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BRASIL: Testado método contra evaporação hídrica

RIO DE JANEIRO.- Um pó espalhado sobre a água, formando uma fina película, pode atenuar o fenômeno da evaporação, que chega a ser de 75% do conteúdo das represas no semi-árido do Nordeste brasileiro, afirmam cientistas que procuram soluções para a escassez de água.
O produto, desenvolvido pela Lótus Química Ambiental, empresa do Centro Incubador da Universidade de São Paulo, tem potencial para reduzir a evaporação à metade, assegurou ao Terramérica Marcos Gugliotti, seu diretor científico.
Em tanques ao ar livre, a redução variou de 16% a 44% sob diferentes condições.
Gugliotti espera concluir os testes em diversas represas no próximo ano, antes de liberar o uso do produto, que tem baixo custo e rendimento de um quilo por hectare de superfície líquida. A aplicação deve ser repetida a cada 48 horas, o que dificulta seu uso em represas de grandes proporções.

 
 

GUATEMALA: Pedida proteção para florestas tropicais

GUATEMALA.- Autoridades locais e do Estado pediram ao Congresso da Guatemala que decrete zona protegida o cerro El Amay, no departamento de Quiché (norte), por ser uma das poucas florestas tropicais do país e hábitat de espécies emblemáticas como o quetzal.
“No ritmo atual, em 12 anos pode se perder a cobertura florestal do cerro”, disse ao Terramérica Ronny Roma, do estatal Conselho Nacional de Áreas Protegidas (Conap).
O funcionário afirma que no cerro existe uma grande diversidade de espécies, animais e vegetais, bem como importantes recursos hídricos e vestígios arqueológicos da época pré-colombiana.
“Reconhecemos a riqueza ecológica e o potencial turístico de nossas terras, por isso queremos preservá-las”, disse Victor Hugo Figueroa, prefeito de Uspantán, município que compartilha o cerro com o de Chicamán.
Os dois municípios pertencem ao departamento de Quiche, cerca de 170 quilômetros ao norte da capital e fronteiriço com o México.

 
 

COLÔMBIA: Proibida a pesca de atum

BOGOTÁ.- O Instituto Colombiano de Desenvolvimento Rural (Incoder) proibiu a atividade dos barcos de pesca de atum no Oceano Pacífico, no oeste do país, até 12 de setembro, para proteger as ameaçadas espécies barbatana-amarela (Thunnus albacares) e albacora-bandolim ou patudo (Thunnus obesus).
As duas espécies estão abaixo de sua média em rendimento máximo sustentável, segundo estudos oficiais.
Durante o período de proibição, que começou no dia 1º de agosto, os barcos não podem pescar essas espécies, sob pena de multa por parte do Incoder.
Manuela Herrera, bióloga da estatal Universidade do Atlântico, disse ao Terramérica que a Colômbia assinou, em 1992, o Acordo de La Jolla da Comissão Interamericana do Atum Tropical, que estabelece métodos sustentáveis de captura de animais adultos.
O Pacífico colombiano apresenta um volume de pesca anual de aproximadamente 450 mil toneladas, das quais 150 mil correspondem ao atum.

 
 

MÉXICO: Informe sobre milho transgênico gera dúvidas

MÉXICO.- Ativistas receberam com desconfiança um relatório científico, publicado este mês, com grande destaque, assegurando não ter encontrado vestígios de milho transgênico em uma região do México, país onde a presença dessa espécie manipulada geneticamente remonta a 2001.
“Aqui há algo raro, pois por trás do estudo, cujo resultado pode ser verdadeiro, parecem estar os interesses de multinacionais e empresários locais”, disse ao Terramérica Silvia Ribeiro, porta-voz na América Latina da organização não-governamental Grupo de Ação sobre Erosão, Tecnologia e Concentração, com sede no Canadá.
O estudo, publicado na revista da Academia de Ciências dos Estados Unidos, foi editado por Bárbara Schaal, que trabalha em um laboratório da Universidade de Washington, que, por sua vez, é patrocinado pela empresa produtora de transgênicos, a Monsanto, garantiu Ribeiro.
O informe foi divulgado com grande destaque por autoridades. O fato gerou suspeitas, pois outros estudos feitos no passado por órgãos governamentais, indicando que existe milho transgênico em diversas regiões, são pouco divulgados.^
Segundo José Tron, da Câmara Nacional do Milho Industrializado, o novo estudo “prepara o caminho para o plantio comercial de milho transgênico.



* Fonte: Inter Press Service.

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