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VENEZUELA: Nova coalizão ambiental |
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CARACAS.- Quatro organizações não-governamentais criaram a coalizão Acesso Venezuela, que pretende acompanhar os compromissos governamentais em matéria de gestão ambiental e também trabalhos de formação e divulgação na área, informou ao Terramérica Alcira Ascanio, uma de suas dirigentes. A nova coalizão, que reúne a Fundárbol, Consórcio Desenvolvimento e Justiça, Justiça Alternativa e a Fundação Justiça e Paz do Estado de Monagas, se apresenta como braço da Acesso América Latina, que já funciona no Brasil, Chile, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, México e Peru.
Os primeiros trabalhos da nova coalizão vão abordar o problema da lentilha aquática (da família Lemnaceae), cuja proliferação na superfície do lago de Maracaibo cobre 10% de sua área. “Junto com a informação e o acompanhamento do caso, incentivaremos as comunidades a participarem da solução do problema”, afirmou Ascanio.
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BRASIL: Estudo da flora amazônica |
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RIO DE JANEIRO.- O aproveitamento econômico sustentável das riquezas florestais no Brasil ganhou uma nova ferramenta com o livro “Frutas e plantas úteis na vida amazônica", que reúne os conhecimentos científicos e tradicionais sobre 32 espécies nativas. Nessa obra, editada no final de junho, estudos de 90 pesquisadores brasileiros e estrangeiros se combinam com o conhecimento da população local sobre ecologia e manejo da vegetação.
Foram escolhidas espécies silvestres “de importância para a economia e a alimentação da Amazônia”, explicou ao Terramérica Gabriel Medina, do Centro Internacional de Pesquisa Florestal e co-editor do livro. Algumas árvores, como a andiroba (Carapa guianensis Aubl.), que produz óleo para cosméticos, e a castanha (Castanea sativa) já são cultivadas com fins comerciais na região, e isso cria preocupação porque o monocultivo atrai pragas, observou Medina, acrescentando que a extração de madeira ameaça cerca de 300 espécies.
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GUATEMALA: Regulamentação da emissão de gases |
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GUATEMALA.- O Ministério do Meio Ambiente e Recursos Naturais guatemalteco elabora uma regulamentação de emissão de gases que pode entrar em vigor antes do fim do ano. “Serão realizados encontros com representantes e técnicos de instituições estatais vinculadas ao tema”, e depois “começaremos a fase de consenso com os setores da sociedade civil, para que a norma tenha legitimidade”, disse ao Terramérica Álvaro Véliz, vice-ministro de Meio Ambiente encarregado do projeto, que incluirá as emanações de fontes móveis (veículos) e fixas (industriais).
Estudo recente da estatal Universidade de San Carlos da Guatemala estabeleceu que em alguns pontos da capital há até 224 microgramas por metro cúbico de partículas totais em suspensão, originadas pela combustão de produtos derivados do petróleo e do carvão vegetal. A Agência para a Proteção Ambiental dos Estados Unidos aceita como média anual 75 microgramas por metro cúbico.
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