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BRASIL: Sol para esquentar água

RIO DE JANEIRO.- A Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente aprovou a proposta do prefeito José Serra de tornar obrigatória a instalação de aquecedores solares de água em novas construções na cidade de São Paulo, disse ao Terramérica o especialista em energia Délcio Rodrigues.

Uma legislação semelhante, na cidade de Barcelona, provocou o auge desta fonte de energia na Espanha, lembrou Rodrigues, que trabalha na organização não-governamental Vitae Civilis, impulsionadora da idéia.

A energia solar ainda é cara como fonte de eletricidade, mas oferece vantagens econômicas para aquecer a água. A economia de energia elétrica ou gás durante 24 a 36 meses equivale ao custo do aquecedor residencial, assegurou Antonio Placidelli, gerente de Mercado da Soletrol, uma das dezenas de empresas brasileiras que fabricam esse tipo de equipamento, que dura mais de 15 anos.

Hotéis, hospitais e indústrias já utilizam essa solução.

 
 

GUATEMALA: Dois guarda-parques desaparecidos

GUATEMALA.- Está para completar dois meses o misterioso desaparecimento de dois guarda-parques da Estação de Campo do vulcão Atitlán, uma reserva ao sul da cidade da Guatemala.

“Fizemos denúncias, mas as autoridades não agem”, disse Yuri Melini, diretor do Centro de Ação Legal, Ambiental e Social (Calas).

O ambientalista contou ao Terramérica que Mario Pop Maquín, de 28 anos, e Julio Vasquez Ordóñez, de 37, desapareceram no dia 11 de novembro de 2005, após deixarem seu trabalho na reserva, propriedade da Universidade del Valle da Guatemala (privada).

Segundo Melini, a polícia fez algumas buscas, sem resultados.

Para o Calas, há três hipóteses: vingança de narcotraficantes (os vigias teriam descoberto uma plantação de maconha), que ambos tenham entrado para uma organização guerrilheira ou que foram seqüestrados para cobrança de resgate.

“Esta última nós descartamos, porque são camponeses muito pobres”, afirmou Melini.

 
 

VENEZUELA: Ong libera 35 mil filhotes de tartaruga

CARACAS.- Cerca de 35 mil filhotes de tartaruga foram liberados, depois de serem protegidos em seus ninhos, pelo Centro de Pesquisa e Conservação de Tartarugas Marinhas, entre 2001 e 2005, na península venezuelana de Paria.

“Transplantamos os ninhos das tartarugas para locais mais seguros e controlados das praias, para evitar que sejam vítimas de predadores naturais ou da caça de ovos por pessoas que costumam vê-los como um estorvo”, disse ao Terramérica Hedelvy Guyada, presidente do Centro.

O Centro considera um sucesso o fato de 60% dos filhotes nascerem vivos e, embora poucos cheguem à idade adulta, anota com êxito o fato de em seis anos ter marcado 400 fêmeas ao chegarem à praia para desovar, principalmente a tartaruga-de-couro ou preta (Dermochelys coriacea), embora outras quatro espécies também desovem em Paria.

 
 

CHILE: Polêmica cobrança por acesso a parque

SANTIAGO.- Empresários turísticos da região chilena de Araucanía pedem livre acesso ao Parque Nacional Villarrica, de 61 mil hectares, argumentando que a governamental Corporação Nacional Florestal (Conaf) carece de direitos legais para cobrar US$ 6,5 por pessoa a título de ingresso.

A questão envolve os acessos ao vulcão Villarrica, 760 quilômetros ao sul de Santiago, que no verão é visitado diariamente por 250 pessoas, que deixam nos cofres da Conaf cerca de US$ 80 mil.

Peter Vermehren, presidente de uma associação de agências de turismo da região, disse ao jornal La Nación, no dia 3 de janeiro, que a cobrança não se justifica porque a Conaf não proporciona nenhum serviço aos visitantes.

Alejandro Blamey, diretor regional da Conaf, explicou ao Terramérica que a cobrança é aplicada em todos os parques nacionais e que é relativamente barata, considerando que no mundo está em torno dos US$ 10 por pessoa.

 
 

CUBA: FAO ajudará a melhorar o solo em Guantânamo

HAVANA.- Um projeto, em colaboração com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que começará a ser executado em janeiro buscará melhorar e conservar solos e águas da bacia hidrográfica Guantânamo-Guaso nessa região, a mais oriental de Cuba.

O programa introduzirá métodos para preservar e manejar adequadamente o solo e o potencial hídrico de zonas prejudicadas pela seca e por outros processos que conduzem à desertificação na região, disse ao Terramérica Cristina Velásquez, diretora da Estação de Solos de Guantânamo, 929 quilômetros a leste de Havana.

Entre as medidas que serão aplicadas, Velásquez mencionou o uso de fertilizantes orgânicos, tecnologias para o manejo de drenagens e rotatividade de cultivos.

A bacia Guantânamo-Guaso ocupa 2.347 quilômetros quadrados e abriga cerca de 250 mil pessoas, a metade da população de Guantânamo.

 



* Fonte: Inter Press Service.

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