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GUATEMALA: Fechada usina barulhenta
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GUATEMALA.- O Ministério do Meio Ambiente
da Guatemala ordenou o fechamento da usina de eletricidade
norte-americana Duke Energy por causa de poluição sonora que
afetava moradores de várias comunidades na costa sul do país.
“Os técnicos determinaram que a usina produzia altos níveis
de barulho, chegando até a 86 decibéis, contra o máximo de
50 permitido pela Organização Pan-Americana de Saúde”, disse
ao Terramérica o porta-voz do ministério, Sergio del Aguila.
A usina fica em Arizona, departamento de Escuintla, no Pacífico,
e o barulho afeta pelo menos cinco comunidades próximas, explicou
Aguila.
Otto Ayalka, advogado da Duke Energy, considerou “injusta”
a ordem emitida no dia 17 de novembro e disse ao Terramérica
que “não acataremos essa disposição, porque, segundo nossos
controles, o nível de barulho é aceitável”.
O ministério dará três semanas para a apelação da empresa,
antes de pedir o fechamento judicial. “Poderá reabrir somente
quando demonstrar que não viola as leis ambientais”, ressaltou.
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AMÉRICA CENTRAL: Fechado programa
de apoio florestal
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TEGUCIGALPA.- O Programa Regional Florestal
da América Central (Procafor) encerrou suas operações no istmo,
após formar mais de cem unidades produtivas indígenas e camponesas,
que agora manejam as florestas de maneira sustentável.
Financiado pelo governo da Finlândia, o Procafor trabalhou
por 12 anos com comunidades vulneráveis na recuperação de
florestas de coníferas e de folha larga.
O manejo agora inclui mais de 130 mil hectares na América
Central.
Os camponeses “não esgotam os recursos florestais já que têm
novos mecanismos para reinvestir em atividades de manutenção
como plantações, manejo de regeneração natural e manutenção
de estradas”, disse ao Terramérica uma das responsáveis pelo
projeto, Anita Vasa.
Uma das recomendações do Procafor em Honduras é acabar com
o corte ilegal de árvores, que junto com os incêndios destrói
cem mil hectares de floresta por ano, segundo a estatal Corporação
Hondurenha de Desenvolvimento Florestal.
Seu gerente, Gustavo Morales, disse ao Terramérica que subsistem
11,3 milhões de hectares de floresta.
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COSTA RICA: Turismo sustentável
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SAN JOSÉ.- Vinte iniciativas de turismo
rural e comunitário na região de Talamanca, nas terras altas
costarriquenhas, se converterão, a partir de 2004, em projetos-piloto
para a América Central e serão preparados para obter o Certificado
para a Sustentabilidade Turística (CST).
Este certificado local é impulsionado na região para garantir
melhores práticas.
Os projetos receberão capacitação em tecnologias limpas, manejo
de detritos, administração e mercado, com apoio de organizações
como a Aliança para Florestas e o Centro Nacional de Produção
Mais Limpa.
O objetivo é conseguir formas de turismo sustentável em matéria
ambiental, social e econômica, que possam ser reaplicadas
na região, afirmou a coordenadora do Programa de Turismo para
a Mesoamérica da Aliança para Florestas, Denia Del Valle.
A iniciativa faz parte de um projeto mais amplo para criar
um Conselho Mundial de Turismo Sustentável que garanta práticas
sustentáveis e sistemas de certificação como o CST. |