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Ecobreves

 
 

ITÁLIA : Continua a controvérsia sobre o aspartame

MILÃO.- A Autoridade Européia para a Segurança Alimentar (EFSA) confirmou a segurança do aspartame após avaliar o estudo da Fundação Européia Ramazzini, da cidade italiana de Bolonha, que conclui que o popular adoçante poderia ter efeitos cancerígenos.

A EFSA anunciou, no dia 5 de maio, que, com base nos dados disponíveis, não é preciso avaliar novamente a segurança do aspartame (usado em centenas de produtos alimentícios, incluindo a Coca-Cola e a Pepsi-Cola), nem revisar a dose diária aceita pela Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA), de 50 miligramas por quilo de peso corporal.

Diante dessa desconsideração, a Fundação Ramazzini defendeu seus resultados e seu diretor científico, Morando Soffritti, advertiu que continuarão pesquisando “não só o aspartame, como também outros adoçantes químicos usados na indústria alimentícia, bebidas e produtos farmacêuticos”.

 
 

VENEZUELA: Periquitos em vias de extinção

CARACAS.- Menos de 20 periquitos ñángaro (Aratinga acuticaudata neoxena) sobrevivem nos mangues do parque La Restinga, na ilha venezuelana de Margarita, correndo grave risco de desaparecerem, advertiu ao Terramérica a bióloga Marialejandra Faria, da organização não-governamental Provita.

Isto se deve “à degradação de seu hábitat, pelo crescimento das populações vizinhas, e também pela captura ilegal dos que os querem como animais de estimação”, disse Faria. “Poderíamos tentar um programa para criar ovos em cativeiro, mas não temos recursos para isso”, explicou.

A Provita implementou um programa de jovens biólogos e 17 organizações ambientalistas com 400 escolas de Margarita, buscando conscientizar sobre a necessidade de preservar o hábitat do ñángaro e do periquito margaritenho (Amazona barbadensis), cuja população aumentou de 750 para 1,9 mil exemplares em 17 anos.

 
 

BRASIL: Jovens viverão aventura amazônica

SÃO PAULO.- Cerca de 45 estudantes do Brasil, Equador, Bolívia, Colômbia, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela e Guiana Francesa percorrerão a mesma rota feita pelo espanhol Francisco de Orellana, ao longo do Rio Amazonas, nos anos de 1541 e 1542.

A expedição, organizada pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), partirá de Quito no dia 24 de junho e chegará a Brasília no dia 27 de julho.

“O objetivo principal é fazer com que os jovens amem e protejam a Amazônia. O importante é que são de diversos países e línguas, o que garante o efeito multiplicador do projeto”, disse ao Terramérica a secretária-geral da OTCA, Rosalía Arteaga.

Os estudantes estarão acompanhados por 27 professores e profissionais de outras áreas, participando de eventos culturais e científicos.

 
 

HONDURAS: Legisladores freiam lei florestal

TEGUCIGALPA.- Legisladores hondurenhos resistem à aprovação de uma nova lei florestal, e acertaram realizar um novo diálogo que descarta o iniciado há mais de oito anos com diversos setores sociais, políticos, sindicais e empresariais.

A deputada Paola Castro, presidente da comissão que preparará a nova lei, disse ao Terramérica que “hoje temos novos legisladores e consideramos oportuno começar do zero”.

Poém, o líder ecologista Juan Almendares, da organização Mãe Terra, disse ao Terramérica que os parlamentares “estendem o assunto porque não querem que exista uma boa lei a favor da floresta”.

Entre outras coisas, o projeto propõe criar um Ministério Florestal, um comissariado nacional e outro municipal, bem como a figura de um regente florestal que supervisione o corte de madeira, e sanções para quem a cortar e transportar ilegalmente. Também prevê penas de seis a 12 anos de prisão.

 
 

CHILE: Não a resíduos de celulose no mar

SANTIAGO.- Ambientalistas, pescadores artesanais, dirigentes sociais e esportistas aquáticos mostraram ao governo chileno a necessidade de melhorar as tecnologias das fábricas de celulose e impedir que descarreguem seus dejetos no mar, lagos ou rios.

“A autoridade deve ter vontade de fazer uma mudança tecnológica real neste tipo de indústria, para que não contaminem cursos de água com lixo tóxico para a saúde das pessoas”, disse ao Terramérica Antonia Fortt, engenheira ambiental da organização Oceana.

A empresa Celulose Arauco e Constituição (Celco), que em 2003 provocou a morte em massa de cisnes e outras espécies no santuário natural do Rio Cruces, quer construir um duto para jogar seus dejetos no Oceano Pacífico.

 
 

BRASIL: Exigido mais controle de vazamentos químicos

RIO DE JANEIRO.- Um comitê interministerial propôs criar um sistema que obrigue empresas, portos e entidades que manejam produtos químicos a notificar vazamentos, já que estes ameaçam gravemente a população.

A legislação ambiental exige a notificação urgente e pune sua omissão, mas em muitos casos os postos de combustíveis, principal fonte de acidentes, descobrem o vazamento quando este já é grave e contaminou a primeira camada de água subterrânea, por exemplo, disse ao Terramérica a geóloga Kátia Duarte, que pesquisou o assunto em Brasília para sua tese de doutorado, concluída em 2003.

Entre 1978 e 2005, São Paulo, único Estado brasileiro a monitorá-los sistematicamente, registrou 6.303 acidentes, um terço deles com combustíveis líquidos.

Um sistema obrigatório de comunicação de vazamento é crucial para a eficácia do plano nacional, adotado pelo governo em 2004, a fim de evitar emergências ambientais com tóxicos químicos.

 
 

GUATEMALA: Alerta para incêndios florestais

GUATEMALA.- A Guatemala declarou alerta vermelho por causa de 18 incêndios que afetam o departamento de El Petén e ameaçam os centros arqueológicos de Tikal e Pedras Negras, bem como a área protegida Laguna do Tigre.

Jorge Ortega, porta-voz do Exército, explicou ao Terramérica que as Forças Armadas coordenam dois contingentes para combater os incêndios florestais. No dia 7 de maio, foram realizados seis vôos em helicópteros que transportavam milhares de litros de água para apagar as chamas.

Segundo o Sistema Nacional de Prevenção e Controle de Incêndios Florestais (Sipecif), neste ano já foram registrados cerca de 200 incidentes desse tipo, que arrasaram aproximadamente 800 hectares de floresta.

Calcula-se que na Guatemala, anualmente, sejam destruídos cerca de 173.148 hectares de florestas, dos quais 28.517 correspondem a diferentes áreas protegidas.



* Fonte: Inter Press Service.

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