, Raúl Solórzano.

 
 

NICARÁGUA: Militares protegem tartarugas

MANÁGUA.- Cerca de 60 mil tartarugas oliva (Lepidochelys Olivacea) estão nas praias nicaragüenses do Pacífico para desovar, sob o olhar atento do exército.

Dezenas de soldados realizam patrulhamento e trabalho de inspeção nos refúgios para impedir a ação depredadora nos ninhos, disse ao Terramérica o porta-voz do Exército, major Álvaro Ibarra.

A desova da tartaruga oliva ocorre entre julho e dezembro, com a chegada de até três mil fêmeas para depositar seus ovos nos refúgios de La Flor (San Juan do Sul) e Chacocente (Carazo).

Os ovos são muito apreciados na cozinha nicaragüense e os filhotes são vendidos como animais de estimação na capital.
A tartaruga oliva é uma das menores de sua espécie e está em perigo de extinção.

 
 

HONDURAS: Casas ecológicas para camponeses

TEGUCIGALPA.- Organizações camponesas dos departamentos de Cortés e Yoro, no norte de Honduras, proporão ao governo a construção de casas ecológicas para combater o déficit habitacional de 750 mil moradias.

As casas, que seriam construídas tendo vasilhames plásticos como matéria-prima básica, têm o apoio da consultora alemã Ecotec, que apresentou o projeto em busca de financiamento oficial.

O custo estimado de cada unidade é de US$ 1 mil, mas “se o governo nos apoiar, o preço será menor, pois não teremos de pagar pedreiros. Cada beneficiado participará da construção de sua casa”, disse ao Terramérica o dirigente camponês Dionísio Cáceres. “Propomos uma alternativa econômica e viável, onde estaríamos contribuindo com a limpeza do meio ambiente, ao mesmo tempo em que os camponeses pobres teriam uma casa digna de acordo com suas necessidades”, afirmou.

Somente em Cortés, cerca de 425 grupos camponeses se beneficiariam com o projeto.



* Fonte: Inter Press Service.

 


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